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Salvamento em Elevador

O elevador é um conjunto de equipamentos


com acionamento eletrônico ou hidráulico,
destinado a realizar transporte vertical de
passageiros ou cargas entre os pavimentos
de uma edificação. Consiste basicamente de
uma cabine suspensa por meio de cabos de
aço que correm sobre uma polia de tração
adequada e sobre trilhos acionados por um
motor. Na outra extremidade, cabos de aço
que sustentam um contrapeso.
Após ter sido acionado para atender a uma
ocorrência envolvendo elevador, o chefe de
guarnição, já no local, inicia a face de
reconhecimento observando os seguintes
dados:
*número de pavimentos da edificação(andares );
*localização da casa de máquinas;
*marca do elevador;
*empresa ou firma responsável pela manutenção
do elevador;
*localização exata da cabine;
*números de vítimas
*desligar a energia que alimenta o sistema;
*utilizar sempre materiais e equipamentos de iluminação
no local;
*solicitar sempre que possível, a empresa responsável
pela manutenção do sistema;
*sempre isolar o local e fazer a sinalização adequada;
*durante a operação, deixar sempre um socorrista
próximo ou dentro da cabine, junto às vítimas; com esse
procedimento, tornar-se-á difícil ocorrer o pânico entre
as referidas vítimas;
*após o término da operação, manter o sistema desligado,
fechar e manter isolado o local, informa ao sindicato ou
zelador que o equipamento só poderá voltar a funcionar
após manutenção adequada realizada pela empresa
responsável e devidamente autorizada.
Grande número de elevadores possui
dispositivos junto a portaria que, quando
acionado, faz com que os elevadores desçam
para o pavimento térreo, abram sua porta e lá
permaneça. Isso permite que, em caso de
incêndio, o elevador não seja mais utilizado e
as pessoas que nele se encontram, saíam em
segurança.
Quando o elevador não dispõe deste sistema, o
bombeiro pode chamar o elevador para o
térreo e colocar um obstáculo para manter as
portas da cabine e do pavimento abertas.
Em um incêndio, o comportamento mais
frequente é a tensão nervosa ou estresse, e a
reação de medo e que foge ao controle
racional, ou seja, o pânico. Normalmente, as
pessoas demoram a reagir diante de uma
situação de Incêndio, como se estivessem
paralisadas nos primeiros minutos, não
acreditando que estejam sendo envolvidas
numa situação de risco grave.
Conforme relatos de pessoas envolvidas, dentro
das torres, nos pavimentos dos impactos das
aeronaves e acima, a temperatura é insuportável,
a fumaça densa, a pouca visibilidade e a
dificuldade de respirar tornaram penosa a busca
pela única saída existente, na Torre Norte, do
World Trade Center-WTC.
Os meios de escape devem ser constituídos por
rotas seguras que proporcionam às pessoas
escapar em caso de incêndio, de qualquer ponto
de edificação e um lugar seguro, fora da
edificação, sem assistência exterior.
Pessoas do lado de fora do prédio, informando
que o fogo havia acabado, e que não saltassem,
encontrando morte certa, mesmo assim, várias
pularam.
A maioria dos especialistas em segurança
contra incêndio não recomenda o resgate aéreo
como rota vitável em um edifício ato durante
um incêndio, O uso de helicópteros deve
ocorrer em último caso e sob condições muito
específicas.
Pessoas que saíram do incêndio das torres gêmeas, do
WTC. Relataram que houve uma demora, em torno de
seis minutos, para iniciarem a reação, tanto desligado
seus computadores, pegar seus objetos pessoais,
telefonaram em vez de se dirigirem para as saídas de
emergência. Em geral, o ser humano reage
lentamente a uma emergência. Isso é agravado em
caso de casas noturnas, nas quais são acrescentados
os efeitos do álcool, drogas, luzes fortes intermitentes
e som alto.
A maioria das pessoas que sobrevivem às situações de
emergência não é a mais jovial e forte, mas a que está
mais consciente e preparada de como agir nessas
 Conceito geral

O salvamento veicular consiste em


localizar, acessar, extrair, estabilizar
e transportar vitimas que estejam
presas as ferragens de um veiculo
acidentados .
 1°- veículo com um abjeto ou outro
veículo;
 2°-vítima não contida com partes do
veículo;
 3°- os órgãos internos colidem uns
com os outros ou com a parede da
cavidade que os contem.
 Colisão contra postes com risco de queda de
fiação, transformador e o próprio poste;
 Colisão contra edificações com risco de queda
de estrutura;
 Vazamento de combustível líquido ou gasoso;
 Veículos transportando produtos perigosos;
 Veículos com risco de queda em depressões;
 Veículos ocupados por marginais.
 O plano de operação consiste de 4 fases do
ciclo operacional.

 1°- PRONTIDÃO

 *Pessoal;
 *Material;
 *Técnicas;
 *Planejamento Prévio.
 2°-ACIONAMENTO

 *Recebimento da chamada;
 *Obtenção de informação necessárias;
 *Despacho de recursos;
 *Orientações preliminares ao solicitante.
 3°-RESPOSTA

 *Fase onde são implementadas as rotinas do


resgate.

 4°-FINALIZAÇÃO

 *Medidas necessárias para o retorno da equipe.


 É ação de:
 Localizar- Chegar até o local; a procura de
vítimas dentro de veículos e identificar a
situação, próximo aos veículos acidentados.
 Acessar- É a utilização das técnicas de
desencarceramento, é chegar até a vitima
deixado-a livre de ferragens.
 Estabilizar- é o emprego de técnicas de
atendimento pré-hopitalar, e a sua extração do
interior do veiculo.
 Transportar- É a condução rápida de uma
vitima até o hospital que tenha condições de
antende-la de acordo com os traumas
presentes.
 É retirar do cárcere, que no caso é o
veiculo. São as ações empregadas
para se conseguir o espaço
suficiente para avaliar a vitima, o
acesso necessário para sua
retirada empregando-se sempre a
regra de tirar as ferragens da
vitima e nunca a vitima das
ferragens.
 É a retirada da vitima do interior do veiculo,
após a vitima estar desencarcerada,
empregando-se as técnicas de resgate( APH ),
utilizando-se todas as imobilizações
adequadas. De acordo com a gravidade da
vitima ou situação de risco do local, poderá
ser empregado uma extração rápida.
 EPI: Capa, calça de proteção, capacete com
viseira abaixada ou com óculos de proteção,
bota cano longo, cinto alemão com
machadinha, três pares de luvas de
procedimento por baixo da luva de vaqueta.
 Deverão ser adotadas algumas medidas para
proteção da guarnição tais como:

 Matérias de primeiros socorros;


 Desligamento de bateria;
 Sacola de proteção de ferragens;
 O Cmt da Guarnição deverá,durante a
aproximação do veículo, fazer a vistoria
interna e, durante todo atendimento verificar
a segurança de cada bombeiro da guarnição.
 Extintor de PQS de 12 kg ou uma linha de
mangurira pressurizada;

 Viatura posicionada em diagonal


protegendo a área de atendimento, com
sinais luminosos ligados e sinalizados por
cones.
 Cobertores:

 Sacolas de proteção de ferragens;

 Guarnição no local.
 As operações em galerias são atividades
consideradas perigosas, pois por sua natureza
expõem o homem a um trabalho de risco
acentuado em que os bombeiros estão em
contato constante.
 Um espaço confinado é qualquer área não
projetada para ocupação contínua de pessoas,
a qual tem meios limitados de entrada e saída
e na qual a ventilação existente é insuficiente
para remover contaminantes perigosos e/ou
deficiências ou enriquecimento de oxigênio
que possam existir ou se
desenvolver.(NBR14787).
 Busca
 Resgate
 Estruturas
 Colapsadas
 Busca e resgate em estruturas
colapsadas.
 RESULTADO DE UM EVENTO ADVERSO,
NATURAL OU PROVOCADO PELO HOMEM.

 TIPOS DE DESASTRES:

 DESLIZAMENTO DE TERRA;
 ALAGAMENTO OU INUNDAÇÃO;
 TORNADOS OU FURACÕES;
 COLAPSOS ESTRUTURAIS.
 É O TRANSBODAMENTO DAS ÀGUAS,
ATINGUINDO AS ÀREAS MARGINAIS.

ALAGAMENTO
É O ACUMULO DE ÀGUA NOS PERIMETROS
URBANOS, POR PROBLEMAS DE DRENAGEM.
 É O ACUMULO TEMPORÁRIO DO NIVEL D’AGUA
NO CANAL DE DRENAGEM, ATINGINDO A COTA
MAXIMA, PORÉM NÃO TRANSBORDA.

 CARACTERISTICA:

 SÃO MAIS FREQUENTES EM RIOS DE ZONAS


MONTANHOSAS, CHAMADAS VALES.
 DE NEMOS PROPORÇÃO, VENTOS MAIS
RÁPIDOS.

FURACÕES
DE GRANDE PROPORÇÃO, POREM VENTOS MAIS
LENTOS.

CARACTERISTICAS: INUNDAÇÕES, MAR REVOLTO,


COLAPSOS ESTRUTURAIS, ENTRE OUTROS.
 FENÔMENO NATURAL OU PROVOCADO PELO
HOMEM, QUE RESULTA EM DANOS DE UMA
EDIFICAÇÃO, PRODUZINDO SUA DESTRUIÇÃO
PARCIAL OU TOTAL.

 CARACTERISTICAS: RACHADURAS,
TRINCAS OU FISSURAS, ENTRE
OUTROS.
 FENÔMENO PROVOCADO PELO
ESCORREGAMENTO DE MATERIAL SÓLIDO,
COMO SOLO, ROCHA E VEGETAÇÃO.
CARACTERISTICAS:
*NÚMERO ELEVADO DE VÍTIMAS FATAIS E NÃO
FATAIS;
*OCORRE COM MAIOR FREQUENCIA EM
POPULAÇÃO CARENTE;
*ENORME PREJUIZO MATERIAL;
*EM ÉPOCA DE CHUVAS FREQUENTES, SÃO MAIS
COMUNS AS OCORRÊCIAS.