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Sistemas

Sistemas estruturais:
estruturais: coberturas
Arquitetura

Manter a forma e
as funções Projeto de estrutura
arquitetônicas metálica

Detalhamento Montagem
Projeto básico p/fabricação

Escritório de Empresas fabricantes e


cálculo estrutural montadoras
Arquitetura Projeto de
Projeto Básico
Instalações

Definição do Análise da
sistema estrutural estrutura
Desenhos de
projeto

Pré-dimensionamento Dimensionamento

Memória de cálculo

Lista de materiais
• Classificação quanto a forma

•Coberturas planas – (horizontais/inclinadas)


•Coberturas curvas
•Coberturas em shed
• Classificação quanto ao sistema portante

Pórtico simples Pórticos múltiplos


• Classificação quanto ao sistema portante

Pórticos principais e anexos


• Classificação quanto ao sistema portante

Estaiadas Estruturas em cabos

Estruturas espaciais
• Seções transversais usuais
• Cobertura em Shed
B
Corte A-A

A A

Corte B-B

Shed com face vertical Shed com faces inclinadas Shed com face curva
• Cobertura em Shed – Viga mestra

Viga Treliçada Viga Vierendeel

Viga Armada
• Cobertura em Shed – trave
• Cobertura em Shed – trave
• Cobertura em arco

Vencem Grandes Vãos


Características
Baixo consumo de material

Esforços de Flexão Esforços Axiais

Aproveitamento Máximo
da Seção
• Cobertura em arco
terças
correntes
Contraventamento
horizontal

Longarinas
fechamento

bases Contraventamento
pilares vertical
•Pilares
Concreto

Alma Cheia Seção


Seção Constante
Seção Variável
Treliçada

Rotulado
Esquema
estático
engastado
•Pilares
Hpilar Hpilar
d
Alma Cheia 30 20

Hpilar Hpilar
b
Treliçados 20 10
•Viga principal
Coletar as ações das terças e transmitir aos pilares, com os pilares formar o
sistema vertical principal (pórticos principais)

Em Alma Cheia Treliçada

L > 15m Menor custo de


fabricação
Treliças Alma Cheia
Mais Leves Manutenção mais fácil
•Viga principal

Flexível/Rotulado
Vínculo com
pilar
Rígido /engastado
•Viga principal em treliça

HT
HE

Vão Vão
 HT  0  H E  2000 mm
15 8

Ângulo de inclinação: de 5º a 15º


•Viga principal em treliça
Banzos Paralelos
•Viga principal em treliça
Tesouras
•Viga principal em treliça
Parabólicas
•Viga principal em alma cheia

Vão Vão
h
50 70

Ângulo de inclinação: de 5º a 15º


•Pórtico principal

Distância entre pórticos (DL): 5 a 12m (direção longitudinal)

Distância usuais (DL): 5 a 7m (com terças em alma cheia)


• Terças

Servir de apoio as telhas / contribuir na estabilidade

Elementos submetidos a flexão composta


Comportamento estrutural
• Terças

Fy
Flexão composta
F Fx

Para a < 10o Pode-se admitir flexão simples


(sem decompor o carregamento)

Biapoiada ( mais usual)


Esquema estático contínua
com mão francesa
• Terças Esquema estático

mãos francesas
 
As mãos francesas podem ser utilizadas para travar
o banzo inferior da treliça
Espaçamento entre terças
Depende do tipo de telha e vão
Valores usuais: 1500 mm a 2500mm
• Terças Espaçamento entre terças
Depende do tipo de telha e vão

Valores usuais: 1500 mm a 2500mm


Tipos de terças:
Alma cheia: para vãos até 8m
Seções I , Z , U e U enrijecido
Pré-dimensionamento: h = /40 @  /60

Treliçadas: para vão superiores a 8m


Pré-dimensionamento: h= /10 @  /15
Auxilia na montagem
Linhas de corrente: Reduz comprimento para FLT
redução de vão flexão composta
Tirante rígido
cantoneiras

Tirante flexível
barras redonda

Fy

F Fx

Linhas de corrente:
Terças

TR1 TR2 TR3 TR4

Típico
Longarinas / Travessas
Fechamento lateral e frontal
Ações gravitacionais (pp e sc)
Ações devidas ao vento

Elementos submetidos a flexão composta


Mesmas recomendações para terças
Longarinas / Travessas
Pilares de fechamento
Esquema Estático
• Contraventamento
Funções:Garantir a estabilidade da estrutura para as ações horizontais

Contraventamento
Horizontal

Contraventamento
vertical

Ações horizontais

Seções: Cantoneiras, barras redondas, perfis tipo U e perfis tipo I


É preferível trabalhar apenas com contraventamentos tracionado
• Contraventamento – comportamento

Horizontal Vertical
• Contraventamento – comportamento

Horizontal Vertical
• Contraventamento – comportamento

Horizontal Vertical
• Contraventamento – Horizontal
Contraventamento no plano das terças Reações da ação do vento

vento

Contraventamento horizontal
Inserir contraventamento: 1 a cada 5 tramos barra redonda - cantoneiras
• Contraventamento – Horizontal
Contraventamento no plano das terças

Treliça do
Contravamentamento
Treliça Contraventamento
• Contraventamento – Vertical Escora de beiral
vento

Contraventamento em X Reações para ação do vento

T T

T T
Dimensionamento somente a tração – barras com elevada esbeltez
• Contraventamento – Vertical
• Travamento no banzo inferior

No Plano

Travamento lateral

Travamento lateral
Fora do Plano
• Travamento no banzo inferior

Linha de terça

Barra redonda

Barra redonda Barra rígida


LEGENDA

M-1
M-2
Sistemas estruturais: Edifícios
Estrutura – sistema 3D – trajetórias para as cargas

Coletar e distribuir carregamentos


horizontais e verticais

Destino final: fundações

Subsistemas planos
Divisão intelectual para facilitar a compreensão
e análise de estruturas complexas
Vertical e horizontal
Elevação lateral
planta

Subsistema horizontal
Lajes e vigamentos
Ações verticais
Vinculação com pilares –
comportamento do subsistema
Elevação frontal vertical
Todas os eixos com ligações rotuladas

Subsistema VERTICAL
Contraventado
Todos os eixos com ligações rígidas formando pórticos

Seção
planta
transversal

Ações atuantes divididas proporcionalmente a rigidez de cada pórtico


Admiti-se deslocamento de corpo rígido no plano de cada pavimento
Laje como diafragma rígido

contraventamento no plano das vigas


Não é necessário nem conveniente criar pórticos em todo os eixos
Mais caras
Ligações rígidas Maior dificuldade de execução
Vigas mistas continuas ou semicontinuas

Pórticos nas Pórticos nas


extremidades extremidades

Subsistema vertical

Ações horizontais

Sistema aporticado
Ou quadro rígido
Subsistema vertical – outras opções

Todas a ligações rotuladas Criar núcleo de rigidez

Subsistema VERTICAL
Núcleo rígido
Subsistema vertical – outras opções

Todas a ligações rotuladas Criar núcleo de rigidez

Subsistema VERTICAL
Parede de cisalhamento
Estabilidade lateral
Ações
horizontais
Rigidez para
deslocamentos
Subsistem horizontais
a vertical

Ações Horizontais

Fundações
Reações de apoio
Sistema de
contraventamento
1Sistema aporticado

2 Sistema contraventado

3Parede de contraventamento

4 Núcleo rígido

5 Sistemas mistos
1 Sistema aporticado
Ações
horizontais

Pórticos
Lig. rígidas

Reações de apoio
1 Sistema aporticado: Características

 Ligações mais complexas e caras


 Não interfere na arquitetura
 Melhor estabilidade na montagem

Até 30 pavimentos
2 Sistema contraventado
Ações
horizontais

Subsistema
vertical

Reações de apoio
2 Sistema contraventado: Características

 Ligações mais simples


 Estruturas mais econômicas
 Pode interferir na arquitetura

Até 40 pavimentos
3 Parede de contraventamento (cisalhamento)
Ligações aço-concreto
Compatibilizar construção de
concreto com a fabricação da
estrutura de aço
 Pode interferir na arquitetura
4 Núcleo rígido

De 20 a 40
pavimentos
4 Núcleo rígido: Características
Concentra a rigidez em um região pequena
 Pode ser utilizado regiões de escada e elevadores
Compatibilizar execução do núcleo e fabricação da
estrutura de aço
Núcleo rígido de concreto ou de aço
A transferência das ações horizontais até o núcleo é
feita pela laje
Ligações mais simples nos demais elementos
A localização do núcleo rígido interfere na resposta
global da estrutura
4 Núcleo rígido: Características
Escolha do sistema de contraventamento

Pode-se adotar mais de um tipo de sistema de


contraventamento em uma mesma estrutura.

A escolha deve ser baseada em:


1 – Tipo e altura da edificação
2 – Possibilidade de interferência com a arquitetura
3 – Magnitude das ações horizontais
4 – facilitar as ligações (fabricação e montagem)
Coletar ações verticais

Distribuir para os pilares e


deste para as fundações

Distribuir ações horizontais para


os subsistemas verticais

Diafragma rígido
Partes constituintes
 Laje
 Vigas
 Contraventamento horizontal
 Laje convencional moldada in loco
 Lajes treliçadas
 Pré-laje
 Lajes pré-fabricadas
 Lajes com forma de aço incorporada
 Pavimentos mistos aço-concreto
 Painéis de madeira
Tipos de lajes
 Vigas de alma cheia
 Vigas treliçadas
 Vigas colméia
 Vigas vierendeel
 Vigas mistas aço-concreto
Alma cheia

Viga colméia
Viga vierendeel
Viga treliçada
Vigas mistas aço-concreto
Vigas mistas aço-concreto
Arranjos comuns de pavimento
v1 v1 v
1

v2
v2

v1 v1 v1

v1 v1

v2
v2

v1 v1

v1
v1

Viga V2 mais carregada Viga V2 menos carregada


Deve se garantir que a laje tenha rigidez
suficiente para trabalhar como diafragma rígido

Contraventamento no plano das vigas caso a


laje não seja (ou não possa ser) considerada
diafragma rígido
Estrutura tubular

• Tubo Oco Vierendeel

• Tubo Oco Treliçado

• Tubo Celular
Tubo Oco Vierendeel
Paredes Externas

Malha de Vigas e Pilares


Ligações Rígidas

Pilares Internos

Ações Gravitacionais

Indicado até 50 Pavimentos


Tubo Oco Treliçado
Paredes Externas

Malha Densa de Diagonais

Melhor Efeito de Tubo

Desvantagens
Grande número de ligações

Difícil fixação das vigas


Tubo Oco Treliçado

Melhoria dos Sistemas Anteriores

Redução do Número de Ligações

Bom Efeito de Tubo


Tubo Celular

Princípio Básico

Inserção de Diafragmas

Alma de viga em balanço

Formação de Células
• Núcleo garante estabilidade lateral
• Pisos suportados por tirantes
•Fundação única sob o núcleo
•Usados em edifícios de 10 a 15 pav.
(limite: def. nos tirantes)
•Técnicas especiais de execução do
núcleo compatíveis com rapidez do aço
Quadrado Em Cruz Retangular
Duplo
Trapézio
•Treliças da altura do pé direito
•Pilares na periferia
•Planejamento circulação interna
Pré-dimensionamento de vigas

Pré-dimensionamento das vigas relação altura vão: h=L/15 a L/20

VS 300x43 – vãos > 6,0m


VS 300x33 – demais vãos

Pré-dimensionamento das vigas estimando o momento fletor (W):


Estima-se o momento fletor de cálculo (de forma simplificada se adotar um
carregamento de 8kN/m2 a 10kN/m2 no pavimento) Msd e determina-se o
módulo elástico W da seção considerando um tensão de trabalho de 0,6fy
Pré-dimensionamento das vigas estimando a flecha (I):
Estima-se o o carregamento de serviço, considera o limite de flecha de L/300
e determina-se o momento de inércia mínimo da seção
Pré-dimensionamento de pilares

1. Estima-se o esforço de compressão por meio de áreas de influência


2. Pode se considerar um carregamento de 8kN/m2 a 10kN/m2 por
pavimento.
3. No caso de flexo-compressão considera uma redução da resistência
a compressão da ordem de 25%.
4. Considera-s coficiente de flambagem global da ordem de 0,6 e local
igual a 1
5. Determina-s, finalmente, a área requerida para a seção da seção
Pré-dimensionamento de pilares

P1 Ap1 V10 V10


P1
P1
P1

V15
V15

V15
V15
L5 L5

V11 Ap3 V11

P2 P3 P3 L6 P2
L6
V13

V16
V12

V18

V18
V16

V17 V12

V17
V14
P2 Ap2 L6 P3 L6 P2
V13 P3
V11 V11
V15
V15

V15

V15
L5 L5
P1
P1 P1
P1 V10
V10