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QUÍMICA

A Ciência Central
9ª Edição

Capítulo 7
Propriedade periódica dos elementos

David P. White

© 2005 by Pearson Education Capítulo 07


O desenvolvimento
da tabela periódica

• Em 2002, haviam 115 elementos conhecidos.

• A maior parte dos elementos foi descoberta entre 1735 e 1843.

• Como organizar 115 elementos diferentes de forma que possamos


fazer previsões sobre elementos não descobertos?

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O desenvolvimento
da tabela periódica

• Ordenar os elementos de modo que reflita as tendências nas


propriedades químicas e físicas.

• A primeira tentativa (Mendeleev e Meyer) ordenou os elementos


em ordem crescente de massa atômica.

• Faltaram alguns elementos nesse esquema.

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O desenvolvimento
da tabela periódica
• A tabela periódica moderna: organiza os elementos em ordem
crescente de número atômico.

Carga nuclear efetiva

• A carga nuclear efetiva é a carga sofrida por um elétron em um


átomo polieletrônico.

• A carga nuclear efetiva não é igual à carga no núcleo devido ao


efeito dos elétrons internos.
Z ef = Z - S
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elétrons protetores
Be: 1s2 2s2
Z ef = Z - S

Blindam Z ef = 4 - 2 = 2+

elétrons protetores (S)


Li: 1s2 2s1
Z ef = Z - S
Blindam Z ef = 3 - 2 = 1+

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Carga nuclear efetiva

• Os elétrons estão presos ao núcleo, mas são repelidos pelos


elétrons que os protegem da carga nuclear.

• A carga nuclear sofrida por um elétron depende da sua distância do


núcleo e do número de elétrons mais internos.

• Quando aumenta o número médio de elétrons protetores (S), a


carga nuclear efetiva (Zef) diminui.

Z ef = Z - S

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Carga nuclear efetiva

• Todos os orbitais ns têm a mesma forma, mas tamanhos e números


de nós diferentes.

• Considere: He: 1s2, Ne: 1s2 2s22p6 e Ar: 1s2 2s22p6 3s23p6.

• A densidade eletrônica radial é a probabilidade de se encontrar um


elétron a uma determinada distância.
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Z ef = Z - S
Tamanho dos átomos
e dos íons
• Considere uma molécula
diatômica simples.
• A distância entre os dois
núcleos é denominada
distância de ligação.
• Se os dois átomos que formam
a molécula são os mesmos,
metade da distância de ligação
é denominada raio covalente
do átomo.

<

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I2 = Distância que separa os dois núcleos de Iodo = 2,66Å
Raio covalente = 1,33 Å

C diamânte = Distância dois núcleos de carbono adjacente = 1,54 Å


Assim o raio covalente = 0,77 Å

Para os gases nobres, os raios ligantes devem ser estimados


porque não existem combinações.

Os raios atômicos permitem estimar os comprimentos das ligações


entre diferentes elementos em uma molécula.

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Ex.: comprimento da ligação Cl Cl no Cl 1,99 Å,

Logo se atribui um raio de 0,99 Å para o Cl.

No composto CCl4, o comprimento da ligação C Cl = 1,77 Å,


muito próximo da soma (0,77 + 0,99 Å) dos raios atômicos C e Cl.

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Tamanho dos átomos
e dos íons

• Quando o número quântico principal aumenta, o tamanho do


orbital aumenta.

• Considere os orbitais s.

• Todos os orbitais s são esféricos e aumentam em tamanho


quando n aumenta.

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Tamanho dos átomos
e dos íons
Tendências periódicas
nos raios atômicos
• Como uma consequência do ordenamento na tabela periódica, as
propriedades dos elementos variam periodicamente.
• O tamanho atômico varia consistentemente através da tabela
periódica.
• Ao descermos em um grupo, os átomos aumentam.
• Ao longo dos períodos da tabela periódica, os átomos tornam-se
menores.
Existem dois fatores agindo:
• Número quântico principal, n, e
• a carga nuclear efetiva, Zef.

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Figura 7.5
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Experimentalmente – C S = 1,82Å;
C H = 1,10Å
S H = 1,33Å

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Tamanho dos átomos
e dos íons
Tendências periódicas
nos raios atômicos

• À medida que o número quântico principal aumenta (ex., descemos


em um grupo), a distância do elétron mais externo ao núcleo
aumenta. Consequentemente, o raio atômico aumenta.

• Ao longo de um período na tabela periódica, o número de elétrons


mais internos mantém-se constante (S=cte). Entretanto, a carga
nuclear aumenta. Conseqüentemente, aumenta a atração entre o
núcleo e os elétrons mais externos. Essa atração faz com que o raio
atômico diminua.
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Como fazer 7.2
Organize os seguintes átomos em ordem
crescentes de tamanho: 15P, 16S, 33As, 34Se

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Raio aumenta
Raio diminui

Logo : 16S < 15P < 34Se < 33As,


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16S (1,02Å) < 15P(1,10Å) < 34Se(1,17Å) < 33 As(1,19Å)
Tamanho dos átomos
e dos íons
Tendências nos tamanhos dos íons

• O tamanho do íon é a distância entre os íons em um composto


iônico.
• O tamanho do íon também depende da carga nuclear, do número de
elétrons e dos orbitais que contenham os elétrons de valência.
• Os cátions deixam vago o orbital mais volumoso e são menores do
que os átomos que lhes dão origem.
• Os ânions adicionam elétrons ao orbital mais volumoso e são
maiores do que os átomos que lhe dão origem.

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Tamanho dos átomos
e dos íons
Tendências dos tamanhos dos íons
• Para íons de mesma carga, o tamanho do íon aumenta à medida que
descemos em um grupo na tabela periódica.
• Todos os membros de uma série isoeletrônica têm o mesmo
número de elétrons.
• Quando a carga nuclear aumenta em uma série isoeletrônica, os
íons tornam-se menores :

2s22p6 Z ef = Z - S (cte)
O2- > F- > Na+ > Mg2+ > Al3+

O (Z=8) > F(Z= 9) > Na(Z=11) > Mg(Z=12) > Al(Z=13)


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Como Fazer 7.3

Ordene os átomos e íons a seguir em ordem decrescente de tamanho:


Mg 2+, Ca2+ e Ca

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Os Cátions são menores que os átomos que lhes deram origem
Isto é: Ca2+ e Ca;

Como:
Raio aumenta

Ca > Ca2+ > Mg 2+

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Energia de ionização

• A primeira energia de ionização, I1, é a quantidade de energia


necessária para remover um elétron de um átomo gasoso:
Na(g)  Na+(g) + e-.

• A segunda energia de ionização, I2, é a energia necessária para


remover um elétron de um íon gasoso:
Na+(g)  Na2+(g) + e-.

• Quanto maior a energia de ionização, maior é a dificuldade para se


remover o elétron.

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Energia de ionização
Variações nas energias de
ionização sucessivas
• Há um acentuado aumento na energia de ionização quando um
elétron mais interno é removido.

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Energia de ionização
Tendências periódicas nas
primeiras energias de ionização

• A energia de ionização diminui à medida que descemos em um grupo.


• Isso significa que o elétron mais externo é mais facilmente removido ao
descermos em um grupo.
• À medida que o átomo aumenta, torna-se mais fácil remover um elétron do
orbital mais volumoso.
• Geralmente a energia de ionização aumenda ao longo do período.
• Ao longo de um período, Zef aumenta. Consequentemente, fica mais difícil
remover um elétron (tamanho menor).
• São duas as exceções: a remoção do primeiro elétron p e a remoção do quarto
elétron p.
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Energia de ionização
Tendências periódicas nas
primeiras energias de ionização

• Os elétrons s são mais eficazes na proteção do que os elétrons p.


Conseqüentemente, a formação de s2p0 se torna mais favorável.
• Quando um segundo elétron é colocado em um orbital p, aumenta a
repulsão elétron-elétron. Quando esse elétron é removido, a
configuração s2p3 resultante é mais estável do que a configuração
inicial s2p4. Portanto, há uma diminuição na energia de ionização.

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3Li, 4Be, 5B, 6C, 7 N, 8O, 9 F, 10Ne

3Li - 1s2 2s1 Ne


2 2
4Be - 1s 2s
B - 1s 2 2s2 2p1 F
5
2 2 2
6C - 1s 2s 2p N
2 2 3
7N - 1s 2s 2p
2 2 4
8O - 1s 2s 2p
O
2 2 5 Be
9F - 1s 2s 2p C
Ne - 1s 2 2s2 2p6
10
B

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Configurações eletrônicas
e a tabela periódica

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Como fazer 7.6
Ordene os seguintes átomos em ordem crescentes
de primeira energia de ionização: 10Ne, 11Na,
15P,18Ar, 19K.

Ra EI

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Como fazer 7.6

19K<11Na<15P<18Ar<10Ne

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Energia de ionização

Configurações eletrônicas de íons


• Cátions: os elétrons são primeiramente removidos do orbital com
o maior número quântico principal, n:
Li (1s2 2s1)  Li+ (1s2)
Fe ([Ar]3d6 4s2)  Fe3+ ([Ar]3d5)

• Ânions: os elétrons são adicionados ao orbital com o mais baixo


valor de n disponível:
F (1s2 2s2 2p5)  F (1s2 2s2 2p6)

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Afinidades eletrônicas

• A afinidade eletrônica é o oposto da energia de ionização.


• A afinidade eletrônica é a alteração de energia quando um átomo
gasoso ganha um elétron para formar um íon gasoso:
Cl(g)  Cl-(g) + e-

• A afinidade eletrônica pode ser tanto exotérmica (como o exemplo


acima) quanto endotérmica:
Ar(g) + e-  Ar-(g)

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Afinidades eletrônicas
Íons instáveis

• Analise as configurações eletrônicas para determinar se a afinidade


eletrônica é positiva ou negativa.
As outras propriedades periódicas também podem ser correlacionadas
com a afinidade eletrônica:

Raio Atômico: como quanto menor o raio atômico maior a


eletronegatividade, assim maior se torna a afinidade eletrônica.
Portanto, átomos menores apresentam maiores afinidades que átomos
de tamanho maior;

Potencial de Ionização: como o potencial de ionização mede a


resistência de um átomo em se tornar cátion monovalente (perder 1
elétron), quanto maior essa resistência, mais afinidade eletrônica o
átomo possui. Assim, quanto maior o potencial de ionização, maior a
afinidade eletrônica.

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Metais, não-metais
e metalóides
Metais, não-metais
e metalóides

Metais

• O caráter metálico refere-se às propriedades dos metais (brilhante


ou lustroso, maleável e dúctil, os óxidos formam sólidos iônicos
básicos e tendem a formar cátions em solução aquosa).
• O caráter metálico aumenta à medida que descemos em um grupo.
• O caráter metálico diminui ao longo do período.
• Os metais têm energias de ionização baixas.
• A maioria dos metais neutros sofre oxidação em vez de redução.

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Metais, não-metais
e metalóides

Metais
• Quando os metais são oxidados, eles tendem a formar cátions
característicos.
• Todos metais do grupo 1A formam íons M+.
• Todos metais do grupo 2A formam íons M2+.
• A maioria dos metais de transição têm cargas variáveis.

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Metais, não-metais
e metalóides

Metais

© 2005 by Pearson Education Aumento do caráter metálico Capítulo 07


Perda de 2 elétrons
Perda de 3 elétrons

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Propriedades

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Metais, não-metais
e metalóides

Metais
• A maior parte dos óxidos metálicos são básicos:
Óxido metálico + água  hidróxido metálico
Na2O(s) + H2O(l)  2NaOH(aq)

Não-metais
• Os não-metais apresentam um comportamento mais variado do que
os metais.
• Tendem a ganhar elétrons:

metal + não-metal  sal


2Al(s) + 3Br2(l)  2AlBr3(s)
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Propriedades
Não Metais

•Não têm brilho; Várias cores.


•Sólidos são geralmente quebradiços; alguns são duros e
outros macios.
•Pobres condutores de calor e eletricidade.
• Por causa de suas afinidades eletrônicas, tendem a ganhar
elétrons quando reagem com metais.

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Não Metais

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Metais, não-metais
e metalóides
Não-metais
• A maior parte dos óxidos não-metálicos são ácidos:
óxido não-metálicos + água  ácido
CO2(S) + H2O(l)  H2CO3(aq)

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Básica Ácida Capítulo 07
Metais, não-metais
e metalóides

Metalóides

• Os metalóides têm propriedades intermediárias entre os metais e os


não-metais.
• Exemplo: o Si tem brilho metálico, mas é quebradiço.
• Os metalóides são famosos na indústria de semicondutores.

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Tendências de grupo para os
metais ativos
Grupo 1A: os metais alcalinos
• Todos os metais alcalinos são macios.
• A química é dominada pela perda de seu único elétron s:
M  M+ + e-
• A reatividade aumenta ao descermos no grupo.
• Os metais alcalinos reagem com água para formar MOH e gás
hidrogênio:
2M(s) + 2H2O(l)  2MOH(aq) + H2(g)

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Li b) Na (exotérmica) K (explosiva)

2M(s) + 2H2O(l)  2MOH(aq) + H2(g)

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Tendências de grupo para os
metais ativos
Grupo 1A: os metais alcalinos
• Os metais alcalinos produzem diferentes óxidos ao reagirem com o
O2:
4Li(s) + O2(g)  2Li2O(s) (óxido)
2Na(s) + O2(g)  Na2O2(s) (peróxido)
Na(s) + O2(g)  NaO2(s) (superóxido)

• Os metais alcalinos emitem cores características quando colocados


em uma chama à alta temperatura.
• O elétron s é excitado por uma chama e emite energia quando
retorna ao estado fundamental.
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Tendências de grupo para os
metais ativos
Grupo 1A: os metais alcalinos

11Na - 1s2 2s2 2p6 3s1 3p1 Elétron excitado


Emissão a 589nm

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Tendências de grupo para os
metais ativos
Grupo 1A: os metais alcalinos

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Tendências de grupo para os
metais ativos
Grupo 2A: os metais alcalinos terrosos

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Tendências de grupo para os
metais ativos
Grupo 2A: os metais alcalinos terrosos
• Os metais alcalinos terrosos são mais duros e mais
densos do que os metais alcalinos.
• A química é dominada pela perda de dois elétrons s:
M  M2+ + 2e-.
Mg(s) + Cl2(g)  MgCl2(s)
2Mg(s) + O2(g)  2MgO(s)

• O Be não reage com água. O Mg reagirá apenas com


o vapor de água. O Ca reage com água líquida:
Ca(s) + 2H2O(l)  Ca(OH)2(aq) + H2(g)

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O elemento bário libera luz verde; o sódio, amarela. Já a cor púrpura é
emitida por uma mistura dos elementos estrôncio e lítio
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Tendências de grupo para
alguns não- metais

Hidrogênio
• O hidrogênio é um elemento singular.
• Muito frequentemente ocorre como um gás diatômico incolor, H2.
• Ele pode tanto ganhar outro elétron para formar o íon hidreto, H,
como perder seu elétron para formar H+:
2Na(s) + H2(g)  2NaH(s)
2H2(g) + O2(g)  2H2O(g)

• O H+ é um próton.
• A química aquosa do hidrogênio é dominada pelo H+(aq).

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Tendências de grupo para
alguns não- metais

Grupo 6A: o grupo do oxigênio

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Tendências de grupo para
alguns não- metais

Grupo 6A: O Grupo do Oxigênio


• Ao descermos no grupo, o caráter metálico aumenta (o O2 é um
gás, o Te é um metalóide, o Po é um metal).
• Há duas formas importantes de oxigênio: O2 e ozônio (O3). O
ozônio pode ser preparado a partir do oxigênio:
3O2(g)  2O3(g) H = 284,6 kJ.

• O ozônio possui um cheiro pungente e é tóxico.

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Tendências de grupo para
alguns não- metais
Grupo 6A: o grupo do oxigênio
• O oxigênio (ou dioxigênio, O2) é um agente de
oxidação potente, uma vez que o íon O2- tem
uma configuração de gás nobre.
• Existem dois estados de oxidação para o
oxigênio: 2- (por exemplo, H2O) e 1- (por
exemplo, H2O2).
2 H2O2(aq) H2O(l) + O2(g)

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Tendências de grupo para
alguns não- metais
Grupo 6A: o grupo do oxigênio
• O enxofre é outro importante membro desse grupo.
• A forma mais comum do enxofre é o S8 amarelo.
• O enxofre tende a formar S2- nos compostos (sulfetos).
S(s)+ O2(g) SO2 (g)

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Tendências de grupo para
alguns não- metais

Grupo 7A: os halogênios

Astato – radioativo e extremamente raro

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Tendências de grupo para
alguns não- metais

Grupo 7A: os halogênios


• A química dos halogênios é dominada pelo ganho de um elétron
para formar um ânion:
X2 + 2e-  2X-.

• O flúor é uma das substâncias mais reativas que se conhece:


2F2(g) + 2H2O(l)  4HF(aq) + O2(g) H = -758,9 kJ.

• Todos os halogênios consistem de moléculas diatômicas (X2).

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Líquido
Gás

© 2005 by Pearson Education Sólido Capítulo 07


Tendências de grupo para
alguns não- metais
Grupo 7A: os halogênios
• O cloro é o halogênio mais utilizado industrialmente. Ele é
produzido pela eletrólise do sal grosso (NaCl):
2NaCl(aq) + 2H2O(l)  2NaOH(aq) + H2(g) + Cl2(g).

• A reação entre o cloro e a água produz ácido hipocloroso (HOCl)


que desinfeta a água de piscina:
Cl2(g) + H2O(l)  HCl(aq) + HOCl(aq).

• Todos os compostos dos halogênios com hidrogênio são ácidos


fortes, com exceção do HF.
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Tendências de grupo para
alguns não- metais

Grupo 8A: os gases nobres

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Tendências de grupo para
alguns não- metais

Grupo 8A: os gases nobres


• Todos esses são não-metais e monoatômicos.
• Eles são notoriamente não-reativos porque têm os subníveis s e p
completamente preenchidos.
• Em 1962 o primeiro composto de gases nobres foi preparado:
XeF2, XeF4 e XeF6.
• Até agora, os únicos outros compostos de gases nobres conhecidos
são o KrF2 e o HArF.

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O Tetrafluoreto de xenônio é considerado um composto perigoso,
devido à sua alta reatividade química, entre outros fatores. Ele reage
violentamente com várias substância, podendo provocar explosões e
incêndios, além de ser corrosivo (XeF4), ao reagir, pode liberar fluoreto
de hidrogênio (HF) como subproduto, que é extremamente corrosivo e
pode causar sérias queimaduras que cicatrizam com muita dificuldade.
Felizmente, o contato com o XeF4 é muito raro , pois o composto não
está disponível comercialmente e é produzido apenas em alguns
laboratórios.
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Vídeo:

http://www.youtube.com/watch?v=qk4CtuJc4RM

Fim do Capítulo 7:
Propriedade periódica dos
elementos

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Prova dia: 24/04

Capítulo 8:
Problemas Ligações Químicas

Apresentação dia: 26/04

Reposição –

Final -

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