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ANEMIA HEMOLÍTICA

É uma enfermidade provocada pela redução dos glóbulos


vermelhos que transitam pela corrente sanguínea.

DR Figueroa
Juliana Portela 17550
 Segundo sua herencia:
 congênita
 adquiridas
 Segundo seu mecanismo de ação:
 corpusculares
 extracorpusculares
 Segundo o lugar onde se produz a hemólise:
 intravascular
 extravascular
 Definimos hemólise como a destruição prematura das hemácias
na periferia, seja no espaço intravascular, seja no interior dos
órgãos do sistema reticuloendotelial. Isso provoca uma queda
importante de sua meia-vida.

DEFINIÇÃO DE HEMÓLISE
HEMÓLISES EXTRAVASCULAR E
INTRAVASCULAR

 Na hemólise extravascular (o tipo mais comum), as hemácias


são destruídas no tecido reticuloendotelial, especialmente no
baço, pelos macrófagos dos cordões esplênicos de Bilroth.
 Na hemólise intravascular, as hemácias são destruídas na
própria circulação e seu conteúdo é liberado no plasma. Na
maioria das vezes, esta forma de hemólise resulta de
anormalidades adquiridas, podendo ser induzida por trauma
mecânico, destruição imunológica pelo sistema complemento
ou exposição a fatores tóxicos.
Hiperesplenismo
O baço é um órgão encarregado de diversas funções:
 hemocaterese: que significa a destruição de hemácias
senescentes ou defeituosas.
 Armazenador
De uma forma geral, as esplenomegalias congestivas são as
principais condições associadas ao hiperesplenismo na prática
médica. Duas causas assumem grande importância:
 Cirrose Hepática;
 Esquistossomose Hepatoesplênica

ANEMIAS EXTRAVASCULAR
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 Mais importante do que a própria anemia hemolítica é a trombocitopenia do


hiperesplenismo. Um baço normal “armazena” ou “sequestra” cerca de um
terço das plaquetas circulantes. Um baço congesto é capaz de “sequestrar” um
percentual bem maior, causando plaquetopenia.

 A neutropenia por “sequestro esplênico” pode acompanhar a plaquetopenia


em alguns casos. Geralmente é uma neutropenia leve a moderada. Nos poucos
casos de citopenia grave sintomática, pode ser indicada a esplenectomia.
1- Citopenia de uma ou mais linhagens hematológicas (plaquetas,
hemácias e leucócitos).
2- Hiperplasia reativa compensatória da medula óssea.
3- Esplenomegalia.
4- Correção das anormalidades após esplenectomia (este critério
nem sempre é necessário).

DEVEMOS IDENTIFICAR QUATRO CRITÉRIOS


PARA O
DIAGNÓSTICO DE HIPERESPLENISMO:
 A hepatopatia avançada aumenta o teor de colesterol e
lecitina na membrana eritrocítica, gerando as “famosas”
hemácias em alvo (leptócitos) Quando o teor de colesterol
supera o de lecitina, surge um tipo morfológico de hemácia
chamado acantócito.
 A hemólise se dá no tecido esplênico, uma vez que os
acantócitos têm a membrana rígida, reduzindo a
deformabilidade eritrocítica, o que dificulta a passagem pelas
fendas sinusoidais (permitindo a fagocitose pelos macrófagos).

ANEMIA HEMOLÍTICA COM


ACANTÓCITOS
 Os pacientes manifestam um quadro de:
 anemia com hematócrito entre 15-25%, com reticulocitose e
esplenomegalia.
 A meia-vida das hemácias é tão pequena quanto seis dias.
 O tratamento seria a esplenectomia, mas o procedimento só
está indicado nos poucos casos em que o paciente apresenta
um risco cirúrgico aceitável