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Técnicas Miofasciais

Prof. Esp. Raffaele C. Greco


Fisioterapia e Quiropraxia
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Técnicas Miofasciais

Prof. Esp. Raffaele C. Greco


Fisioterapia e Quiropraxia
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Técnicas Miofasciais

Prof. Esp. Raffaele C. Greco


Fisioterapia e Quiropraxia
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Técnicas Miofasciais

Prof. Esp. Raffaele C. Greco


Fisioterapia e Quiropraxia
Liberação Miofascial
Técnicas Miofasciais

Prof. Esp. Raffaele C. Greco


Fisioterapia e Quiropraxia
Fundamentos, História e
Conceitos
Liberação Miofascial
Fundamentos da
Liberação Miofascial

Tecido Conjuntivo

Tecido mais abundante no nosso corpo e bem


diversificado. Exceção: no interior do sistema
nervoso.

Células afastadas, por apresentarem abundância de


substância intercelular.
Fundamentos da
Liberação Miofascial

Tecido Conjuntivo
Funções:
-Conexão entre tecidos e órgãos;
-Sustentação mecânica;
-Protege contra infecções;
-Distribui substâncias pelo organismo;
-Armazena algumas substâncias e produz outras e
participa de processos de cicatrização em diferentes
órgãos.
Fundamentos da
Liberação Miofascial

A Fáscia é um tipo de tecido


conjuntivo que envolve músculos,
tendões, nervos, ossos e órgãos. É
essencialmente contínua da cabeça
aos pés e está interligada a vários
planos ou bainhas.
Fundamentos da
Liberação Miofascial

É composta principalmente de
colágeno, juntamente com algumas
fibras elásticas. Durante o
movimento, a fáscia deve esticar-se e
mover-se livremente. Se houver
danos teciduais decorrentes de lesão,
doença ou inflamação, irá afetar não
somente estruturas locais e
adjacentes, mas também áreas
distantes.
História das Terapias
Miofasciais

- A técnica de liberação miofascial obtém registros desde os tempos pré-


históricos, porém se enquadrava na técnica de massagem que pode se dizer
que é a “mãe” das terapias manuais, teve seu surgimento na Índia, Grécia,
Japão e Roma. Para tratamento de lesões foi utilizada por volta de 300 a.C.
- Segundo Cassar (2001), os Gregos começaram a usar a massagem por volta de
300 a.C, associando-a com exercícios para boa forma física. Os gladiadores
recebiam massagem regulares para o alívio da dor e da fadiga muscular. Diz-se
que Júlio César costumava ter seu corpo beliscado e friccionado com óleos.
- Termo Miofascial surgiu em 1940 com Travell, Gorell, Steindler, Rinz (Travell,
1942).
- Denominação miofascial surgiu após observarem o padrão de dor referida do
músculo infra-espinhal durante biopsia muscular. (Travell, 1952).
História das Terapias
Miofasciais

- Muitas das técnicas miofasciais se originaram da Osteopatia nos EUA (Rubik,


1992 apud Dixon, 2007).

- Ida Pauline Rolf (1896 – 1979), bioquímica, que criou e desenvolveu o método
Rolfing, produto de 50 anos de seus estudos.

- Marcel Bienfait (1999) apresentou estas técnicas através do livro Fáscias e


Pompagens, e hoje estão incorporadas a fisioterapia tendo como principal
indicação a manutenção das tensões miofasciais.
Estrutura e função da
Fáscia
• Fáscia Superficial: Formada por tecido
conjuntivo frouxo, contendo fibras colágenas,
elásticas e reticulares.

• Fáscia Profunda: Formada por tecido


conjuntivo denso (fibroso, colagenoso),
contendo predominância de fibras colágenas.
Função Fascial
• Circulação de Fluidos
• Proteção – Impactos/Rupturas
• Defesa
• Lubrificação
• Transmissão de forças e sensações
• SEPARA, DIVIDE, ENVOLVE, SUPORTA E NUTRE TECIDOS.

• Analizaremos a fáscia somente como função mecânica,


sendo ela solicitada segundo a funcionalidade do órgão em
questão.

• Um mesmo órgão pode ser utilizado para várias funções;


uma mesma fáscia pode ser usada por várias cadeias.
Função Fascial
• Atualmente a fáscia pode ser considerada
contrátil.

• Hoje se sabe que há uma classe de células na


fáscia que são capazes de exercer força de
contração clinicamente significativa, podendo
até mesmo influenciar a estabilidade da coluna
Lombar.

• Essa classe de células foi denominada de


Miofibroblastos (MFB). Células de transição
entre o tecido liso e os fibroblastos.
Função Fascial

• A contração permanente dos MFB desempenha um


papel nas contraturas crônicas, como na Dupuytren ou
na capsulite adesiva no ombro.

• Hoje está claro que os MFB estão presentes na fáscia


saudável: fáscia lombar, fáscia lata, fáscia plantar.

• Não está ligada a contração pela sinapse neural e sim


pela tensão mecânica e ação citocinas específicas.
Função Fascial

Um MFB em contração capaz de produzir “ondulação” sob o


substrato afetando o meio circulante
Função Fascial

• Acredita-se que os MFB diferenciam-se em duas fases. Apesar de os fibroblastos normais terem actina
em seu citoplasma e integrinas que as conectam à matriz, eles não formam complexos de adesão ou
apresentam fibras de estresse (A). No estágio proto-MFB, eles realmente formam as fibras de estresse e
complexos de adesão através da membrana da célula (B). Os MFB maduros apresentam fibras de
estresse mais permanentes formadas pela actina a de músculo liso, assim como extensas adesões focais
que possibilitam o impulso a partir da actina por meio da membrana até a MEC (C). (Redesenhado de
Tomasek J et aI. Nature Reviews. Molecular Cell Biology; 2002.)
Função Fascial
Para terapeutas manuais e do movimento, esse
papel de ajustar todo o sistema fascial poderia ter efeitos
de longo prazo na saúde imunológíca, prevenção de
colapso futuro, bem como no sentido de si e integridade
pessoal. É este propósito maior, juntamente com a
coordenação do movimento, aumento da abrangência e
alívio da dor, que é adotado quando procuramos equilibrar
tensões para produzir um tônus igual.

A palavra tensegridade ( tensão + integridade, ou seja, integridade das tensões ) foi criada e utilizada por R. Buckminster Fuller -
arquiteto, engenheiro, cientista e sonhador - que a descreveu como "uma propriedade presente em objetos cujos componentes
usam a tração e a compressão de forma combinada, o que proporciona estabilidade e resistência, assegurando sua integridade
global".
Aponeurose superficial

• É um “órgão” considerável, que a Fisiologia


ignora.
• São constituídas por camadas de fibras
sobrepostas não anastomosadas entre si.
• Temos certeza de que ela é o órgão mecânico
principal da coordenação motora.
• São as aponeuroses e suas expansões que
constituem os comandos a distância, a
transmissão geral dos impulsos motores.
Aponeurose superficial
• Uma aponeurose, principalmente as grandes, faz
parte de várias cadeias igualmente sobrepostas.

• Em cada nível as fibras são orientadas no sentido


das solicitações próprias da cadeia a qua pertence.

• Uma mesma aponeurose pode envolver diversos


músculos de diferentes funções.

• Está presente em praticamente todos os músculos


superficiais, como se fosse uma lona.
Aponeurose superficial

• Algumas de suas inserções são fixas: coluna,


esterno, púbis...

• Outras móveis e diretoras do movimento


como: clavícula, tíbia e fíbula.

• Outras sobre os ossos que chamamos de


“fluídos” como: escápula, patela, o sacro.
Aponeurose Profunda

• Fibras de tecido conjuntivo denso regular estão


orientadas em paralelo, forma tendões e
ligamentos.

• Cada camada muscular é circundada por fáscia.


O tecido conjuntivo envolve cada fibra
muscular (endomísio), cada fascículo
(perimísio) e cada músculo (epimísio).
Aponeurose Profunda
Aponeurose Profunda
• Bainhas de fáscia profunda formam feixes de
fibras musculares, mantendo-as paralelas e
determinando como os vetores de força agem
sobre o endomísio, o perimísio, o epimísio e os
tendões.

• A massagem terapêutica que enfoca o tecido


conjuntivo mantém os invólucros fasciais
alinhados estabelecendo vetores de força que têm
influência terapêutica na tensão sobre os
músculos, tendões e, por extensão, ossos.
Aponeurose Profunda

• Quando um músculo é manualmente relaxado,


mas continua defendido por um revestimento
tenso tendinoso, ele é impedido de manter seu
comprimento relaxado total.

• Tratamentos manuais que enfocam apenas


músculos, sem considerar a fáscia, demoram
mais a ter efeito e produzem resultados menos
duráveis.
Patologia
•Perda de Mobilidade
•Estase Líquida
•Tensões Persistentes
•Artrose
•Desequilíbrios Estáticos
•Retrações
Patologia – Causas

•Trauma Físico
•Desequilíbrio Muscular
•Proc. Inflamatório
•Proc. Infeccioso
•Queimaduras
•Guarda Muscular
•Postura Pobre
•Cirurgia
•Estresse
Complexo Miofascial
Propriedade fisiológicas do
tecido conjuntivo
• Existem 3 propriedades atingindas e acentuadas
pela terapia manual eficaz.

1. Difusão: a característica de estar sempre


presente.

2. Piezoeletricidade: capacidade de conduzir uma


corrente sob pressão.

3. Tixotropia: capacidade de amolecer como


resultado de calor, manipulação e pressão e
endurecer com o repouso.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo

• Abordagem indireta do tecido conjuntivo

• Abordagem Neuromuscular
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo

• Fáscia superficial: Aquecer os tecidos e para


amolecer a fáscia superficial endurecida, antes
de tratar de aderências profundas (de modo a
não causar dor nunca).
• Técnicas como: deslizamento profundo,
rolfing, friccção longitudinal profunda, etc.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo superficial

• Rolamento da pele: é um tipo de amassamento em que o tecido logo abaixo


da pele é segurado entre o polegar e outros dedos.
• Amassamento: pode ser em C ou em S.
• Compressão: técnica que o terapeuta aperta o músculo contra o osso. Use a
compressão como meio de perceber e acompanhar o tecido percebendo o
ritmo natural do corpo do paciente.
• Técnica bloqueio/facilitação: Utiliza-se técnica direta no sentido da barreira
restritiva, ou indireta no sentido da facilitação do tecido conectivo.
• Alongamento: Está relacionado a pompagens miofasciais.
• Friccção Transversa: Manobras fasciais de Cyriax
Conceitos de tratamento
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo
profundo

• Pressão sustentada: essa técnica terapeutica


manual requer o uso das mãos ou dos dedos e
pode ser aplicada através de palpação plana ou
de palpação em pinça.
• Pressão progressiva: Quando cessar a resistência
do tecido aplica-se uma pressão maior até
tecidos mais profundos.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo
profundo

• Terapia de liberação posicional (PRT). Baseia-se


na técnica de tensão/contratensão (SCS). O
terapeuta encontra a posição de maior
relaxamento muscular em uma dada articulação,
uma vez encontrado o ponto álgico, o mesmo é
mantido pressionado, enquanto o paciente é
colocado passivamente em uma posição que
reduza a tensão sob o local palpado por 90s até
diminuir os sintomas.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo profundo

• Técnica de liberação ativa ou ART (active release


technique): A mobilização de tecidos moles é uma
técnica de tecidos profundos, usada para romper
tecido cicatricial/aderências e restaurar a função do
movimento. Inicialmente o terapeuta localiza as
aderências pela palpação do músculo, tendão ou fáscia
e após aprisiona o músculo com o polegar ou indicador.
Em seguida é solicitado ao paciente mover ativamente
o seguimento a partir de uma posição encurtada para
uma posição alongada. Deve ser realizado de 3 a 5
vezes por sessão.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo
profundo

• Liberação de pontos gatilhos miofasciais (trigger


point):
• Terminologia: É um foco de irritação excessiva em
um tecido que, quando comprimido, é sensível
no local e, se suficientemente hipersensível,
causa dor e sensibilidade referidas e, algumas
vezes, fenômenos autônomos referidos e
distorção da propriocepção.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo
profundo

• Liberação de pontos gatilhos miofasciais (trigger


point):
• Podem ser encontrados em tecidos cicatriciais,
tendões, ligamentos, pele, coxis gordurosos,
cápsulas articulares e periósteo, assim como em
músculos e na junção dos músculos com os
tecidos.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo
profundo

• Liberação de pontos gatilhos miofasciais (trigger


point):
• Mecanismo de lesão:
- Movimentos repetitivos
- Movimentos muitos rápidos: lesões esportivas,
quedas súbitas e acidentes automobilísticos.
- Posições de tensão: assimetrias posturais ou
esqueléticas.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo
profundo

• Liberação de pontos gatilhos miofasciais (trigger


point):
• Sinais clínicos:
- Dor local
- Padrões de dor referida.
- Distúrbios autonômicos e proprioceptivos.
- Edema e celulite.
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo profundo

• Liberação de pontos gatilhos miofasciais (trigger point):


• Achados Físicos:
- Faixa Tensa
- Nódulos senssíveis e dolorosos
- Reconhecimento da dor pelo paciente
- Resposta de espasmo local
- Limitação de ADM
- Fraqueza muscular
- Sinal de alongamento positivo
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo profundo

• Liberação de pontos gatilhos miofasciais (trigger point):


Hipóteses sobre a patogenia e fisiopatologia:

– Hipótese do fuso muscular: Fusos musculares anormais são


responsáveis pela produção de sinais eletrofisiológicos anormais,
tais como atividade elétrica espontânea e picos detectados na
proximidade dos pontos gatilho
Hubbard, 1993

– Hipótese do processo neuropático: O nervo que inerva o músculo


afetado está envolvido em processo neuropático, pode gerar
hipersensibilidade e PG
Gunn, 1996
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo profundo

• Liberação de pontos gatilhos miofasciais (trigger point):


Hipóteses sobre a patogenia e fisiopatologia:

– Hipótese do tecido cicatricial: Tecido fibroso cicatricial próximo a


tecido cicatricial em lesões graves
Simons, 1976

– Hipótese da crise de energia: Uma grande quantidade crescente de Ca


livre se acumula no músculo, criando um círculo vicioso, provocando
alterações e a formação de PG e uma crise de energia local.
Simons, 1999
Conceitos de tratamento
• Abordagem direta do tecido conjuntivo profundo

• Liberação de pontos-gatilho miofasciais (trigger point):

• Classificação:

- Ponto-gatilho ativo: Produz dor sem compressão digital. Produz o padrão


de dor referida do músculo, com compressão isquêmica ou não.
- Ponto-gatilho latente: É em geral assintomático, não causando dor
espontânea. Entretanto, é sensível à palpação, pode provocar padrão de
dor referida somente com a aplicação de compressão isquêmica.

- PG Satélite:
– Podem existir no mesmo m.m. do ponto ativo, sinérgico
– Resolve com a resolução de PG ativo
- PG Central:
– Localiza-se próximo do centro das fibras musculares
- PG de Junção
– Junção Músculo tendinosa
Conceitos de tratamento
• Abordagem ativa
Técnica Descrição Aplicação/objetivo
Relaxamento pós-isométrico Alonge o músculo até a primeira Alonga músculos encurtados e a fáscia
barreira de resistência. Diga ao e alivia pontos-gatilho.
paciente para resistir ao alongamento
durante 8 a 10 segundos. Quando o
paciente relaxar, repita o
procedimento. Repita 3 a 5 vezes,
terminando em
alongamento/relaxamento.
Contração-relaxamento Semelhante ao Relaxamento pós- Usada para relaxamento de músculos
isométrico, exceto pelo fato de que o hipertônicos, para aumentar a
músculo não é alongado além da consciência sensorial de um músculo
primeira barreira de resistência. O ou para tratar fraqueza ou dor.
processo é repetido 3 a 5 vezes na
barreira de resistência inicial.

Inibição recíproca Alongue o músculo visado até a Usada em estados agudos. Se a


primeira barreira de resistência. Mude contração do músculo for dolorosa, a
a posição da mão e empurre contra a inibição recíproca poderá ser usada
ação antagonista, dizendo ao paciente porque é o músculo oposto que se
para resistir ao encurtamento durante contrai.
8 a 10 segundos. Quando o paciente
relaxar, reinicie o procedimento.
Repita 3 a 5 vezes.
Conceitos de tratamento
• Fatores Perpetuantes
– Fator não controlado
– Podem estar relacionados com posições anormais
do corpo, alterações de postura, assimetrias
corporais
– Fatores nutricionais
– Distúrbios metabólicos ou endócrinos
- Psicológicos ou comportamentais
• Contra Indicações
– Neoplasias
– Feridas abertas
– Arterioesclerose grave
– Aneurisma
– Hematoma Subdural
– Tratamento anticoagulante
– Osteoporose avançada
• E a Ciência???
• Effects of the myofascial release of the hamstrings in the hip's range of motion.
Ter. man;6(25):154-158, maio-jun. 2008. ilus.

• The effectiveness of posicional release therapy (PRT) in cervicalgia patients


Myria Karina Monteiro de Sobral[a], Priscila Gregório da Silva [b], Ricardo Alexandre Guerra
Vieira[c], Gisela Rocha de Siqueira[d]

• Increased sliding of transverse abdominis during contraction after myofascial release in


patients with chronic low back pain.
Yen-Hua Chen , Huei-Ming Chai , Yio-Wha Shau , Chung-Li WangPress, Shwu-Fen

• Mechanical deformation of posterior thoracolumbar fascia after myofascial release in healthy


men: A study of dynamic ultrasound.
Ka-Kit Wong, Huei-Ming Chai , Yu-Jen Chen , Chung-Li Wang , Yio-Wha Shau , Shwu-Fen
Técnicas
Liberação Miofascial quadrante superior
Sequência de movimentos: crânio-caudal,
látero lateral, horário, antihorário e torções
Técnicas
Liberação Miofascial Global
Técnicas
Liberação Miofascial Lombar Unilateral
Técnicas
Liberação Miofascial Torácica
Técnicas
Liberação do diafragma
Técnicas
Lifiting do diafragma
Técnicas
Peitoral maior

Padrão de dor referida: Tórax, peito, ombro e face medial do braço e antebraço

Pontos-gatilho: prega axilar anterior. Utilize palpação em pinça


Técnicas
Peitoral menor

Padrão de dor referida: Área superior do tórax, parte anterior do ombro, face medial do braço
Pontos-gatilho : Na linha medioclavicular até a terceira costela. 2 a 3 dedos abaixo do terço
lateral da clavícula
Técnicas
Esternocleidomastóide

Padrão de dor referida: Occipital (cefaléia)


orelha, sobre o olho até a bochecha,
área frontal (cefaléia), garganta, esterno
Pontos-gatilho: utilize a palpação
em pinça e evite as estruturas vasculares.
Técnicas
Escalenos

Padrão de dor referida: pescoço, região peitoral, borda medial da escápula, faces anterior e
posterior do braço, face radial, dedo indicador e polegar.
Pontos-gatilho: Processos transversos das cervicais palpando posteriormente ao ECOM.
Técnicas
Trapézio Fibras superiores

Padrão de dor referida: Face póstero-lateral


do pescoço, atrás da orelha, área temporal (cefaléia)
Pontos-gatilho: No ângulo do pescoço e no ombro, utilizando pinça
Técnicas
Grande dorsal

Padrão de dor referida: ângulo inferior


da escápula, parte posterior do ombro,
do ombro, do braço e do antebraço e parte
ulnar da mão.
Pontos-gatilho: 3 dedos distais à prega axilar posterior.
Técnicas
Grande dorsal

Padrão de dor referida: ângulo inferior


da escápula, parte posterior do ombro,
do ombro, do braço e do antebraço e parte
ulnar da mão.
Pontos-gatilho: 3 dedos distais à prega axilar posterior.
Técnicas
Rombóides

Padrão de dor referida: Ao longo da borda medial da escápula


Pontos-gatilho: Vários podem ser identificados na borda medial, utilize palpação plana
Técnicas
Liberação da Escápula
Técnicas
Lifiting da Escápula
Técnicas
Elevador da Escápula

Padrão de dor referida: ângulo do pescoço, ao longo


da borda vertebral da escápula, parte posterior do
ombro.
Pontos-gatilho: 2 dedos abaixo do ângulo do pescoço
e uma largura do dedo no sentido medial.
Técnicas
Telescópio
Técnicas
Liberação Quadrante Inferior
Técnicas
Liberação Lombar
Técnicas
Liberação Lombar
Técnicas
Liberação Lombo-pélvica, Sacral e Sacroilíaca
Técnicas
Liberação eretor da coluna
Técnicas
Liberação quadrado lombar

Padrão de dor referida: ASI, parte inferior


da nádega, ventre do músculo.
Pontos-gatilho: 3 dedos laterais aos proc.
Transversos de L1 a L4, palpação plana profunda.
Técnicas
Liberação quadrado lombar
Técnicas
Liberação Piriforme

Padrão de dor referida: Região sacroilíaca, região


lateral da nádega e parte posterior da coxa.
Pontos-gatilho: No ponto médio entre a EIPI e
trocânter maior.
Técnicas
Liberação Piriforme
Técnicas
Liberação iliopsoas

Padrão de dor referida: Região Lombar,


parte anterior e antero-medial da coxa, área da nádega, ASI
Técnicas
Liberação iliopsoas
Técnicas
Liberação Quadril
Técnicas
Liberação Tensor da fáscia lata

Padrão de dor referida: Face anterior e lateral da coxa, estendendo-se até a área do joelho
Pontos-gatilho: 3 dedos adiante do trocanter maior
Técnicas
Liberação Tensor da fáscia lata
Técnicas
Liberação Tensor da fáscia lata
Técnicas
Liberação Quadríceps
Técnicas
Liberação Quadríceps
Técnicas
Liberação Quadríceps
Técnicas
Liberação Quadríceps ART
Técnicas
Liberação Isquiostibiais
Técnicas
Liberação Isquiostibiais
Técnicas
Liberação Isquiostibiais
Técnicas
Liberação Isquiostibiais ART
Técnicas
Liberação gastrocnêmios

Padrão de dor referida: Ventre do músculo,


tendão de aquiles, região plantar
Pontos-gatilho: Cabeça Lateral: uma largura
da mão abaixo da face lateral da fossa poplítea
Cabeça medial: uma largura da mão abaixo da face medial da fossa poplítea
Técnicas
Liberação gastrocnêmios
Técnicas
Liberação MsSS
Técnicas
Liberação MsSS
Técnicas
Liberação MsIs
Técnicas
Liberação Cervicotorácica anterior
Técnicas
Liberação Cervicotorácica posterior
Técnicas
Liberação Cervicotoracolombar
Técnicas
Liberação Arco anterior
Técnicas
Instrumentos
Contra-indicações para liberação miofascial,
Estado Febril
Condição Circulatória Aguda
Aneurisma
Artrite Reumatóide Aguda
Suturas
Fratura
Osteoporose Ou Avançado
Alterações Degenerativas
Afecções De Pele
Infecção Sistêmica Ou Localizada
Osteomielite
Edema Obstrutivo
Feridas Abertas
Hematoma
Terapêutica Anticoagulante
Hipersensibilidade Na Pele
Avançado Diabetes
Referências:
Agradeço pela atenção e em breve
teremos cursos online,
mas poderá entrar em contato
para cursos presenciais.

Curso de Liberação Miofascial

Curso de Anatomia Palpatória

Curso de Quiropraxia Clínica


CONTATO

Email:
quiro.greco@gmail.com

Site:
www.quirogreco.com