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Treinamento Rede DeviceNet

Klabin S/A
Otacílio Costa / SC
Juliano Ludwig
Engenheiro Eletricista 1998 – Furb
Diversos treinamentos em Automação
Pós Graduado em Gerenciamento de Projetos 2011- FGV
Mais de 10 anos em experiência em Automação
juliano@prixma.com.br
Fabricante de Máquinas;
Grupo João
Santos Chile, México, Argentina,
Marfrig – Bolívia, Venezuela,
Chupinguáia Honduras

Sadia Várzea Grande Atlantis

Cervejaria Petrópolis- Ambev


Rondonópolis Ambev

Perdigão Rio
Seara Dourados, Aurora São Verde e Jataí
Gabriel do Oeste Sadia Uberlândia

Copacol , Frigorífico LAR, Sadia,


Perdigão, Klabin Telemaco, International Paper
Norske Shiguen- Fabricante
Friboi Andradina
GM – Gravataí Esmaltec Logimaster
Perdigão Marau, Petrobras
Frango Sul, BR
Petrobras
Características da rede
• Topologia baseada em tronco principal com ramificações. O tronco principal deve ser feito com o
cabo DeviceNet grosso, e as ramificações com o cabo DeviceNet fino ou chato. Cabos similares
podem ser usados desde que suas características elétricas e mecânicas sejam compatíveis com as
especificações dos cabos padrão DeviceNet.
• Permite o uso de repetidores, bridges, roteadores e gateways.
• Suporta até 64 nós, incluindo o mestre, endereçados de 0 a 63 (MAC ID).
• Cabo com 2 pares: um para alimentação de 24V e outro para comunicação.
• Inserção e remoção a quente, sem perturbar a rede.
• Suporte para equipamentos alimentados pela rede em 24V ou com fonte própria.
• Uso de conectores abertos ou selados.
• Proteção contra inversão de ligações e curto-circuito.
• Alta capacidade de corrente na rede (até 16 A).
• Uso de fontes de alimentação de prateleira.
• Diversas fontes podem ser usadas na mesma rede atendendo às necessidades da aplicação em
termos de carga e comprimento dos cabos.
• Taxa de comunicação selecionável: 125, 250 e 500 kbps.
• Comunicação baseada em conexões de E/S e modelo de pergunta e resposta.
• Diagnóstico de cada equipamento e da rede.
• Transporte eficiente de dados de controle discretos e analógicos.
• Detecção de endereço duplicado na rede.
• Mecanismo de comunicação extremamente robusto a interferências eletromagnéticas.
Modos de Comunicação

• Cyclic I/O
– Polled
– Bit-strobe
– Change of State
– Cyclic

• Explicit Message
Polled
• Método de comunicação em que o mestre
envia um telegrama a cada um dos escravos
da sua lista (scan list).
• Assim que recebe a solicitação, o escravo
responde prontamente a solicitação do
mestre.
• Este processo é repetido até que todos sejam
consultados,reiniciando o ciclo.
Bit-strobe
• Método de comunicação onde o mestre envia
para a rede um telegrama contendo 8 bytes
de dados.
• Cada bit destes 8 bytes representa um escravo
que, se endereçado, responde de acordo com
o programado.
Change of State
• Método de comunicação onde a troca de dados
entre mestre e escravo ocorre apenas quando
houver mudanças nos valores monitorados /
controlados, até um certo limite de tempo.
• Quando este limite é atingido, a transmissão e
recepção ocorrerão mesmo que não tenha havido
alterações.
• A configuração desta variável de tempo é feita no
programa de configuração da rede.
Cyclic
• Outro método de comunicação muito
semelhante ao anterior.
• A única diferença fica por conta da produção e
consumo de mensagens.
• Neste tipo, toda troca de dados ocorre em
intervalos regulares de tempo, independente
de terem sido alterados ou não.
• Este período também é ajustado no software
de configuração de rede.
Explicit Message
• Tipo de telegrama de uso geral e não
prioritário.
• Utilizado principalmente em tarefas
assíncronas tais como parametrização e
configuração do equipamento.
Arquivo de Configuração
• Todo nodo DeviceNet possui um arquivo de configuração
associado, chamado EDS (Electronic Data Sheet).
• Este arquivo contém informações importantes sobre o
funcionamento do dispositivo e deve ser registrado no
software de configuração de rede.
• Toda vez que um produto é atualizado muda a versão do
EDS e este deve ser atualizado para que o software de
configuração RS Network DeviceNet reconheça e consiga
configurar o equipamento que vai entrar na rede.
• As atualizações dos componentes Rockwell da rede são
encontradas na home page no seguinte endereço:
• http://www.rockwellautomation.com/resources/eds/
Topologia da rede
Taxa de transmissão
TAXA DE DADOS 125 Kbps 250 Kbps 500 Kbps

Comprimento para barramento principal


com cabo grosso (“thick-trunk”)
500m 250m 100m

Comprimento para barramento principal


com cabo fino (“thin-trunk”)
100m 100m 100m

Comprimento máximo para 1 derivação do


barramento principal (“maximum-drop”)
6m 6m 6m

Comprimento acumulado das derivações do


barramento principal (“cumulative-drop”)
156m 78m 39m
Cabos
Componentes do cabo
Conectores
Terminadores da rede
• Não coloque o terminador dentro de um equipamento ou em conector
que ao ser removido também remova o terminador causando uma falha
geral na rede. Deixe os terminadores sempre independentes e isolados
nas extremidades do tronco, de preferência dentro de caixas protetoras ou
caixas de passagem.
• Para verificar se as terminações estão presentes na rede, meça a
resistência entre os fios CAN_H e CAN_L (branco e azul) com a rede
desenergizada: a resistência medida deve estar entre 50 e 62 Ohms.
Derivadores

• Derivação tipo box


“DeviceBox”

• Derivação de Alimentação
“PowerTap”
Configuração DeviceNet
Utilizando o RS Network - Configurando E3 Plus

Não usado

• Parâmetro 24 Sobre Carga


Perde de Fase
Fuga Terra
Travamento
– Trips que Emperramento
Sub Carga
Falha por Temperatura (PTC separado)

serão ativos Desbalanceamento de corrente


Falha de Comunicação
Comunicação Congelada
Não Usado
Não Usado
Não Usado
Trip Remoto
Inicialização Inibida

Não usado
Sobre Carga

• Parâmetro 25 Não Usado


Fuga Terra
Não Usado
Emperramento

– Avisos que Sub Carga


Falha por Temperatura (PTC separado)
Desbalanceamento de corrente
Falha de Comunicação
serão ativos Comunicação Congelada
Não Usado
Não Usado
Número de Partidas
Número de Horas em Funcionamento
Utilizando o RS Network - Configurando E3 Plus
• Parâmetro 28 = Corrente Nominal do Motor
em ampéres

• Parâmetro 59 Output Assembly define quais


as tabelas de saída que será trocada na
comunicação do relê = 105 (padrão Klabin
OTA)
Byte Bit 7 Bit 6 Bit 5 Bit 4 Bit 3 Bit 2 Bit 1 Bit 0
0 Remote Reset Out B Out A
Trip Falha
Utilizando o RS Network - Configurando E3 Plus
• Parâmetro 60 Input Assembly define quais as
tabelas de entradas que serão trocadas na
comunicação do relê = 100 (padrão Klabin
OTA)
Byte Word Parâmetro
s
0 0 Parâmetro 61 Byte Baixo
1 Parâmetro 61 Byte Alto
2 1 Parâmetro 62 Byte Baixo
3 Parâmetro 62 Byte Alto
4 2 Parâmetro 63 Byte Baixo
5 Parâmetro 63 Byte Alto
6 3 Parâmetro 64 Byte Baixo
7 Parâmetro 64 Byte Alto
Utilizando o RS Network - Configurando E3 Plus
• Parâmetro 61 é a primeira palavra a ser trocada na
fila DeviceNet = 21 (Status do dispositivo)
Bit 0 – Status Trip
Bit 1 – Status Warning
Bit 2 – Saída A Ligada
Bit 3 – Saída B Ligada
Bit 4 – Entrada Digital 1 acionada
Bit 5 – Entrada Digital 2 acionada
Bit 6 – Entrada Digital 3 acionada
Bit 7 – Entrada Digital 4 acionada
Bit 8 – Corrente no motor
Bit 9 – Fuga Terra

• Parâmetro 62 é a segunda palavra a ser trocada na


fila DeviceNet = 4 (Corrente média). Este parâmetro
é lido em Ampéres, e sua escala depende da faixa do
relê.
Utilizando o RS Network - Configurando E3 Plus

• Parâmetro 63 é a terceira palavra a ser


trocada na fila DeviceNet = 14 (Status Trip).
Bit 0 Trip de Teste
Bit 1 Sobre Carga
Bit 2 Perde de Fase
Bit 3 Fuga Terra
Bit 4 Travamento
Bit 5 Emperramento
Bit 6 Sub Carga
Bit 7 Falha por Temperatura
Bit 8 Desbalanceamento de corrente
Bit 9 Falha de Comunicação
Bit 10 Comunicação Congelada
Bit 11 Falha na Memória Volátil
Bit 12 Falha no Hardware
Bit 13 Not Used
Bit 14 Trip Remoto
Bit 15 Inicialização Inibida
Utilizando o RS Network - Configurando E3 Plus

• Parâmetro 64 é a quarta palavra a ser trocada


na fila DeviceNet = 15 (Status de Avisos).
Bit 0 Não usado
Bit 1 Sobre Carga
Bit 2 Não usado
Bit 3 Fuga Terra
Bit 4 Não usado
Bit 5 Emperramento
Bit 6 Sub Carga
Bit 7 Falha por Temperatura
Bit 8 Desbalanceamento de corrente
Bit 9 Falha de Comunicação
Bit 10 Comunicação Congelada
Bit 11 Não usado
Bit 12 Configuração em Falha
Bit 13 Número de Partidas
Bit 14 Número de horas em funcionamento
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 40 e 400

• Parâmetro 31 ao 35, são os dados do motor.


• Parâmetro 36, fonte de partida deve ficar em
CommPort
• Parâmetro 38, referência de velocidade deve
ficar em CommPort
• Parâmetro 39 e 40 são as rampas de
aceleração e desaceleração.
• Parâmetros 51 a 54 são as configurações das
entradas digitais (Observar projeto).
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 40 e 400

• A placa de comunicação utilizada pelo inversor


é a 22-Comm-D. Como padrão o inversor
disponibiliza na rede 4 bytes de saída (2
palavras) e 4 bytes de entrada (2 palavras).
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 40 e 400

• A primeira palavra de
entrada é a de status do
inversor, conforme a
tabela ao lado.

• A segunda palavra é a
velocidade atual do
inversor em Hz com
uma casa decimal.
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 40 e 400

• A primeira palavra de
saída do CLP e entrada
do inversor é a de
comando.

• A segunda palavra é a
velocidade, e é dada
em Hz com uma casa
decimal.
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 70 e 700

• Parâmetro 40 a 48,são os dados do motor.


• Parâmetro 54 a 55,são os dados do inversor.
• Parâmetro 80 a 82,são os dados de velocidade.
• Parâmetro 90, referência A de velocidade deve ser DPI Port 5 (DeviceNet)
• Parâmetro 91 e 92 são os limites de velocidade da referência A.
• Parâmetro 140 a 143 são as rampas de aceleração de desaceleração.
• Parâmetro 276 a 285 são as mascaras de controles, e tudo que for controlado por
DeviceNet deve estar com no mínimo a DPI Port 5 selecionada.
• Parâmetro 300 ao 307 são as entradas dos Data links. No inversor Power Flex 70 e
700, utiliza a placa de comunicação 20commd, e como padrão do inversor, são
trocados 4 bytes de saída e 4 bytes de entrada. Se quisermos mais dados do
inversor, é só a habilitar os Data links na quantidade desejada até mais 16 bytes.
• Parâmetro 310 a 317 são os Data links de saída.
• Parâmetros 361 a 366 são as configurações das entradas digitais. (Ver projeto
elétrico)
• Parâmetro 400, habilita a quantidade de Data links.
• Parâmetro 412, habilita quantos Data links de entrada serão acionados.
• Parâmetro 413, habilita quantos Data links de saída serão acionados.
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 70 e 700

• A placa de comunicação utilizada pelo inversor


é a 20-Comm-D. Como padrão o inversor
disponibiliza na rede 4 bytes de saída (2
palavras) e 4 bytes de entrada (2 palavras).
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 70 e 700

• A primeira palavra
de entrada do CLP
e saída do inversor
é o status do inversor.

• A segunda palavra é a
velocidade.
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 70 e 700

• A primeira palavra
de saída do CLP e
entrada do inversor
é o comando.

• A segunda palavra
é a velocidade.
Utilizando o RS Network - Configurando um Inversor
Power Flex 70 e 700

Para mandar e receber a velocidade a placa 20-Comm-D temos que fazer um


cálculo:

O parâmetro 55, por exemplo, esta em 130Hz e representa 100% da escala de


velocidade e o valor de 32767.
O parâmetro 82, por exemplo, esta em 60HZ e é a velocidade máxima do
motor, então tem que fazer uma regra de três, para saber a velocidade
que deve ser enviada e lida.
(Parâmetro 82 / Parâmetro 55) * 32767 = valor máximo

60 / 130 = 0,46
32767 * 0,46 = 15123
Ao mandar ou ler 15123, representa 60Hz.

Obs.: Na placa 20-Comm-D podemos habilitar os Data links para trocar mais
parâmetros na rede. Isto muda o número de Bytes trocados na rede e
deve ser configurado no Scanner corretamente.
Utilizando o RS Network - Configurando uma
chave de partida SMC-FLEX

• Parâmetro 44 a 46,são os dados do motor.


• Parâmetro 87, são as mascaras de lógicas e deve ser
habilitado o parâmetro bit 5 (DeviceNet).
• Parâmetro 88 a 103 são os Data links de entrada e
saída.
• Parâmetro 148 é habilitado a quantidade total de Data
link.
• Parâmetro 160 habilita a quantidade de Data link de
entrada.
• Parâmetro 1610 habilita a quantidade de Data link de
saída.
Utilizando o RS Network - Configurando uma
chave de partida SMC-FLEX

• A placa de comunicação utilizada pela chave é


a 20-Comm-D. Como padrão a chave
disponibiliza na rede 4 bytes de saída (2
palavras) e 4 bytes de entrada (2 palavras).
Utilizando o RS Network - Configurando uma
chave de partida SMC-FLEX

• A primeira palavra
de entrada do CLP
e saída da chave é
o status da chave.

• A segunda palavra
é a corrente em
ampéres.
Utilizando o RS Network - Configurando uma
chave de partida SMC-FLEX

• A primeira palavra
de saída do CLP e
entrada da chave
é o comando.

• A segunda palavra
não é utilizada.
• Utilizando o RSLinx

• Entrando Online no sistema

• Configuração de EDS

• Configuração do cartão no SLC500


Resolução de Problemas DeviceNet

• Status do Scanner

• Dicas para correção de problemas


DeviceNet
Dicas para correção de problemas DeviceNet

• A rede DeviceNet não funcionará corretamente se as


regras do projeto não são seguidas. Mesmo uma rede
que se pensava estar funcionando corretamente pode
começar apresentar um funcionamento anormal ou
anômalo devido a arquitetura incorreta do sistema. A
seguir estão algumas dicas para ajudar a localizar e
corrigir essas anormalidades.
• Verifique se todos os dispositivos na rede foram
certificados pela ODVA e realizar a verificação de
conformidade DeviceNet em sua placa de identificação.
Dicas para correção de problemas DeviceNet
Resistores de terminação:

• A resistência de terminação de 121 Ohms, 1%, 1/4W deve


ser ligado em cada extremidade do cabo tronco. Os
resistores devem ser ligados nos fios azul e branco do cabo
DeviceNet.
• A ligação da resistência pode ser verificado desligando a
alimentação DeviceNet e medir a resistência entre as linhas
CAN_H & CAN_L (fio Branco e fio Azul). Isto pode ser
medido com um multímetro. A leitura deve ser de
aproximadamente 60 Ohms.
• Muito Importante: A rede DeviceNet não funcionará
corretamente sem as resistências de terminação.
Resistores de terminação podem ser comprados a partir do
seu Distribuidor Allen-Bradley local usando o número da
peça 1485A-C2.
Dicas para correção de problemas DeviceNet
Aterramento de rede:

• O cabo DeviceNet deve ser aterrado em


apenas um local. Isto deve ser feito mais
próximo do centro da rede. Ligue a blindagem
de rede e fio dreno a um terra usando um
cabo# 8 AWG até um máximo de 3m (10 pés)
de comprimento. Também ligar o V-condutor
(fio preto) do cabo DC da fonte de
alimentação ao terra.
Dicas para correção de problemas DeviceNet
Fontes de Alimentação
• A DeviceNet requer 24VDC. Use uma fonte de alimentação nominal 24VDC (+ / - 1%).
Certifique-se que a fonte de alimentação tenha as devidas proteções exigidas.
• A DeviceNet requer uma fonte de alimentação que tenha um tempo de subida de menos de
250mS dentro de 5% da sua tensão de saída nominal. A alimentação deve ser dimensionada
corretamente para fornecer a cada dispositivo com a sua potência requerida.
• 1. A cabo tronco fino suporta 3 ampéres e a cabo tronco grosso suporta 8 ampères. No
entanto, na América do Norte a corrente é limitada a 4 ampéres. Múltiplas fontes de
alimentação pode ser instalado em uma rede DeviceNet, mas nenhuma seção do cabo deve
ter mais corrente que a classificação adequada. Uma observação importante é que ao colocar
as fontes de alimentação múltiplas em uma rede; quebrar o fio vermelho V + entre as fontes
de alimentação. Isto efetivamente isola as fontes de alimentação.
• 2. É comum ser um problema em redes DeviceNet que têm cabos tronco que são
extremamente longo e / ou com muitos dispositivos sobre eles, desenhando grandes
correntes em distâncias mais longas. A tensão sobre o cabo preto V- nunca pode ficar mais
de 4.65 volts de um ponto da rede para outra, pois problemas de comunicação podem
ocorrer. Em uma rede existente, a tensão entre o fio vermelho + V e o preto V- nunca pode
ficar abaixo de 15 volts. Se tivermos algum destes problemas deverá ser adicionando uma
fonte de alimentação adicional ou mover uma fonte de alimentação existente mais perto das
cargas mais pesadas.
• Importante: Recomenda-se que a fonte de alimentação DeviceNet só deve ser utilizado para
alimentar a rede DeviceNet. Quando são necessárias fontes de alimentação múltiplas, deve-
se interromper a conexão + V(fio vermelho) entre as fontes.
Dicas para correção de problemas DeviceNet
Tensões da Rede:

• A rede DeviceNet na realidade comunica com a comutação de tensão de


três fios que é dada entre CAN-H (fio branco) e CAN-L (fio azul) em
relação à linha de V-(fio preto). A variação do CAN-H deve ficar entre 2,5
VCC (estado recessivo) e 4,0 VCC (Estado dominante), enquanto a variação
CAN-L deve ficar entre 1,5 VDC (estado dominante) e 2,5 VDC (estado
recessivo).
• Sem um mestre de rede conectado à DeviceNet,o CAN-H e CAN L deve
estar entre 2,5 VDC e 3,0 VDC em relação à V-. (Estado recessivo).Deve-se
medir essas tensões direito no scanner SDN.
• Com um mestre de rede conectado e a rede esteja configurada em Polling,
o CAN-H para V- será de cerca de 3,2 VDC. O CAN-L para V- será de cerca
de 2,4 VDC.
• Se Can-H a V- e CAN-L a V- são muito baixos, menos de 2,5 Vdc e 2,0 Vdc,
respectivamente, o problema provavelmente está em um equipamento
ruim ou a fiação ruim. Para localizar um equipamento ruim deve-se
remover um nó de cada vez e fazer a medição até que fique dentro dos
range.
Dicas para correção de problemas DeviceNet
Arquitetura da Rede:

• Se possível determinar o layout real do caminho da rede. (Fazer um


esboço da rede)
• Verificar o número de nós
• Verificar o comprimento da rede acumulada
• Verificar comprimentos de rede individuais
• Verificar o comprimento da rede ramificado
• Verifique o local de terminação e medir os terminadores
• Verificar o comprimento e a bitola do cabo de alimentação
• Verificar se há somente um aterramento e se V- esta aterrado
• Verificar se há somente um V- para em toda a rede (Todos os V-
devem estar conectados)
• Verificar a fiação, observando se todas as conexões estão firmes, se
os cabos estão afastados de cabos de força etc.
Dicas para correção de problemas DeviceNet
Verifique os nós:

• Existe energia para a alimentação de 24Vcc.


• Analisar os códigos de exibição do scanner
para identificar os nós do problema.
• (Consulte o manual do SDN para uma
descrição destes códigos)
Dicas para correção de problemas DeviceNet
Em nós com problemas:
• VERDE piscando significa que o nó não está sendo encontrado pelo scanner.
• - Verifique se o nó está na lista de varredura
• - Verifique se o scanner não esta parado
• - Verifique se a conexão do cabo está correta

• Piscando em vermelho significa que não há comunicação
• - Verificar se há falta de energia em todos os nós
• - Verificar se todos os outros nós estão desligados
• - Verifique o nó e a taxa de transmissão

• Verifique no scanner, se um código 91 é exibida. Caso exista esta falha, desligar e ligar novamente a fonte da rede e
desconectar e conectar novamente a rede ao scanner.
• Se novamente a falha bus off persistira, o problema é uma combinação dos seguintes falhas:
• - nó com defeito
• - taxa de transmissão do nó diferente da rede
• - Topologia da rede com defeito
• -Alguma ligação da rede com defeito
• -Scanner danificado
• -Alguma fonte danificada ou gerando ruído
• -Aterramento ruim, gerando ruído
• -Cabos de força e ligações elétricas gerando ruído

• Se os problemas persistirem:
• -Verificação da arquitetura da rede
• -Verifique com o osciloscópio a quantidade de ruído na rede.
• Finalmente, se o problema persistir substituir o nó.