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CENTRO UNIVERSITÁRIO JOÃO PESSOA – UNIPÊ

CURSO: ENGENHARIA CIVIL


COMPONENTE: ESTRUTURAS METÁLICAS E DE MADEIRA
TURMA: P8 - B
PROFESSOR: SANDRO VALÉRIO DE SOUZA CABRAL
GRUPO: EDVALDO LACERDA DE SOUZA FILHO
GABRYELLE VIEIRA EVARISTO
LARA KAROLYNNE PEREIRA LEITE
VITÓRIA DE ANDRADE DA SILVA

DURABILIDADE DO AÇO
INTRODUÇÃO À CORROSÃO DOS
AÇOS ESTRUTURAIS
Como se dá a corrosão

CORROSÃO OXIDAÇÃO REDUÇÃO


Formas de proteção das estruturas
metálicas
Pintura

Princípios básicos:

PREPARAÇÃO DA
SUPERFÍCIE

LIXAMENTO MANUAL OU
JATEAMENTO ABRASIVO APLICAÇÃO DA TINTA
AUTOMÁTICO
Carepa de Laminação
 Galvanização
A QUALIFICAÇÃO DA
AGRESSIVIDADE AMBIENTAL
Classificação da corrosividade de uma
atmosfera
Classificação dos Ambientes Segundo
a ISO 12944-2

 C1 Muito baixa agressividade

 C2 Baixa agressividade

 C3 Media agressividade

 C4 Alta agressividade

 C5-I Muito alta agressividade (industrial)

 C5-M Muito alta agressividade (marinha)


Classificação dos Ambientes Segundo
o Índice de Deterioração de Brooks
O Mapa de Corrosividade
Iberoamericano – Projeto MICAT2
ESCOLHA DE UM SISTEMA
ADEQUADO DE PROTEÇÃO POR
PINTURA
 Qual tratamento prévio será possível e qual será a condição do substrato antes

da pintura?

 Como o ambiente ao redor da estrutura mudara ao longo do tempo? A que

tipo de danos mecânicos e químicos o sistema de proteção estará exposto?

 Quais são as condições de aplicação e secagem/endurecimento da tinta,

particularmente

 temperatura e umidade?

 Quais são os custos iniciais e de manutenção, ao longo da Vida Útil de Projeto

(VUP)?
GALVANIZAÇÃO POR IMERSÃO A
QUENTE COMO PROTEÇÃO DO
AÇO ESTRUTURAL
Introdução
Pintura de revestimentos galvanizados
por imersão a quente

Fosfatização

Métodos reconhecidos para o


Jateamento abrasivo
pré-tratamento da pintura

Intemperismo
CONTROLE DA CORROSÃO
ATRAVÉS DO DETALHAMENTO
Acessibilidade
Geometria
Princípios da corrosão galvânica

Para que a corrosão galvânica ocorra, três condições devem ser satisfeitas
simultaneamente

 1. Duas ou mais ligas metálicas que apresentem diferentes potenciais de corrosão

(ou, potenciais eletroquímicos) devem ser conectadas;

 2. A conexão deve ser tal que permita o fluxo de elétrons entre as ligas;

 3. As ligas metálicas, conectadas “eletricamente”, devem ser banhadas por uma

mesma solução condutora de íons – o eletrólito.


Fatores relevantes ao desenvolvimento
da corrosão galvânica
Resistividade do eletrólito

A resistividade é inversamente proporcional à quantidade de sais


dissolvidos em solução. Ambientes mais poluídos levam a eletrólitos de
menor resistividade, e vice-versa.
Duração do umedecimento
O tempo de exposição à determinada umidade e a resistividade do eletrólito são
muito dependentes das condições locais. Em ambientes marinhos, industriais ou
internos às piscinas cobertas, p.ex., a probabilidade da ocorrência da corrosão
galvânica é significativamente maior que em condições mais brandas, como
aquelas observadas nos ambientes rurais ou mesmo de cidades médias a grandes.
Recomendações para evitar a
corrosão galvânica.

Encapsulamento, com massa Utilize selante além da junta. Isto garantirá


epóxi. proteção no par galvânico.

Exemplo de proteção de par galvânico. A chapa dobrada (ou cantoneira) é


superdimensionada, e o par está protegido por pintura até uma distância segura
(aprox. 5 cm)
Soldagem

 Evite cordões de solda intermitentes

ou descontínuos. Eles podem reter

pós diversos, água, etc. O eletrólito

retido não será rapidamente

eliminado, propiciando o ataque;

 A solda deve ser feita com

qualidade e permitir a

acessibilidade.
Superfície
Contornos arredondados são preferíveis aos cantos-vivos, pois permitem a
uniformidade do sistema de proteção. Por conta da tensão superficial da tinta, as
arestas receberão uma camada de tinta menos espessa do que aquela
depositada sobre as superfícies planas. O revestimento aplicado sobre os cantos-
vivos apresentam, além disso, menor resistência aos danos mecânicos. Assim,
recomenda-se que os cantos-vivos sejam arredondados ou chanfrados.
Produtos destinados à galvanização a
quente
O detalhamento dos componentes destinados à galvanização por
imersão a quente deve considerar que, ao longo do processo de
aplicação do revestimento, vários líquidos deverão entrar e sair livremente
pelo conjunto. Os líquidos incluem agentes desengraxantes, ácidos,
fluxantes e o próprio banho de zinco.
Conclusão

A durabilidade de uma estrutura está, como visto, intimamente ligada à


escolha (e aplicação) adequada de um sistema de proteção (pintura,
galvanização, proteção catódica, etc.), sua correta aplicação e também
do detalhamento de projeto. É função do projetista reconhecer o nível de
agressividade do ambiente particular onde a estrutura será exposta, sem o
qual ele não poderá especificar a proteção adequada.
Obrigada pela Atenção!