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Regulamentação

aplicável a atividades de
animação turistica em
contextos específicos
Atividades exercidas em áreas protegidas

 Decreto regulamentar nº 18/99, de 27.08 (alterado pelo decreto


regulamentar nº17/2003, de 10.10).
 Regula a animação ambiental nas modalidades de animação.
 Interpretação ambiental e desporto de natureza nas áreas
protegidas.
 Bem como o processo de licenciamento das iniciativas e projetos
de atividades.
 Serviços e instalações de animação ambiental.
Atividade maritima – turistica.

Decreto – lei 21/2000, de 31 de Janeiro


(Alterado pelo decreto – lei nº269/03, de 28 de
Outubro).
Que a prova o regulamento de atividade
maritima – turistica.
Instalações desportivas
 Decreto– lei nº317/97, de 25 de novembro, que estabelece
o regime de instalações e funcionamento das instalações
desportivas de uso público.
 Decreto– lei nº385/99, de 28 de Setembro, que define o
regime da responsabilidade técnica pelas instalações
desportivas abertas ao público e atividades aí
desenvolvidas.
Atividade termal

Decreto – lei nº 142/2004, de 11 de Junho, que


aprove o regime juridico da atividade termal
Codigo de conduta das empresas de
turismo de natureza

 Responssabilidade empresarial.

 As empresas organizadoras de atividades de turismo de natureza:

 1 – são responssaveis pelo comportamento dos seus clientes no


decurso das atividades de turismo de natureza, cabendo-lhe
garantir a traves da informação fornecida no início da atividade e
do acompanhamento do grupo com boas praticas ambientais.
2 – Sempre que os seus programas tenham lugar dentro de
áreas protegidas, devem cumprimento as condicionantes
expressas nas respetivas cartas vde desporto de natureza,
numiadamente no que respeita as atividades permitidas,
cargas, locais e epocas do ano aconcelhadas para a sua
realização.

3 – Devem respeitar a propriedade privada, pedindo


autorização aos proprietarios para a travessia ou
utilização das suas propriedades. Certificando-se de que
todas as recomendações são cumpridas no que respeita
à abertura e fecho de cancelas.
4– na conceção das suas as tividades devem certificar-se
de que a sua realização no terreno respeita integralmente
os habitantes locais, os seus modos de vida, tradições,
bens e recursos.

 5)Devem assegurar que os técnicos responsáveis pelo


acompanhamento de grupos em espaços naturais têm a
adequada formação e perfil para o desempenho desta
função, quer ao nível da informação sobre os recursos
naturais e os princípios da sua conservação, quer ao nível
da gestão e animação de grupos;
 6)São corresponsáveis pela salvaguarda e proteção dos
recursos naturais devendo, quando operam nas áreas
protegidas e outros espaços naturais, informar o ICNB, I. P., ou
outras autoridades com responsabilidades na proteção do
ambiente, sobre todas as situações anómalas detetadas
nestes espaços.

 7) São agentes diretos da sustentabilidade das áreas


protegidas e outros espaços com valores naturais devendo,
sempre que possível, utilizar e promover os serviços, cultura e
produtos locais.

 8)Devem atuar com cortesia para com outros visitantes e


grupos que se encontrem nos mesmos locais, permitindo que
todos possam desfrutar do património natural.
Em todas as atividades de turismo de natureza:

 1) Devem ser evitados ruídos e perturbação da vida selvagem, especialmente em locais de


abrigo e reprodução;

 2) A observação da fauna deve fazer -se à distância e, de preferência, com binóculos ou


outro equipamento ótico apropriado;

 3) Não devem ser deixados alimentos no campo, nem fornecidos alimentos aos animais
selvagens;

 4) Não devem recolher -se animais, plantas, cogumelos ou amostras geológicas;


 5) Quando forem encontrados animais selvagens feridos estes devem, sempre que possível,
ser recolhidos e entregues ao ICNB, I. P., ou ao Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente
da Guarda Nacional Republicana (SEPNA), ou a situação reportada aos referidos organismos,
para encaminhamento para centros de recuperação ou outros locais de acolhimento
adequados;

 6) Os acidentes ou transgressões ambientais detetados devem ser prontamente comunicados


ao serviço SOS Ambiente e Território, ao ICNB, I. P., ou ao SEPNA;

 7) O lixo e resíduos produzidos devem ser recolhidos e depositados nos locais apropriados;

 8) Só deverá fazer -se lume nos locais autorizados para o efeito;

 9) Seja qual for a natureza da atividade, todas as deslocações que lhe são inerentes devem
utilizar caminhos e veredas existentes;

 10) A sinalização deve ser respeitada.


Código de conduta do turista

 As atividades de desporto de natureza podem ter impacto ao nível


ambiental, danificando a curto, médio ou longo prazo os locais
utilizados.

 O grau de impacte ambiental depende, principalmente, do modo


e número de vezes que se realizam, do lugar, da época, da
dimensão do grupo e da sua conduta. Reduzi-lo é da
responsabilidade de cada praticante e dos organizadores que as
desenham, publicitam e guiam.
 Todos devemos contribuir para garantir que o ar, a água, o solo, a paisagem,
a fauna e a flora sejam defendidos e conservados. Listamos alguns exemplos
de ações lesivas:

 No meio aquático: a contaminação das águas por perdas de óleos,


carburantes ou detergentes das embarcações a motor;

 No meio aéreo: interferência com os habitats de aves, em particular em


período de nidificação, devido a práticas descuidadas de parapente e asa
delta.

 No meio terrestre: alterações erosivas em pistas e trilhos de serras ou


montanhas; desvio de pequenos cursos de água; recolha de plantas, rochas
ou fósseis; atropelamento de animais pelos praticantes de BTT, escaladores
em rocha natural, caminhadas.
 De forma a evitar impactos negativos, de uma maneira geral, o
comportamento do turista deve focar-se em:
 Procurar informação sobre a cultura e as tradições do país visitado.
 Aprender e respeitar os aspetos culturais e naturais das áreas de acolhimento;
 Viajar sensibilizado para os aspetos ambientais e culturais locais, evitando
comportamentos desapropriados;
 Evitar a compra e uso de produtos e serviços que possam pôr em perigo os
aspetos ecológicos e culturais locais;
 Efetuar viagens de reduzido impacto e cumprir a regulamentação ambiental;
 Apoiar atividades de conservação dos recursos, que exijam assistência nas
áreas de destino.
 Na preparação da bagagem, reduzir o máximo possível as embalagens, levar
creme solar que não se dissolva em água, para não prejudicar a fauna e flora
marinhas, assim como sabão biodegradável para não contaminar a água do
país anfitrião.
 Nas reservas florestais e áreas preservadas evita assustar ou alimentar os animais selvagens.

 Resistir ainda à tentação de cortar flores nas regiões protegidas e esforçar-se para não as
pisar em jardins.

 Não acampar em áreas que não forem reservadas para o efeito.

 Utilizar carros ou qualquer outro meio de transporte apenas onde for permitido.

 Preferencialmente, optar por meios de transportes alternativos e mais saudáveis como a


bicicleta ou andar a pé.

 Utilizar a água e a energia de modo responsável. Tomar banhos curtos, desligar a torneira
para escovar os dentes e desligar a luz, ao sair de um quarto de hotel, são regras válidas em
qualquer lugar do planeta. Evitar também o uso do ar condicionado.
Este trabalho foi realizado por: