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FORMAÇÃO

DE BRIGADA
PADRÃO PARA BRIGADA DE
INCÊNDIO CIVIL
Para considerar o limite de resposta como sendo a um princípio de
incêndio no interior ou exterior de estruturas, devem-se observar as regras
abaixo:

a) capaz de atuar no evento de incêndio com a sua roupa de trabalho


normal;
b) não ser necessário rastejar ou efetuar outra ação evasiva para evitar
fumaça e calor;
c) não seja exigido o uso de roupa protetora térmica ou aparato para
respiração autônoma;
d) capaz de lidar no evento com extintores ou linhas manuais com vazão
de até 400 litros por minuto.
Para se considerar o limite de resposta como sendo uma ação para
combate indireto a incêndios em ambientes externos, que já
ultrapassaram a fase inicial, porém ainda são atendidas fora da área
quente ou morna, devem-se observar as regras abaixo:

a) ter procedimento padrão escrito de resposta ao evento, dentro do plano


operacional;
b) a brigada deve ter treinamento específico para esse evento;
c) não requerer proteção térmica ou respiratória;
d) manobra de abandono do local não é requerida;
e) brigada deve ser qualificada para manobras defensivas (isolamento),
com linhas manuais com vazão de até 1200 litros por minuto e no uso
especializado do equipamento para aplicação manual de agentes
extintores adequados, que o caso possa requerer.
Para se considerar o limite de resposta como sendo uma ação direta em
incêndios externos, que ultrapassaram a fase inicial, deve-se atendê-lo
dentro da zona quente e ter os requisitos abaixo:

a) ter procedimento padrão escrito para resposta ao evento, dentro do


plano operacional;
b) a brigada deve ter treinamento especifico para o evento;
c) manobra de abandono não é requerida;
d) requerem proteção respiratória e térmica adequada;
e) a brigada deve ser qualificada para manobras ofensivas (reduzir ou
extinguir o foco de fogo), com linhas manuais com vazão de até 1200 litros
por minuto e no uso especializado de equipamentos para aplicação
manual de agentes extintores adequados, que o caso possa requerer.
Para considerar o limite de resposta como sendo no interior de estruturas,
combatendo incêndios dentro da zona quente, devem-se seguir as regras
abaixo:

a) ter procedimento padrão escrito para resposta ao evento, dentro do


plano operacional;
b) a brigada deve ter treinamento especifico para o evento;
c) manobra de abandono é requerida;
d) requerem proteção respiratória e roupa de proteção para estruturas;
e) a brigada deve ser qualificada para manobras ofensivas (reduzir ou
extinguir o foco de fogo), com linhas manuais com vazão de até 1.200
litros por minuto, ou no uso especializado de equipamentos para aplicação
manual de agentes extintores adequados.
REGRAS DE
PROCEDIMENTO PARA O
PLANEJAMENTO DA
BRIGADA
O regulamento ou declaração organizacional, como também é chamada,
demonstra o compromisso da administração na criação de uma brigada de
incêndio. Esse documento vai identificar toda a informação pertinente para
a brigada e com ele teremos um quadro claro da organização da brigada e
dos deveres de resposta, que são esperados que execute.

Além de outras informações requeridas, deve ser incluída também a linha


de autoridade a que cada brigadista está sujeito, prêmios e formas de
reconhecimento que os brigadistas podem receber.
Define a materialização do corpo da brigada e deve:

a) criar um fluxograma de organização básica, para facilitar designação


de funções;

b) estabelecer limite de responsabilidade, para seus deveres;

c) definir turno que a brigada deverá cumprir;

d) definir tipo, quantia e freqüência do treino a ser realizado;

e) definir número de brigadistas a ser treinado.


Este programa prevê os requisitos básicos, que visam preservar a
integridade física dos brigadistas, devendo conter:

a) a forma de delegação desta função a um membro da brigada;


b) registros e gerenciamento de informações;
c) contato através de reuniões entre gerenciadores de política de
segurança do trabalho, pessoal de logística, operadores de equipamentos,
encarregados de segurança local ou corporativa, departamento médico e
de saúde ocupacional;
d) desenvolvimento e manutenção de procedimentos operacionais padrão;
e) metas de prevenção de incidentes;
f) especificação de equipamentos da brigada e sua manutenção;
g) previsão de investigação de acidentes;
h) plano de segurança para as possíveis cenas de incidentes;
i) necessidade de treinamento e de formação adequada de brigadistas;
j) os treinamentos, formação e atuação em casos reais, devem ter
registros e estar disponíveis para auditoria.
Procedimentos de administração de incidentes, incluirão:

a) procedimentos escritos que são a linha mestra para os envolvidos na


emergência e no treino de operações;

b) estrutura do sistema de administração de incidente;

c) papel e as responsabilidades a respeito da segurança;

d) conhecimento e o papel e responsabilidades dos bombeiros públicos;

e) padrão de identificação e contagem de cada brigadista na cena;

f) planejamento para as operações adotadas.


Para estabelecer limites no plano operacional é preciso entender a
divisão da área operacional, que é feita pelo risco e nível de calor que as
equipes estão expostas, conforme se vê abaixo:
No plano operacional das brigadas teremos regras escritas ou não,
com posturas mínimas que incluirão:

a) pessoal sem treinamento padrão não pode acessar zonas quentes


ou mornas designadas para emergência de fogo;

b) a proteção respiratória ou roupa de proteção térmica é necessária


para se entrar na zona quente;

c) a roupa de proteção térmica deve ser usada a partir da zona


morna;
d) para incêndios que ultrapassam a fase inicial, a equipe de brigada
deve ser de no mínimo 2 (dois) brigadistas;

e) os brigadistas operando na zona morna e quente devem ter um


sistema de comunicação;

f) quando uma equipe atua na zona quente, pelo menos um brigadista


atua na zona morna e fica em alerta para a segurança dos brigadistas;

g) esse pessoal que fica na zona morna, está equipado para ajudar ou
socorrer o pessoal atuando na zona quente;

h) o pessoal no comando da operação ficará atento sempre na zona


morna;
i) os brigadistas posicionados na zona de combate a incêndios devem
ter a possibilidade de alterar sua posição de acordo com a sua
avaliação de incêndio;

j) brigadistas mais experientes devem ficar atentos à atuação e


segurança dos membros mais novos da brigada, durante as
operações de combate a incêndio;

l) brigadistas que utilizam proteção respiratória devem operar em


times de 02 (dois) ou mais homens, que estarão em comunicação uns
com os outros, de forma visual, voz, contato físico, cabo guia, meio
eletrônico ou outra forma que possibilite coordenar as atividades e
estarem o mais próximos uns dos outros, para prover ajuda em caso
de emergência.
m) quando membros da brigada estão envolvidos em operações, que
requerem o uso de proteção respiratória, no mínimo um brigadista
deve ser designado para permanecer do lado externo, desta área onde
a proteção respiratória é necessária.
Esse brigadista deve ser responsável por manter-se em alerta
constante do efetivo numérico e da identidade do pessoal, que está
usando proteção respiratória, sua localização, função e tempo de
entrada, deve ainda ser treinado em técnicas de salvamento, estar
equipado e disponível para o resgate.

n) todos os brigadistas que entrem na zona quente devem estar


vestidos com roupas de proteção que ofereça isolamento para
orelhas, pescoço e para a superfície que se limita com a máscara
facial, roupa de proteção térmica e o capacete.
a) planos operacionais e de administração de incidentes devem ser
desenvolvidos e revisados periodicamente;

b) haverá um mapa de risco com os perigos específicos que os


bombeiros estarão expostos em incêndios ou emergências;

c) os procedimentos escritos para a brigada, indicarão as limitações


gerais e específicas das organizações;

e) todos os brigadistas terão acesso aos procedimentos escritos;

f) o líder da brigada deve ser notificado de todos os equipamentos de


proteção ao fogo, existentes e quais estão fora de serviço
diariamente;
g) a administração deve fazer uma consideração na exposição aos
riscos mais comuns, baseada nos princípios abaixo:

• quando se trata de salvar vidas humanas de terceiros, se aceita


alguns riscos para a brigada;

• quando se trata de reduzir perdas à propriedade, se aceita um


mínimo de risco para a brigada;

• quando não se tratar de proteger perdas à propriedade ou para


salvar vidas humanas não se aceita riscos à brigada.
A administração deve desenvolver uma programação para prover
treinamento, educação e simulados, na periodicidade descrita por
este padrão.

Na colocação da programação de instrução da brigada em prática,


pode se tornar difícil prover treinamento, educação ou simulados para
cada brigadista, individualmente em um dia específico, por isso, se
pretende que os planos de reclicagem possuam a flexibilidade
necessária , por quem planejar e programar estas atividades,
recomendando-se planos de instruções trimestrais , semestrais ou
anuais, dependendo do que o caso prático requer:
A instrução deve propiciar que os brigadistas executem seus deveres
com segurança, sendo que cada treinamento visa qualificar o aluno,
para obter um nível de desempenho adequado ao seu dever
profissional e as suas funções de brigadista, tais como, combater
incêndios, conhecer equipamentos e materiais. Esta habilidade e
conhecimento, obtidos na instrução e performance do treinamento,
serão compatíveis com as necessidades de trabalho da brigada,
previstas no planejamento operacional, isto deve ser feito antes de
participar das operações de resposta à emergências.
Os brigadistas não executarão atividades de intervenção, para a
qual não receberam um programa de instrução próprio, a qualidade
da formação e a freqüência de treinos, assegurando que os
brigadistas sejam capazes de executar os deveres de resposta
desejados, de maneira segura para eles e para outras pessoas, sendo
que a meta do treino e da educação é evitar acidentes, danos, morte
ou doença ocupacional.
Os coordenadores da brigada devem verificar a qualificação dos
instrutores, quanto à sua capacitação e o treinamento oferecido,
sendo que os brigadistas designados como líderes receberão
treinamento e educação proporcional com suas responsabilidades, tal
educação deve ser mais completa que a dos outros brigadistas. O
coordenador de treinamento da brigada deve ser um empregado com
conhecimento reconhecido ou com certificado de brigadista e
instrutor expedido por autoridade do governo ou organização de
certificação nacional.
Quando a brigada recebe treinamento de indivíduos ou organizações
externas à empresa, o coordenador de treinamento designado, deve
se certificar que os instrutores, que ministram o treinamento, são
capacitados e têm referência profissional nos assuntos abordados.
Esse treinamento deve ser preparado, planejado e realizado, tendo
por base os padrões desejados de desempenho, que foram aprovados
no regulamento organizacional.
Os empregados e brigadistas que foram treinados em didática de
ensino ou são reconhecidos, pelo coordenador de treinamento, como
capacitados no assunto a ser apresentado, podem ministrar a
instrução para a brigada, se baseando no uso de assuntos
preparados em protocolos de aulas prontos, que foram aprovados
pelo coordenador de instrução.
Os benefícios do treinamento são atingidos quando este conceito é
detectável por simulados, que exercitam o conhecimento e
habilidades da brigada ou em ocorrências reais, porém realçamos que
simulados não devem ser considerados como treinamento. A
instrução treina os brigadistas na operação de equipamentos ou nas
próprias estratégias e táticas, para operações de combate a incêndio
em emergências, o brigadista não pode demonstrar a sua
competência executando estas tarefas em um simulado. Ossimulados
podem ser valiosos mecanismos para aferir a freqüência necessária
de reciclagem do treinamento, para manter as habilidades dos
brigadistas.
Recomendações para segurança em treinamentos de campo com
fogo real são:

a) preparação para seleção do local;


• selecione uma área aberta com uma distância segura de edifícios
vizinhos, vegetação seca e recipiente de armazenamento que
contenham líquidos e gases comprimidos inflamáveis.

b) procedimentos de segurança na pista;


Os procedimentos seguintes devem ser seguidos:
• só deve ser permitido fumar em áreas designadas;
• separar combustíveis e fontes de ignição através de distâncias
seguras;
• se ventos fortes ou outra condição de tempo adversa estiver
presente, como um perigo para brigadistas ou propriedades
adjacentes, o treinamento de fogo real não deve ser ministrado;
• devem ser usadas somente fontes de ignição apropriadas;

• cada aluno deve ter pelo menos utilizar um extintor carregado, ao


participar em uma evolução de treino;

• ataque de fogo deve ser a favor do vento;

• deve ser tomado cuidado para que os brigadistas não sejam


colocados em risco pelos produtos de combustão;

• para treino em Classe incêndio B (líquidos inflamáveis), pelo menos


dois extintores portáteis do tamanho e capacitação apropriados
devem estar disponíveis para cada evolução do treinamento;
• deve-se afastar de um foco de fogo extinto de maneira organizada,
estando sempre em alerta para possível re-ignição no obstáculo.

c) as simulações de treinamentos com fogo real devem ser


proporcionais ao tamanho dos incêndios, que se espera que os
brigadistas irão extinguir, previstos no plano operacional que
descreve o modo intervenção, para os quais foram treinados;

d) a vestimenta do brigadista, deve ser aquela que ele normalmente


usaria durante o desempenho da sua função de trabalho cotidiana;
e) instrutores;

O instrutor deve executar as funções seguintes:

• guiar cada estudante enquanto se aproximar, extinguir e se retirar de


cada evolução de treinamento com fogo real;

• manter à supervisão dos brigadistas, que não estão participando na


evolução em curso.
f) combustíveis;

Os procedimentos de controle de combustíveis na instrução devem


seguir os critérios seguintes:

• não devem ser usados líquidos inflamáveis como acelerantes ou


para acender obstáculos na pista de incêndio Classe A (materiais
combustível sólidos), em treinamento;

• devem ser usados somente recipientes de segurança aprovados,


para aplicar líquidos combustíveis em obstáculos;

• a pessoa que abastecer e acender os obstáculos com fogo, deve ser


instruída corretamente, além de ser obrigatório, por esta, o uso de
roupa protetora apropriada;
• uma pessoa qualificada e equipada com uma linha manual ou um
extintor carregado e adequado ao combustível do obstáculo, deve
estar ao seu lado quando um líquido combustível está sendo
abastecido na pista, para ser usado em instrução com fogo real;

Baseado em perigos específicos da pista ou prédio de treinamento, o


instrutor pode escolher a roupa protetora térmica de aproximação ou
uma de proteção para atuação em estruturas.

Na maioria das situações, a roupa de proteção para estruturas


proverá um nível apropriado de proteção ao treino, porém, em
circunstâncias especiais, pode ser usada a roupa de aproximação
para dar um nível adicional de proteção para irradiação de calor pelo
obstáculo.
Os simulados são necessários para avaliar se os brigadistas têm um
programa de educação e treinamento adequados com o seu dever de
intervenção. Os conhecimentos ensinados devem ser avaliados,
documentados e um treinamento adicional pode ser requisitado para
melhorar a performance, que esteja abaixo do padrão estabelecido. O
treinamento e educação oferecidos aos brigadistas devem ter uma
revisão periódica e devem incluir princípios e práticas de combate a
incêndios, para o tipo de tarefa setorial do empregado, ou seja, o
risco específico que a brigada está sujeita no local mais próximo do
seu trabalho, além de informar os novos riscos, equipamentos e
procedimentos introduzidos pela modernidade. O treinamento
oferecerá ao brigadista, desenvolvimento teórico e prático para
oferecer segurança à vida, conservação da propriedade e redução da
interrupção ao serviço por sinistros, todos estes resultados aferidos
nos simulados.
A Administração deve designar uma pessoa responsável para
planejar e programar simulados e estes devem ser baseados em
temas reais, possíveis para emergências específicas locais, estes
simulados podem ser planejados ou não serem anunciados, de
acordo com o determinado da autoridade encarregada. Simulados
não são considerados avaliações de treinamento, porém, os
anunciados podem incorporar um grau de avaliação da brigada,
podendo variar no uso de equipamentos, velocidade de resposta,
servindo para aferir o combate a incêndios pela brigada, a atitude do
líder e os do sistema de proteção contra incêndio.
Caso haja um plano de auxílio mutuo que empresas externas
participem, eles passam a ter um papel importante nos procedimentos
de resposta, devendo sua atuação ser pré-planejada junto com todos
os consorciados.

A administração deve designar uma pessoa de fora da brigada,


responsável por observar simulado e para criticá-lo, devem ser
observadas todas as lições aprendidas no programa de treinamento e
educação, buscando melhorar todo desempenho que está abaixo dos
padrões estabelecidos.
Na organização de uma Brigada de Incêndio deve-se ter como pontos
mínimos os seguintes:

Estrutura Funcional da Brigada; Identificação dos Brigadistas;


Comunicações com a Brigada de Incêndio; Requisitos Médicos e
Físicos para o Trabalho; Equipamentos da Brigada e Veículos da
Brigada.
A Estrutura Funcional da Brigada será a seguinte:

a) Administrador da Brigada;

b) Líder da Brigada;

c) Assistente do Líder da Brigada;

d) Membros da Brigada; e

e) Brigadistas de Apoio
Administrador de brigada é responsável por:

a) programas estabelecidos de fiscalização para acompanhar os itens


de risco identificados pela brigada, no plano de segurança global,
contido dentro do planejamento operacional.

b) determinar o tamanho e a organização da brigada, baseada na


análise de risco feita;

c) coordenar e programar reuniões;

d) estabelecer e manter um programa de inspeção para equipamentos


de proteção contra incêndio;
e) coordenar a implantação de um serviço de relatórios necessários
ao registro de resultados de atendimentos e instrução completa
(teoria-treinameto-simulado);

f) manter contato com autoridades públicas contra incêndios;

g) informar sobre materiais e processos perigosos adicionais, que a


brigada pode ser exposta eventualmente e não estão contidos no
plano de segurança;

h) fixar as exigências físicas de trabalho requeridas para performance


da brigada;

i) escolher os líderes da brigada;

j) coordenar a seleção dos brigadistas indicados pelo líder.


O líder da brigada deve ser responsável pelo seguinte:

a) estabelecer um canal de comando dentro da brigada para situações


de sua ausência;

b) ajudar no processo de seleção dos membros da brigada;

c) estabelecer e manter uma lista com os brigadistas;

d) selecionar líderes assistentes conforme o tamanho da brigada e


mantê-los informados de todas as novidades do turno;

e) desenvolver pré-planos de emergência para riscos específicos


locais e obter junto ao administrador, informações sobre materiais e
processos perigosos eventuais, que a brigada ao atuar possa ser
exposta;
f) selecionar e manter os equipamentos e a brigada;

g) relatar para a administração superior a situação de brigada quanto


à instituição de operações pelo menos uma vez por ano propondo
mudanças ou não;

h) ajudar nas investigações de incêndios.


a) serão selecionados dentre os funcionários que exercem atividade
no local;

b) todos os brigadistas devem cooperar, participar e obedecer às


determinações que estão no plano operacional padrão e do o
treinamento na instrução de formação.
Deve haver para os brigadistas uma identificação com os seguintes
propósitos:

a) ajudar a chegar ao local de um acidente em uma emergência;

b) ajudar a fiscalização pelo pessoal de segurança;

c) meio de exercer sua atividade de brigadista.


Deve haver meios de comunicação com objetivo de:

a) avisar os membros da brigada de um incidente ocorrido;

b) comunicação com outros membros durante a emergência.


É recomendado o estabelecimento de uma política de normas
escritas para a segurança e saúde profissional de brigadistas civis,
para ajudar a prevenir acidentes, danos, exposições e reduzir a
severidade desses acidentes. É possível que um programa ou uma
política de segurança existente satisfaça as exigências desse padrão,
ao estabelecer uma política de normas escritas para exigências de
desempenho físicos, médicos ou relacionados ao trabalho ajudando
para que se assegure que os brigadistas estão médico e fisicamente
capazes de executar os deveres de resposta exigidos, reduzindo o
risco de danos e doenças ocupacionais.
O funcionário deve ser aceito na brigada após um atestado médico,
de que tem condições médicas e físicas, e isso levará em conta os
riscos e as tarefas que a brigada for obrigada a executar. Brigadistas
sob influência do álcool ou drogas não devem atuar nas emergências
ou qualquer operação.

Os brigadistas que exercem atividades de combate a incêndios, que


extrapolaram a fase do princípio ou aqueles externos às estruturas,
devem ter avaliação anual e depois de cada afastamento médico.
a) a administração da brigada estabelecerá as exigências de
desempenho físico de trabalho para os brigadistas;

b) as exigências de desempenho físico devem ser atingidas antes de


se realizar as tarefas em treinamentos ou instrução real;

c) a avaliação física será anual;

d) se não atender ao especificado para desempenho operacional,


será retirado da brigada;

e) os brigadistas devem informar mudanças nas suas condições


físicas, que passam a afetar o desempenho, após serem avaliados.
a) no planejamento operacional será designado o equipamento
adequado para os brigadistas atuarem na sua missão;

b) o equipamento é selecionado com base na natureza da atividade e


o perigo presente nesta;

c) o equipamento deve estar com fácil acesso;

d) deve haver uma listagem dos equipamentos, que serão mantidos


no local de atendimento, bem como, instruções escritas de seu
procedimento de uso;
e) manuais de operação e manutenção dos equipamentos da brigada
devem estar disponíveis;

f) relatórios de manutenção devem informar qual o material


operacional está em condições de ser utilizado pela brigada;

g) os materiais danificados devem estar à disposição da seção de


manutenção.
Brigadas que se qualificam para combater princípios de incêndios
devem atender as regras anteriores e as seguintes.
a) toda instrução e treinamento da brigada devem ser revisados no
mínimo anualmente;

b) toda a brigada deve participar no mínimo de um simulado


anualmente;

c) treinamento e simulados em situação de fogo real devem atender


regras de segurança estabelecidas.
Não é necessário roupa de proteção individual e equipamento de
proteção respiratória.
Todos os brigadistas devem ter condição física e médica avaliada
conforme regras já citadas.
Brigadas que se qualificam somente para combate a incêndios em
área externa, além das regras já citadas devem atender os seguintes
requisitos.
a) toda a brigada deve receber treinamento e educação, no mínimo,
trimestralmente;

b) todos os membros da brigada devem participar em um simulado,


no mínimo, semestralmente;

c) o treinamento em fogo real deve ser conduzido no mínimo


anualmente;

d) treinamento e simulados envolvendo fogo real devem ser feitos de


acordo com as regras de segurança;

e) o treinamento com fogo real deve incluir situações que


representam as condições e riscos mais próximos possíveis de serem
encontrados pela brigada.
a) roupas de proteção térmica e equipamentos de proteção devem
estar disponíveis em quantidade e tamanhos para se ajustarem a cada
membro da brigada, que atue nas zonas quente e morna;

b) as roupas de proteção devem atender a um padrão para combate a


incêndios em estruturas (direto) ou externo (indireto);

c) capacetes, luvas, botas devem estar de acordo com o padrão


específico para um conjunto de proteção para o combate a incêndio
(indireto e direto);
d) proteção respiratória e aparelhos de SSAP (Sistema de Segurança
e Alerta Pessoal) devem ser providenciados, para serem usados por
todos os brigadistas que trabalham na zona quente;

e) aparelhos SSAP devem atender um padrão em sistema de


segurança e alerta pessoal;

f) aparelhos de proteção respiratória de circuito aberto devem estar


de acordo com as normas padrão para equipamento de proteção
respiratória pressurizado de circuito aberto para bombeiros;

g) aparelhos de proteção respiratória de circuito fechado,


eventualmente usados, devem atender a aprovação especial de
normas trabalhistas;

h) roupa de proteção térmica e outros equipamentos de proteção


devem ser mantidos de acordo com as instruções do fabricante.
Todos os membros da brigada de incêndio devem ter suas condições
físicas e médicas todas avaliadas conforme regras já citadas.
Todos os membros da brigada de incêndio devem ter suas condições
físicas e médicas todas avaliadas conforme regras já citadas.