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Sistemas de Controle Hidráulico e Pneumático

2010/1

João Cícero da Silva

Salas 1M 216 e 127

SCHP

Curso: Engª Mecânica ( ) , Mecatrônica( ) ou ( ) Contrôle e Automação

Turma:

Apresentação da Disciplina

Programa

Metodologia

Bibliografia

Avaliação

Comentários

SCHP

Apresentação da Disciplina

-Tecnologia multidisciplinar e multiusuário oriunda da Ciência Fluídica.

-Da Mecânica dos Fluídos origina – se os Sistemas Estáticos e Dinâmicos de Energia Fluídica.

-Os Sistemas envolvem as energias:mecânica, elétrica, eletrônica, hidráulica*, pneumática, vácuo, térmica, química e nuclear isolados ou combinados.

-O CIM-Computer Integrated Manufacturing

-Foco da disciplina:Comando e Controle dos Sub – Sistemas Hidráulico, Pneumático, Vácuo isolados ou combinados com outros Sub-Sistemas(mecânico,elétrico e eletrônico).

-Integração com outras Tecnologias( Automação, Robótica, Automatização,etc…)

-Enfim a FLUITRÔNICA(NEI-Outubro de 2000) e a PNEUTRÔNICA(BOLLMANN).

Programa

SCHP

1.0)Apresentação da Disciplina(Objetivos:Geral e Específico). 2.0)Introdução, Histórico , Conceitos e Aplicações. 3.0)Processos Artesanais/Manuais, Mecanizados/Automatizados(Comando) e Automação(Controle). 4.0)Legislação, Normas Técnicas e Recomendações. 5.0)Terminologia e Revisão de Conceitos da Mecânica dos Fluídos. 6.0)A Pneumática , o Vácuo e a Criogenia 7.0)A Hidráulica de Potência(Industrial) 8.0)Preparação, Produção, Distribuição e Utilização do Ar Comprimido, Vácuo e Fluído Hidráulico. 9.0)Eficiência Energética(foco: Energia Fluídica e Combinações).

SCHP

– Programa(Continuação) –

10.0)Desenvolvimento e Implementação de um Sistema de Ar Comprimido/Gás/Vácuo e Bombeamento de Fluído Hidráulico.

11.0)Qualidade da Energia Fluídica(Secagem/Desumidificação e Filtragem).

12.0)Seleção e Especificação de Componentes, Acessórios e Materiais de um SAC e BFH.

13.0)Introdução aos Circuítos Básicos(Comando Direto).

SCHP

– Programa(Continuação) –

14.0)Introdução aos Circuítos Básicos( Comando Indireto).

15.0)Desenvolvimento e Aplicação de Circuítos Fundamentais( Básicos e Especiais ).

16.0)Cadeia de Comando.

Metodologia

SCHP

-Exposição do conteúdo programático oral, escrita e apresentações .

-Comentários e considerações sobre a legislação, normas técnicas, bibliografia , periódicos e divulgação técnica através de catálogos, folders, portfolios, congressos e feiras.

-Considerações sobre as aplicações e os estudos de casos.

-Interatividade.

-Recomendações.

Bibliografia

SCHP

Bibliografia SCHP

SCHP

Bibliografia(Cont.)

4)BOLLMANN,A.Fundamentos da Automação Industrial Pneutrônica.São Paulo, ABHP,1977.

5)BONACORSO,N.;NOLL,V.Automação Eletropneumática.3ª Ed.São Paulo-Érica , 1999.

6)FIALHO,A.B.Automação Pneumática:Projetos, Dimensionamento e Análise de Circuítos.São Paulo- Érica , 2003.

7)NATALE,F.Automação Industrial.4ª Ed.São Paulo- Érica,2002 8)SILVEIRA,P.R.;SANTOS,W.E.Automação e Controle Discreto.São Paulo:Érica, 1999.

9)VON LINSINGEN,I.Fundamentos de Sistemas Hidráulicos, 2ª Ed. Florianópolis:Editora da UFSC, 2003.

10)Novais, José M. de Almeida-Ar Comprimido Industrial, 2ª Ed., Fund. Calouste Gulbenkian-Lisboa –Portugal-2008

Avaliação

SCHP

-A disciplina é ministrada em 48 a 54 HAT e 16 a 18 HAL.

-3 Provas Escritas( 1ªPE entre a 15ª à 21ª HA, 2ªPE entre a 33ª e 39ª HA e 3ªPE entre a 48ª e 54ª HA=Sub-total=63,0).

-Projeto de SAC a partir da 33ª HA e ser concluído até a

HA=Sub-total=11,5

-10Atividades não presenciais

48ª

1,5/Atividade/Apresentação*10=Sub-total=15,0.

-7 Atividades de Laboratório com a Produção de

Apresentações=1,5/Apresentação*7=10,5

Total = 63,0(15+20+28)+15,0+11,5+10,5=100,0.

Relação/Sugestão das ANPs:

A1-Origem e Comparação entre as Energias(Pneumática,Vácuo, Hidráulica Industrial e Eletro- Eletrônica) (até a 9ª HA)

A2-Sistema,Processo,Comando e Controle-

Terminologia(até12ªHA)

SCHP

Avaliação( Continuação )

Relação/Sugestão das ANPs(Cont.):

A3-Fluídos Hidráulicos.(até 15ªHA) A4-Fluídos Pneumáticos.(até 18ªHA)

A5-Estudo de Caso 1:Uma Instalação Industrial e em EAS de Ar Comprimido e Vácuo.(até

24ªHA)

A6-Estudo de Caso 2:Uma Instalação Industrial ou Unidade de Bombeamento de Fluído Hidráulico.(até 30ªHA)

A7-Estudo de Caso 3:Uma Instalação de Fluídos Especiais(até a 36ª HA)

SCHP

Avaliação( Continuação )

A8-Qualidade,Estabilidade, Compatibilidade dos Fluídos e Materiais (até 39ªHA)

A9-Vasos de Pressão e Acumuladores(até 42ª HA)

A10-Atividade de Mergulho,Câmaras,Tubulões, Minas Profundas e Ambientes Hipobáricos(até

45ªHA)

Nota:Os alunos(as), poderão substituir uma ou mais atividades sem fugir do tema e no caso de apresentarem mais de 10 atividades, as notas parciais serão redistribuídas . As Apresentações serão em Power Point(produção própria) com o mínimo de 15 “slides” e 3 participantes por grupo e exposição em plenária(em função da avaliação).

Avaliação( Continuação )

SCHP

Relação das Atividades de Laboratório:

L1-Apresentação da Infra-Estrutura e Recursos(Semana 3=A,B,C e Semana 4 = D,E,F),Apres. Sobre Perigos/Riscos e Aspectos/Impactos sob a exposição dos fluídos em geral .

L2-Apresentação de Dispositivos e Aplicações .(Semana 5 =A,B,C e Semana 6=D,E,F).Apres. de dispositivos Industriais e Veiculares.

L3-Válvulas 1-(Semana 7=A,B,C e Semana 8=D,E,F).Apres.sobre bombas e compressores.

L4-Válvulas 2 e Instrumentos.(Semana 9=A,B,C e Semana 10=D,E,F).Apres.sobre Válvulas(Alivio,Segurança, Redução , Regulagem , Proporcionais e Controle.

L5-Simbologia-Atuadores e Dispositivos Especiais.(Semana 11=A,B,C e Semana 12 = D,E,F).Apres. sobre Simbologia, Atuadores e Válv. Direcionais.

Avaliação( Continuação )

SCHP

Relação das Atividades de Laboratório:

L6-Intr.aos Circuítos Básicos(CD)(Semana 13=A,B,C e Semana 14=D,E,F).Apresentação sobre Circuítos-CD(Apres.em conjunto com o L7)

L7-Intr.aos Circuítos Básicos(CI)(Semana 15=A,B,C e Semana

16=D,E,F).

L8=Simulação e Avaliação de um Sistema Automatizado.(A partir da semana 16 até a 18 com a adequação dos horários para as turmas).

Nota 1:A nota da L8 está inserida numa questão da 3ª PE( Valor :25 a 50% de 28 pontos)

Nota 2:As apresentações seguirão a mesma metodologia das ANPs.

Nota 3:O prazo de entrega de um RAL encerra –se no dia da AL seguinte

Nota 4:As atividades(ANP e RAL) receberão conceitos: A(1,5), B(1,0), C(0,5) e D(0)=INSUFICIENTE

SCHP

Avaliação( Continuação )

Nota Especial 1

As atividades(ANP e RAL) entregues fora dos prazos terão valor = zero

As Apresentações das ANPs1…10 e RALs1…7 ( Máximo :

3 participantes ) deverão conter:

-Título -Objetivos/Finalidades/Justificativas -Descrição/Aplicação(Revisão Bibliográfica) -Conclusões/Recomendações/Comentários -Referência Bibliográfica

SCHP

Avaliação( Continuação )

Nota Especial 2

-Comprometimento -Disciplina e Organização -Independência -Predisposição à procura constante -Retenção e Revisão de Conceitos -Produzir mais que o esperado -Explorar as oportunidades -Atuar em mão dupla -Ser antecipativo -Compensação -Aprender a aprender e aprender a empreender

Laboratório 1

SCHP

-Apresentação da Infra-Estrutura

-Recursos

-Exposição aos fluídos(contato, manuseio, etc…)

-Considerações(MSSO*=Vazamentos, Contaminação, Enfisemas, Embolias, Edemas, Eritemas, Eczemas)

-Abordagem de casos:PCBs ou Ascarel, Cianose, Mal das Montanhas

-Laboratório de Eficiência Energética.

*MSSO=Meio Ambiente , Saúde e Segurança Ocupacional

Laboratório 2

SCHP

-Dispositivos Hidráulicos e Pneumáticos de Veículos Automotores de Passeio(Freios:Convencional,Hidrovácuo,ABS,Freio a Ar, Freio Motor); Direção Hidráulica: Hidrostática e Hidrodinâmica (convencional, progressiva, eletro-hidráulica); Suspensão Pneumática; Amortecedores (Convencional, Pressurizado, À gás, Servo-assistido); Pneus; Turbos; KERS; Tuchos; Conversor de Torque; Câmbio Automático/Hidramático; Embreagem Hidráulica; Suspensão Compensatória;Comparativos entre Direção Elétrica e Hidráulica; Elevador p/Cadeirante; Compensador de Pressão Pneumática; Plataforma p/Descarga; 3º Eixo Livre, Estabilizador Lateral, Air Bags,Outros…

-Dispositivos Off Road-Prospecção e Extração de Petróleo, Veículos Industriais, Veículos para Mineração e Lavra…

-Visão Geral sobre um Sistema de Ar Comprimido

-Visão Geral sobre um Sistema de Bombeamento(Hidráulica Industrial)

SCHP

Comentários sobre a ANP 2

.Correlação da Pneumática, Hidráulica, Vácuo, Eletro-Eletrônica(Potência, Analógica , Digital Binária e Digital por Relés) e a Mecânica “Dura”.

.Sistemas Híbridos e Combinados .Sistemas Embarcados e Dedicados .Sistemas Segregados( Energia pura) .Aplicação na Engenharia Básica .A Engenharia Legal(SMA , CCB, Criação, Inovação, Patente, etc…)

.O Lean Engeneering-Fundamentos(Desenvolvimento, Projeto, Implementação/Execução, Assistência Técnica , Consultoria, Mantenedor, Gestor : Lister , Achiever e Empreendedor , Produção e outros )

.Fundamento da Energia Fluídica .Limites de Aplicação ( Break Even )-limites e zona de conforto .Licitações e Concorrência

…Casos: Elevadores em BH, Cirurgias Plásticas, Alvarás e Habite-se, Rompimento de vasos de pressão, explosão no CTA, Explosão em cilindros na PF de Manaus, Explosão de Caldeira em UDI, Queda do Avião na Holanda, Explosão e Incêncio no Transatlântico, Acidente fatal por interpretação errada de documentos, Vazamento de Amônia em Frigorífico, Explosão de um cilindro de Nitrogênio na Stock Car e no Carnaval do Rio(2010), Incidentes e Acidentes na Fórmula 1 (testes e corrida oficial-parciais e fatais)…

Terminologia e Definições Introdução Histórico Conceitos Parâmetros e Premissas SCHP Siglas e Unidades Os Fluídos Legislação
Terminologia e
Definições
Introdução
Histórico
Conceitos
Parâmetros
e
Premissas
SCHP
Siglas e
Unidades
Os Fluídos
Legislação e
Normas Técnicas
Aspectos de SS0&
Meio Ambiente
Aplicações e
Considerações

Objetivo Geral=

SCHP

Objetivo Específico=

Introdução(1)

-Tipos de Energia:Mecânica, Elétrica(Eletrônica),Química,

Nuclear e Fluídica.

-Fluído=substância que se deforma continuamente quando submetida a uma tensão de cisalhamento, não importando o quanto pequena possa ser essa tensão. Tanto os gases quanto os líquidos são classificados como fluidos.

-Hidráulica*=Os fluídos são:Água, Óleos:Minerais, Compostos,Graxos, Sintéticos, Emulsões e Biodegradáveis

Introdução(2)

-Pneumática**=O fluídos são:Ar Natural,Sintético, Medicinal, Alimentício,Fluídos Frigorígenos, N2,02,SF6,He,Ar,CO2, Halon,N02,N20,Nitrox outros. *(Potência e não de transferência de massa) **(Todos no estado comprimido)

-Vácuo=Ausência de Massa. Neste estado tem de se considerar :

a)A pressão residual no reservatório e

b)A diferença entre a pressão absoluta(atmosférica ou barométrica e a pressão residual).

-Hidro-Pneumática=Nos sistemas onde o ar dissolvido no líquido não interfere no desempenho, o ar ou outro gás é o propulsor do líquido

Histórico

-Primeiros Inventos(4500 anos AC) -Foles, Rodas d’água, Fontes ornamentais,1º compressor =1776, 1ª prensa=1795,1º guindaste hidráulico e comp.recíprocos=1850,1º comp.de parafuso=1878,1ª bomba de pistões axiais =1900, 1ª rede de AC=1888. Compressores e Bombas em escala industrial ( a partir de 1950 ). -Após a 2ª GM, é intenso o desenvolvimento e fabricação de dispositivos hidráulicos e pneumáticos(aceleração da Mecanização). -Anos 70=Emprego da hidráulica e pneumática em larga escala(mecanização/automatização) -Anos 80=Implementação da Automação(robótica) -Anos 90=Tecnologia Field Bus e Sistemas Supervisórios -Foot Print Industrial-Up grade, Up-to-Date, Retrofitting(suvaxfreon) -Ano 2000=Integração dos sistemas( dedicada, embarcada, dirigida e crescimento da fluitrônica e pneutrônica)-CIM -Atualmente:1)A energia Fluídica (principalmente o ar na forma comprimida ) é a 2ª energia mais utilizada e consumida no mundo.2)Normatização de Protocolos. 3)Customização*- Produção Personalizada(Desafio da 1ª década do 3º

Milênio).4)Set-Up-Rápido.

Histórico

-Abordagens:

Nova lata de cerveja de 269 ml SKUs( OMO, Coca-Cola,…), Premium, Light… Produção Limitada(lotes, assinatura ou eventos) Package Design(paralelepípedo, arredondado, octogonal, ovalado, etc…)

Apelo de Imagem (formato da garrafa=corpo feminino), farol do veículo x combustível da BR

Ergonomia Acelerada(nova tomada elétrica) Competitividade Acelerada-lançamentos de 2011 Projeto MIO-FIAT-Veículo Conceito Interatividade(aquisição pela Internet-especificação) Lead Time e Dead Line Logística-Logísitica Reversa e Engenharia Reversa

Legislação( cosméticos, remédios, alimentos…)-Air Bag e ABS em todos veículos-como fica a Kombi?

Fragmentação:fracionamento Normalização ou Normatização(IS0, IEC, ABNT…)

Histórico

Para Reflexão Recalls Protocolos FEED Overview Documentação e Inventário de Ativos Manutenção e Assistência Extendida

Conceitos(1)

-Captação= -Geração/Produção= -Tratamento= -Qualidade= -Transmissão= -Controle= -Estocagem= -Distribuição= -Utilização= -Atuação= -Eficiência Energética= -Sistema= -Processo= -Medição, Indicação e Alarme=

Conceitos(2)

-Sistema Aberto(Pneumática). -Sistema Fechado(Hidráulica). -Composição do Ar. -Composição dos Fluídos Hidráulicos.

-Escoamento(laminar, transiente , turbulento,sub- crítico, crítico e sônico).

-Processos de compressão(gases):

Isobárico,Isotérmico/Adiabático Isocórico e Politrópico. -Princípios de Compressão(gases):

Aceleração de Massa Deslocamento Volumétrico ou Positivo. -Máquinas de Fluxo:Compressores, Turbo- Compressores,Ejetores, Boosters, Blowers, Bombas, Turbinas, etc…

Fluídos

-São as substâncias que trasmitam a energia de potência para os diversos sistemas (Sist.Hid. de uma Retro-Escavadeira, Mancal Hidrodinâmico,Sist. de Aerografia, Sist.de Flutuação Pneumática,Sist.Resp.,Sist.Circulatório). -A potência é transmitida na forma de pressão(Força e Torque) e vazão ou fluxo(velocidade e tempo). -Os fluídos estão no estado de vapores, gases ,líquidos e plasmas. -Nos gases o desempenho é afetado pela presença de líquidos. -Nos líquidos o desempenho é efetado pela presença de gases. -A temperatura dos gases( para o Ar Comp.) não deve exceder a 55º. -A temperatura dos fluídos hidráulicos deve situar –se entre 60º a 90º. -O Paradoxo da Mecânica dos Fluídos reside no fato de que a viscosidade dos gases aumenta com o aumento da temperatura e nos líquidos diminui. -A Água foi e ainda é o primeiro fluído hidráulico a ser utilizado(atu- almente seu emprego é nas emulsões : água + óleo e óleo +á- gua, além do emprego, pura, em sistemas hidráulicos especiais no segmento medicinal, farmacêutico e alimentício .

Aspectos de SSO e Meio Ambiente

Exposição ao Ar Comprimido(Níveis de pressão, velocidade, composição e qualidade).

Efeitos:Embolia(Cardíaca,Cutânea , Pulmonar e Gasosa),Impacto(Expansão e Implosão),Contaminação,Enfisema Sub-Cutâneo e Pulmonar, Mal de Michelin, Rompimento do Tímpano e Deslocamento da Córnea e Retina.

Exposição aos Fluídos Hidráulicos(Níveis de pressão, Velocidade, qualidade, composição e temperatura).

Efeitos:Corte,Queimaduras,Contamina-

ção(cutânea,ingestão e respiração)

Ruídos,Escapes,Vazamentos,Drenos,Descarte.

Efeitos:Contaminação do solo,água , ar e seres vivos além da instabilidade química.

Consulta à FISPQ P-4560-G(Ar Comprimido) e às demais referente aos Fluídos Hidráulicos.

Aplicações e Considerações(1)

ArComprimido¹,Vácuo² e Fluído Hidráulico³

Higienização¹,²,Desintegração

Mecânica¹,³,Secagem/Desumidificação¹,²,Mo-

vimentação Mecânica¹,²,³, Modulação de Sinal¹,²,³, Controle¹,²,³, Comando¹,²,³, Conformação¹,³, Usinagem¹,³, Operações com Máquinas Manuais¹,²,³,Corte¹,³,Dobra¹,³, Operações de Içar e Guindar¹,²,³, etc.

Limitação de Potência¹,², Perdas¹,²,Qualidade¹,³, Instabilidade Química³,

Difusibilidade¹,Expansibilidade¹,Inflamabili-

dade³,Explosividade³,Influência da Temperatura³,Influência da Umidade¹,²,³,Influência da altitude¹,²,Composição e componentes¹,³,

Aplicações e Considerações(2)

ArComprimido¹,Vácuo² e Fluído Hidráulico³

Disponibilidade¹,²,Facilidade de Manuseio e Manutenção¹,²,Flexibilidade¹,²,³, Melhores aspectos construtivos¹,²,

Desenvolvimento.Tecnológico.¹,².

Legislação e Normas Técnicas

-Manuseio, Utilização e Transporte de Produtos Especiais(FH)

-Normas Regulamentadoras do Min.do Trabalho e Emprego(FH , V e AC).

-Inflamabilidade e explosividade(FH). -Contaminação(FH,V e AC)(FDA,SBCC e ANVISA) -Segmento Hospitalar(AC ,V e Gases)(ANVISA).

-Normas Técnicas Internacionais:ISO-1217,DIN 1945,CETOP,BSP 1571, Pneurop/CAGI(Compressed Air and Gas Institute )PN2CPTC2 ,JIC, ANSI ,ISA,IEC,ISA e ASME.

-Normas Técnicas Nacionais:NBRs/ABNT,IBP,Petrobrás, ABHP,ANP.

Siglas e Unidades

-DLP=Descarga Livre Padrão(DIN 1945,1962,BSP 1571,1949 e ASME-PTC9)[Nm³/h,min,s ou SCFM ou NPCM], ISO 1217, etc .. -FAD=Free Air Delivery(Ambiente livre na entrada) -DLE=Descarga Livre Efetiva(Ambiente Livre na Saída) -DLE=FP.CLEc, FP=Fator de Projeto ou simultaneidade -Nm³<FAD<Am³ -DE=Descarga Efetiva ou DA=Descarga Atual(pressão e temperatura na fase comprimida ou recalcada) -CLP=Consumo Livre Padrão -CLE=Consumo Livre Efetivo -CE=CA=Consumo Efetivo ou Consumo Atual -GPM=Galões Por Minuto -PMTA=Pressão Máxima de Trabalho Admissível ou PMTP=Pressão Máxima de Trabalho Permitida(NR-13 do MTE)

Siglas e Unidades

-PPMS=Pressão do Ponto Morto Superior(ajuste da pressão máxima de operação)(Pm+ ΔP+DP)

-PPMI=Pressão do Ponto Morto Inferior(ajuste da pressão mínima de operação)(Pm+ ΔP)

-PT=Pressão de Trabalho=PPMI -PU=Pressão de Utilização(Pm)

-PS=Pressão de Segurança e / ou Alívio=PMTA ou PMTP(Pm+ ΔP+DP+DS)

-PP=Pressão de Projeto(PMTA)*(FP) -ΔP=Perda de Carga -DP=Diferencial de Pressão(Carga-Alívio)

Siglas e Unidades

-FP=Fator de Projeto

-DS=Diferencial de Segurança

-Pm=Pressão Manométrica

-Pa=Pressão Absoluta

-Pbar=Pressão Barométrica

-Patm=Pressão Atmosférica

-Nm³/

=Normais

Ou SCFM=Standards Cubics

Feet per Minutes

-Am³/

=Atuais

-UR=Umidade Relativa(%)

-pv=Pressão parcial do vapor d`água

-ps=Pressão de saturação do vapor d’água

Siglas e Unidades

-1 atm=760mmHg=14,69 psi=10336mmH20

-1 bar=750mmHg=14,5psi=10200mmH20=100kPa

-1 baria=0,1 Pa ( 1 dy/cm² )=1 microbar

-1 kgf/cm²=736mmHg=14,2 psi=10000mmH20

-1 kgf/m²=1mmH20

-1CFM=1,69 m³/h

-1GPM=(USA=3,785 l/min), (BS=4,54 l/min) e

(Brasil=3,6 l/min)

-psi=pound square inch

-1 Pa = 1N/m²

-1 Torr = 1 mmHg

-1 FPM(feet per minutes)= 196,9 m/s

Parâmetros¹ e Premissas²

-Os fluídos hidráulicos possuem ρ≤1[g/cm³]¹

-O contaminante principal do ar é a água¹ e do fluído hidráulico, o ar¹

-A ΔPmax². no SAC = 1 bar, recomenda se 0,08kgf/cm² para 100m e não ultrapassar a 0,3bar ou 5% da PPMI

-As velocidades de escoamento são variáveis² -IV=Índice de viscosidade≠viscosidade¹

-A viscosidade, nos gases, aumenta com o aumento da temperatura e nos fluídos hidráulicos diminui¹

-O DP deve situar – se em 0,5 bar ou no máximo em 10% da PPMI no SAC²

-As perdas por vazamentos no SAC≤10%*DLE² -Recomenda–se 1/3 para alívio e 2/3 para carga no SAC²

Parâmetros¹ e Premissas²

-O VR=Vol. do Reservat. no SAC(10 a 20% da DLE[m³/min] para compressores recíprocos e 5 a 15% para os demais compressores), enquanto para os fluídos hidráulicos , 3 a 5 vezes a DE[l/min]²

-O DS para o SAC é 3% no 1º estágio e 6% no 2º estágio da PPMS²

-A acumulação de energia hidráulica é feita pelos acumuladores a contra-peso,mola e

gases(N2)¹

-A cada 70 bar os FH comprimem-se entre 0,5 a 2%( gases dissolvidos)¹

Laboratório 2

-Apresentação de Dispositivos e Aplicações

.Bombas e Compressores

.Filtros

.Secadores/Desumidific./Arrefecedores

.Purgadores/Ventosas

.Instrumentos(temperatura, pressão, vazão,

nível,etc…)

.Reservatórios/Acumuladores

.Manifolds( Blocos de Distribuição )

.Válvulas

.Atuadores(Cilindros, Motores, Osciladores)

.Sensores/Transdutores

Laboratório 2

-Relatório sobre Equipamentos Veiculares e Dispositivos Industriais:Pneumáticos, Hidráulicos ou Combinados .Equipamentos de Içar e Guindar .Equipamentos de Usinagem .Equipamentos de Perfuração e Desmonte .Extração Air Lift .Equipamentos de Envase .Ordenhadeira .Equipamentos de Limar .Equipamentos de Conformar .Equipamentos de Cortar

Laboratório 2

-Continuação .Equipamentos de Prensar .Equipamentos de Dobrar .Equipamentos de Jateamento .Equipamentos de Paletizar .Paleteiras .Empilhadeiras .Injetoras de Concreto .Equipamentos de Cintar/Envelopar .Equipamentos de Transladar .Equipamentos de Nebulizar/Pulverizar .Máquinas Ferramentas Manuais .Outros

Terminologia e Definições

-Stick Slip= -Sangria= -TAN= -TBN= -Ponto de Anilina=NBR 11343 -Purgador= -Ventosa= -Micropneumática= -Manovacuômetro= -Manômetro= -Barômetro= -Hidropneumático(a)= -Calço Hidráulico ou Martelo Hidráulico=

Terminologia e Definições

-Pressostato = -Vacuostato= -Válvula de Segurança= -Válvula de Alívio= -Válvula de Segurança e Alívio= -Termostato= -Transdutor= -Carga= -Alívio= -Booster ou Recompressor= -Ejetor= -Fluxímetro/Fluxômetro= -Fluxostato=

Terminologia e Definições

-By Pass = -Manifold= -Pitting= -Aeração=Flotação= -Anti-emulsificante= -Anti-desgaste= -Anti-oxidante= -Anti-espumante= -Retrofitting=Up to Date = -Up Grade = -Shelf Life= -Gripagem= -Vaso de Pressão= -Mesh=

Laboratório 3

Válvulas-1

Histórico=Foram os Romanos que

desenvolveram os primeiros dispositivos

que atualmente são conhecidos como

válvulas “macho” e válvulas contra refluxo

denominadas de válvulas “portinholas”

Conceito=Todo e qualquer dispositivo capaz

de interferir no fluxo( vazão ) e na

pressão(energia potencial)

Classificação:

Bloqueio ou Fechamento

Retenção

Redutora/Reguladora/Proporcional

Sobre–Pressão(Segurança e/ou Alívio)

Laboratório 3

Válvulas

Classificação(continuação)

Sub–Pressão(Quebra-Vácuo)

Corta-Chama

Controladora

Porta Lógica por Pressão Diferencial ( E=AND e OU=OR)

Direcional

Corte-de-sinal por pressão sequencial ou por temporização

Combinada

Laboratório 3

Válvulas 1 Acionamento Manual

Motorizado(Elétrico, Pneumático , Hidráulico e Combinado)

Elétrico(Solenóide) Apalpador mecânico(fim-de-curso) Combinado(Sensores+Solenóide)

Sensores(Ótico, Térmico, Indutivo, Capacitivo, Sônico, Rádio – Frequência,etc…)

Piloto Positivo ou Negativo Expansão ou Contração Térmica.

Considerações (Cap.1.0 ao 7.0)

a)Quanto às velocidades, considerar o seguinte:

-Pneumática:

Linha Principal: 6 a 12 m/s( A Edição 2004

Procel Indústria recomenda 8m/s).

Linha de Distribuição: 8 a 16m/s(A referência

anterior recomenda 10m/s).

Linha de Serviço/Utilização: 10 a 20 m/s( A

referência anterior recomenda 15 m/s).

Observação: Existem instalações que

operam com velocidades em torno de 25

m/s, entretanto apresentam distúrbios

isolados e associados tais como:

Considerações (Cap.1.0 ao 7.0)

Vibração, Ruído e Perda de Carga acima da recomendação de projeto.

-Hidráulica:

As velocidades(Racine Albarus- Rexnord)são:

.Sucção e preenchimento: 0,6 a 1,2 m/s .Retorno: 3,0 a 4,5 m/s .Linha de Serviço/Utilização: 4,5 a 6 m/s

A Perda de Carga deverá ser calculada pela equação de Darcy e Hazen-Willians.

Considerações (Cap.1.0 ao 7.0)

b)Quanto à Associação de Compressores e Bombas:

-Paralelo( Pressão constante e soma das vazões).

-Série(Vazão constante e soma das pressões)

-Combinada( vazão e pressão dedicada para ramal ou equipamento específico com a consequente utilização de Booster e Válvula Redutora de Pressão).

c)Quanto à Qualidade do Fluído:

-Pneumática(IS0 8573-1 e 7183) .Filtragem e Condicionamento(Controle da umidade e temperatura)

Considerações (Cap.1.0 ao 7.0)

Dinâmica/Cinética(ciclones),

Mecânica(impactação, difusão,membra- na,interceptação)(adsorção, coalescência),

Eletrostática

Química(absorção)

Biológica

Desumidificação/Secagem

-Hidráulica

Filtragem, Controle de Temperatura (Aquecimento, Arrefecimento e Resfriamento), Extração de umidade, Nível e Troca

A Qualidade dos FHs é determinada pela ISO 4406, Tabelas NAS 1638 e AS 4059.

Considerações (Cap.1.0 ao 7.0)

d)Quanto à Desumidificação/Secagem

.Extração do condensado pela compressão .Extração do condensado pelo Resfriamento .Absorção .Adsorção .Membrana Obs.:Planilha de Extração

Considerações (Cap.1.0 ao 7.0) d)Quanto à Desumidificação/Secagem .Extração do condensado pela compressão .Extração do condensado pelo
Considerações (Cap.1.0 ao 7.0) d)Quanto à Desumidificação/Secagem .Extração do condensado pela compressão .Extração do condensado pelo
Considerações (Cap.1.0 ao 7.0) d)Quanto à Desumidificação/Secagem .Extração do condensado pela compressão .Extração do condensado pelo
Considerações (Cap.1.0 ao 7.0) d)Quanto à Desumidificação/Secagem .Extração do condensado pela compressão .Extração do condensado pelo

Considerações (Cap.1.0 ao 7.0)

e)Parâmetros para desenvovimento da planilha.

.Admissão(TEA)

Um.Relativa,Temp.Local(tbs),DLE e Altitude

.Saída do Compressor

Drenagem/Purga,DE ou DA(Descarga Efetiva

ou Atual),Temp.de Recalque,Um.Específica.

.Desumidificador/Secador

Ponto de Orvalho,DE ou DA e Um.Específica

.Especificação do Ar Comprimido

Temp.de Equilíbrio,DE ou DA, Um.Específica,e

Umidade Relativa.

Laboratório 4

Continuação( Válvulas – Parte 2 ) – Atuadores, Instrumentos e Componentes Especiais.

.Válvulas Redutoras/Reguladoras de Pressão e/ou vazão. -Ação Direta -Auto Operada .Válvulas Controladoras -Ação Direta -Ação Inversa .Válvulas Direcionais .Válvulas Especiais

-

Produção, Preparação, Distribuição e Utilização da Energia Fluídica

Fluxograma de um Sistema de Ar Comprimido

.Componentes

.Interpretação da Simbologia

.Redes

.Recomendações e considerações para o desenvol- vimento de um sistema de ar comprimido.

-

Produção, Preparação, Distribuição e Utilização da Energia Fluídica

Fluxograma de um Sistema de Bombeamento de Fluído Hidráulico

.Componentes

.Interpretação da Simbologia

.Redes

.Recomendações e considerações para o desenvol- vimento de um sistema de Bombeamento de Fluído Hidráulico.

-

Fatores de Desperdícios

NoNo sistema

NoNo sistema

sistema

sistema

Produção

Produção

Produção dede arar comprimido

Produção dede arar comprimido

comprimido

comprimido

AA corrente corrente dodo arar

Sala dos

Sala

dos compressores

compressores

comprimido

comprimido

Elevadas

Elevadas temperaturas;

temperaturas;

compressão

compressão

Deficiência

Excesso

Deficiência nono sistema

Excesso dede

pó

sistema dede ventilação;

ventilação;

...

...

, , são

são fatores

fatores para

para aumentar

aumentar

resfriamento

resfriamento

gastos. gastos.
gastos.
gastos.

separação

separação

drenagem

drenagem

armazenamento

armazenamento

drenagem

drenagem

secagem

secagem

drenagem

drenagem

filtração

filtração

drenagem

drenagem

distribuição

distribuição

L.C. IÓRIO

L.C.

IÓRIO

Fatores de melhorias

NoNo sistema sistema

NoNo sistema sistema

comprimido

comprimido

comprimido

comprimido

Tratamento

Tratamento

Tratamento dede arar

Tratamento dede arar

Qualidade dodo arar comprimido

Qualidade

comprimido

Norma ISO 8573.1 divide o ar em classes de qualidade,

Norma ISO 8573.1 divide o ar em classes de qualidade,

função do conteúdo das principais impurezas, que

função do conteúdo das principais impurezas, que

m m Partículas sólidasConteúdo d'aguaConteúdo de óleo Classe de Qualidade Tamanho das Partí- culas de Impurezas
m
m
Partículas sólidasConteúdo d'aguaConteúdo de óleo
Classe de
Qualidade
Tamanho das Partí-
culas de Impurezas
Ponto de Orvalho
à Pressão de 7 bar
ISO
m
Máxima Quantidade
de Óleo Incluindo
Aerossóis
mg / m³
1
0,1
-70
0,01
2
1
-40
0,1
3
5
-20
1,0
4
15
3
5,0
5
40
7
25,0
6
-—
10
-—

ão: partículas sólidas, conteúdo de água e óleo.

ão: partículas sólidas, conteúdo de água e óleo.

Ex. dede especificação

Ex.

especificação

dede Qualidade.

Qualidade.

Fatores de melhorias No No sistema sistema No No sistema sistema comprimido comprimido comprimido comprimido 
Fatores de melhorias No No sistema sistema No No sistema sistema comprimido comprimido comprimido comprimido 

Impurezas

Impurezas

sólidas sólidas Água Água Óleo Óleo
sólidas
sólidas
Água
Água
Óleo
Óleo

L.C. IÓRIO

L.C.

IÓRIO

Fatores de Desperdícios

NoNo sistema sistema

NoNo sistema sistema

comprimido

comprimido

comprimido

comprimido

Rede

Rede

Rede dede distribuição

Rede dede distribuição

distribuição dede arar

distribuição dede arar

Perdas por vazamentos de ar comprimido

Para reduzir as perdas de ar comprimido, o meio é a redução da Pressão e do diâmetro dos orificios utilizados.

Orificio

Pressão X Vazão m³/min

Potência Necessária em KW

4 Bar

5 Bar

6 Bar

a 6 Bar

 
  • 1 0,045

0,054

0,065

0,48

 
  • 3 0,408

0,491

0,574

4,28

 
  • 5 1,135

1,364

1,593

11,88

 

L.C.

L.C. IÓRIO

IÓRIO

Fatores de Desperdícios

NoNo sistema sistema

NoNo sistema sistema

Rede

Rede

Rede dede distribuição

Rede dede distribuição

distribuição dede arar

distribuição dede arar

comprimido

comprimido

comprimido

comprimido

Show dodo

Show

seu desperdício.

seu

desperdício.

Fatores de Desperdícios No No sistema sistema No No sistema sistema   Rede  
Fatores de Desperdícios No No sistema sistema No No sistema sistema   Rede  

1111 furo

furo

furo

furo dededede øøøø 1mm.

1mm.

1mm.

1mm.

6400,68

6400,68

6400,68

6400,68

kWh/mês.

kWh/mês.

kWh/mês.

kWh/mês.

xx

xx

6400,68

6400,68

6400,68

6400,68

0,23

0,23

0,23

0,23

==

==

R$R$

R$R$

Furo Furo øø 1mm; 1mm; p=p= 66 bar bar (a) (a)

Furo Furo øø 1mm; 1mm; p=p= 66 bar bar (a) (a)

vazamento == 0,065

vazamento

vazamento == 0,065

vazamento

mm /min. /min.

33 33

  • mm /min. /min.

0,065 xx 6060

0,065

0,065

0,065

== 3,90

3,90 mm 33 /h.

/h.

220 h/mês

220

h/mês

==

858

858

mm 33 /mês. /mês.

1.472,16/mês.

1.472,16/mês.

1.472,16/mês.

1.472,16/mês.

R$R$ 1.472,16

R$R$ 1.472,16

1.472,16

1.472,16

xx

xx

1212

1212

==

==

R$R$

R$R$

17.665,95/ano.

17.665,95/ano.

17.665,95/ano.

17.665,95/ano.

L.C. IÓRIO

L.C.

IÓRIO

Fatores de Desperdícios

NoNo sistema sistema

NoNo sistema sistema

Rede

Rede

Rede dede distribuição

Rede dede distribuição

distribuição dede arar

distribuição dede arar

comprimido

comprimido

comprimido

comprimido

Show dodo

Show

seu desperdício.

seu

desperdício.

UmUm dos

dos grandes

grandes consumos

consumos dede arar

comprimido

comprimido

estão

estão emem mangueiras

mangueiras que

que sopram

sopram

oo arar..

Deve-se estudar

Deve-se

estudar umum meio

meio para

para

reduzir

reduzir este

este consumo,

consumo, por

por meio

meio dada

  • 0101 redução redução dada pressão

Bico

Bico ¾”

pressão ouou algum

algum

¾” -- pressão

pressão 66

dispositivo adequado

dispositivo

adequado..

bar bar

¾"

¾" consumo

consumo dede 2,2

2,2

mm 33 /min

/min

R$R$ 39.861,56

39.861,56 por

por mês

mês

L.C. L.C. IÓRIO IÓRIO
L.C.
L.C. IÓRIO
IÓRIO

Fatores de Desperdícios

NoNo sistema

NoNo

sistema Transformação

sistema

sistema

Transformação

Transformação

Transformação

Problema:

Problema:

Falta dede

Falta

padronização

padronização dos

dos produtos

produtos aplicados,

aplicados,

implica

implica em:

em:

Aumento

Aumento nono tempo

tempo gasto

gasto nana manutenção.

manutenção.

Aumento Aumento dodo número número dede itens itens dede estoque. estoque.

Dificuldades Dificuldades dede adaptação adaptação ee substituição. substituição.

Aumento Aumento dada Relação Relação Custo Custo XX Beneficio Beneficio

Dificuldades

Dificuldades nas

nas compras.

compras.

Prazo dede Entrega

Prazo

Entrega

Treinamento

Treinamento

L.C. IÓRIO

L.C.

IÓRIO

Energia e Automação

NoNo NoNo sistema sistema sistema sistema  Transformação Transformação Transformação Transformação    Limpeza Limpeza
NoNo
NoNo sistema
sistema
sistema
sistema  Transformação
Transformação
Transformação
Transformação 
  Limpeza
Limpeza
Limpeza
Limpeza
Para
Para reduzir
reduzir asas perdas
perdas dede arar comprimido,
comprimido, oo meio
meio
éé
aa
redução
redução dada
pressão
pressão ee dodo diâmetro
diâmetro dos
dos orifícios
orifícios utilizados.
utilizados.
Orifício
Orifício
Pressão
Pressão xx Vazão
Vazão
Potência
Potência neces.
neces. p/
p/ aa
compressão
compressão (( ØØ mmmm ))
44 bar
bar
55 bar
bar
66 bar
bar
KWKW
11
0,045
0,045 mm 33 /min
/min
0,054
0,054
0,065
0,065
0,48
0,48
Bicos e
Pressão alimen.
Queda de pressão
Consumo
Custo unit. anual
LBP-
LBP-
pistolas
- bar
p -
bar
Q - m 3 /min
kWh - R$ 0,10
33
0,408
0,408
p 1
0,491
0,491
0,574
0,574
4,28
4,28
Bico 3/8
6
0,4
1,76
283,20
Bico 1/4
5
5
1,135
1,135
6
1,364
1,364
0,6
1,20
1,593
1,593
452,40
11,88
11,88
LBP-1/4
6
0,2
0,27
63,72
LSP-
LSP-
LSP-1/4-C
6
0,2
0,12
28,32
Custo
Custo base
base -- 2222 dias,
dias, 1h/dia
1h/dia dede utilizaç
utilizaç
Engenharia
Engenharia
L.C.
L.C. IÓRIO
IÓRIO

Energia e Automação

NoNo sistema

NoNo

sistema Transformação

sistema

sistema

Transformação

Transformação

Transformação

Reguladores dede Pressão

Reguladores

Pressão

Redução dada pressão

Redução

ar;

pressão consumo

consumo

dede ar;

8ba 8ba rr 66 bar bar
8ba
8ba
rr
66 bar
bar
88 bar bar
88 bar
bar

Consequentemente

elétrica.

elétrica.

Ex.:

Ex.:

pneumático

pneumático

Diâmetro

Diâmetro 50mm

50mm

Curso

Curso

Consequentemente dede energia

energia

Atuador

Atuador

Consumo Consumo
Consumo
Consumo

206Nl/min

206Nl/min

100mm

100mm

Energia e Automação sistema No No     Transformação de de Pressão Reguladores •
Energia e Automação sistema No No     Transformação de de Pressão Reguladores •

Ciclo

Ciclo

60/min

60/min

Energia e Automação sistema No No     Transformação de de Pressão Reguladores •

REDUÇÃO

REDUÇÃO

2222 %%

Energia e Automação sistema No No     Transformação de de Pressão Reguladores •

88 bar

bar

Energia e Automação sistema No No     Transformação de de Pressão Reguladores •
Energia e Automação sistema No No     Transformação de de Pressão Reguladores •

Consumo

Consumo

160Nl/min

160Nl/min

Energia e Automação

NoNo sistema sistema

NoNo sistema sistema

Transformação

Transformação

Transformação

Transformação

 Válvulas

 Válvulas

Válvulas

Válvulas

Energia e Automação No No sistema sistema No No sistema sistema   Transformação  

Válvulas Solenóide

Válvulas

Potência

Potência

Solenóide dede Baixa

Baixa

Economia dede 8080 aa 90%

Economia

consumo dede energia

consumo

90% nono

energia para

para aa

mesma aplicação.

mesma

aplicação.

Energia e Automação No No sistema sistema No No sistema sistema   Transformação  

Ex: Atuador

Ex:

Atuador Pneumático

Pneumático

Diâmetro

Diâmetro

50mm

50mm

Curso

Curso

ciclos

ciclos

100mm

100mm

60/min

60/min

Energia e Automação No No sistema sistema No No sistema sistema   Transformação  

Consumo dede arar total

Consumo

total

Nl/min Nl/min

160

160

Qual

Qual válvula

válvula atende

atende ??

V=500Nl/min

V=500Nl/min

Consumo

Consumo

4,5W

4,5W

V=V= 350Nl/min

350Nl/min

Consumo

Consumo 1W1W

Dimensionamento de um SAC e SBFH

Após a produção, preparação, distribuição e utili-

zação dos fluídos, faz-se necessário o dimensiona-

mento e seleção de todos componentes inclusive:

conexões, mangueiras, tubulações, elementos au-

xiliares, indicação, proteção e alarme.

Considerações:

1.Estabelecimento de Lay-Out(encaminhamento ,

casa de máquinas, unidades embarcadas, etc…

2.Levantamento de todos os pontos de consumo.

3.Previsão de futura expansão(20 a 60%),Pode atingir a 100%

4.Fator de utilização(60 a 80%), pode iniciar em 30% para

ferramentas manuais e simultaneidade(20 a 40%).(Pode ir até

80%)

5.Limitação da perda de carga em 10% da PU ou PS

para o SAC(usualmente 0,3 a 0,5 bar).

-

Dimensionamento de um SAC e SBFH

6.Para o SBFH, a perda de carga deverá ser calcu- lada pelas equações convencionais que também poderão ser aplicadas ao SAC. 7.Vazamentos limitado em 5 a 10% para o SAC 8.Velocidades( conforme recomendação anterior) 9.As tomadas no SAC deverão ser pelo costado superior da tubulação 10.Inclinação da rede no SAC de 1 a 2º no sentido do fluxo 11.Instalação de purgadores a cada 20 a 40 m no SAC, bem como válvulas retenção e filtros de linha 12.Prever liras de expansão ou luvas elásticas.

-

Dimensionamento de um SAC e SBFH

13.Instalar ventosas no SBFH ou procedimentos de escorva e desumidificação periódica. 14.Observar recomendações específicas para mon- tagem da rede no SAC e no SBFH( suportes, guias pipe-racks, skids, etc…). 15.Importante é obter finalmente a DLE e a PMTA ou PMTP bem como a Potência do sistema. 15.Aplicação:Determinar a DLE e a PMTA de um SAC, considerando 3 processos distintos contendo no mínimo 5 consumidores por processo.Dimensi- nar , Selecionar e Especificar todo o Sistema. 15.Ídem para o SBFH( a partir do próprio levanta- mento de necessidades).

-

Laboratório 5-Simbologia e Válvulas Direcionais

-Uma das formas de comunicação e informação nos diversos seguimentos tecnológicos é através da terminologia e símbolos( gráficos, figuras, de- senhos, fluxogramas, diagramas unifilares e de Blocos, pictogramas, etc…). -As principais normas nacionais e internacionais são:

-IS0/DIN 1219(Letras) -DIN 24300 e 24342 -NBR 8896, 8897 , 8898 e 10138 -IS0/DIN 5599(Números) -DIN 40713 e 40718

-

Laboratório 5-Simbologia

.ISO 5211/DIN 3337

.VDI/VDE 3845 NAMUR

.ANSI Y 32.10, JIC, CETOP, PNEUROP e ISA

Terminologia:

CircuítoxDiagramaxFluxogramaxEsquemaxCroqui

Os elementos de um diagrama, fluxograma ...

hidráulico, pneumático e demais combinações

são representados por sím-

los geométricos( círculos, triângulos, retân-

gulos, quadrados, linhas, setas

números.

),

...

letras e

-

Laboratório 5-Simbologia

- Interpretação da simbologia dos principais ele- mentos e componentes de um Circuíto de Energia Fluídica a partir da Unidade de Manutenção/Con- servação/Condicionadora:

-Unidade de Manutenção/Conservação/Conserva- Ção.

-Válvulas Direcionais

-Válvulas de Dupla Pressão

-Válvulas Especiais

-

Roteiro Para os Cálculos(SAC)

-Existência de TAG(consumo obtido por usuário) -Inexistência de TAG(Levantamento do Consumo por usuário). -Cálculo do CLE(corrigido),CLEc=CLE.FU.FE.FV.FS -Pres.de Utilização ou Serviço Especificada(PU) -Pressão de Trabalho=PPMI=PU ou Pm + ΔP. -Com a Pressão de Trabalho , o CLE(corrigido) e transformado para CE e a Velocidade dimensi- ona-se as tubulações após a Válvula Redutora -Seleciona-se a Válvula Redutora e desenvolve o By Pass incluindo o Separador de Líquido e o purgador. -Repete-se o procedimento para tantos ramais quantos forem necessários.

Roteiro Para os Cálculos(SAC)

-Se o Ramal for em Anel, calcula – se como se não o

fosse e faça a interligação, instalando válvulas de

bloqueio(gaveta) ou (esfera) de forma segmentada.

-A rede de distribuição(manifold) deverá ser

dimensionada para a maior Pressão (PMTA) e CE

acumulado por ramal ou ramais.

-Selecionar e especificar os Secadores por Adsorção de

acordo com a necessidade do cliente.

-Especificar o Reservatório de acordo com a NR-13 do

MTE e ASME Seção VIII, Divisão I e seus

acessórios(Válvula de Segurança, Manômetro,

Termômetro, Purgador, etc

)

...

-Especificar o Secador por Resfriamento.

Roteiro Para os Cálculos(SAC)

-Especificar os filtros de acordo com as exigências de qualidade do ar de acordo com a Norma IS0 8573-1

-Especificar o Trocador de Calor( Intercooler e Aftercooler) bem como Separador de Condensado e Purgador.

-Complementar o dimensionamento da rede Principal(Pressão, Vazão, Velocidade e Fator de Segurança).

-Especificar a tubulação, conexões e instrumentos e dispositivos de indicação, alarme e proteção.

-Selecionar e Especificar o Compressor contemplando:Tomada Externa de Ar , Filtro de Admissão e demais instrumentos.

Circuítos Básicos e Fundamentais

  • - Automação ( Contextualização )

  • - Cadeia de Comando ou Comando e Controle

  • - Circuítos Básicos e Fundamentais

Automação

Contextualização

A automação em nossas vidas

Objetivo: Facilitar nossas vidas

• Automação no dia-a-dia

Em casa:

• Lavando roupa • Aquecendo leite • Abrindo o portão • Lavando louça

Na rua:

• Sacando dinheiro • Dirigindo pelas ruas • Fazendo compras

A automação em nossas vidas • Objetivo: Facilitar nossas vidas • Automação no dia-a-dia – Em
A automação em nossas vidas • Objetivo: Facilitar nossas vidas • Automação no dia-a-dia – Em

A automação em nossas vidas

– No trabalho:

• Registrando o acesso(I/O)

• Programando um robô

• Recebendo matéria-prima

• Estocando produto

acabado

• Fazendo controle de

qualidade

• Controlando temperatura

de uma tanque de água

• Controlando a temperatura

do escritório

• Acionando o sistema de

combate à incêndio

A automação em nossas vidas – No trabalho: • Registrando o acesso(I/O) • Programando um robô

A automação no meio produtivo

• Objetivos:Facilitar os processos produtivos • Componentes básicos

– Sensoriamento – Comparação e controle – Atuação

• Automação industrial = sistema otimizado

– Menor custo – Maior quantidade – Menor tempo – Maior qualidade (precisão)

A automação no meio produtivo

• Qualidade = garantir uma

produção com as mesmas

características e alta

produtividade

• Automação no meio ambiente

– Cumprimento de novas normas

– Sistemas de controle de

efluentes

– Sistemas de controle de gases

A automação no meio produtivo • Qualidade = garantir uma produção com as mesmas características e
A automação no meio produtivo • Qualidade = garantir uma produção com as mesmas características e

A automação no meio produtivo

Automação nas indústrias

– Importância para sobrevivência das indústrias. – Garante a competição no mercado globalizado – Substitui o Homem

• Tarefas repetitivas • Ambientes perigosos • Ambientes insalubres • Grande esforço físico

A automação no meio produtivo

• Transforma a estrutura da

força de trabalho

– Qualitativamente

– Quantitativamente

– Exige treinamento

– Qualificação da força de

trabalho

– Melhoria das condições de

trabalho

A automação no meio produtivo • Transforma a estrutura da força de trabalho – Qualitativamente –

A automação no meio produtivo

• Desafio: Inserir o homem no contexto da automação sem traumatismo, sem desemprego, tendo somente um saldo positivo.

“O risco que se corre ao se introduzir novas tecnologias é menor do que aquele que se corre ao não introduzi-las”

Características e Conceitos da Automação

• Cadeia de comando

Entrada

 

Processamento

 

Conversão

 

Saída

de sinais

 
de sinais de sinais de sinais de sinais

de sinais

 
de sinais de sinais de sinais de sinais

de sinais

 
de sinais de sinais de sinais de sinais

de sinais

Características e Conceitos da Automação

• Tipos de controle na automação

– Controle Dinâmico(analógico)

Automação Industrial de Controle de

processos (automação contínua)

– Controle Lógico(digital)

• Automação Industrial de manufatura

(automação discreta)

Características e Conceitos da Automação

• Controle dinâmico

– Utiliza medidas das saídas do sistema a fim de melhorar o seu desempenho operacional, através de realimentação.

• Incalculável poder tecnológico

• Aperfeiçoamento de processos

• Velocidade

• Precisão

Características e Conceitos da Automação

• Controle lógico

– Utiliza sinais sempre discretos em amplitude,

geralmente binários e operações não

lineares.

• Circuitos (elétricos, hidráulicos, pneumáticos etc)

• Variáveis binárias ( 0 ou 1)

• Circuitos de Redes lógicas:

– combinatórias

– seqüenciais

Características e Conceitos da Automação

• Controle Lógico

– Redes lógicas combinatórias (sem memórias

nem temporizações)

• Projeto com álgebra booleana

• Descrever, analisar e simplificar com auxílio de

Tabelas da verdade e Diagramas de relés

Características e Conceitos da Automação

• Controle Lógico

– Redes lógicas seqüenciais (memória,

temporizadores e entrada de sinais)

• Teoria dos autômatos

• Redes de Petri

• Cadeias de Markov

• Simulação em computador

Arquitetura da Automação Industrial

Arquitetura da Automação Industrial

Arquitetura da Automação Industrial

Nível 1: Chão de

fábrica

– Máquinas, dispositivos,

componentes

– Ex.: Linhas e máquinas

Arquitetura da Automação Industrial • Nível 1: Chão de fábrica – Máquinas, dispositivos, componentes – Ex.:
Nível 4 Nível 3 Nível 2
Nível 4
Nível 3
Nível 2

CLP’S, Comandos, máquinas

Motores, Inversores, I/O’s

Arquitetura da Automação Industrial

• Nível 2: Supervisão

– Informações dos nível 1

– IHM’s

– Ex.: Sala de supervisão

Arquitetura da Automação Industrial • Nível 2: Supervisão – Informações dos nível 1 – IHM’s –
Nível 4 Nível 3 Supervisão e IHM
Nível 4
Nível 3
Supervisão e IHM

Nível 1

Arquitetura da Automação Industrial

• Nível 3: controle do

processo produtivo

– Banco de dados

– Índices

– Relatórios

– CEP

– Ex.: Avaliação e CQ

em processo

alimentício

Nível 4 Controle Controle dodo Processo Processo Produtivo Produtivo Nível 2 Nível 1
Nível 4
Controle
Controle dodo Processo
Processo
Produtivo
Produtivo
Nível 2
Nível 1

Arquitetura da Automação Industrial

• Nível 4: Planejamento

do processo

– Controle de estoques

– Logística

– Ex.: Controle de

suprimentos e

estoques em função

da sazonalidade de

uma indústria de

tecidos

Planejamento Planejamento DoDo Processo Processo Nível 3 Nível 2 Nível 1
Planejamento Planejamento
DoDo Processo
Processo
Nível 3
Nível 2
Nível 1

Arquitetura da Automação Industrial

Nível 5:

Administração dos

recursos financeiros,

vendas e RH.

Gerênciamento Gerênciamento Geral Geral Nível 4 Nível 3 Nível 2 Nível 1
Gerênciamento
Gerênciamento
Geral
Geral
Nível 4
Nível 3
Nível 2
Nível 1

Arquitetura

da

Automação

Industrial

Razões para Automação Industrial

• Repetibilidade e maior qualidade na produção • Realização de tarefas impossíveis ou agressivas ao homem • Rapidez de resposta ao atendimento da produção • Redução dos custos de produção • Restabelecimento mais rápido do sistema produtivo • Redução de área • Possibilidade de sistemas interligados

Variedades da Automação

• Segundo grau de complexidade e meios de realização física

– Automações especializadas (menor

complexidade)

– Grandes sistemas de automação (maior

complexidade)

– Automações Industriais de âmbito local

( média complexidade)

Variedades da Automação

• Automações especializadas (menor complexidade)

– Ex.: Interna aos aparelhos eletrônicos,

telefones, eletrodomésticos, automóveis.

– Microprocessadores

– Programação em linguagem de máquina

– Memória ROM ( Read Only Memory )

Variedades da Automação

Grandes sistemas de automação (maior complexidade)

Ex.: Controladores de vôos nos aeroportos, controle metroviário, sistemas militares e produção de energias.

Complexos Industriais, Petroquímicas, Logística Intermodal.

Programação comercial e científica em software de tempo real.

Indústria Alimentícia, Farmacêutica e Área Medicinal/Hospitalar

Variedades da Automação

• Automações Industriais e de serviços de âmbito local (média complexidade)

– Ex.: Transportadores, processos químicos,

térmicos, gerenciadores de energia e de

edifícios.

– CLP’s isolados ou em redes

Variedades da Automação

  • - A Automação é o final de uma ponta da IHM(Interface Homem-Máquina.

  • - Relembrando:

  • - Sistema Artesanal/Manual

  • - Sistema Mecanizado/Automatizado e enfim:

  • - A CADEIA DE COMANDO OU COMANDO E CONTROLE

A FERROGRAFIA como técnica de manutenção preditiva

Estudo de casos

Eng. Tarcísio D’Aquino Baroni

Eng. Guilherme Faria Gomes

www.huno.com.br/tribolab

O que é a FERROGRAFIA ?

• A Ferrografia consiste na determinação da severidade, modo e tipos de desgaste em máquinas, por meio da identificação da morfologia, acabamento superficial, coloração, natureza e tamanho das partículas encontradas em amostras de óleos ou graxas lubrificantes, de qualquer viscosidade, consistência e opacidade.

Aplicações

• MANUTENÇÃO PREDITIVA • ANÁLISE DE FALHAS • DESENVOLVIMENTO

– MATERIAIS

– LUBRIFICANTES

– PROCESSOS

Princípios

• Toda máquina se desgasta • O desgaste gera partículas

• O tamanho e a quantidade são indicativos da severidade

• A morfologia indica a causa do desgaste DESGASTE SEVERO NORMAL AMACIAMENTO
• A morfologia indica a causa do
desgaste
DESGASTE
SEVERO
NORMAL
AMACIAMENTO

TEMPO

Tipos de exames ferrográficos

Quantitativo (DR)

Determina as concentrações e permite análise de tendências

– Partículas grandes ( L > 5 µm )

– Partículas pequenas ( S < 5 µm )

– Concentração total = L+S – Modo de desgaste = – PLP = [(L-S)/(L+S)]*100

Analítico (AN)

Identifica os tipos e causas do desgaste

– Esfoliação – Pitting – Abrasão – Corrosão – Contaminantes – Arrastamento – Falha do lubrificante – etc

Ferrografia quantitativa ( DR)

Ferrografia quantitativa ( DR)
Ferrografia quantitativa ( DR)

A real economia se dá quando se consegue postergar paradas !

A real economia se dá quando se consegue postergar paradas ! • Evolução da concentração total

Evolução da

concentração total

de partículas.

Desde 1996 as

paradas deste

compressor vêm

sendo adiadas de

forma segura, com

intervenções

pequenas e

baratas.

Quando a dedicação é real, os benefícios também o são.

Quando a dedicação é real, os benefícios também o são. • O desgaste deste redutor foi

O desgaste deste

redutor foi

diminuído

sistematicamente

devido ao

aprimoramento dos

procedimentos de

manutenção,

melhores materiais

e lubrificantes.

Quando o analista tem que dizer:

Quando o analista tem que dizer: num falei ? • Evolução da concentração total de partículas.

num falei ?

Evolução da

concentração total de

partículas.

Não tendo sido

acatadas as

recomendações, o

compressor acabou

parando em

emergência.

Não existem duas máquinas iguais !

Não existem duas máquinas iguais ! • O emprego dos mesmos níveis de alerta para máquinas

O emprego dos

mesmos níveis de

alerta para

máquinas ditas

como iguais,

acarretou uma

parada inesperada.

Ajustados os níveis

de alerta, logo se

pôde constatar que

este compressor

era mais

“delicado”.

onversão de resu tados ferrográficos em unidades de outras técnicas.

• A conversão dos resultados ferrográficos para outras unidades de técnicas tradicionais é bastante difícil. Este fato é devido à sua maior faixa de abrangência de tamanhos e pela capacidade de separação de partículas de naturezas diversas: orgânicas e inorgânicas, metálicas ou não, ferrosas e e não ferrosas etc.

Ferrógrafia analítica

Ferrógrafia analítica Ferrógrafo analítico modêlo FMIII Biológico combinados Ampliações até 1000 x
Ferrógrafia analítica Ferrógrafo analítico modêlo FMIII Biológico combinados Ampliações até 1000 x

Ferrógrafo analítico modêlo FMIII

Microscópio Metalográfico +

Biológico combinados

A FERROgrafia lida apenas com partículas ferrosas, certo? ERRADO !

• O nome FERROgrafia tem apenas motivos históricos. • Alguns dos materiais identificados são :

– Ligas ferrosas: aço, ferro fundido, aço inox,

– Compostos ferrosos : minério, ferrugem

– Ligas não ferrosas : bronze, alumínio, prata,

cromo, níquel, magnésio etc.

– Areias diversas, sais, vidro, borrachas etc.

Exemplos de partículas (500 X)

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

ESFOLIAÇÃO

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

FERRUGEM

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

ARRASTAMENTO

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

BRONZE (100X)

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

ABRASÃO E AREIA

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

ALUMÍNIO

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

NACO DE PITTING

Exemplos de partículas (500 X) FERRUGEM BRONZE (100X) ABRASÃO E AREIA ALUMÍNIO NACO DE PITTING FIBRAS

FIBRAS DE PANO

Os gráficos da ferrografia analítica

Cada partícula, ou

conjunto de partículas

indica um tipo de

desgaste ou

contaminação

diferente.

As partículas são

batizadas de acordo

com sua característica

mais importante:

Tipo de desgaste

Morfologia

Natureza

Os gráficos da ferrografia analítica • Cada partícula, ou conjunto de partículas indica um tipo de

A escala de 0 a 10 é

apenas uma

referência gráfica,

pois cada tipo de

partícula possui

uma metodologia

própria.

No exemplo ao

lado:

A esfoliação

cobriu 25% da

área total do

ferrograma.

Foram

encontradas 9

partículas de

abrasão

Foram

Utilizando o exame analítico

(ou: Apenas a composição química não basta !)

Utilizando o exame analítico (ou: Apenas a composição química não basta !) • Os resultados espectrométricos

Os resultados

espectrométricos

indicaram alto teor de

ferro, sugerindo alto

desgaste.

O exame analítico

mostrou que o desgaste

mecânico era normal

(esfoliação), mas a

presença de óxidos de

ferro (minério e

ferrugem) era alta.

As providências a serem

tomadas podem ser

totalmente diferentes.

Conhecer a máquina é fundamental.

Conhecer a máquina é fundamental. Compressor de NH com pequeno teor de água (600ppm). • Numa

Compressor de NH 3

com pequeno teor de

água (600ppm).

Numa outra máquina, os

óxidos vermelhos seriam

ferrugem, e em grande

quantidade.

Neste caso, trata-se da

reação normal do NH 3

com a água e a carcaça

do compressor.

A condição, neste

exemplo, é aceitável.

Tipos de Máquinas Monitoradas

Tipos de Máquinas Monitoradas

Resultados efetivos alcançados

Adiamento de Paradas Preventivas

– Ex.: Compressor GA = US$ 18.000 / intervenção / 10.000 horas

Aumento de vida útil

– Eliminação de causas antes dos danos

Tomada de decisão com base científica

– Seleção estratégica de equip. para manutenção

Aumento da segurança operacional

– Ex.: aplicações aeronáuticas

Enga. de manutenção - Melhorias e Economias

Resultados efetivos alcançados

Pesquisa de lubrif. e materiais, inclusive em

concorrências

– Trocas de lubrificantes apenas quando realmente necessário

ISO 9000

– Faz parte da certificação de várias empresas

CONCEITO

Não nos basta saber que a máquina está com danos, mas impedir que os danos ocorram !

Temos que identificar as causas do desgaste e eliminá-las assim que surgirem.

www.huno.com.br/tribolab

Laboratório 6/7

Circuítos Básicos e Fundamentais

Cadeia de Comando e Comando e Controle

Diagramas

Fluxogramas

Esquemas

Croqui

Comando Direto

Comando Indireto

Laboratório 6/7

Circuítos Básicos e Fundamentais

-Conceituar a Terminologia

-Observar as recomendações da apostila complementar

-Montar os circuítos 1 ao 7 e completar os diagramas da apostila

contemplando todas as especificações requeridas.

-Montar os circuítos 8 ao 11 e completar os diagramas da apostila

contemplando todas as especificações requeridas.

Circuítos Básicos e Fundamentais

-Cadeia(conjunto de funções) de Comando ou Comando e .Execução do Comando (órdem) /Saída de sinais. .Processamento de Sinais(comando e auxílio). .Introdução dos sinais. .Alívio e distribuição de sinais e suprimento. .Fonte de Potência Fluídica. .Bloqueio ou Fechamento Geral.

Controle.

-Cadeia(conjunto de funções) de Comando ou Comando e

Controle.

.Execução do Comando (órdem) /Saída de sinais. .Atuad.lineares,rotat. e oscilat.(El.de Força/Torque). .Processamento de Sinais(comando e auxílio). .VD,VER,VRFU,VS,VT.(El.Aux.de Com.e Comando) .Introdução dos sinais. .Port.Lóg.,VD,Sensores(Elem. De Sinais). .Alívio e distribuição de sinais e suprimento. .Manifold e Válv. Direcionais. .Fonte de Potência Fluídica. .Unidade de Manut./Conserv./Condicionamento. .Bloqueio ou Fechamento Geral. .Válv. de Gaveta.,Globo,Esfera, etc ...

-Cadeia(conj.de funções) de Comando ou Comando e

Controle(Repres. por Diag. De Blocos).

Execução Cilindros e Da Motores Órdem Auxílio VER,VRFU Do VS,VT ... Comando Válv. Comando Direcional Auxílio
Execução
Cilindros e
Da
Motores
Órdem
Auxílio
VER,VRFU
Do
VS,VT ...
Comando
Válv.
Comando
Direcional
Auxílio
E,OU,VD
Do
Sinal
Válv.
Sinal
Direcional
Manifold, Fonte de Bloqueio Energia UM/UC
Manifold,
Fonte de
Bloqueio
Energia
UM/UC

-Cadeia(conj.de funções) de Comando ou Comando e

Controle(Repres. por fluxograma).

Atuador E.A.C. E.A.C. Comando
Atuador
E.A.C.
E.A.C.
Comando
E.A.S
E.A.S
El.de Sinal
El.de
Sinal

El. de

 

El.de

Sinal

Sinal

 
 

Bloqueio

 

c/Alívio

 
 

U.M./U.C.

 
 
 

Bloqueio

 
E.A.S.
E.A.S.
El.de Sinal
El.de
Sinal
1. Classificação dos Processos para Elaboração de Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos Seqüênciais 2. Processo Intuitivo 3.
1. Classificação dos Processos para Elaboração de Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos Seqüênciais 2. Processo Intuitivo 3.
1. Classificação dos Processos para Elaboração de Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos Seqüênciais 2. Processo Intuitivo 3.
1. Classificação dos Processos para Elaboração de Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos Seqüênciais 2. Processo Intuitivo 3.
1. Classificação dos Processos para Elaboração de Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos Seqüênciais 2. Processo Intuitivo 3.
  • 1. Classificação dos Processos para Elaboração de Circuitos Pneumáticos e Hidráulicos Seqüênciais

  • 2. Processo Intuitivo

  • 3. Observações gerais esquemas

  • 4. Método Cascata

sobre formas de representação em

  • 5. Exemplos de Utilização do Método Cascata

  • 6. Método Passo-a-Passo

  • 7. Tabela

Seqüêncial

na

Pneumáticos e Hidráulicos

Manutenção de Circuitos

  • 8. Sistemas de Comando Adicionais e Técnicas Especiais

  • 9. Condições Adicionais utilizando a Técnica Pneumática e Hidráulica

CIRCUÍTOS HIDRÁULICOS E PNEUMÁTICOS Tipos de Diagramas/ Esquemas

Os diagramas/esquemas de comandos podem ser:

Diagramas/Esquemas de comandos de posição;

Diagramas/Esquemas de comandos de sistema.

Diagramas/Esquemas de comandos de posição

Diagramas/Esquemas de comandos de posição Nesse esquema , todos os elementos estão simbolizados onde realmente se
  • Nesse

esquema

,

todos

os

elementos

estão simbolizados onde realmente se

encontram na instalação.

  • Essa forma de apresentação beneficia o montador pois ele vê de imediato onde

deve montar os elementos .

  • Porém

,

esse

tipo

de

esquema

de

comando

tem

um

inconveniente

de

possuir muitos cruzamentos de linhas ,

onde podem ocorrer enganos na

conexão dos elementos.

  • Esse é o tipo de esquema de comando mais usado em hidráulica pois os

circuitos

hidráulicos não possuem

linhas de pilotagem e são montados em

blocos.

Diagramas/Esquemas de comandos de Sistema

É o tipo de esquema mais usado em pneumática. Esse

esquema de comando está baseado em uma ordenação dos

símbolos segundo sua função de comando que facilita a

leitura, pois elimina ou reduz os cruzamentos de linhas.

Diagramas/Esquemas de comandos de Sistema É o tipo de esquema mais usado em pneumática. Esse esquema

Denominação dos Elementos Hidráulicos e Pneumáticos

  • Essa denominação pode ser feita por meio de números (Norma DIN-23400 e 5599) ou por meio de letras (Norma IS0-1219).

  • Todos os elementos hidráulicos e pneumáticos devem ser representados no esquema na posição inicial de comando. Se na posição inicial, a válvula

já está acionada, isso deve ser indicado no

diagrama/esquema.

Denominação dos Elementos Hidráulicos e Pneumáticos

Norma DIN A Simbologi a Hidráulica está suprimida

Denominação dos Elementos Hidráulicos e Pneumáticos

Norma ISO A simbologi a Hidráulica está suprimida
Norma
ISO
A
simbologi
a
Hidráulica
está
suprimida

Elaboração dos esquemas de Comandos

Na construção de diagramas/esquemas de comandos

hidráulicos

e

pneumáticos

existem

vários

métodos.

Ainda

não

existe

um

método

geral,

porém,

ainda

predomina

para

pequenos

projetos

a

utilização

do

método intuitivo.

Os esquemas de comandos hidráulicos e pneumáticos

podem ser elaborados por meio de vários métodos.

Método intuitivo

Método cascata

Método passo a passo

Método Lógico com auxílio de mapas

Método Intuitivo

É um método cuja a característica básica desenvolve-se a

partir da “intuição” do projetista, não possuindo um regra

definida para elaboração do circuíto.

Características:

  • Requer grande experiência em projeto;

  • Limita-se a pequenos circuítos;

  • Exige maior tempo de elaboração em projeto;

  • Possibilidade de identificação do distúrbio;

  • Inadequado na aplicação com circuítos compostos.

O método intuitivo é o mais simples de todos os métodos,

porém, deve ser utilizado somente em seqüência diretas, que

não apresentam sobreposição de sinais na pilotagem das

válvulas direcionais que comandam os elementos de trabalho.

Diagramas Complementares de Movimento

-Diagrama de Comando

-Diagrama de Setas

-Diagrama de Tabela

-Diagrama algébrico

-Diagrama Trajeto e Passo ou Fase

-Diagrama Trajeto e Tempo

-Sequência de Comando

-Diagrama de Karnaugh

Método Cascata

É

um

método

que

consiste em cortar a

alimentação do fluído dos elementos de sinal que

estiverem provocando uma contrapressão na

pilotagem de válvulas de comando, interferindo, dessa

forma, na seqüência de movimentos dos elementos de

trabalho(Eliminação de contingências).

Características:

  • Requer experiência na implementação;

  • Limita -se a circuítos de porte médio;

  • Seu emprego é inadequado em circuítos compostos(diretos

e indiretos).

COMANDO CASCATA I

COMANDO CASCATA I O método Cascata baseia-se na eliminação da possibilidade de ocorrência de sobreposição de

O método Cascata baseia-se na eliminação

da possibilidade de ocorrência de sobreposição

de sinais nas válvulas de comando dos atuadores

através da divisão da seqüência de trabalho em

grupos de movimentos, e do relacionamento

destes grupos com linhas de pressão, sendo que,

através da utilização apropriada de arranjos pré-

estabelecidos de válvulas de inversão, apenas

uma linha poderá estar pressurizada a cada