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INTRODUÇÃO

Este seminário é fundamentado nas teses de Jost Krippendorf, no qual o


autor visa o turismo não como uma máquina exclusivamente financeira,
mas uma cadeia que envolve desde o viajante, os profissionais, as
pessoas que residem na região e a proteção do ambiente escolhido.
1 - Pregar um Turismo “Suave” e Humano: Reconsiderar a Escala
das Prioridades.

Abrolhos - Bahia
Machu Picchu, Peru. Trilha Inca
2 - Avançar na Direção Correta – Não Esperar a Grande Mudança

• Transformação do turismo;
• Progresso;
• Mudança.
3 - Interpretar Corretamente a Noção de Liberdade na Política do
Lazer e do Turismo

• Política do Turismo X Lazer.


4 - Aceitar a Viagem como Fenômeno de Massa. Aceitar o Próprio
Papel de Turista

• Apesar de todas as ideias de humanização da viagem alguns críticos e


reformadores do turismo abandonaram uma importante parte do
turismo “turistas normais” e se preocuparam muito com “turismo de
elite”.
• Turistas normais
• Turismo de elite
• Turismo de massa
Condições de Hans Wener Prahl e Albrecht Steinecke

• 1° a obra de Der Millionen – Urlaub: devemos aceitar o turismo com


fenômeno de massa.

• 2° devemos aceitar a nossa condição de turista.


5 - Desafogar e Distribuir Melhor os Fluxos de Turistas

• Problemas de deslocamentos
• Ameaças
• Reivindicações
• Desafogar os períodos de viagem, ao escalonamento das datas das
férias escolares férias anuais coletivas da empresas.
• As ofertas do mercado de turismo devem ficar mais espalhadas nas
regiões. Turísticas.
• Instalação de “potes de mel” isto é “cidades de veraneio”
6 - Criar Condições para uma Troca Equitativa e Relações
Igualitárias

• Como vimos o turismo é antes de mais nada uma questão comercial de


dimensão industrial.
• condições para uma troca equitativa e relações igualitárias significa
dizer que o turismo e seu lucro não deve ser apenas voltado para um
único ponto ou lugar. Que os custo e benefícios tem que ser
distribuídos para toda população local.
• Para que o turismo seja mais humano devemos nos certificar que ele
seja uma transição econômica justa que não prejudicará ninguém.
• É criar formas de associação turística igualitária de fato, em que um
dos sócios não seja o único a trabalhar.
7 - Não Considerar o Desenvolvimento do Turismo como um fim em
si ou Panaceia Universal. Encorajar uma Estrutura Econômica
Diversificada – Evitar a Monocultura
• Essa tese fundamenta que o turismo não deve ser considerado só um
aumento da renda bruta da cidade, mas também para a melhoria do
bem-estar da população.
• É evitar o turismo concentrado em um único lugar.
• Fazendo isso aumentamos distribuímos as rendas, evitamos
superlotação de estabelecimento e da própria cidade, a exploração
excessiva de uma única economia e praticamos um turismo mais
humano.
8 - Priorizar e Conciliar as Necessidades e os Interesses dos Turistas
e da População Local
• Harmonizar o desenvolvimento do turismo implica antes de tudo
desembaraçar o nó dos interesses, muitas vezes contraditórias, e estabelecer
uma ordem de prioridades.
• É preciso antes de mais nada melhorar e investir na cidade tanto para que os
turistas e a população local possam se favorecer.
9 - Manter nas Mãos dos Autóctones o Controle do Solo

• Nessa tese John estabelece que o poder sobre o solo ou o local onde o
turismo se desenvolve e a utilização do mesmo, deve estar nas mãos
dos residentes desse lugar, e não mais nas mãos de particulares.
• A participação da comunidade na melhoria do turismo, e na melhor
utilização do espaço é fundamental para que não haja desvantagem
para a população.
10 - Orientar os Investimentos de Capitais Destinados ao Turismo

• Capital proveniente do exterior contribua também para financiar partes


não-rentáveis e a participação dos autóctones nos investimentos
rentáveis.
11 - Centrar o Desenvolvimento na Utilização da Mão-de-obra
Local – Melhorar a Qualidade dos Empregos

• Os empregos gerados possam ser assumidos pela população local e


regional, funções executivas assumidas por autóctones
12 - Destacar e Cultivar o Caráter Local e Nacional

• Destacar e cultivar o caráter local e nacional. Fazer com que o turismo


perca o caráter “luxo” e esgotar todas as possibilidades existentes para
que o mesmo ganhe em simplicidade.
REFERÊNCIA

KRIPPENDORF, Jost. Sociologia do Turismo: para uma nova


compreensão do lazer e das viagens. 2ª edição. Rio de Janeiro: Editora
Aleph,2001.