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ENVELHECIMENTO

E TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

MAGDA SANTOS GUERRA


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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Envelhecimento Humano
• Problema social
• Desafio social
• Oportunidade de desenvolvimento social
• Predomínio social das imagens negativas
▫ Não são realistas
▫ Estão sobregeneralizadas
• Construir imagens realistas da velhice
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Imagens comuns
da velhice
• Incapacidade e dependência
• Limites físicos e psíquicos, esquecido, precisar
de ajuda e cuidados e ser inútil.
• Doente
• Doença, ter dores e dormir mal.
• Antiquado e aborrecido
• Saudosismo, ausência de projectos de vida, vive de recordações.
• Muitos hábitos e rotinas, impaciência e não evoluir.
• Desânimo e vulnerabilidade
• Tristeza, associação à morte, solidão e fragilidade.
• Estorvo e estar abandonado
• Ser abandonado pela família, obstáculo para a sociedade e família,
um peso; estar a mais.
• Aspectos físicos
• Corpo envelhecido: cabelos brancos, rugas e estar acabado.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Imagens ambíguas

Podemos ser novos de espírito!


Ou parecer mais novos!
Sabedoria e experiência de vida …
mas de outro tempo!
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• ENVELHECIMENTO ACTIVO
• “Processo de optimização das oportunidades
de saúde, de participação e de segurança com
o intuito de melhorar a qualidade de vida à
medida que a pessoa envelhece”
• (OMS, 2002)
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Envelhecimento Activo

• Como? Que desafios?


• 1. Promover comportamentos de saúde ao longo
da vida
• 2. Criar ambientes amigáveis e capacitadores
• (age-friendly)
• 3. Reconhecer e capitalizar a experiência e o saber
• acumulados
• 4. Promover o acesso ao conhecimento, à educação e à
• capacitação ao longo da vida
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• 5. Reconhecer e promover a participação das


pessoas idosas como elementos activos e
produtivos das sociedades → “Envelhecimento
produtivo”
• 6. Promover as solidariedades entre TODAS as
• gerações, começando na família multigeracional
• 7. Promover a participação das pessoas idosas com
• incapacidade
• 8. Integrar nas equipas multidisciplinares novos
• profissionais: Gerontólogos
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Descobrir, reconhecer e permitir o


contributo social dos idosos
• Cada idade tem a sua maturidade e
contributo
• Velhice: contributo menos económico,
• mas mais ético e desenvolvimental
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Contributos referidos por profissionais:


• médicos, enfermeiros e técnicos de serviço social
Sousa e Ribeiro (2009)

• 1. Modelos para a velhice


• “Lição de vida!” [diversos profissionais)

• 2. Alerta para desigualdades sociais


• “Senti-me impotente, porque um ser
• humano deve ser tratado com dignidade, o
• que não estava a acontecer. Gostava de
• alterar a situação naquela hora …!”
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• 3. Reflectir sobre a vida


• “Fez-me pensar sobre as relações entre
pais e filhos!”
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• 4. Reflectir sobre as imagens sociais da


velhice
• “Fez-me pensar na forma como muitos
• idosos vivem e na falta de respeito que
• algumas pessoas têm perante os idosos e
• até perante pessoas de várias idades!”
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• 5. Reflectir na prática profissional (ética)


• “Até onde é válido encher os nossos idosos de
• medicação? Será que melhora mesmo a sua
• qualidade de vida? Quando voltaremos a ter
• direito de morrer naturalmente?”
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

BIOLOGIA DO
ENVELHECIMENTO

Poucos estudos

Grande variedade de abordagens

Estudos muito recentes

Poucos autores

Organismos vivos são sistemas complexos,


hierárquicos e não lineares
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Dificuldades do estudo
• Envelhecimento = sem uma definição clara e de
aceitação geral
• Testagem das teorias demanda alto custo e
técnicas muito sofisticadas
• O envelhecimento é um aspecto complexo,
mutifatorial
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

TEORIAS DO ENVELHECIMENTO

BIOLÓGICAS

PSICOLÓGICAS SOCIOLÓGICAS
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• TEORIA BIOLÓGICA
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• O envelhecimento como fenómeno biológico tem


sido interpretado em ligação com teorias que
explicam as causas do envelhecimento celular e
do aparecimento de perturbações de saúde.
• Neste sentido, tais teorias defendem que todo o
organismo multicelular dispõe de um tempo
limite de vida, em que as probabilidades de
sobreviver vão sendo cada vez menores à medida
que se avança na idade.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Leiloo (1992) reafirma que “ as mudanças de


textura que a velhice imprime no organismo
revelam-se por vezes num tal grau que o estado
fisiológico e o estado patológico parecem
confundir-se por transições insensíveis não
podendo ser distinguidas”.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• A causa do envelhecimento advém das alterações


moleculares e celulares que acaba por resultar
em perdas funcionais progressivas dos órgãos e
do organismo. Neste sentido, à medida que se
avança na idade, as células vão diminuindo, as
alterações no corpo são visíveis, provocando
uma diminuição da estatura e do peso.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• No entanto, são muitos os factores que têm


influência no envelhecimento: a variável sexo,
no sentido em que a esperança média de vida da
mulher é superior à do homem (Charcot, citado
por Lellouch 1992).
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Por outro lado, segundo Gyll este também


defende que quanto mais se utilizar uma aptidão
intelectual mais ela será protegida do
envelhecimento (1980: 70).
• A prática do exercício físico levou a melhores
resultados a nível do raciocínio, memória e do
tempo de reacção, tal como foi testado por
Clarkson – Smith e Hartley (1989). Verifica-se
ainda no idoso, uma perda da auto – estima o
que pode levar ao isolamento.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Neste sentido, e porque o envelhecimento é a


contrapartida do desenvolvimento (Birren e
Cunningham, 1985), a forma como se vive com o
envelhecimento, resulta da forma como o
indivíduo antes se desenvolveu, ou seja, resulta
do comportamento dos indivíduos e dos factores
ambientais.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• TEORIA PSICOLÓGICA
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

TEORIA PSICOLÓGICA
• A psicologia tem-se preocupado com a descrição
das diferentes maneiras de envelhecer
relacionando com a inteligência, memória,
personalidade, motivação, habilidades, pois
segundo Constança Paúl (1991), tudo isto,
quando exercitado, contribui para a preservação
da capacidade funcional e bem – estar dos
idosos.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Porém esta mesma autora refere que no caso dos


idosos considerados mais pobres, com baixa
escolaridade e baixas expectativas, dado que a
sua experiência de vida lhes ensinou que elas
não seriam preenchidas ou acessíveis, as
aspirações dos idosos são baixas e desadaptadas
com o meio. (Paúl, 1991: 265).
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Os papéis profissionais e as interacções sociais


neste período da vida são também factores
psicológicos que afectam os idosos. Ou seja, no
que se refere aos papéis profissionais, é a
reforma a principal mudança dado que se vêem
retirados da actividade profissional e
consequentemente colocados em situação de
reforma.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Porém, a reforma leva a uma alteração brusca


nos papéis profissionais, determinando o fim
para a maioria dos idosos.
Com a mudança de papéis, gera-se um processo
de adaptação, em que para alguns, não é
inteiramente bem sucedida, resultando muitas
vezes em insatisfação ou até mesmo desespero.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Por outro lado, as pessoas idosas vão-se


deparando com perdas ou sucessivas privações,
nomeadamente, na saúde, na actividade
profissional, perda do cônjuge, dos amigos, entre
outros. Tais situações criam no idoso
fragilidades psico – afectivas e sentimentos de
intensa vulnerabilidade.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• A sua adaptação a um processo de mudança com


perdas e limitações caracteriza o envelhecimento
como “ o luto que a pessoa de idade vai ter de
fazer de uma certa imagem de si própria, como
pessoa, como ser social, como membro de uma
comunidade”. (Cordeiro, 1987: 236)
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• TEORIA SOCIAL
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

TEORIA SOCIAL
• As teorias sociológicas assentam tanto no
interaccionismo simbólico como na Teoria da
estrutura social. Rocio Fernandez-Ballesteros
fala na Teoria da Subcultura, na qual se constata
que a velhice acaba por conduzir a pessoa idosa
ao isolamento. Este isolamento foi abordado por
Rox (anos 70) postulando que os mais velhos
possuem todas as características de qualquer
grupo isolado.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• O envelhecimento social da população suscita


mudanças no status assim como no seu
relacionamento com os outros, em função da
crise da identidade. A falta de papel social
conduz à perda de auto-estima, (a maior
mudança que se verifica é devido ao abandono
da sua actividade produtiva).
Uma maior disponibilidade de tempo acarreta a
necessidade de se adaptar a novos papéis
impostos pela sociedade transformada.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• No que diz respeito aos contactos sociais, a


partir de certo momento, muitos idosos
manifestam uma diminuição nos seus
relacionamentos. Ou seja, apelam à
indisponibilidade de tempo, à vida agitada e as
suas relações com os seus filhos, netos, colegas e
amigos tornam-se desajeitadas. Para tal não
acontecer, é necessário empenho para criarem
novos relacionamentos e aprenderem um novo
estilo de vida que minimizem essas perdas.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• A Organização Mundial de Saúde (OMS) define


a saúde como um estado de completo bem-estar
físico, mental e social e não meramente como
ausência de doenças ou sofrimentos.
• Chegar à velhice gozando de boa saúde e bem-
estar requer um esforço pessoal durante toda a
vida e um ambiente em que esse esforço possa
ter êxito.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• A responsabilidade das pessoas consiste em


levar um modo de vida saudável; a dos governos
em criar um ambiente favorável à saúde e ao
bem-estar, inclusive na velhice. Tanto por razões
humanitárias como económicas, é preciso dar
aos idosos o mesmo acesso à assistência
preventiva e curativa e a reabilitação de que
gozam outros grupos.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Ao mesmo tempo, deve-se dispor de serviços de


saúde concebidos para atender às necessidades
especiais de idosos, levando em conta a
introdução da medicina geriátrica nos currículos
universitários e nos sistemas pertinentes de
assistência à saúde, conforme o caso.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

“Wear and Tear”


• Uma das teorias, durante muito tempo aceite, e
até recentemente a mais divulgada e estudada, é
a teoria de “Wear and Tear”.
• Ela é a percursora do conceito de “falhas na
reparação” e persiste até hoje pois é reforçada
pelas nossas observações de todos os dias.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Todos os organismos estão constantemente a ser


expostos a infecções, feridas ou doenças que
causam danos menores nas células e tecidos, que
nunca chegam a ser reparados completamente.
Por exemplo, um membro quebrado, pode sarar,
mas nunca volta a ser tão forte como
inicialmente.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• À medida que um organismo vive e envelhece vai


acumulando mais e mais destes danos menores.
Esta erosão progressiva pode contribuir para
uma diminuição da eficiência funcional de todo
o sistema.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

“Teoria do dano oxidativo”


• Excepto aqueles organismos que estão
especialmente adaptados para viver em
condições anaeróbias, todos os animais e plantas
requerem oxigénio para eficaz produção de
energia. Cerca de 95% de energia metabólica é
produzida nas mitocôndrias. Se essa reacção é
bloqueada perdemos consciência e morremos
muito rapidamente.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• No entanto sabe-se há já muito tempo que


grandes concentrações de oxigénio se tornam
tóxicas para plantas e animais. O oxigénio é tido
como factor de aumento dos efeitos do dano da
radiação ionizante, nas células vivas. É preciso
três vezes menos radiação para matar uma célula
numa atmosfera de oxigénio, em comparação
com uma atmosfera de nitrogénio.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Os efeitos do dano do oxigénio afectam quase


todos os tecidos que constituem um organismo,
embora o dano em si dependa da espécie, do
tecido estudado, das condições fisiológicas, da
idade e da dieta do organismo.
• Ironicamente, a molécula da qual dependemos
para a nossa vida também contribui para a nossa
morte.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Das várias explicações apresentadas para


explicar a toxicidade do oxigénio a mais
divulgada e largamente aceite descreve os efeitos
do oxigénio a nível de dano celular como
causado por radicais livres.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Estas moléculas são induzidas a formar na


presença de oxigénio e estão implicadas em mais
de sessenta disfunções, tal como doenças
cardíacas, cancro e cataratas. Também parecem
ser um dos principais factores responsáveis por
mudanças corporais características da idade e da
senescência.
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Princípio básico:
Nenhuma das teorias explica tudo
sobre o envelhecimento e
nenhuma delas pode ser rigorosamente
descartada
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• TEORIAS ESTOCÁSTICAS
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Tipos:

Teorias de Uso e Desgaste


 Proteínas Alteradas
 Mutações Somáticas
 Erro Catastrófico
 Desdiferenciação
 Dano Oxidativo e Radicais Livres
 Lipofuccina e o Acúmulo de Detritos
 Mudanças Pós-tradução em Proteínas
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Teoria de Uso e Desgaste


o acúmulo de agressões ambientais no
dia-a-dia levaria ao decréscimo gradual
da eficiência do organismo e, por fim, à
morte
• Críticas: teoria defasada, desatualizada
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Proteínas Alteradas
1. Modificações nas moléculas proteínas após
tradução ,dependentes do tempo,provocam:
alterações conformacionais reversíveis ou
irreversíveis alterações na actividade enzimática
(ex: proteínas da hemácia e do cristalino)
Modificações oxidativas
Acúmulo de proteínas alteradas com a
idade
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Erro catastrófico
- Processos incorrectos de transcrição e/ou
tradução de ac. nucléicos reduziriam a
eficiência celular
- Erro incide sobre outras moléculas que não o
DNA
- Críticas: resultados inconclusivos com
cobaias; preservação da transcrição e
translação com a idade; constância da
sequência de aminoácidos de proteínas
fisiologicamente importantes
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Desdiferenciação
Mecanismos erróneos de activação e
repressão génica fariam a célula
sintetizar proteínas desnecessárias,
reduzindo a eficiência celular.
Crítica : ausência de comprovação
experimental
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Dano Oxidativo e radicais livres


Danos intracelulares produzidos pelos
radicais livres (O2 maior fonte de
radicais livres)
Produção incontrolada poderia dar
origem a lesão celular
longevidade com antioxidantes
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• Dano Oxidativo e radicais livres


• Crítica : Oxidação X Antioxidantes X
o Envelhecimento : Sem comprovação definitiva
o “Há necessidade de evidências mais
o directas para se afirmar que os radicais
o livres possam exercer papel central
o como causa de envelhecimento.”
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

• TEORIAS SISTÉMICAS
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Teorias metabólicas

• 1. Teoria da taxa de vida


• 2. Teoria do dano mitocondrial
Teorias genéticas
• Apoptose
• Fagocitose
Teorias neuroendócrinas
Teorias imunológicas
• Resistência ao stress
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Teorias metabólicas

Taxa metabólica inversamente


proporcional ao peso do corpo
Alterações da taxa metabólica
induzidas por temperatura ou dieta
produziriam mudanças correspondentes
na longevidade
Taxa metabólica declina com a idade
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Teoria da taxa de vida:

Relação inversa entre quantidade de


calorias consumidas e duração
máxima de vida.
Crítica : potencial metabólico difere entre
espécies e entre populações
diferentes da mesma espécie
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Teorias do dano mitocondrial:

Danos cumulativos do oxigénio sobre a


mitocôndria levariam ao declínio no
desempenho fisiológico das células
A produção de energia seria
comprometida devido à lesão das
estruturas da membrana mitocondrial
pelo dano oxidativo
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Teorias Genéticas

Mudanças na expressão génica causariam


modificações senescentes nas células
Mecanismos básicos: enzimas de defesa
antioxidante, sistemas de controle da síntese
protéica e mudanças na expressão génica
induzidas pela restrição calórica
Avaliação experimental complexa
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Fagocitose
Células senescentes apresentariam
proteínas de membrana típicas, que as
identificariam e as marcariam como
alvo, para destruição por outras células
como os macrófagos
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Teorias neuroendócrinas

A falência progressiva de células com


funções integradoras específicas
levaria ao colapso da homeostasia
corporal, à senescência e à morte
Eixo hipotalâmico-hipofisário e
sistema límbico
Regulação genética
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Teorias Imunológicas
• Redução quantitativa e qualitativa de
• linfócitos (resposta imune) pode ser devida á
• involução e envelhecimento do timo
• Timo: involução durante os primeiros 50 anos
• de vida. Perda de 95% de sua massa
• Maior incidência de doenças infecciosas e
neoplásicas associadas às alterações da
imunidade
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

Resistência ao stress

Baseia-se na perda de resistência a agentes


exógenos e endógenos (extremos de
temperatura, toxinas naturais, agentes
patogénicos) no envelhecimento
A exposição branda e regular ao stress
seria capaz de estimular mecanismos de
reparação, protecção e manutenção das céls.,
contribuindo para o aumento da longevidade
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• BERGER, Louise – Cuidados de enfermagem em gerontologia. In BERGER, Louise ; MAILLOUX-
POIRIER, Danielle – Pessoas idosas: uma abordagem global. Lisboa: Lusodidacta, 1995. ISBN
972-95399-8-7. p. 11-19.
• BERGER, Louise ; MAILLOUX-POIRIER, D. M. – Pessoas idosas: uma abordagem global. Lisboa
: Lusodidata, 1995. ISBN 972-95399-8-7.
• ERMIDA, José Gomes – Avaliação demográfica compreensiva. Temas Geriátricos. Lisboa :
Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia. Vol. 1, (1995).
• FEDRIGO, Claudia R. A. M. Fisioterapia na terceira idade – O futuro de ontem é a realidade de
hoje [online]. Available from World Wide Web: <http://www.fisiohoje.fst.br/
• As gerações mais idosas. Lisboa : INE, 1999.
• HOEMAN, Sirley P. – Enfermagem de reabilitação: aplicação e processos. 2ª ed. Lisboa:
Lusociência, 2000. ISBN 972-8383-13-4.
• PORTUGAL. Direcção Geral da Saúde – Estudo da qualidade de vida do idoso: aplicação de um
instrumento de avaliação: relatório. [Lisboa] : Direcção - Geral da Saúde, 1995.
• PORTUGAL. Ministério da Saúde – Os mais velhos: relatório de actividades. Lisboa : Ministério
da Saúde, 1998.
• SOUZA, Fernando P. [et al.] – Sobrevoo: da autogénese passando pela infância e detendo-se na
velhice. Rev. Psicofisiologia. 2 (1), 1998
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TEORIAS DO
ENVELHECIMENTO

FIM…

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