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Ciências Humanas e suas

Tecnologias - História
Ensino Médio, 2º Ano
O pioneirismo português: conquista,
invasão e descobrimento
HISTÓRIA - 2º Ano do Ensino Médio
O pioneirismo português: conquista, invasão e descobrimento

Introdução
•O assunto em estudo encontra-se dentro da expansão
marítima e comercial europeia.
•Esta é a integração da Ásia, África e América ao mercado
mundial, dominado pela Europa.
•Fatores da expansão marítima europeia: busca por novos
mercados; busca de especiarias e metais; aliança rei-
burguesia; novas invenções náuticas e um novo homem fruto
do Renascimento.

Trazidas estas noções iniciais, veremos como


Portugal desenvolveu e foi pioneiro nas grandes
navegações.
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O pioneirismo português: conquista, invasão e descobrimento

Vídeo sobre as grandes navegações:

http://www.youtube.com/watch?v=C8dXghYnRLU
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O pioneirismo português: conquista, invasão e descobrimento

Por que Portugal saiu na frente?


 A unificação precoce do estado português: união de D. João, o
mestre de Avis, e a burguesia para derrotarem a nobreza que
queria o domínio espanhol (Revolução de Avis-1483-1485);

 a burguesia mercantil e parte da nobreza que apoiou D. João


criaram as cortes, isto é, uma assembleia formada pelas
classes vitoriosas para dar apoio político ao rei;

 fortalecimento da burguesia mercantil, no século XIV, devido à


ligação comercial entre o norte da Europa, passa por Portugal;

 associação estatal entre rei e burguesia no financiamento das


expedições marítimas;
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Por que Portugal saiu na frente? A escola


de Sagres
 No século XV, a criação da Escola Naval de Sagres, pelo infante D.
Henrique, foi um marco decisivo para as navegações portuguesas no
Atlântico.
Imagem: Henry, o Navegador / Autor: Nuno Gonçalves /

Imagem: Henry, o Navegador / Autor: Lacobrigo / GNU


Free Documentation License.
public domain.
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 A Escola de Sagres reuniu os maiores estudiosos do mundo


europeu em técnicas de navegação e lançou ao mar pelo
menos um navio por ano para estudar o oceano, fazer
mapas e anotar as posições das estrelas para guiar os
navegadores.

Imagem: Foto da Rosa dos Ventos da Fortaleza de Sagres -


Algarve (2007) / Autor: Sortica / GNU Free Documentation
License.
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Experiência em navegação
oceânica
Posição geográfica
Apoio da Igreja privilegiada
Católica: levar a fé
cristã aos infiéis.

Fatores que explicam o


pioneirismo português
nas grandes
navegações:

Aperfeiçoamento de Uso da bússola e do


embarcação especial para astrolábio
navegar em alto mar: caravela
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 A caravela era um barco menor

Naval de Lisboa navegando no Tejo / Autor : Lopo Pizarro / GNU Free Documentation License
Imagem: Caravela Vera Cruz no rio Tejo, nas comemorações dos 150 Anos da Associação
que os navios oceânicos da época;
 possuía velas triangulares que
permitiam navegar com ventos
desfavoráveis;
 exigia poucos tripulantes e os
custos de produção e manutenção
não eram tão altos.

3.0
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A conquista de Celta
• Apesar de todos esses fatores, Portugal não possuía
capital suficiente para um grande empreendimento;

• começou por Celta (entreposto comercial árabe no norte da


África);

• sentido cruzadístico da expedição: luta de cristãos contra


infiéis mulçumanos;

• marco da expansão marítima europeia: 1415;

• os lucros adquiridos permitiram o financiamento das


viagens posteriores dos portugueses.
.
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A conquista de Celta
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Imagem: Infante D. Henrique na conquista de Ceuta (mosaico na Estação de São


Bento, Porto) / Autor: Jorge Colaço (1864-1942), fotografia de Nuno Tavares /
Creative Commons Attribution-Share Alike 2.5 Generic.
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Vídeo sobre a conquista de Celta:

http://www.youtube.com/watch?v=eBYZj
mQdTPU .
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Primeiras expedições e descobrimentos


no Atlântico:
 lideradas e incentivadas pelo infante D. Henrique;
 Celta (1415);
 Ilha da Madeira (1418);
 Açores (1427);
 costa oeste de África: em 1434 Gil Eanes contornou o Cabo
Bojador o que permitiu a busca de ouro e marfim;
 em 1460, Pêro de Sintra atinge a Serra Leoa. Nesse ano, faleceu
o Infante D. Henrique.
Nesse ciclo de navegações, tivemos a fundação de
feitorias na costa africana. A mais importante riqueza
encontrada pelos portugueses foram os negros.
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Imagem: As rotas henriquinas (c.1430-1460): ventos (verde), correntes (azul) Imagem: Mapa da costa oeste africana - séc. XVI / Autor:
e rotas (vermelho) / Autor: Walrasiad / Creative Commons Attribution-Share Desconhecido / public domain.
Alike 3.0 Unported.
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Expedições rumo as Índias (Ásia)


• 1487-1488 – Bartolomeu Dias atravessou o Cabo das
Tormentas, chamado depois de Cabo da Boa Esperança;

• o projeto marítimo para a Índia foi delineado por D. João II,


visando o monopólio do comércio de especiarias;

• as especiarias eram produtos como o cravo-da-índia,


pimenta, noz moscada, canela, gengibre etc. que custavam
muito cara na Europa;

• após cruzar o Cabo da Boa Esperança, chegar as Índias era


uma questão de tempo e dinheiro.
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Viagem de Bartolomeu Dias

Imagem: Rota de viagem de Bartolomeu Dias (1487-88) / Autor:


Desconhecido / GNU Free Documentation License.
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Portugal e Espanha - tratados


resultantes dos descobrimentos
• 1479 – Tratado de Alcáçovas - que garantia a Portugal a
posse de todas as ilhas do Oceano Atlântico;
• Tratados resultantes da chegada de Colombo à América
(1492);
• 1493 – Bula Inter Coetera (intervenção papal);
• 1494 – Tratado de Tordesilhas (Divisão do mundo entre
Portugal e Espanha);
• Cabia a Portugal as terras "descobertas e por descobrir"
situadas antes da linha imaginária que demarcava 370
léguas (1.770 km) a oeste das ilhas de Cabo Verde, e à
Espanha as terras que ficassem além dessa linha.
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Imagem: Meridiano de Tordesilhas (roxo) demarcando os territórios a explorar por Portugal e Espanha e o seu antimeridiano (verde) / Autor: Lencer /
GNU Free Documentation License.
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A chegada à Índia
 Após a assinatura do Tratado de Tordesilhas, Portugal
prosseguiu no projeto de chegar às Índias;

 o navegador Vasco da Gama partiu em 8 de junho de


1497, e chegou a Calicute (Índia) em 20 de maio de 1498;

 Abre-se, assim, o caminho português para a instalação de


feitorias na Ásia, onde se estabeleceu o comércio de
especiarias.
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Imagem: Caminho marítimo para as Índias / Autor: Nuno Tavares, baseado no BlankMap-World.png. Imagem: Vasco da Gama, navegador e
Baseado em informações de várias fontes, incluindo a Wikipédia / GNU Free Documentation License. explorador português / Autor: Ernesto
Casanova / public domain.
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Chegada ao Brasil
• 1499, Pedro Álvares Cabral foi nomeado capitão-mor da
armada que se dirigiria à Índia;
• integrada por 10 naus e 3 caravelas, transportando de 1.200
a 1.500 homens, entre funcionários, soldados e religiosos;
• Pedro Álvares Cabral, por alturas de Cabo Verde, desvia-se
da rota. Em 22 de abril de 1500, avista o monte Pascoal.

A expedição de Pedro Álvares Cabral criou uma


polêmica acerca do "acaso" ou da
"intencionalidade" da descoberta.
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Imagem: Rota seguida por Pedro Álvares Cabral em 1500 (em vermelho) e a rota de retorno (em azul) / Autor: Castoro / GNU Free
Documentation License.
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A chegada às Molucas, à China e ao


Japão
• Em 1510 Afonso de Albuquerque conquistou Goa, na Índia;
• Em 1511, Malaca, na Malásia;
• Em 1513, Jorge Álvares atinge
o Sul da China e estabelece
feitorias em Cantão;
• Em 1542, Francisco
Zeimoto, Antônio Mota e
Antônio Peixoto são os
primeiros portugueses a
atingirem o Japão.
Imagem: Uma Nau Nanban Portuguesa, século 17 / Autor:
Desconhecido / public domain.
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Imagem: Descobrimentos, viagens e explorações portuguesas: datas e primeiros locais de chegada de 1415-1543, principais rotas no Oceano Índico
(azul), territórios portugueses no reinado de D. João III (verde) / Autor: Tokle derivative work / GNU Free Documentation License.
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Consequências da expansão comercial


portuguesa

Dividiremos as consequências em três tópicos:


• demográficas;
• econômicas;
• culturais.
Nos próximos slides analisaremos cada uma de forma mais
aprofundada.
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Consequências demográficas:
 emigração de portugueses para as colônias;

 mestiçagem étnica (especialmente na América Ibérica);

 tráfico de escravos negros (usado como mão de obra,


além de ser um negócio lucrativo);

 dizimação da população nativa (índios);

 transmissão de doenças que contribuíram para dizimação


da população indígena no atual Brasil.
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Escravidão

Imagem: Comércio triangular entre a Europa Ocidental, África e Américas / Autor: Sémhur / Imagem: Pintura do século 18 de Dirk Valkenburg
GNU Free Documentation License. mostrando escravos durante uma dança cerimonial /
Autor: Dirk Valkenburg flemish school / public domain.
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Consequências econômicas:
 deslocamento do eixo de comércio para o Oceano Atlântico;

 incremento do comércio mundial pela abertura de novos


mercados e novas matérias-primas;

 maior acesso dos europeus às especiarias;

 ascensão da burguesia europeia como classe dominante, em


detrimento da nobreza;

 Exploração das riquezas de outros continentes para atender às


necessidades europeias.
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Imagem: O planisfério de Cantino, 1502 / Autor: Desconhecido / public domain.


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Consequências culturais:

 os valores, a língua, a religião, o direito e a cosmovisão


dos portugueses foram levados para as terras recém-
descobertas;

 predominância da população portuguesa (branca) sobre


os habitantes locais;

 desenvolvimento das técnicas de navegação;

 os benefícios quase sempre foram para os portugueses,


para os povos colonizados restaram prejuízos.
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Teste seus conhecimentos:


A expansão marítima e comercial empreendida pelos portugueses nos
séculos XV e XVI está ligada:
a) aos interesses mercantis voltados para as "especiarias" do Oriente,
responsáveis, inclusive, pela não exploração do ouro e do marfim africanos
encontrados ainda no século XV.
b) à tradição marítima lusitana, direcionada para o "mar Oceano" (Atlântico) em
busca de ilhas fabulosas e grandes tesouros.
c) à existência de planos meticulosos traçados pelos sábios da Escola de
Sagres, que previam poder alcançar o Oriente navegando para o Ocidente.
d) a diversas casualidades que, aliadas aos conhecimentos geográficos
muçulmanos, permitiram avançar sempre para o Sul e assim, atingir as Índias.
e) ao caráter sistemático que assumiu a empresa mercantil, explorando o litoral
africano, mas sempre em busca da "passagem" que levaria às Índias.
RESPOSTA: E
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Foi fator relevante para o pioneirismo português na expansão marítima e


comercial europeia dos séculos XV e XVI:
a) a precoce centralização política, somada à existência de um grupo mercantil
interessado na expansão e à presença de técnicos e sábios, inclusive
estrangeiros. Resposta A
b) a posição geográfica de Portugal – na entrada do Mediterrâneo, voltado para
o Atlântico e próximo do Norte da África – sem a qual, todas as demais
vantagens seriam nulas.
c) o poder da nobreza portuguesa, inibindo a influência retrógrada da Igreja
Católica, que combatia os avanços científicos e tecnológicos como
intervenções pecaminosas nos domínios de Deus.
d) a descentralização político-administrativa do Estado português,
possibilitando a contribuição de cada setor público e social na organização
estratégica da expansão marítima.
e) o interesse do clero português na expansão do cristianismo, que fez da
Igreja Católica o principal financiador das conquistas, embora exigisse, em
contrapartida, a presença constante da cruz.
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Teste seus conhecimentos


(USS) "Sem dúvida, a atração para o mar foi incentivada pela posição
geográfica do país, próximo às ilhas do Atlântico e à costa da África. Dada a
tecnologia da época, era importante contar com correntes marítimas
favoráveis, e elas começavam exatamente nos portos portugueses... mas há
outros fatores da história portuguesa tão ou mais importantes.“
Assinale a alternativa que apresenta outros fatores da participação
portuguesa na expansão marítima e comercial europeia, além da posição
geográfica.
a) O apoio da Igreja Católica, desde a aclamação do primeiro rei de Portugal,
já visava tanto à expansão econômica quanto à religiosa, que a expansão
marítima iria concretizar.
b) Para o grupo mercantil, a expansão marítima era comercial e aumentava os
negócios, superando a crise do século. Para o Estado, trazia maiores rendas;
para a nobreza, cargos e pensões; para a Igreja Católica, maior cristianização
dos "povos bárbaros“.
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Teste seus conhecimentos (continuação)


c) O pioneirismo português deve-se mais ao atraso dos seus rivais,
envolvidos em disputas dinásticas, do que a fatores próprios do processo
histórico, econômico, político e social de Portugal.

d) Desde o seu início, a expansão marítima, embora contasse com o apoio


entusiasmado do grupo mercantil, recebeu o combate dos proprietários
agrícolas, para quem os dispêndios com o comércio eram perdulários;

e) Ao liderar a arraia-miúda na Revolução de Avis, a burguesia manteve a


independência de Portugal, centralizou o poder e impôs ao Estado o seu
interesse específico na expansão.

Resposta B
Tabela de Imagens
n° do direito da imagem como está ao lado da link do site onde se consegiu a informação Data do
slide foto Acesso

5a Henry, o Navegador / Autor: Nuno http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_the 10/09/2012


Gonçalves / public domain. _Navigator1.jpg
5b Henry, o Navegador / Autor: Lacobrigo / http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henry_the 10/09/2012
GNU Free Documentation License. _navigator.jpg
6 Foto da Rosa dos Ventos da Fortaleza de http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Portugal_ 10/09/2012
Sagres - Algarve (2007) / Autor: Sortica / Sagres.jpg
GNU Free Documentation License.
8 Caravela Vera Cruz no rio Tejo, nas http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Caravela_ 10/09/2012
comemorações dos 150 Anos da Associação Vera_Cruz_no_rio_Tejo.jpg
Naval de Lisboa navegando no Tejo / Autor :
Lopo Pizarro / GNU Free Documentation
License 3.0
10 Infante D. Henrique na conquista de Ceuta http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Infante_D. 10/09/2012
(mosaico na Estação de São Bento, Porto) / _Henrique_na_conquista_de_Ceuta.png
Autor: Jorge Colaço (1864-1942), fotografia
de Nuno Tavares / Creative Commons
Attribution-Share Alike 2.5 Generic.
13a As rotas henriquinas (c.1430-1460): ventos http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Henrican_ 10/09/2012
(verde), correntes (azul) e rotas (vermelho) / navigation_routes.gif
Autor: Walrasiad / Creative Commons
Attribution-Share Alike 3.0 Unported.
Tabela de Imagens
n° do direito da imagem como está ao lado da link do site onde se consegiu a informação Data do
slide foto Acesso

13b Mapa da costa oeste africana - séc. XVI / http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Amina.jpg 10/09/2012


Autor: Desconhecido / public domain.
15 Rota de viagem de Bartolomeu Dias (1487- http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Bartolome 10/09/2012
88) / Autor: Desconhecido / GNU Free u_Dias_Voyage.PNG
Documentation License.
17 Meridiano de Tordesilhas (roxo) http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Spain_and 10/09/2012
demarcando os territórios a explorar por _Portugal.png
Portugal e Espanha e o seu antimeridiano
(verde) / Autor: Lencer / GNU Free
Documentation License.
19a Caminho marítimo para as Índias / Autor: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Caminho_ 10/09/2012
Nuno Tavares, baseado no BlankMap- maritimo_para_a_India.png
World.png. Baseado em informações de
várias fontes, incluindo a Wikipédia / GNU
Free Documentation License.
19b Vasco da Gama, navegador e explorador http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Vascodaga 10/09/2012
português / Autor: Ernesto Casanova / ma.JPG
public domain.
21 Rota seguida por Pedro Álvares Cabral em http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Cabral_vo 10/09/2012
1500 (em vermelho) e a rota de retorno (em yage_1500_PT.png
azul) / Autor: Castoro / GNU Free
Documentation License.
Tabela de Imagens
n° do direito da imagem como está ao lado da link do site onde se consegiu a informação Data do
slide foto Acesso

22 Uma Nau Nanban Portuguesa, século 17 / http://commons.wikimedia.org/wiki/File:NanbanCa 10/09/2012


Autor: Desconhecido / public domain. rrack.jpg
23 Descobrimentos, viagens e explorações http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Portugues 10/09/2012
portuguesas: datas e primeiros locais de e_discoveries_and_explorationsV2en.png
chegada de 1415-1543, principais rotas no
Oceano Índico (azul), territórios
portugueses no reinado de D. João III
(verde) / Autor: Tokle derivative work / GNU
Free Documentation License.
26a Comércio triangular entre a Europa http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Triangular 10/09/2012
Ocidental, África e Américas / Autor: _trade.png?uselang=es
Sémhur / GNU Free Documentation License.
26b Pintura do século 18 de Dirk Valkenburg http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Slave_Dan 10/09/2012
mostrando escravos durante uma dança ce.jpg
cerimonial / Autor: Dirk Valkenburg flemish
school / public domain.
28 O planisfério de Cantino, 1502 / Autor: http://commons.wikimedia.org/wiki/File:CantinoPl 10/09/2012
Desconhecido / public domain. anisphere.png