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Dor e Prazer

Introdução
• Nosso comportamento, tanto consciente quanto inconscientemente
influenciado pela dor e prazer de inúmeras fontes:
• companheiros de infância, mãe e pai, professores, treinadores
esportivos, heróis do cinema e televisão, e a lista continua.

• Você pode ou não saber com precisão quando ocorreram a


programação e condicionamento.
• Pode ser algo que alguém disse, um incidente na escola, um a com
petição esportiva, um momento embaraçoso, um boletim só com as
notas ótimas, ou talvez com notas baixas.

• Tudo isso contribuiu para o que você é hoje.

• A maneira como você associa a dor e o prazer vai moldar seu destino.
• Ao revisar sua vida, você é capaz de recordar experiências que
formaram suas neuroassociações, e assim desencadearam a cadeia
de causas e efeitos que o levaram ao ponto em que se encontra
hoje?

• Se você é solteiro, encara ansioso o casamento com o um a aventura


alegre com a companheira de sua vida, ou o teme como uma bola
de ferro presa por um a corrente à sua perna?
• Ao sentar para jantar esta noite, consome a comida de uma forma
tranquila, como uma oportunidade de reabastecer o corpo, ou a
devora com o sua única fonte de prazer?

• Em bora preferíssemos negar, persiste o fato de que nosso


comportamento é guiado pela reação instintiva à dor e ao prazer, não
pelo cálculo intelectual.

• Em termos intelectuais, podem os acreditar que comer chocolate é


ruim para nós; apesar disso, continuam os a comer.
• Por quê? Porque não som os guiados tanto pelo que sabem os
intelectualmente, mas sim pela maneira com o aprendem os a
associar a dor e o prazer no sistema nervoso.
• São as neuroassociações as associações que estabelecem os no
sistema nervoso — que determinam o que faremos.

• Embora preferíssemos acreditar que é o intelecto que nos guia, são as


nossas emoções — as sensações que vinculamos aos pensamentos —
que realmente nos guiam.
• Muitas vezes tentam os passar por cima do sistema. Por alguns
tempo mantemos uma dieta; acabamos por ultrapassar os limites
porque experimentamos sofrimento demais .
• Resolvemos o problema no momento... mas se não eliminarmos a
causa do problema, é certo que vai ressurgir.
• Em última análise, para que um a mudança seja permanente
devemos vincular a dor ao comportamento antigo, e o prazer ao
novo comportamento, promovendo um condicionamento até que se
torne coerente.
• A verdade é que podemos aprender a condicionar nossas mentes,
corpos e emoções, a vincular dor ou prazer a qualquer coisa que
desejarmos.
• Mudando as vinculações de dor e prazer, mudaremos
instantaneamente nosso comportamento.
• A qualquer momento em que nos encontramos num estado emocional
intenso, quando sentimos fortes sensações de dor ou prazer, qualquer
coisa específica que ocorra de modo sistemático passará a ter um
vínculo neurológico.
• Assim , no futuro, sempre que essa coisa específica acontecer de
novo, o estado emocional voltará.
• Assim , qual é o primeiro passo para criar um a mudança? O
• primeiro passo é simplesmente ficar consciente do poder que a dor e
o prazer exercem sobre cada decisão, e portanto sobre cada ação,
que tomamos.
• A arte de se tornar consciente é compreender que esses vínculos —
entre ideias, palavras, imagens, sons e sensações de dor e prazer —
ocorrem de um a forma constante.
• Contudo, para obter a maioria das coisas que prezam os, precisamos
romper a muralha da dor a curto prazo, a fim de alcançar o prazer a
longo prazo.

• Você deve pôr de lado os momentos passageiros de terror e tentação


e se concentrar no que é m ais importante a longo prazo: seus valores
e padrões pessoais.
• Lembre-se também de que não é a dor em si que nos impulsiona, mas
sim o medo de que algo leve à dor.

• Não é o prazer em si que nos impulsiona, mas sim a convicção —


nosso senso de certeza — de que assumir uma determinada ação
levará ao prazer.

• Não somos impulsionados pela realidade, mas sim por nossa


percepção da realidade.