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MATEMÁTICA E QUÍMICA

Raul 2018
CONTEÚDOS

• Matemática
- Função e Equação Modular
- Função Quadrática
• Química
• Ácidos
• Oxido Redução
MÓDULO (OU VALOR ABSOLUTO) DE
UM NÚMERO

O módulo (ou valor absoluto) de um número real x, que se indica por |x|
é definido da seguinte maneira:
 x, se x  0
x 
 x, se x  0

Então:
 se x é positivo ou zero, | x | é igual ao próprio x.
Exemplos: | 2 | = 2 ; | 1/2 | = | 1/2 | ; | 15 | = 15

 se x é negativo, | x | é igual a -x.


Exemplos: | -2 | = -(-2) = 2 ; | -20 | = -(-20) = 20
O módulo de um número real é sempre positivo ou nulo. O módulo de um
número real nunca é negativo.
Representando geometricamente, o módulo de um número real x é igual a
distância do ponto que representa, na reta real, o número x ao ponto 0 de
origem. Assim:

->Se | x | < a (com a>0) significa que a distância entre x e a origem é menor que a,
isto é, x deve estar entre –a e a, ou seja, | x | < a  -a < x < a.

-> Se | x | > a (com a>0) significa que a distância entre x e a origem é maior que a,
isto é, deve estar à direita de a ou à esquerda de –a na reta real, ou seja: | x | > a  x
> a ou x < -a.
EQUAÇÕES MODULARES

Toda a equação que contiver a incógnita em um módulo num dos


membros será chamada equação modular.

• Exemplos:
a)| x2-5x | = 1
b) | x+8 | = | x2-3 |
Algumas equações modulares resolvidas:

1) Resolver a equação | x2-5x | = 6. 2) Resolver a equação | x-6 | = | 3-2x |.

Resolução: Temos que analisar dois casos: Resolução: Temos que analisar dois casos:
caso 1: x2-5x = 6 caso 1: x-6 = 3-2x
caso 2: x-6 = -(3-2x)
caso 2: x2-5x = -6

Resolvendo o caso 1:
Resolvendo o caso 1:
x2-5x-6 = 0 => x’=6 e x’’=-1. x-6 = 3-2x => x+2x = 3+6 => 3x=9 => x=3
Resolvendo o caso 2: Resolvendo o caso 2:
x2-5x+6 = 0 => x’=3 e x’’=2.
x-6 = -(3-2x) => x-2x = -3+6 => -x=3 => x=-3
Resposta: S={-1,2,3,6}
Resposta: S={-3,3}
INEQUAÇÕES MODULARES

Chamamos de inequações modulares as inequações nos quais aparecem módulos de


expressões que contém a incógnita.

Algumas inequações modulares resolvidas:

1) Resolver a inequação | -2x+6 | < 2.

 2  2 x  6 2 x  6  2
| - 2x  6 |  2   2  2 x  6  2     
 2 x  6  2  2 x  4
2 x  8 x  4
   
2 x  4 x  2

S = {x  IR | 2<x<4}
1) Dê o conjunto solução da inequação |x2-2x+3|  4.

Resolução:

|x2-2x+3|  4 => -4  x2-2x+3  4.

Então temos duais inequações (que devem ser satisfeitas ao mesmo tempo):

Eq.1: -4  x2-2x+3
Eq.2: x2-2x+3  4

Resolvendo a Eq.1:
-4  x2-2x+3 => -4-3  x2-2x => -7  x2-2x => x2-2x+7  0 => sem raízes reais

Resolvendo a Eq.2:
x2-2x+3  4 => x2-2x-1  0

 x'  1  2
Aplicando Bhaskara encontramo s as raízes 

 x' '  1  2
S  {x  IR | 1  2  x  1  2}
FUNÇÃO MODULAR

Chamamos de função modular a função f(x)=|x| definida por:

 x, se x  0
f ( x)  
 x, se x  0

Observe, então, que a função modular é uma função definida por duas sentenças.

 Determinação do domínio

Vamos determinar o domínio de algumas funções utilizando inequações modulares:


Exemplo 1: Determinar o domínio da função
1
f ( x) 
| x | 3

Resolução:

1
Sabemos que só é possível em IR se | x | 3  0.
| x | 3
Então : | x | 3  0  | x | 3  x  3 ou x  3
Resposta : D  {x  IR | x  3 ou x  3}
Exemplo 2: Determinar o domínio da função

f ( x)  2 | x 1 |

Resolução:

Sabemos que 2 | x  1 | só é possível em IR se 2 | x  1 | 0.


Então : 2 | x  1 | 0   | x  1 | 2  | x  1 | 2   2  x  1  2
 2  x 1  2   2  1  x  2  1  1  x  3
Resposta : D  {x  IR | 1  x  3}
GRÁFICO

Vamos construir o gráfico da função f(x)=|x|:

x y=f(x)
Gráfico da função f(x)=|x|:
-1 1

-2 2

0 0

1 1

2 2
FUNÇÃO QUADRÁTICA OU FUNÇÃO
DO 2º GRAU

É toda função da forma:

Onde:

é o termo independente
Na função abaixo determine o valor de:
, e :

=3
= -8
=4
O gráfico de uma função do 2º grau é uma
curva chamada PARÁBOLA.

VÉRTICE da
parábola
Em outras palavras:
para cima para baixo
(alegre) (triste)
a>0
a<0

Ponto de mínimo Ponto de máximo


Observe:
Intersecção
com o eixo oy Zeros da função

Vértice
Para encontrar os zeros da função,
resolvemos a equação do 2º grau usando
DELTA e BÁSKARA.
Para encontrar a intersecção com o eixo oy usamos:

Para encontrar as coordenadas do vértice usamos as fórmulas:


Ex: Observe a função abaixo e responda cada
alternativa:
Observe e responda:

b) Determine sua concavidade.

Como a=1 (a > 0) , sua concavidade será

voltada para cima.


Observe e responda:

c) Determine os zeros da função.

Resolvendo DELTA:
Resolvendo BÁSKARA:
Observe e responda:

d) Determine a intersecção com o eixo oy.

Como y = c , temos:
Observe e responda:

e) Determine as coordenadas do vértice.

Como , temos:
Observe e responda:

f) Construa o gráfico.

2 3
Observe: 1º) Como a parábola tem concavidade
voltada para baixo a é negativo.

2º) Os zeros da função são distintos


e negativos.

3º) A intersecção com o eixo y é


negativa.
Observe:
1º) Como a parábola tem concavidade
voltada para cima a é positivo.

2º) Os zeros da função são iguais e


positivo (um ponto).

3º) A intersecção com o eixo y é


positiva.
QUIMICA
TEORIA ÁCIDO-BASE DE ARRHENIUS (1884)

“Toda espécie química que, em contato com água, gera íons H+ é considerada um ácido.”

Exemplos:
“Toda espécie química que, em contato com água, gera íons OH- é considerada uma
base.”

Exemplos:

Problema: Todos os experimentos eram restritos ao meio aquoso.


Teoria ácido-base de Brønsted-Lowry (1923)

“Espécies químicas que são capazes de doar prótons (H+) são consideradas ácidos,
enquanto espécies químicas que recebem prótons são consideradas bases.”

Exemplo 1:

ácido conjugado base conjugada


da água do HF

Íon
hidrônio
Teoria ácido-base de Brønsted-Lowry (1923)

Exemplo 2:

Exercício: Montar as equações de ionização do ácido sulfúrico em meio aquoso e indicar o


ácido, a base e seus respectivos ácidos e bases conjugadas.
Teoria ácido-base de Brønsted-Lowry (1923)

Exemplo 2:
Meio não-aquoso!

ácido conjugado base conjugada


da amônia do ácido acético
Teoria ácido-base de Brønsted-Lowry (1923)

Resumindo:

“Quando uma espécie doa um próton, a espécie resultante se torna sua base conjugada.”

“Quando uma espécie recebe um próton, a espécie resultante se torna seu ácido
conjugado.”
Teoria ácido-base de Lewis (1923)

Fato importante: A idéias de Lewis foram publicas no mesmo ano da Teoria


de Brønsted-Lowry porém, apenas 10 anos depois se tornaram amplamente
aceitas pela comunidade cinetífica.

“Espécies químicas que são capazes de aceitar pares eletrônicos são


consideradas ácidos, enquanto espécies químicas que podem doar pares
eletrônicos são consideradas bases.”

Consegue explicar fenômenos onde não há tranferência de


espécies catiônicas ou aniônicas durante as reações químicas.
De maneira geral temos:

Exemplos:
Como identificar ácidos e bases de Lewis?

Ácidos de Lewis: Possuem um centro de caráter positivo (+) e orbitais vazios para acomodarem os
elétrons oriundos da base. Podem ou não estar carregadas positivamente.

Exemplos:

Bases de Lewis: São espécies que possuem pares eletrônicos não ligantes , ou seja, aptos a serem
aceitos por ácidos de Lewis. Não necessariamente estão carregadas negativamente (espécies
aniônicas).

Exemplos:
Ácidos de Lewis

Caso 1: Compostos com a camada de valência incompleta podem atuar como ácidos de Lewis.

Ex. Compostos planares de boro - 5B: [He] 2s2 2p1


Ácidos de Lewis

Caso 2: Cátions metálicos podem aceitar pares eletrônicos para gerar


compostos de coordenação (íons complexos).

Ex. Formação de cátions complexos


Força ácida e força básica:

 Podem ser avaliadas em termos de eletronegatividade e/ou densidade


eletrônica () dos átomos doadores (bases) e receptores (ácidos) nas
espécies em questão:
“A força ácida de Lewis de uma espécie é aumentada quando a
densidade eletrônica do átomo receptor é reduzida.”

Ex.1: Sejam os compostos de boro e os seguintes halogênios:

Eletronegatividade
F 3,98
Cl 3,16
Br 2,96

Logo a força ácida de Lewis é:

BF3 > BCl3 > BBr3


Força ácida e força básica:

Ex.2: Avaliação da força ácida em íons metálicos do grupo 1:

“Espécies de menor raio iônico


tem suas cargas concentradas no
espaço, logo são melhores
ácidos de Lewis.”

Raio iônico / raio atômico


Atividades:

1. Identificar dentre os seguintes pares qual é o composto mais ácido:

(a) [Fe(OH2)6]2+ e [Fe(OH2)6]3+

(b) [Al(OH2)6]3+ e [Ga(OH2)6]3+

2. Organizar em ordem de basicidade os seguintes compostos:

3. Organizar em ordem de acidez os seguintes óxidos:

Al2O3, B2O3, BaO, CO2, Cl2O7, SO3


OXIRREDUÇÃO

Como definição temos:

● Oxidação é a perda de elétrons;

● Redução é o ganho de elétrons.

● Reações de Oxirredução é quando há transferência de elétrons.


Observando a estrutura da matéria, as reações de oxidação e redução envolvem a transferência de elétrons
entre os átomos.
Contudo, sabe-se que a oxidação e a redução ocorrem juntas na mesma reação química (1).

Como exemplo deste fenômeno temos:


O Magnésio (Mg) sofrendo oxidação (perdendo 2 elétrons) e o Oxigênio (O) sofrendo redução
(ganhando 2 elétrons).

Mg ++O =

O
Mg
Outro exemplo é introduzirmos um fio de zinco (Zn) em uma solução aquosa
de sulfato de cobre (CuSO4).
Verificamos, após certo tempo, que ocorre a formação de um depósito de
cobre e que a solução aos poucos, vai deixando de ser azul, que é
característica dos íons Cu2+.

Zn(s) + Cu 2+(aq)  Zn2+(aq) + Cu(s)


Podemos representar a reação pela seguinte equação
química:
Zn(s) + Cu+2(aq) → Zn+2 (aq) + Cu(s)
Assim, temos as seguintes semirreações:
● Semirreação de oxidação:

Zn(s) → Zn+2(aq)+ 2 elétrons


● Semirreação de redução:

Cu+2(aq) + 2 elétrons → Cu(s)


1ª regra: O Nox de cada átomo em uma substância
simples é sempre zero.

Neste caso, como os átomos apresentam a mesma


eletronegatividade, numa eventual quebra da ligação,
nenhum perde ou ganha elétrons.

Exemplos: O2, O3, P4, S8, Cgraf, Cdiam

2ª regra: O Nox de um íon monoatômico é sempre igual


à sua própria carga.

K+ Ba2+ F– N3–
Nox: +1 +2 –1 –3
3ª regra: Existem elementos que apresentam Nox fixo
em seus compostos.

Metais Alcalinos (1A) Nox = + 1 Exemplo: K2SO4.


(Li, Na, K, Rb Cs e Fr) Nox = + 1

Metais Alcalinos-terrosos (2A) Nox = + 2 Exemplo: CaO.


(Be, Mg, Ca, Sr, Ba e Ra) Nox = + 2

Zn (zinco) Nox = + 2 Exemplo: ZnSO4.


Nox = + 2

Ag (prata) Nox = + 1 Exemplo: AgCℓ.


Nox = + 1

Al (alumínio) Nox = + 3 Exemplo: Aℓ2O3.


Nox = + 3
4ª regra: O Nox do elemento hidrogênio (H), nas
substâncias compostas, é geralmente +1.

HBr H2SO4 C6H12O6


Nox: +1 +1 +1

Quando o hidrogênio estiver ligado a metal, formando


hidretos metálicos, seu Nox é -1 .

NaH CaH2
Nox: –1 –1
5ª regra: O Nox do elemento oxigênio (O), na maioria
dos seus compostos, é -2.
CO H2O H2SO4 C6H12O6
Nox: –2 –2 –2 –2
No composto fluoreto de oxigênio (OF2), como o flúor é
mais eletronegativo, o Nox do oxigênio é + 2:
OF2
Nox: +2
Nos peróxidos (O2)2–, o Nox do oxigênio é -1.
H2O2 Na2O2
Nox: +1 -1 +1 -1
+2 -2 +2 -2

Soma dos Nox: Zero Zero


6ª regra: Os halogênios apresentam Nox = - 1, quando
formam compostos binários (2 elementos), nos quais
são mais eletronegativos .

HCl MnBr2 CF4


Nox = –1 –1 –1

7ª regra: A soma dos Nox de todos os átomos


constituintes de um composto iônico ou molecular é
sempre zero.
NaCl HCl CaO CO

Nox: +1 - 1 +1 - 1 +2 - 2 +2 - 2

Soma dos Nox: Zero Zero Zero Zero


Variação do Nox nas Reações de Óxido-redução
Observando o exemplo da reação entre o cobre (Cu) e a
solução aquosa de nitrato de prata (AgNO3) e
associando-o ao conceito de Nox, temos:

● semirreação em que ocorre perda de elétrons é


denominada reação de oxidação.
● semirreação em que ocorre ganho de elétrons é
denominada reação de redução.

Cu Cu2+ + 2e- 2Ag+ + 2e- 2 Ag

Perda de e- Ganho de e-
Nox 0 +2 +1
0
Oxidação Redução
Aumento do Nox Diminuição do Nox
Com isso, temos:

-O cobre (Cu) sofre oxidação e é denominado agente


redutor, pois, ao ceder elétrons aos íons prata (Ag+),
provoca sua redução.

- Os íons prata (Ag+) sofrem redução e agem como


agente oxidante, pois, ao receberem elétrons do cobre
(Cu), provocam sua oxidação.

Cu: perde elétrons Sofre oxidação Agente redutor

Ag+: ganha elétrons Sofre redução Agente Oxidante


PILHA DE DANIELL
Esta pilha baseia-se na seguinte reação:
Zn + CuSO4 Cu + ZnSO4
ou, na forma iônica

Zn + Cu2+ Cu + Zn2+
**

ELÉTRONS

DANIELL percebeu que estes elétrons poderiam


ser transferidos do Zn para os íons Cu2+
por um fio condutor externo e que este
movimento produzia uma
E isto seria possível montando um esquema do tipo representado a seguir:

ELÉTRONS ELÉTRONS
Voltímetro

ÂNIONS CÁTIONS
Zn Cu

PONTE SALINA

Zn2+ Cu2+

Zn2+ Cu2+ Cu2+


Zn2+ Zn2+ Cu2+
REPRESENTAÇÃO DE UMA PILHA

Uma pilha, segundo a IUPAC,


deve ser representada da seguinte forma:

Para a pilha de DANIELL


0
M100 x+
M12+ M22+y+ M20
Zn Zn Cu Cu

POLONEGATIVO
POLO NEGATIVO POLOPOSITIVO
POLO POSITIVO
OXIDAÇÃO
OXIDAÇÃO REDUÇÃO
REDUÇÃO
ÂNODO
ÂNODO CÁTODO
CÁTODO
Observando a pilha abaixo, responda:
Co Co2+ Au3+ Au

a) Quais as semirreações?

Co – 2 e - Co2+ semirreação de oxidação

Au3+ + 3 e - Au semirreação de redução

b) Qual a reação global?

3 Co 2e -
– 6 3 Co2+

3 e-
2 Au3+ + 6 2 Au

3 Co + 2 Au3+ 3 Co2+ + 2 Au (reação global)


Co Co2+ Au3+ Au
c) Quem sofre oxidação? Co

d) Quem sofre redução? Au3+

e) Qual o eletrodo positivo ou cátodo? Au

f) Qual o eletrodo negativo ou ânodo? Co

g) Que eletrodo será gasto? Co

h) Qual dos eletrodos terá a sua massa aumentada? Au


Oxidante E0 (V) Redutor
F2 +2.87 F-
S2 +2.10 SO42-
MnO4- +1.69 MnO2
MnO4- +1.51 Mn2+
Au3+ +1.50 Au
PbO2 +1.45 Pb2+
Cl2 (aq) +1.39 Cl-
Cr2O72- +1.33 Cr3+
O2 (g) +1.23 H2O
Br2 +1.07 Br-
NO3- +0.96 NO(g)
Ag+ +0.80 Ag
Fe3+ +0.77 Fe2+
I2 (aq) +0.62 I-
Cu2+ +0.34 Cu
CH3CHO +0.19 CH3CH2OH
SO42- +0.17 SO2
S4O62- +0.09 S2O32-
H3O+ 0.00 H2 (g)
CH3CO2H -0.12 CH3CHO
Pb2+ -0.13 Pb
Sn2+ -0.14 Sn
Ni2+ -0.23 Ni
Cd2+ -0.40 Cd
Fe2+ -0.44 Fe
Zn2+ -0.76 Zn
Al3+ -1.66 Al
Mg2+ -2.37 Mg
K+ -2.92 K
Li+ -3.02 Li
01) As seguintes semicelas são usadas para montar uma pilha:

Considerando os potenciais de semicela:


Zn Ag Zn 2+
(aq) + 2e –  Zn (s) E = – 0,76 V
Ag +
(aq) + 1e –  Ag (s) E = + 0,80 V

Zn2+ Ag+
Ag+
Zn2+ Ag+
Zn2+ Zn2+ Ag+

i) Calcule o valor do ∆E0 para essa pilha


Zn (s)  Zn 2+
(aq) + 2e – E = + 0,76 V
2
AgAg
+ +
(aq)+ +1 2
(aq) ee– –Ag
2 Ag
(s) (s) E = + 0,80 V

Zn (s) + 2 Ag +
(aq)  Zn 2+
(aq) + 2 Ag (s) ∆E = + 1,56 V
02) Conhecendo as seguintes semirreações e os seus potenciais
padrão de redução abaixo, determine a “ d.d.p “ da pilha formada
pelos eletrodos indicados:
Sn2+ + 2e – Sn E° = – 0,14 V
Ag1+ + 1e – Ag E° = + 0,80 V

a) + 0,54 V.
O potencial de redução da prata
b) + 0,66 V.
é maior que o do estanho
c) + 1,46 V.
d) + 0,94 V. A prata sofre redução e o estanho sofre oxidação
e) + 1,74 V.
2 Ag1+ + 2
1e – 2 Ag E° = + 0,80 V

Sn Sn2+ + 2e –
E° = + 0,14 V
∆E = + 0,94 V
03) Considere as seguintes semirreações e os potenciais
normais de redução:

Ni 2+ + 2 e– Ni E 0 = – 0,25 V

Au 3+ + 3 e– Au E 0 = + 1,50 V

O potencial da pilha formada pela junção dessas duas


semirreações é:

a) + 1,25 V.
2 Au 3+ +3
6e – 2 Au E 0 = + 1,50 V
b) – 1,25 V.
c) + 1,75 V. 3 Ni 3 Ni 2+ + 2
6 e– E 0 = + 0,25 V

d) – 1,75 V.
2 Au 3+ + 3 Ni  2 Au + 3 Ni +2 ∆E 0 = + 1,75 V
e) + 3,75 V.
BALANCEAMENTO DE OXIRREDUÇÃO

A substância que contém o elemento que ...


 ... perdeu elétrons, aumentou o Nox, é o REDUTOR.

 ... ganhou elétrons, diminuiu o Nox, é o OXIDANTE.

oxigênio (O) diminuiu o Nox = redução.


O2 é o OXIDANTE

+4 zero +6 –2

2 SO2(g) + O2 (g)  2 SO3(g)

Enxofre (S) aumentou o Nox = Oxidação.


SO2 é o REDUTOR
Para facilitar o balanceamento podemos seguir algumas regras:
REDUÇÃO Mn : Δ = (+7) – (+2) = 5
+1 +7 – 2 +1 – 1 +1– 1 +2 – 1 +1 – 2 0
2 KMnO4 + 16 HCl  2 KCl + 2 MnCl2 + 8 H2O + 5 Cl2
OXIDAÇÃO Cl : Δ = 0 – (– 1) = 1

a) Descobrir todos os elementos que sofreram oxidação e redução, isto é,


é, mudaram o número de oxidação
b) Calculemos agora as variações de Nox desses elementos, que chamaremos
de (delta). Criamos então dois ramais; o de oxidação e o de redução
c) Multiplicamos a variação do Nox do elemento, na substância escolhida, pela
sua atomicidade. Teremos, neste caso, a variação total do Nox.
Cl2 Ramal de oxidação: Δt = 1 x 2 = 2 5 Cl2

KMnO4 Ramal de redução: Δt = 5 x 1 = 5 2 KMnO4

d) Dar a inversão dos resultados para determinar os coeficientes.


4 Ag(s) + 2 H2S(g) + O2(g)  2 Ag2S(s) + 2 H2O(v)

Como chegaremos a estes coeficientes estequiométricos?

Redução:(Δ = 0 – (– 2) = 2

0 0 +1 –2
4 Ag(s) + 2 H2S(g) + 1 O2(g)  2 Ag2S(s) + 2 H2O(v)

Oxidação: (Δ = 1 – 0 = 1)

Ag2S Ramal de oxidação: Δt = 1 x 2 = 2 ou 1 2 Ag2S

O2 Ramal de redução: Δt = 2 x 2 = 4 ou 2 1 O2

Dar a inversão dos resultados para determinar os coeficientes.


Exercícios de fixação do conteúdo:

01) Na equação representativa de uma reação de oxirredução:

Ni + Cu 2+  Ni2 + + Cu

a) o íon Cu2+ é o oxidante porque ele é oxidado.


b) o íon Cu2+ é o redutor porque ele é reduzido.
c) o Ni é redutor porque ele é oxidado.
d) o Ni é o oxidante porque ele é oxidado.
e) o Ni é o oxidante e o íon Cu2+ é o redutor.
02) (UVA – CE) Na obtenção do ferro metálico a partir da hematita,
uma das reações que ocorre nos altos fornos é:
“Fe2O3 + 3 CO  2 Fe + 3 CO2”

Pela equação, pode-se afirmar que o agente redutor e o número


de oxidação do metal reagente são, respectivamente:

+3 –2 + 2– 2 0 +4 – 2
a) CO2 e zero.
Fe2O3 + 3 CO  2 Fe + 3 CO2
b) CO e + 3.
c) Fe2O3 e + 3. Redução
d) Fe e – 2. OXIDANTE
Oxidação
e) Fe e zero.
REDUTOR