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BACTÉRIAS

PROF. MICHELL CHARLLES DE SOUZA COSTA


REINO MONERA

MESTRE EM CIÊNCIAS DA SAÚDE – UFMT


ESPECIALISTA EM MICROBIOLOGIA
michellcharlles2021@gmail.com
Recaptulando...
O CORPO HUMANO POSSUI CERCA DE 40 TRILHÕES DE
BACTÉRIAS....

Como elas se
REPRODUZEM?
COMO AS BACTÉRIAS FICAM RESISTENTES?
CRESCIMENTO BACTERIANO

CISSIPARIDADE
DIVISÃO BINÁRIA
REPRODUÇÃO ASSEXUADA
CRESCIMENTO BACTERIANO
ENDÓSPOROS
GRAM +
FORMA DE RESISTÊNCIA
TERMOFÍLICAS
PRODUZ TOXINAS LETAIS
CRESCIMENTO BACTERIANO

CONJUGAÇÃO
REPRODUÇÃO SEXUADA

NÃO GERA DESCENDENTES


MAIS RESISTENTES A
MUDANÇAS AMBIENTAIS
CRESCIMENTO BACTERIANO
TRANSFORMAÇÃO
REPRODUÇÃO SEXUADA

INCORPORAÇÃO DE DNA

BIOTECNOLOGIA
CRESCIMENTO BACTERIANO
TRANSDUÇÃO
REPRODUÇÃO SEXUADA

VARIABILIDADE GENÉTICA

BACTERIÓFAGOSCNOLOGIA
CRESCIMENTO BACTERIANO
LAG FASE DE ADAPTAÇÃO

LOG DIVISÃO CELULAR INMTENSA

ESTACIONÁRIA
PARADA OU DIMINUIÇÃO DA DIVISÃO
BACTERIANA

MORTE
MICROBIOTA
DO CORPO HUMANO
PROF. MICHELL CHARLLES DE SOUZA COSTA
MESTRE EM CIÊNCIAS DA SAÚDE – UFMT
ESPECIALISTA EM MICROBIOLOGIA
michellcharlles2021@gmail.com
O CORPO HUMANO É
“SOMOS 10%
CONTINUAMENTE HABITADO POR
HUMANOS”
MICRORGANISMOS ALLANA COLLEN
1 CÉLULA
HUMANA A
MICROBIOTA INICIAL
CADA 10 CANAL DE PARTO – Genitália feminina
MICRORGANISMOS PELE, BOCA, NARIZ, CONJUNTIVA
COLONIZAÇÃO - AMAMENTAÇÃO
INICIA-SE AO
NASCIMENTO ÓRGÃOS E SISTEMAS ESTÉREIS
BAÇO, PÂNCREAS, FÍGADO, SNC, BEXIGA E O
SANGUE
MICROBIOTA NORMAL
GRUPO DE MICRORGANISMOS QUE COLONIZAM UMA OU MAIS REGIÕES
ANATÔMICAS DO HOSPEDEIRO SAUDÁVEL SEM PRODUZIR DOENÇA

MICROBIOTA TRANSITÓRIA
MICRORGANISMOS NÃO PATOGÊNICOS OU PATOGÊNICOS QUE COLONIZAM A PELE E
MUCOSA SEM PROVOCAR DOENÇA E NÃO SE ESTABELECE DEFINITIVAMENTE

RESIDENTE
MICRORGANISMOS QUE COLONIZAM COM REGULARIDADE O CORPO HUMANO E
RECOMPÕEM-SE COM FACILIDADE
FUNÇÕES DA
MICROBIOTA
IMPEDIR A COLONIZAÇÃO POR PATÓGENOS
AJUDAR NA ABSORÇÃO DE NUTRIENTES
(VITAMINA K e B)
PRODUZIR SUBSTÂNCIAS ANTIBIÓTICAS
ESTIMULA O DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA
IMUNOLÓGICO
RELAÇÃO MICROBIOTA E HOSPEDEIRO

COMENSALISMO
RELAÇÃO NA QUAL DUAS ESPÉCIES ENCONTRAM-SE ASSOCIADAS COM BENEFÍCIO PARA UMA
DELAS MAS SEM PREJUÍZO PARA A OUTRA

MUTUALISMO RELAÇÃO EM QUE AMBOS SÃO BENEFICIADOS


RELAÇÃO MICROBIOTA E HOSPEDEIRO

0PORTUNISTA
RELAÇÃO NA QUAL DUAS ESPÉCIES DE ANIMAIS SE ENCONTRAM ASSOCIADAS COM BENEFÍCIO
PARA UMA DELAS E PREJUDICIAL PARA A OUTRA

EM INDIVÍDUOS DEBILIDADOS ALGUNS


MICRORGANISMOS PODEM
CAUSAR INFECÇÕES

PATÓGENOS FACULTATIVO PATÓGENOS ESTRITOS


INFLUÊNCIA DE FATORES AMBIENTAIS

DIETA
CONDIÇÕES SANITÁRIAS
HÁBITOS DE HIGIENE
ANTIBIÓTICOS
MEIOS
DE CULTURA
(BACTÉRIAS)

PROF. MICHELL CHARLLES DE SOUZA COSTA


MESTRE EM CIÊNCIAS DA SAÚDE – UFMT
ESPECIALISTA EM MICROBIOLOGIA
michellcharlles2021@gmail.com
FONTES DE NUTRIÇÃO

CARBONO
MATÉRIA INORGÂNICANITROGÊNIO
ÁGUA
MEIOS DE
OXIGÊNIO CULTURA
MEIOS DE CULTURA
FORNECE NUTRIENTES PARA O CRESCIMENTO BACTERIANO IN VITRO
COMPONENTES • DEVIDAMENTE PREPARADO E ESTÉRIL
PEPTONA (AUTOCLAVE, FLUXO)
EXTRATO DE CARNE
CLORETO DE SÓDIO
• TRÊS TIPOS DE MEIO DE CULTURA
AGAR
(estado físico)
EXTRATO DE LEVEDURAS
SANGUE, SORO, LEITE
ÁGUA
MEIOS DE CULTURA
MEIOS ENRIQUECIDOS MEIOS DIFERENCIADOS
MEIOS SELETIVOS ADICIONA UM INDICADOR
FAVORECE O CRESCIMENTO CONTÉM COMPOSTOS QUE (CORANTE, POR EXEMPLO),
DAS BACTÉRIAS DESEJÁVEIS INIBEM O CRESCIMENTO DE DIFERENCIAR REAÇÕES
(PROMOVE AUMENTO DO Nº ALGUNS MICRORGANISMOS QUÍMICAS QUE OCORREM
DE CÉL. BACTERIANAS
DURANTE O CRESCIMENTO
ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS
ISOLAMENTO DE BACTÉRIAS
GRAM
COCOS Staphylococccus sp. e Streptococcus sp.

PROF. MICHELL CHARLLES DE SOUZA COSTA


MESTRE EM CIÊNCIAS DA SAÚDE – UFMT
ESPECIALISTA EM MICROBIOLOGIA
michellcharlles2021@gmail.com
QUAL A MORFOLOGIA E
TIPO DE AGREGAÇÃO DOS
Staphylococcus sp?
CARACTERÍSTICAS
GÊNERO DE BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS

ORIGEM: DO GREGO Sthaphylé

“COCOS EM CACHOS”
NÃO FORMAM ENDÓSPOROS
CARACTERÍSTICAS
AERÓBICOS / ANAERÓBICOS FACULTATIVOS

CATALASE POSITIVA (DEGRADA PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO)

COAGULASE POSITIVA OU NEGATIVA


(CAPACIDADE DE COAGULAR O PLASMA)
Staphylococcus aureus
+ DE 30 ESPÉCIES Staphylococcus epidermidis
Staphylococcus saprophyticus
Staphylococcus haemolíticos
COLORAÇÃO DE GRAM
PATOGENICIDADE
POR QUE SÃ0
CONSIDERADAS
GRAM ?
PATOGENICIDADE QUAIS AS PRINCIPAIS
PATOLOGIAS CAUSADAS POR
Staphylococcus sp. ?
DOENÇAS SISTÊMICAS
(ENDOCARDITES, BACTEREMIAS)
INFECÇÕES CUTÂNEAS
 INFECÇÕES OPORTUNISTAS
INFECÇÃO URINÁRIA
INTOXICAÇÃO ALIMENTAR
Staphylococcus epidermidis
- MATERIAIS PROTÉTICOS E CATETERES
AGENTE COM MAIOR PODER PATOGÊNICO –(IMUNODEPRIMIDOS)
Staphylococcus aureus
Staphylococcus haemolyticus -
RESPONSÁVEL POR INFECÇÕES
RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE RELACIONADA A ENDOCARDITES,
E COMUNITÁRIAS E RESISTENTES A SEPSE, PERITONITE
MAIORIA DOS ANTIMICROBIANOS
UTILIZADOS
Staphylococcus saprophyticus -
CISTITES EM MULHERES JOVENS
Síndrome da pele escaldada (doença de Ritter)

Destruição da desmogleína → deslocamento da


epiderme → formação grandes bolhas → descamação

FLUÍDO CLARO E SEM MICRORGANISMOS


PREDOMÍNIO EM NEONATOS E CRIANÇAS PEQUENAS;
EPITÉLIO REGENERADO EM 7-10 DIAS

IMPETIGO BOLHOSO
INTOXICAÇÃO SÍNDROME DO

ALIMENTAR CHOQUE TÓXICO


FORMAÇÃO DE ENTEROTOXINAS
 ALIMENTOS: CARNES PROCESSADAS, CREME DE EXOTOXINAS
LEITE, SALADAS E SORVETES  S. aureus e S. pyogenes
CONTAMINAÇÃO POR INDIVÍDUOS QUE  COMUM EM MULHERES
 ERUPÇÃO ERITEMATOSA
MANUSEIAM O ALIMENTO
AS TOXINAS SÃO TERMOESTÁVEIS
INFECÇÕES QUAL MEIO DE CULTURA PODE SER
UTILIZADO PARA O ISOLAMENTO DE

PIOGÊNICAS Staphylococcus sp. ?


ÁGAR SANGUE
FOLICULITE
 TERÇOL
FURÚNCULOS
ABSCESSOS
HEMÓLISE CATALASE COAGULASE
Capacidade de Identificação de
Identificação de
metabolizar GÊNEROS
ESPÉCIES
HEMOGLOBINA Staphylococcus sp.
+
QUAL A MORFOLOGIA E
TIPO DE AGREGAÇÃO DOS
Streptococcus sp?
CARACTERÍSTICAS
GÊNERO DE BACTÉRIAS GRAM POSITIVAS
MICROBIOTA HUMANA

“COCOS EM CORRENTE”
NÃO FORMAM ENDÓSPOROS
CARACTERÍSTICAS
AERÓBICOS / ANAERÓBICOS FACULTATIVOS

CATALASE NEGATIVA

HEMÓLISE
(CAPACIDADE DE PROVOCAR LISE EM ERITRÓCITOS – ALFA, BETA E GAMA)
Streptococcus pyogenes
ESPÉCIES PATOGÊNICAS
Streptococcus agalactiae
Streptococcus pneumoniae
Streptococcus viridans
COLORAÇÃO DE GRAM

POR QUE SÃ0 CONSIDERADAS


GRAM + ?
PATOGENICIDADE QUAIS AS PRINCIPAIS
PATOLOGIAS CAUSADAS POR
Streptococcus sp. ?
Streptococcus pyogenes
- FARINGITE; ESCARLITINA; IMPETIGO; ERISIPELA
Streptococcus pneumoniae
-PNEUMONIA; MENINGITE; SEPTICEMIA
Streptococcus viridans
- BACTEREMIA; ENDOCARTITE; ABSCESSOS,
Estreptolisina S / Estreptolisina O
INFECÇÕES URINÁRIAS
HEMOLISINA Streptococcus agalactiae
- INFECÇÕES GRAVES EM R.N
FARINGITE
90% DOS CASOS
MENINGITE
90% DOS CASOS
 CRIANÇAS: NASOFARINGE, AMIGDALITE, INFECTOCONTAGIOSA
HIPEREMIA, EDEMA

SÍNDROME DO
ESCARLITINA
INFECTOCONTAGIOSA CHOQUE TÓXICO
 ERUPÇÕES CUTÂNEAS (VERMELHIDÃO)
 CRIANÇAS E ADOLESCENTES (5-15 ANOS) EXOTOXINAS
 ÓBTOS EM 30% DOS CASOS
INFECÇÕES EM QUAL MEIO DE CULTURA PODE SER
RECÉM NASCIDOS UTILIZADO PARA O ISOLAMENTO DE
Streptococcus sp. ?
S. agalactiae ÁGAR SANGUE
COLONIZA ASSINTOMATICAMENTE A
VAGINA DE MULHERES
 IMATURIDADE DO SISTEMA IMUNOLÓGICO
 ADERÊNCIA AO EPIÉLIO VAGINAL, PLACENTA,
FARINGE, ALVÉOLOS
 TRANSMISSÃO VERTICAL
 RUPTURA DAS MEMBRANAS PLACENTÁRIAS
CATALASE
HEMÓLISE Identificação de
GÊNEROS

Streptococcus pyogenes
Streptococcus sp. -
- BETA-HEMOLÍTICO
Streptococcus pneumoniae
- ALFA-HEMOLÍTICO
Streptococcus agalactiae
- BETA OU GAMA -HEMOLÍTICO
GRAM
BACILOS Enterobactérias

PROF. MICHELL CHARLLES DE SOUZA COSTA


MESTRE EM CIÊNCIAS DA SAÚDE – UFMT
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OBRIGADO
MICHELL CHARLLES DE SOUZA COSTA
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