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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA UESB -

CAMPUS DE JEQUIÉ
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS – DCB

PÓS-GRADUAÇÃO “LATO SENSU” EM ECOLOGIA


ÊNFASE EM ECOSSISTEMAS DO SEMI-ÁRIDO BAIANO

MÓDULO X
DISCIPLINA: GERENCIAMENTO DE BACIAS
HIDROGRÁFICAS

LUCIO ALBERTO PEREIRA

Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento
GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

 Problemas ambientais e econômicos:


>Falta de um planejamento baseado no
conhecimento das dinâmicas ambiental e
socioeconômica.
>O planejamento do uso do solo baseadas em
critérios econômicos clássicos têm falhado por não
reconhecer o conflito entre as metas de
desenvolvimento e a capacidade de suporte dos
ecossistemas. Essa falha pode ser verificada, por
exemplo, nos altos custos envolvidos na
recuperação dos recursos naturais, como água,
Ministério da Agricultura,
solo, ar, etc Pecuária e Abastecimento
GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

 É necessário que:
Discuta a questão ambiental conhecendo as
especificidades locais, identificando e avaliando
os diferentes componentes naturais, suas relações
e a dinâmica social.
Isso é necessário para para formulação de uma
política de desenvolvimento, sadia e eficiente,
indicando as melhores alternativas de uso, afim
de que se ofereçam bases ao uso racional dos
ecossistemas, além de uma ação preventiva,
baseada numa ocupação planejada e sustentável.
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Pecuária e Abastecimento
GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

O Brasil é, historicamente um país agrícola, mais de


400 anos de sociedade rural (primeiros trabalhos
anos 40).

Somente nos últimos 50 anos é que desenvolveu-se


nossa sociedade industrial e como conseqüência o
aumento da concentração urbana. A partir daí o
conceito de Bacia Hidrográfica, como unidade
espacial, começou a ser utilizado de forma mais
ampla

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Pecuária e Abastecimento
GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

As abordagens de planejamento e gerenciamento que


utilizam a bacia hidrográfica evoluíram bastante, pois
suas as características biogeofísicas apresentam
sistemas ecológicos e hidrológicos relativamente
coesos.
No início, o processo de gerenciamento e planejamento
visavam basicamente à solução de problemas
relacionados à água, com prioridade para controle
de inundações, para a irrigação, a navegação ou para
o abastecimento público e industrial.

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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

Com o aumento da demanda, surgiu a necessidade


de incorporar aspectos relacionados aos vários
usos da água para atender a estruturas de
múltiplos usuários que, na maioria das vezes,
competem pelo mesmo recurso.

Essa abordagem mais complexa busca solucionar


conflitos entre os usuários e dimensionar a
qualidade e a quantidade de recursos e as
responsabilidades sobre tais recursos.

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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO
-Gestão de Bacia Hidrográfica está inserida num
contexto mais amplo de Gestão Recursos Naturais
e Gestão Ambiental.
A água por estar presente na maioria das interações
ambientais, pode ser considerada como
integralizadora das condições do meio ambiente.
Em geral, a situação da água num curso d'água vai
indicar a situação ambiental, já que a maior parte
dos desequilíbrios ambientais (poluição,
degradação do solo, desmatamento, chuvas
ácidas,etc) vão se refletir nas condições da
água.
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

Ao se gerenciar a água, é indiretamente


obrigado a gerenciar vários processos
ambientais e a planejar o espaço territorial.

A BH é a unidade territorial mais adequada para


gestão ambiental integrada que tenha por objetivo
final práticas sustentáveis, tanto sob os aspectos
ambientais (uso dos recursos naturais) e sociais
(condições de vida) quanto aspectos econômicos e
de crescimento (progresso).

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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA

1 - INTRODUÇÃO

A adoção do conceito de BH para a conservação


de recursos naturais está relacionada à
possibilidade de avaliar, em uma determinada
área geográfica, o seu potencial de
desenvolvimento e a sua produtividade
biológica, determinando as melhores formas
de aproveitamento dos mesmos, com o
mínimo impacto ambiental.

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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

Na prática, a utilização do conceito de BH


consiste na determinação de um espaço físico
funcional, sobre o qual devem ser
desenvolvidos mecanismos de gerenciamento
ambiental na perspectiva do desenvolvimento
ambientalmente sustentável (utilização e
conservação de recursos naturais).

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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

Neste sentido, as abordagens metodológicas


utilizadas para estudar e gerenciar o espaço
físico, compreendido pela BH, devem estar
relacionadas às teorias e modelos que
possam explicar, predizer e organizar
adequadamente as informações úteis ao
processo de gestão ambiental.

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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO

Gestão Ambiental pode ser definida


“Uma atividade voltada para formulação de
princípios e diretrizes, estruturação de sistemas
gerenciais e à tomada de decisões, tendo por
objetivo final promover, de forma coordenada, o
inventário, uso, proteção, conservação e
monitoramento dos recursos naturais e sócio-
econômicos em um determinado espaço
geográfico, com vistas ao desenvolvimento
sustentável (BRASÍLIA, 1995).
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
1 - INTRODUÇÃO
É sinônimo de Manejo Ambiental: (Glossário de Ecologia)
Manejo, que é definido como a aplicação de programas de
utilização dos ecossistemas, naturais ou artificiais,
baseadas em teorias ecológicas sólidas, de modo que
mantenha da melhor forma possível as comunidades
vegetais e/ou animais como fontes úteis de produtos
biológicos para o homem e, também como fonte de
conhecimento científico e de lazer. A orientação de tais
programas deve garantir que os valores intrínsecos das
áreas naturais não sejam alterados para o uso das
gerações futuras. O manejo correto exige primeiro o
conhecimento profundo do ecossistema para o qual ele
é aplicado.
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
2 - A Bacia Hidrográfica como Unidade de
Análise e de Gestão Ambiental
A pesar das reconhecidas vantagens, como unidade de análise
e gerenciamento, existem algumas desvantagens.
Distinção entre "unidade de análise" e "unidade de
gerenciamento”.
Gerir uma BH não significa submeter ou restringir a análise
apenas às determinações da realidade interna. Há uma
multiplicidade de relações internas e externas à BH que
deve ser computada na análise, sem que isso implique em
contradição com o recorte adotado para gestão.
Deste equívoco provêm amplas discussões e demandas que
tentam reduzir todo tipo de base de dados e análise
exclusivamente à BH.
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
2 - A Bacia Hidrográfica como Unidade de
Análise e de Gestão Ambiental
Neste contexto, a adoção da BH como unidade de
gerenciamento representa uma estratégia cuja
perspectiva mais ampla consiste em agregar valor à
busca pelo Desenvolvimento Sustentável, para atingir
três metas básicas:
(1) o desenvolvimento econômico;
(2) a eqüidade social, econômica e ambiental, e
(3) a sustentabilidade ambiental
O Desenvolvimento Sustentável é uma meta a longo
prazo para a humanidade, que apenas estará
consolidada quando a conservação com
desenvolvimento for uma regra para todos.
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
2 - A Bacia Hidrográfica como Unidade de
Análise e de Gestão Ambiental
Em síntese, o uso da BH é mais eficaz
porque:
(i) no âmbito local, é mais factível a
aplicação de uma abordagem que
compatibilize o desenvolvimento
econômico e social com a proteção dos
ecossistemas naturais, considerando as
interdependências com as esferas
globais;
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
2 - A Bacia Hidrográfica como Unidade de
Análise e de Gestão Ambiental
(ii) o gerenciamento da BH permite a
democratização das decisões, congregando
as autoridades, os planejadores e os usuários
(privados e públicos) bem como os
representantes da comunidade (associações
sócio-profissionais, de proteção ambiental, de
moradores etc.), e

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2 - A Bacia Hidrográfica como Unidade de
Análise e de Gestão Ambiental
(iii) Permite a obtenção do equilíbrio financeiro pela
combinação dos investimentos públicos
(geralmente fragmentários e insuficientes, pois o
custo das medidas para conservação dos recursos
hídricos é alto) e a aplicação dos princípios
usuário-pagador e poluidor-pagador, segundo os
quais os usuários pagam taxas proporcionais aos
usos, estabelecendo-se, assim, diversas
categorias de usuários.

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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

POLÍTICA AMBIENTAL: que é um conjunto de,


princípios doutrinários que conformam as
aspirações sociais e/ou governamentais relativas à
regulamentação ou modificação no uso, controle e
proteção do ambiente;

GERENCIAMENTO AMBIENTAL: que é o conjunto de


ações destinado a regular uso, controle e proteção
ambiental, em conformidade com os princípios
estabelecidos na política ambiental, tendo como
resultado dessas ações o modelo de
gerenciamento ambiental, entendido como a
configuração legal e administrativa adotada;
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA
3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

PLANEJAMENTO AMBIENTAL: que é um estudo


prospectivo que busca adequar o uso, controle e
proteção ambiental e avaliar a situação corrente de
acordo com os princípios expressos na política
ambiental, através da coordenação,
compatibilização, articulação e implementação de
projetos de intervenções estruturais e não-
estruturais, incluindo a harmonização da oferta e
demanda dos recursos ambientais;

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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

SISTEMA DE GERENCIAMENTO AMBIENTAL: que


é um conjunto de organismos e instituições
estabelecidos com o objetivo de executar a política
ambiental através do modelo de gerenciamento
ambienta! adotado e tendo por instrumento o
planejamento ambiental

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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

É necessária uma abordagem integrada desses usos,


uma vez que, pela interdependência dos
componentes dos ecossistemas, os fenômenos
ambientais são interligados. (Exemplos)

Diferenças entre países desenvolvidos e em


desenvolvimento

-No caso do Brasil segue duas vertentes

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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

De um lado, os problemas das áreas urbanas,


provenientes das grandes concentrações
populacionais e da industrialização, que são
tipicamente problemas ligados à poluição,
destacando-se os aspectos ambientais qualitativos.
De outro, os problemas das áreas ainda pouco
exploradas ou exploradas de maneira
desordenada, cujos problemas se referem
principalmente à degradação dos recursos naturais
ou à sua utilização pouco otimizada, se tornando
mais relevantes e conflituosos seus aspectos
quantitativos, além dos qualitativos.
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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

-As abordagens desses dois aspectos são


diferenciadas.
.Áreas urbanas: correções de danos
.Áreas pouco exploradas:o modelo de
utilização ainda está em aberto.
-Dessa forma, a gestão ambiental engloba
três níveis fundamentais de ação:
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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

1-Recuperação e controle do meio


ambiente
.Instrumentos utilizados nesse nível
de ação são as auditorias ambientais.
.Dependendo do grau de degradação
prioriza-se a recuperação do
ecossistema.

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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

2-Avaliação e controle da degradação


futura
.Conservar e melhorar os existentes
.Evitar ou controlar efeitos negativos
.Avaliação de impactos: desde o nível
de planos de governo até o nível de
projetos de empreendimentos
.Considera a capacidade de suporte e
de absorção dos rejeitos da atividade.
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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL

3-Planejamento Ambiental
.Planejar intervenções
.Obedece critérios qualitativos e
quantitativos
Para atingir os objetivos desejados
são utilizados instrumentos não-
estruturais e estruturais
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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL
3.1- Gestão de RN inserida na Gestão Ambiental

Critérios de ótima de utilização:


1 -Ecológicos (produção máxima
sustentável e capacidade de suporte),
2 -Econômicos (rendimento econômico
máximo) e
3 - Sociais (máximo benefício social),
O peso que se dá a cada um é dependente do
principal objetivo que se quer atingir
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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL
3.1- Gestão de RN inserida na Gestão Ambiental

Quantitativamente, a gestão de recursos


naturais pode se dar sob duas óticas:
.Gestão da oferta (sócio-econômico)
.Gestão da Demanda (Contexto físico
do ecossistema)

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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL
3.2- Instrumentos para Gestão Ambiental

Além das análises de custo-benefício dos


empreendimentos são utilizados tb:
1-Instrumentos de Comando e Controle: o
poder público estabelece padrões; monitora;
aplica sanções e penalidades, via legislação e
normas.
-Nesse caso, os agentes não tem escolha.
(mais detalhes)

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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL
3.2- Instrumentos para Gestão Ambiental

2 -Instrumentos econômicos utilizam-se de


mecanismos de mercado, que vão
traduzir, via preços e custos, a escassez
dos recursos ou os danos decorrentes
do processo em questão.
.Aqui os agentes tem escolhas

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3.2- Instrumentos para Gestão Ambiental

Comparando os dois:
-Instrumentos de Comando e Controle são
mais efetivos na coerção (ação legal) de
efeitos deletérios que excedam os
padrões ambientais desejados,
-Instrumentos Econômicos visam
influenciar na taxa de utilização do
recurso ambiental.
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3.2- Instrumentos para Gestão Ambiental

Brasil, desde a edição da Lei no 6.938


começou a dispor de um aparato legal
voltado para a gestão ambiental,
apoiado basicamente em instrumentos
de comando e controle.
Essa lei permite também a aplicação de
instrumentos econômicos para recuperar
ou indenizar danos.
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3.3- Instrumentos Comando e Controle

Problemas relacionado à aplicação


desses instrumentos:
.Recursos p/ agencias ambientais
.Fragilidade no sistema de penalidades
.Complexidade das Leis
.Falta de coordenação entre agências e
instâncias governamentais
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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL
3.3- Instrumentos Comando e Controle
Instrumentos previstos na PNMA
1)Estabelecimento de Padrões Ambientais
.De qualidade e de emissão
Os padrões podem traduzir uma situação
existente que deve ser preservada (em geral no
caso de ambientes ainda inexplorados) ou
ainda metas a serem atingidas num programa
de recuperação
São previstas sanções
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3.3- Instrumentos Comando e Controle

2)Zoneamento ecológico-econômico e
zoneamento ambiental
.Zoneamento do uso do solo
.Com base nas potencialidades
naturais
.Respeitando critérios econômicos e
ecológicos
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3.3- Instrumentos Comando e Controle

3) Licenciamentos e avaliação de
impactos ambientais

.Eia
. RIMA

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3.3- Instrumentos Comando e Controle

4) Penalidades
. Sanções legais

5)Auditoria Ambiental
.Garantir a viabilidade, adequação e
integração da atividade com meio
ambiente
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3 – PRINCÍPIOS DE GESTÃO AMBIENTAL
3.3- Instrumentos Comando e Controle

6)Outorga de direito de uso


. especifica a quantidade possível de
ser utilizada e a finalidade

7)Regulamentação de uso
.Controle do uso e transporte de
equipamentos, de substâncias
perigosas, etc.
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3.3- Instrumentos Comando e Controle

Bacia hidrográfica constitui, portanto, a célula de um


programa integrado, cujas ações devem
contemplar interesses e necessidades das
comunidades nelas inseridas.
Pressupõe a combinação de esforços, na solução de
problemas comuns em termos de melhoria da
produtividade, da renda e do bem estar, ao lado
da conservação do meio ambiente e da
preservação dos recursos naturais não
renováveis.
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GERENCIAMENTO DE BACIA HIDROGRÁFICA

ECOLOGIA DE RIOS

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