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O uso produtivo dos fatos históricos na produção textual.

 Ideias claras
 Interdisciplinaridade
 Não é uma aula de história dentro do texto.
 Mobilizar o conhecimento histórico de forma produtiva.
 Uma alusão histórica é muito útil ao atrelar-se ao tema proposto.
 Contexto social
 Contexto político
 Contexto econômico. HISTÓRIA É O FUTURO QUE
 Contextos S+P+E no tempo histórico. EU FAÇO COM O PASSADO
 Local + Regional + Nacional + Internacional QUE DOMINO.
 Uma frase para corroborar o que se diz.
 Alusão histórica na apresentação do texto.
 Fatos históricos na introdução, desenvolvimento ou na
conclusão.
 Fatos históricos quantitativos subsidiam argumentos.
 Problematizar a ideia.
 Comparar ideais.
 Conexão com outras disciplinas. Contexto histórico pertinente
as relações temáticas.
BRASIL REPÚBLICA – 22%
HISTÓRIA MODERNA – 19%
HISTÓRIA DO SÉCULO XX E ATUALIDADES –
18%
HISTÓRIA ANTIGA – 12%
BRASIL IMPÉRIO – 9%
CONCEITOS HISTÓRICOS E CULTURAIS – 8%
ANTIGA

Presente Medieval

Não
necessariamente.
Contempo Moderna
rânea
Qual o local em
que tempo?
Quais processos
geraram o
problema contido
no tema? Quem está envolvido?
Quais coletivos?
Não há tema desconectado
de ação humana, logo, de
ação histórica.
Não escreva 10 linhas
para uma alusão
histórica.

Bulling. Citações
Questões individuais. A alusão simples e
concatenadas
- Motivações endógenas. precisa ser com outras
Questões sociais. natural... unidades
- Preconceitos
curriculares.
- Padrões sociais
Questões políticas.
Apontar para um
- Leis e pressões governamentais. desfecho final.
- Fake News com indução. O fato conduz à
conclusão.
Citar um conceito
Citar um histórico com
pensamento com indicação do autor.
indicação do autor...

Citar uma ideia


contraditória de um
autor face a outro.
1. Relacione fatos entre dois tempos

2. Explique a 3. Argumente 4. Compare


relação o contexto realidades
conectiva. histórico. contraditórias.
Fato histórico.

Contextualização.

Sua tese pessoal.


 A estudante mato-grossense Thaís Fonseca Lopes
de Oliveira, de 18 anos, faz parte do pequeno
grupo que tirou a nota máxima na redação do Enem
2017.
 Foi a segunda vez consecutiva que ela alcançou os
1.000 pontos.
 Na mitologia grega, Sísifo foi condenado por Zeus a rolar uma enorme
pedra morro acima eternamente. Todos os dias, Sísifo atingia o topo do
rochedo, contudo era vencido pela exaustão, assim a pedra retornava à
base. Hodiernamente, esse mito assemelha-se à luta cotidiana dos
deficientes auditivos brasileiros, os quais buscam ultrapassar as
barreiras as quais os separam do direito à educação. Nesse contexto,
não há dúvidas de que a formação educacional de surdos é um desafio
no Brasil o qual ocorre, infelizmente, devido não só à negligência
governamental, mas também ao preconceito da sociedade.
 A Constituição cidadã de 1988 garante educação inclusiva de
qualidade aos deficientes, todavia o Poder Executivo não efetiva esse
direito. Consoante Aristóteles no livro “Ética a Nicômaco”, a política
serve para garantir a felicidade dos cidadãos, logo se verifica que esse
conceito encontra-se deturpado no Brasil à medida que a oferta não
apenas da educação inclusiva, como também da preparação de
número suficiente de professores especializados no cuidado com
surdos não está presente em todo o território nacional, fazendo os
direitos permanecerem no papel.
 Outrossim, o preconceito da sociedade ainda é um grande impasse à
permanência dos deficientes auditivos nas escolas. Tristemente, a
existência da discriminação contra surdos é reflexo da valorização dos
padrões criados pela consciência coletiva. No entanto, segundo o
pensador e ativista francês Michel Foucault, é preciso mostrar às
pessoas que elas são mais livres do que pensam para quebrar
pensamentos errôneos construídos em outros momentos históricos.
Assim uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para
transpor as barreiras à formação educacional de surdos.
 Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse
problema. Cabe ao Ministério da Educação criar um projeto para ser
desenvolvido nas escolas o qual promova palestras, apresentações
artísticas e atividades lúdicas a respeito do cotidiano e dos direitos dos
surdos – uma vez que ações culturais coletivas têm imenso poder
transformador – a fim de que a comunidade escolar e a sociedade no
geral – por conseguinte – conscientizem-se. Desse modo, a realidade
distanciar-se-á do mito grego e os Sísifos brasileiros vencerão o desafio
de Zeus.”
 A intolerância religiosa é um problema recorrente na história da
humanidade. Na Idade Média, por exemplo, os Tribunais do Santo
Ofício – também chamados de Inquisição – julgavam e
condenavam as pessoas que não acreditavam na religião católica.
Apesar de o Brasil ser um país laico, tem-se, atualmente, um
contexto análogo a essa situação: ainda persistem os casos de
discriminação e preconceitos sofridos por algumas religiões.
Sendo assim, encontrar caminhos para combater a intolerância
religiosa, no Brasil, é um desafio que precisa ser enfrentado pela
sociedade civil e pelo Estado. (Tema: Caminhos para combater a
intolerância religiosa no Brasil)
 O educador e filósofo brasileiro Paulo Freire afirmava que
“se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela
tampouco a sociedade muda”. Analisando o pensamento e
relacionando-o à realidade da educação no Brasil, percebe-
se a necessidade de um olhar mais atento para o
aprimoramento do sistema de ensino, considerando sua
importância para a promoção de uma sociedade mais crítica
e reflexiva, que, por consequência, tende a ser mais justa,
igualitária e humanizada. (Tema: Desafios da educação no
Brasil do século XXI)
 Nos anos 80, o Brasil se tornou o país
da imigração. Nesta década, também
chamada de perdida, registrou-se
inúmeros casos de brasileiros
que deixaram o país buscando
melhores condições de vida. Já no
século XXI, o processo se inverteu: o
país recebeu um significativo
contingente imigratório, com pessoas
vindo de vários países, principalmente
latino-americanos.
Introdução IDEIAS QUE SE APRESENTE IDEIAS OU
com alusão RELACIONEM COM A
TESE DESENVOLVIDA
FATOS – ATÉ
CONTRÁRIOS - PARA
histórica ao DE MANEIRA SUBSIDIAR O
tema. CONSISTENTE ARGUMENTO.

CONCLUSÃO QUE RELEIA O TEXTO.


RESUMA IDEIAS
APRESENTADAS NA EU FIZ A PROPOSTA
ARGUMENTAÇÃO CORRETAMENTE?
 História é o estudo do homem no tempo, logo, tudo que
envolve ação humana é um ato histórico.
 Que sua produção inspire o leitor a avançar no
desenvolvimento humano, pessoal e coletivo.
 O Senhor te abençoe e transborde em ti a sua graça e
poder.
 Um grande abraço, de seu amigo e intercessor, prof.
Eduardo T Gomes.