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A compreensão da economia

Márcio Bassetti
•Ementa
•Conceitos centrais da economia, por que
estudar economia?
•Escassez e eficiência: os temas gêmeos da
economia,
•microeconomia e
•macroeconomia.
•Lógica da economia,
•Ementa
•três problemas da organização econômica,
economias de mercado, dirigidas e mistas.
Insumos e produtos, possibilidade
tecnológicas da sociedade, insumos e
produtos.
• Fronteira de possibilidade de produção,
custo de oportunidade
• Elementos básicos da oferta e da demanda.
Função demanda. Curva da demanda. Demanda
de mercado. Deslocamento da demanda. Função
oferta. Curva da oferta. Deslocamento da oferta.
Equilíbrio da oferta e da demanda. Equilíbrio
com as curvas de oferta e da demanda.
•Por que você escolheu fazer o
curso de engenharia?
Isto foi uma decisão sua ou para
atender as necessidades da família.
Você acredita que depender da sua
resposta é economia. Por quê?
SAMUELSON E NORDHAUS (2012 , pag. 2) escolher a profissão da sua
vida é a decisão econômica mais importante que tomará. O seu futuro
dependerá não só de suas capacidades, mas também da forma como
as forças econômicas nacionais e regionais afetam os seus salários. O
seu conhecimento de Economia poderá ajuda-lo também a tomar
decisões acertadas sobre a compra de um imóvel, o pagamento da
educação de seus filhos e a poupança de uma quantia para a
aposentadoria. É claro que o estudo de Economia não fará de você um
gênio. Mas sem a Economia, os dados da sorte serão lançados contra
você.
• A ABRANGÊNCIA E AS LIMITAÇÕES DA ECONOMIA
Para FLOUZAT(2000) a atividade econômica se define a partir
da interação de complexos variáveis. Dadas as limitações do
espaço geográfico e dos meios naturais, ela é influenciável por
fatores antropológico-culturais, pelo ordenamento politico,
pelo processo tecnológico e pelo imprevisível
comportamento dos diferentes grupos sociais de que se
constituem as nações. Procurar compreender, em toda sua
extensão, esses eixos de sustentação é a tarefa mais
importante dos que se dedicam à economia.
•Burke (2012) a era da cavalaria
chegou ao fim; sucedeu-lhe a
dos sofistas, dos economistas e
dos contadores.
•Por que estudar economia?
1. Pode ser para obter um bom emprego.
2. Compreender mais profundamente o que
existe por trás dos relatórios sobre inflação e
desemprego.
3. Compreender quais políticas poderiam
amenizar o aquecimento global ou o significa
dizer que um iPod é “made in China”.
• A revista super interessante fala sobre esta tecnologia made in china.
• Fábricas piratas vão além da mera falsificação - e começam a produzir
aparelhos que oferecem mais recursos do que os originais. A história
secreta do golpe chinês contra as grandes empresas de celular Tela
touchscreen de 3,2 polegadas com sensor de movimento. Câmera de 9
megapixels com flash e zoom. Aceita duas linhas telefônicas, de
operadoras diferentes, que podem ser usadas ao mesmo tempo. Tem
antispam telefônico, para bloquear as ligações de pessoas
inconvenientes. Filmadora, webcam, rádio, pendrive, tocador de vídeos e
mp3. Sintoniza e grava os canais de TV - de graça e em qualquer lugar.
Não, não se trata do Palm Pre, de um Blackberry ou do novo iPhone.
Esse conjunto de recursos só existe nos celulares chineses: aparelhos
genéricos, que são feitos por empresas obscuras e geralmente não têm
marca própria - se apropriam dos nomes e dos logos de grandes
fabricantes.
• São produtos modestos, com acabamento pobre e certas
armadilhas (alguns recursos não funcionam como
deveriam). Sem falar que eles chegam ao Brasil via
contrabando. Nós não recomendamos que você compre.
Mas uma coisa é fato: eles incorporam funções e
tecnologias que não existem nos melhores telefones das
grandes marcas. Como é possível que um clone seja mais
avançado que o original? E como fábricas
desconhecidas, com quase nenhum investimento em
tecnologia, podem fazer celulares cheios de recursos
exclusivos? A resposta mistura segredos tecnológicos,
política industrial e intrigas de mercado - e uma boa dose
A conspiração

Hoje em dia, quase tudo é made in China. Não existe uma


grande empresa de eletrônicos, da Apple à Sony, cujos
produtos não sejam fabricados por lá. Disso você já sabe. O
que você não sabe é que, na maioria dos casos, essas
empresas não fazem os próprios produtos - na verdade, elas
nem têm fábricas na China. O iPod e o PlayStation 3, por
exemplo, não são fabricados por subsidiárias da Apple e da
Sony. São feitos numa empresa chamada Hon Hai, que tem
550 mil funcionários (e também é a verdadeira mãe do
Nintendo Wii, do Xbox 360 e de centenas de outros produtos
superconhecidos).
Existem milhares de fábricas operando nesse
esquema. O cliente manda as especificações
técnicas do produto e uma equipe de engenheiros
para a China. Eles ficam algumas semanas
supervisionando a operação, mas depois os
chineses fazem tudo sozinhos. Isso resulta em
produtos mais baratos e margens de lucro
maiores, mas também cria um potencial problema.
Se os chineses têm as ferramentas e o conhecimento para fazer
qualquer tipo de eletrônico, nada impede que comecem a
fabricar clones por conta própria. E é justamente isso que eles
estão fazendo - acredita-se que a China fabrique de 250 milhões
a 300 milhões de celulares piratas por ano. Por motivos óbvios,
os donos das fábricas não falam com jornalistas. Mas, se você
se identifica como empresário - e potencial comprador dos
produtos deles -, o discurso se torna aberto e franco. "Sim, nós
clonamos o iPhone", conta Ming*, gerente de marketing de uma
fábrica de médio porte no parque industrial de Shenzen (sul da
China).
Os chineses chegam a dar dicas para evitar
problemas judiciais. "Se você mudar 5 detalhes do
celular, não é pirataria. Passa a ser um novo
aparelho. Mas por fora ele continua idêntico ao
original", ensina Victor*, diretor de uma fábrica de
Shenzen que diz ter 2 mil funcionários - 50 deles
engenheiros especializados em projetar e copiar
circuitos eletrônicos.
O celular dele toca (com um ringtone extremamente
brega, típico dos aparelhos chineses) e nossa conversa
é interrompida por alguns momentos. Quando ele volta,
me diz o preço do serviço: por US$ 40 mil, eles clonam o
aparelho que eu quiser - e constroem uma linha de
montagem só para produzi-lo. "Demora um mês". Isso, é
claro, se eu não estiver satisfeito com os produtos que a
empresa dele já faz, e incluem cópias de quase todas as
marcas de celular.
As fábricas agem com tranquilidade porque o
governo chinês não costuma combater as
falsificações. Nos raros casos em que uma
fábrica é fechada pela polícia, os imitadores
simplesmente levam seus equipamentos
para outro lugar. Ou nem isso. Em 2007, uma
grande marca de celulares descobriu uma
empresa falsificando seus produtos na China.
• Impressionada com a qualidade dos aparelhos, decidiu oferecer
empregos a alguns dos falsários. Eles recusaram, alegando que
ganhavam mais fazendo os celulares por conta própria, e continuam
operando até hoje. Em alguns casos, as falsificações se antecipam aos
originais. O Nokia N86, por exemplo, só deve chegar ao mercado
europeu neste mês; mas desde maio os chineses já vendem um
clone. Eles são competentes e não têm medo de ninguém. É por isso
que resolveram dar o próximo passo - e começaram a aperfeiçoar os
aparelhos originais.
•O golpe
• A maioria das pessoas compra seu celular diretamente das operadoras. Por
isso, essas empresas têm poder para ditar aos fabricantes quais recursos
farão parte, ou não, dos novos modelos. É assim que o mercado funciona.
Só que esqueceram de contar isso aos xing-ling. "Os fabricantes chineses
estão dispostos a contrariar as operadoras de celular", diz o analista Tuong
Nguyen, do Gartner Group. As empresas preferem não se manifestar, mas
não é difícil entender o raciocínio delas. "Imagine oferecer para o seu
cliente um celular em que ele possa usar o seu chip e o chip do seu
concorrente. Não faria sentido", explica o analista Vinicius Caetano, do IDC.
Isso também vale para outros recursos dos aparelhos chineses, como a TV
aberta.
• "A tendência é a operadora oferecer o serviço de TV
por meio da sua própria rede", diz Vinicius. Elas
querem fornecer a programação para cobrar por ela. É
por isso que mesmo os celulares mais sofisticados,
que transbordam de recursos, não têm certas
qualidades dos xing-lings. Não é uma limitação
tecnológica. É uma decisão comercial. Os chineses só
aproveitaram uma lacuna do mercado. E eles não são
os primeiros a fazer isso.
• No começo dos anos 80, só existia uma marca de PC: a IBM, que não
tinha muita fé nesse produto (e cobrava R$ 7 mil por ele). Um grupo
de empresas pequenas conseguiu clonar o PC e saiu lançando
variações. A IBM não fez nada. E isso foi ótimo: a competição
explodiu, os preços despencaram - e hoje há 1 bilhão de PCs
espalhados pelo mundo. O Japão e a Coreia começaram como
fabricantes de clones, e hoje são símbolos de inovação. E os chineses
parecem caminhar nessa mesma direção. Victor me conta sobre o
727In, que será lançado este mês.
• É o primeiro telefone chinês que realmente reproduz
todos os recursos dos smartphones - tanto é que roda
o sistema operacional Android, o mesmo usado no
celular do Google. Como o Android é um software
livre, o smartphone chinês está 100% dentro da lei.
Exceto por um detalhe. "Se você quiser, nós podemos
fazer o telefone com o logotipo do Google. Sem
problema." Certos hábitos são difíceis de largar.
• Definição de Economia.
A ECONOMIA é o estudo da forma como as sociedades utilizam
recursos escassos para produzir bens e serviços que possuem valor
para distribuí-los entre indivíduos diferentes. SAMUELSON E
NORDHAUS (2012 , pag. 3)
Já ROSSETTI(2000, pag.52) a ECONOMIA é a ciência que estuda as
formas de comportamento humanos resultantes da relação existente
entre ilimitadas necessidades a satisfazer e os recursos que, embora
escassos, se prestam a usos alternativos.
• Para FEAUSP em seu site Economia é o conjunto de atividades
desenvolvidas pelos homens visando a produção, distribuição e o
consumo de bens e serviços necessários à sobrevivência e à
qualidade de vida.
• BARRE (1970) A Economia é a ciência voltada para a administração
dos escassos recursos das sociedades humanas: ela estuda as formas
assumidas pelo comportamento humano na disposição onerosa do
mundo exterior, decorrente da tensão entre desejos ilimitáveis e
meios limitados.
• Conceitos centrais da economia
• Escassez e eficiência
De fato as preocupações sobre economia não desaparecem por conta
da existência de escassez e do desejo de eficiência.
Pergunta:
Imagine um mundo sem escassez. Se pudesse ser produzidas
quantidades infinitas de qualquer bem, ou se os desejos humanos
fossem completamente satisfeitos, quais seriam as consequências?
• Resposta:
• As pessoas não preocupariam em ampliar seus orçamentos limitados
porque teriam tudo que quisessem.
• As empresas não precisariam se preocupar com o custo de mão de
obra ou com assistência médica
• Os governos não precisariam se preocupar com tributos, despesas ou
poluição, porque ninguém seu importaria.
• E qualquer um teria tanto quanto desejasse,
• Ninguém se preocuparia com a distribuição de renda entre as
diferentes pessoas ou classes.
• Em tal paraíso de abundancia, todos os bens
seriam gratuitos, tal como a areia do deserto ou
a água do mar.
• Todos os preços seriam zero e os mercados
desnecessários.
• De fato a economia deixaria de ser um assunto
útil.
• Eficiência = corresponde à utilização mais eficaz dos recursos de uma
sociedade na satisfação dos desejos e das necessidades da população.
• Em contrapartida:
• Uma economia com monopólios sem controle, ou
• Com poluição prejudicial à saúde, ou
• Com corrupção governamental.
Uma economia assim produzirá menos do que seria possível sem a existência
desses problemas, ou produziria um conjunto distorcido de bens, o que
deixará os consumidores em uma situação pior do que a que existiria se tal
não ocorresse.
• Eficiência econômica, exige que uma economia
produza a mais elevada combinação de quantidade e
qualidade de bens e serviços dados a sua tecnologia e
seus recursos escassos.
• Uma economia produz de maneira eficiente quando o
bem-estar econômico de nenhum indivíduo pode ser
melhorado sem que o outro indivíduo fique pior.
• Essência da ciência econômica

• É compreender a realidade da escassez e, então,


conceber como organizar a sociedade de modo a
corresponder ao uso mais eficiente dos recursos.
É nisso que reside a contribuição específica da
ciência econômica.
•Microeconomia = é o ramo da economia
que trata do comportamento de
entidades individuais como mercados,
as empresas e as famílias.
• Macroeconomia = esta relacionado ao desempenho global da
economia.
• A macroeconomia examina uma grande variedade de assuntos,
tais como:
• A determinação do investimento e do consumo totais,
• Como os bancos centrais fazem a gestão da moeda e das taxas de
juros.
• O que causam as crises financeiras internacionais, e
• Por que razão alguns países se desenvolvem rapidamente,
enquanto outros ficam estagnados.
• Qual é Lógica da economia?
• A vida econômica é uma enorme e complexa
colmeia de atividades, com as pessoas
comprando, vendendo, negociando, investindo e
persuadindo.
• O objetivo final da ciência econômica é
compreender essa complexidade.
• E como procedem os economistas na sua função?
• Usam a abordagem científica para compreender a vida econômica.
• Isto envolve:
1. A observação dos acontecimentos econômicos
2. A elaboração de estatísticas
3. E registros históricos.
4. Os impactos dos déficits fiscais
5. Causas da inflação
Três problemas da organização econômica
qualquer sociedade humana – seja ela uma país industrial avançado,
uma economia de planejamento centralizado ou uma sociedade tribal
isolada, tem de se defrontar e resolver três problemas econômicos
fundamentais
1. Que bens serão produzidos.
2. Como são produzidos estes bens, e
3. Para quem são produzidos.
•De fato estas três questões da
organização econômica – o quê,
como e para quem – são tão
importantes atualmente quanto o
foram no início da civilização
humana.
•Que bens serão produzidos e em
quais quantidades?
Uma sociedade deve determinar
quanto deve produzir de cada um dos
inúmeros bens e serviços possíveis e
quando deverão ser produzidos
•Hoje, deveremos produzir pizza ou
camisas?
•Poucas camisas de alta qualidade ou
muitas camisas baratas?
•Utilizaremos os recursos escassos para
produzir muitos bens de consumo (como
pizza)?
•Como os bens são produzidos? Uma
sociedade deve determinar quem irá
produzir com quais recursos e com qual
tecnologia de produção.
•Quem cultiva a terra e quem ensina?
•A eletricidade será obtida a partir de fontes
de energia renovável ou fóssil?
•As fábricas serão dirigidas por pessoas ou
por robôs?
• Para quem os bens são produzidos?
1. Quem irá usufruir do fruto da atividade econômica?
2. A distribuição da renda e da riqueza é justa e equitativa?
3. Como é repartido o produto nacional entre as diferentes famílias?
4. existem muitos pobres e poucos ricos?
5. As rendas devem pertencer aos professores, aos atletas, aos
trabalhadores da indústria automotiva ou aos investigadores em
ações?
6. A sociedade deve proporcionar aos pobres um mínimo de consumo,
ou se quiserem comer, as pessoas devem trabalhar?
• Em geral distinguimos duas formas fundamentais de organizar uma
economia.

• Em um extremo, o governo

• Em outro extremo as decisões são tomadas nos mercados.


• Em um extremo, o governo
O governo toma a maioria das decisões econômicas, sendo aqueles que
estão no topo das hierarquia os que dão diretivas econômicas aos que
estão nos escalões inferiores.

• Em outro extremo as decisões são tomadas nos mercados.


Em que os indivíduos ou as empresas acertam a troca de bens e
serviços, normalmente por meio de pagamento em dinheiro
Nos ESTADOS UNIDOS, e de forma crescente, no mundo, a maioria das
questões econômicas é resolvida pelo mecanismo de mercado tratada como
uma ECONOMIA DE MERCADO.
Uma Economia de mercado é aquela em que os indivíduos e as empresas
privadas tomam as decisões mais importantes sobre a produção e o
consumo.
Um sistema de preços, de mercados, de lucros e prejuízos, de incentivos e
prêmios determina o quê, como e para quem.
As empresas produzem as mercadorias que geram os maiores lucros (o quê),
com as técnicas de produção que são as menos dispendiosas (o como). O
consumo é determinado pelas decisões individuais sobre como aplicar as
rendas provenientes de salários e de propriedades geradas pelo trabalho e
pela posse do patrimônios (o para quem).
• em contrapartida, uma economia dirigida é aquela em que o governo
toma todas as decisões importantes acerca da produção e da distribuição.
Em economia dirigida, tal como esteve em vigor na União Soviética durante
a maior parte do século XX, a estado possui:
• maior parte dos meios de produção (terra e capital);
• também possui e dirige a atividade das empresas na maioria dos ramos de
atividade;
• é o empregador da maioria dos trabalhadores e quem comanda a sua
atividade;
• e decide como produção da sociedade deve ser dividida entre os diversos
bens e serviços.
• em resumo, em uma economia
dirigida, o governo dá a resposta as
principais questões econômicas por
meio da posse dos recursos e do
seu poder de impor as decisões.
Banco central injeta mais 25 bilhões para
reanimar a economia.
Modalidades do compulsório.
• qualquer economia tem um estoque limitado de recursos como:
• Trabalho
• Conhecimento tecnológico,
• Fabricas
• Ferramentas,
• Terra,
• E energia.
Ao decidir o quê e como os itens devem ser produzidos a economia está
decidindo a forma de aplicar os seus recursos em milhares de diferentes
bens e serviços possíveis.
• Insumos e produtos
será necessário escolher entre diferentes conjuntos de bens
potenciais (o quê), selecionar entre as diferentes tecnologias de
produção (o como) e decidir ao final quem deve consumir os bens
(o para quem).
Para responder essas três questões, toda sociedade deve fazer
escolhas acerca dos fatores de produção (insumos).
1. fatores de produção ou insumos são matérias-primas ou
serviços utilizados para produzir bens e serviços. Uma
economia usa a sua tecnologia disponível para combinar
insumos e gerar produtos.
• Os insumos podem ser classificados em três grandes categorias:
1. Terra
2. Trabalho
3. Capital
Terra = mais genericamente, os recursos naturais – representa a
dádiva da natureza para as nossas sociedades.
Consiste na terra utilizada na agricultura
Implantação de moradias
Fabricas e estradas, etc.
1. Trabalho
Consiste no tempo despendido na produção –
a trabalhar na fábricas de automóveis
A desenvolver programas de computador,
A ensinar nas escolas
Milhares de serviços e tarefas, em todos os níveis de competência, são
realizados pela mão de obra.
É, ao mesmo tempo, o fator de produção mais comum e o mais
importante para uma economia industrial avançada.
O capital
É formado pelo bens duráveis de uma economia, desenvolvidos com a finalidade de
produzirem, depois, outros bens.
Os bens de capital incluem:
Máquinas,
Estradas,
Computadores,
Softwares,
Caminhões,
Altos-fornos,
Máquinas de lavar e
Edifícios.
A acumulação de bens especializados de capital é essencial para a terefa do
desenvolvimento econômico,
2. Os produtos são os vários bens ou serviços úteis que
resultam do processo de produção e que ou são consumidos,
ou são utilizados em um produto posterior.
Na educação, os fatores de produção são o tempo de aula
ministrada e os estudantes, os laboratórios e as salas de aula,
os livros etc.
Na fabricação de uma pizza: ovos, a farinha de trigo, o sal, o
calor, o forno e a mão de obra qualificada do pizzaiolo são os
insumos. A pizza apetitosa é o produto.
• Fronteira de possibilidades de produção (FPP) representa as
quantidades máximas de produtos que podem ser produzidas de
maneira eficiente por uma economia, dados os eu conhecimento
tecnológico e a quantidade de insumos disponíveis.
Dados os recursos e a tecnologia, as escolhas de produção entre dois
bens, por exemplo, manteiga e armas, podem ser resumida na fronteira
de possibilidade de produção (FPP). A FPP mostra como a produção de
um bem (como armas) é equilibrada com a produção de outro bem
(como a manteiga). Em um mundo de escassez, a escolha de uma coisa
significa abrir a mão de qualquer outra. O valor do bem ou serviço é o
custo de oportunidade.
• Custo de oportunidade é o valor do melhor uso alternativo
de um bem econômico. Assim, suponha que o melhor uso
alternativo dos fatores de produção empregados para extrair
uma tonelada de carvão fosse cultivar 350 kg de trigo.
• O custo de oportunidade de uma tonelada de cravão é então
de 350 quilos de trigo que poderiam ter sido produzido, mas
não foram.
• O custo de oportunidade é especialmente útil na avaliação
dos bens não comercializáveis como as condições ambientais
ou a segurança.
• A eficiência produtiva ocorre quando ama economia
não pode produzir mais de um bem sem que produza
menos de outro bem.
Ou quando a produção de um bem não pode ser
aumentada sem a redução na produção de outro bem.
Isto é ilustrado pela FPP. Quando uma economia está
sobre a sua FPP apenas poderá produzir mais de um
bem se reduzir a produção de outro bem.
• A fronteira de possibilidade de produção ilustra muitos
processos econômicos básicos: como,
 o crescimento econômico faz expandir a fronteira,
Como um país escolhe relativamente menos alimentos e
outros bens de primeira necessidade,
À medida que se desenvolve, como um país escolhe entre
bens privados e bens públicos e como as sociedades escolhem
entre bens de consumo e bens de capital que aumentam o
consumo futuro.
Em grupo como foi apresentado na aula anterior
faça um comentário sobre o texto abaixo
• Suponha que você estudante tem 10 horas para estudar para as
próximas provas de economia e matemática. Desenhe uma EPP das
notas, dados os recursos limitados de tempo de estudante.se você
estudar de modo ineficiente, ouvindo música com o som alto e
papear com os amigos, onde se situará o seu “produto” em notas,
com relação à FPP? O que acontecerá à FPP das notas se o aluno
aumentar o insumo de 10 horas para 15 horas?
•Exemplo:
•Sejam R = -2 q² + 40 q e C = 2q + 68 as
funções e receitas e custos para o produto.
a) O que significa Break-even-point.
b) Faça os gráficos de C e R sobreposto
(0,2,10,17,20)
c) Determine o ponto de Break-even-point.
• Exercício
Sejam R = - 2q² + 60q e C = 10q +200 as
funções Receita e custo de determinado produto.
a) Trace um único gráfico para as funções,
receita e custo de determinado produto)
assinalando a intersecção entre as curvas
(0,5,15,20,30).
b) Para que valores de q o lucro é positivo?
c) Para que valores de q o lucro é negativo?
O preço unitário de custo de certo produto é 4 e o
custo fixo de produção é 30, resultando nas funções
C = 4q + 30, R = 10q – q²/6 e L = -q²/6 + 6q - 30,
para ser colocado no mercado.
a)Faça os gráficos de C e R num único eixo
(0,6,18,30,60) e o gráfico de L noutro eixo (0,6,18,30)
analisando os mesmos.
b) Quando o Lucro é zero?
c) Para que valores de q se tem L > 0?
d) Para que valores de q se tem L < 0?
As funções de oferta e procura de um certo
produto são, respectivamente, O(p)= 4p + 200 e
D(p) = - 3p + 480.
a) Calcule o preço de equilíbrio de mercado.
b) Calcule o número de unidades em oferta e
procura correspondentes.
c) Construa o gráfico num único sistema de
eixos.