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Auditoria em Supermercados

Prof. Me. Fábio Maia


Prevenção de Perdas: O que é, abrangência, áreas
de conhecimento e ações
GESTÃO POR PROCESSOS –
Conceituação Preliminar

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GESTÃO POR PROCESSOS –
Conceituação Preliminar

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COMPARATIVO DE VISÕES

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TIPOLOGIA DE PROCESSOS

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FLUXOGRAMAS

Fluxograma é a representação gráfica


que apresenta a sequência de um
trabalho de forma analítica,
caracterizando as operações, os
responsáveis ou unidades
organizacionais envolvidos no processo.
FLUXOGRAMA

É uma técnica utilizada para estudo


de processos administrativos.

É também chamada de:


Gráfico de procedimentos;
Gráfico de processo;
Fluxo de pessoas;
Fluxo de papéis.
FLUXOGRAMA

Objetivos:
Identificar a utilidade de cada etapa do processo;
Verificar as vantagens em alterar a seqüência de
operações;
Adequar as operações às pessoas que a executam;
Identificar a necessidade de treinamento para um
trabalho específico do processo.
VANTAGENS DO
FLUXOGRAMA

–Levantamento e análise de
qualquer método administrativo;
–Apresentação real do
funcionamento de todos os
métodos administrativos;
–Uso de convenções e símbolos
(facilita a leitura).
FLUXOGRAMA VERTICAL

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FLUXOGRAMA VERTICAL

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FLUXOGRAMA VERTICAL

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Os Quatro “Pilares” da Prevenção de Perdas -
Monitoramento
João Lara Siqueira, professor do MBA Varejo da
Universidade de São Paulo, declara a importância do
monitoramento:
“O monitoramento constante permite a
tomada de decisões gerenciais com maior rapidez e
com base em informações confiáveis e o controle mais
eficaz evita a perda de ativos da empresa devido às
mais diversas razões, desde as que implicam a
existência de dolo por parte de empregados e/ou
parceiros comerciais até aquelas que, como o
desperdício, são consequência da falta de atenção”.
(SuperVarejo, 2013).
MODELO 5W2H
MODELO 5W2H
Estrutura do Departamento
de Perdas
Estrutura do Departamento
de Perdas
Programa de Prevenção de
Perdas
Programa de Prevenção de
Perdas
Programa de Prevenção de
Perdas
Programa de Prevenção de
Perdas
Programa de Prevenção de
Perdas
Gestão de estoques
Gestão de estoques
• Influência nos custos;
• Influência na velocidade de entrega;
• Influência na confiabilidade de entregas;
• Influência sobre a flexibilidade de saídas;
• Influência sobre a qualidade do produto;
• Influência sobre o serviço prestado ao cliente.
Formas de Estoque
• Estoque de Matérias Primas;

• Estoques de Material Semi-Acabado;

• Estoques de Produtos Acabados;

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Gráfico de Estoque
ESTOQUE

Estoque Médio = Q/2

Q/D TEMPO

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Gráfico de Estoque
ESTOQUE Estoque Virtual

Q max
(Estoque
Máximo)

E médio =
E min+Q max/2

Ponto de
Reposição
Estoque
de Segurança

Tempo de Ressuprimento TEMPO


Ponto de Reposição
ou Lead Time

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INDICADORES DE
DESEMPENHO
INDICADORES DE
DESEMPENHO
INDICADORES DE
DESEMPENHO
INDICADORES DE
DESEMPENHO
Estrutura Mercadológica

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Estrutura Mercadológica

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Cadastro de Produtos
O cadastro de produtos é a base de gestão da
cadeia de abastecimento: nele é que se
registram todos os produtos transacionados,
bem como suas características, necessárias às
diferentes áreas intervenientes no processo de
produção, estocagem, distribuição,
abastecimento, comercialização, tributação etc.

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A cadeia de suprimentos...

Fluxo de
informações

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Fluxos Logísticos

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Gerenciamento Logístico

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Tipos de INVENTÁRIO
Os Inventários são de dois tipos. Em ambos, há necessidade de interromper a entrada
e a saída de itens.

GERAL ROTATIVO
a) Abrangem, de uma só vez, a a) A periodicidade pode ser mensal,
totalidade dos itens. bimensal etc.
b) Realizados ao final do período b) A cada vez, abrangem os itens
fiscal. por classe: A (3x), B (2x) ou C
c) Demandam mais tempo e uma (1x).
equipe maior. c) A paralisação é parcial ou nem
d) Não há como fazer ajustes das acontece.
diferenças encontradas. d) O tempo e a equipe é menor do
(*) Dão origem às QUEIMAS DE que no Inventário Geral.
ESTOQUE de final de ano. e) Permite ajustes das diferenças.

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Classificação dos Materiais – Curva ABC
ITENS CLASSE A: são os itens mais importantes e que devem receber toda
a atenção no primeiro momento do estudo. Nesse itens são tomadas as
primeiras decisões sobre os dados levantados e correlacionados em razão
de sua importância monetária.

ITENS CLASSE B: são os itens intermediários e que deverão ser tratados


logo após as medidas sobre os itens de classe A, são os segundo em
importância.

ITENS CLASSE C: são os itens de menor importância, embora


significativos em quantidades, mas com valor monetário reduzido,
permitindo maior espaço de tempo para sua análise e tomada de ação.

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OS ESTOQUES A SEREM CLASSIFICADOS: A
CURVA ABC

Curva ABC
100%
F
R
E
Q
Ü
Ê
C
I
A
S (%)
A B C

ITENS

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CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO ABC*

GRUPOS QUANTIDADE VALOR DE GRAU DE TIPOS DE ESTOQUE DE PROCEDIMENTOS DE

(% de itens) (% de $) CONTROLE REGISTRO SEGURANÇA PEDIDO

itens A 10 -20 % 70-80% rígido completo baixo cuidadoso, rigoroso;

rigoroso revisões freqüentes

itens B 30 - 40% 15 - 20% normal completo moderado pedidos normais;

rigoroso algum acompanhamento

itens C 40 - 50% 5 - 10% simples simplificado grande pedidos periódicos;

suprimento para longo prazo

*ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO - JOSEPH MONKS


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PRINCÍPIO DE PARETO
Itens de Itens de
Itens de
grande pouca
Análise
importância importância

“POUCOS VITAIS, Número de


itens Poucos Muitos
MUITO TRIVIAIS” estocados
Valor
Grande Pequeno
envolvido
Profundidade
Maior Menor
na análise
Margem de
Menor Maior
erro
Benefício
Maior Menor
relativo
Atenção da
Maior Menor
administração

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Qual a constatação básica da curva de Paretto para os
estoques? Demonstrar isto montando uma classificação ABC
para os itens da tabela abaixo.

Item P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11


Demanda 450 230 55 800 3000 800 500 210 100 700 60
Anual
Custo 20 9 150 2 10 10 5 100 8 2 30
Unitário
Demanda % Demanda %
Ordem Item Valorizada Individual Valorizada Acumulado Classe
Acumulada
1 P5 30000 34,7 30000 34,7 A
2 P8 21000 24,3 51000 59,0 A
3 P1 9000 10,4 60000 69,4 B
4 P3 8250 9,5 68250 79,0 B
5 P6 8000 9,2 76250 88,2 B
6 P7 2500 2,9 78750 91,1 C
7 P2 2070 2,4 80820 93,5 C
8 P11 1800 2,1 82620 95,6 C
9 P4 1600 1,8 84220 97,4 C
10 P10 1400 1,6 85620 99,1 C
11 P9 800 0,9 86420 100 C
Finalidade da Curva ABC

 TEMPO DE REPOSIÇÃO
 VALOR DE DEMANDA/CONSUMO
 INVENTÁRIO
 AQUISIÇÕES REALIZADAS
 CLASSIFICAÇÃO POR VALOR DE CONSUMO

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Referências Bibliográficas
• ALMEIDA, Aldenir Luiz Ribeiro Soares et al. A Prevenção de perdas no varejo:
Um Estudo Exploratório sobre perdas por Furtos e Roubos, Programas de
Prevenção e Sistemas de Segurança, em Empresas Varejistas. ENANPAD, 2008.
• FAVERO, Luiz Paulo Lopes. Atuação em prevenção de perdas: Uma
Ferramenta Estratégica para a Vantagem Competitiva? Disponível em: . Acesso
em: 19.09.2017
• LANDSBERG, Claudio. Quatro passos para evitar perdas no varejo. 2008.
Disponível em: . Acesso em: 19.09.2017
• LAPA, João Carlos. Prevenção de perdas o complemento da gestão
comercial. Disponível em: . Acesso em: 19.09.2017
• LAPA, João Carlos. Supermercadista: combata suas perdas. Disponível em:
Acesso em: 19.09.2017
• OLIVEIRA Sobrinho, Osvaldo Américo de. Programa de prevenção de perdas:
sua empresa possui um projeto diretor para prevenir as perdas. Disponível em:
. Acesso em: 19.09.2017
• ANTOS, Carlos Eduardo. A Importância do controle dos estoques no
mercado varejista. Disponível em: . Acesso em: 19.09.2017