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UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA

ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL
DISCIPLINA: MECÂNICA DOS SOLOS
PROFESSOR: WILLIAM DE PAIVA

Equipe: Ayrton Natthan Silva Ramos; Daniel


Epifânio Bezerra; Hebert Jonathan Figueiredo
Campos; Ivila Larrícia Nunes Amorim
Nascimento e Lucas Alves Batista Pequeno.
• 1.1 Objetivos;
• 1.2 Fundamentação
1.0 ENSAIO DE Teórica;
GRANULOMETRIA • 1.3 Metodologia;
• 1.4 Resultados;
• 1.5 Conclusão.
1.1 OBJETIVOS

Curva
NBR Peneiramen
Granulomét
7181/2016 to
rica
1.2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

• É a distribuição, em porcentagem, dos diversos tamanhos


de grãos. É a determinação das dimensões das partículas
do agregado e de suas respectivas porcentagens de
ocorrência.
1.2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

• Limites de fração do solo pelo tamanho dos grãos


(PINTO, 2000).
Tipo de Solo Fração de Limites
Matação De 25 cm a 1 m
Pedra De 7,6cm a 25 cm
Brita De 4,8 mm a 7,6 cm
Areia Grossa De 1,2 mm a 4,8 mm
Areia Média De 0,3 mm a 1,2 mm
Areia Fina De 0,05 mm a 0,3 mm
Silte De 0,005 mm a 0,05
mm
Argila Inferior a 0,005 mm
1.2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

• Através dos resultados obtidos desse ensaio é possível a


construção da curva de distribuição granulométrica, que é
tanto importante para a classificação dos solos, bem como
para a estimativa de parâmetros para filtros, bases
estabilizadas, permeabilidade, capilaridade, entre outros.

Fonte: IFRN (2010).


1.2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

• Classificação dos agregados:


• Os agregados Graúdos ficam retidos na peneira 4,8 mm;
• Os agregados Miúdos passam pela peneira 4,8 mm.
1.3 METODOLOGIA

Homogeniza
ção

Quarteamen Retirada das


to amostras

Separação
das Lavagem
amostras
1.3 METODOLOGIA

• Peneiramento Grosso: O solo seco na estufa (Mg) foi pesado.


Com a ajuda de um agitador mecânico, de acordo com a norma,
a massa obtida foi passada nas peneiras de 50 mm, 38 mm, 25
mm, 19 mm, 9.5 mm, 4.8 mm e 2 mm durante 10 minutos. As
massas retidas nas respectivas peneiras foram devidamente
registradas.

Série de
Mg peneiras
1.3 METODOLOGIA

• Peneiramento Fino: Foram pesadas 120 g de solo(Mu),


novamente com o auxílio do agitador mecânico de acordo com a
norma, foram passadas durante 20 minutos nas peneiras de 1.2
mm, 0.6 mm, 0.42mm, 0.3 mm, 0.15 mm e 0.075 mm. As
massas retidas nas respectivas peneiras foram devidamente
registradas.

Série de
peneiras
1.4 RESULTADOS

• Peneiramento Grosso:

W = 0,8  
% Mt = 1kg

Onde:
W é a umidade;
Mt é a massa total do solo;  
Ms é a massa do solo seco;
Mg é a massa retida na peneira 2mm;
Mr é a massa acumulada em cada peneira;
Qg é a porcentagem que passa em cada peneira.
1.4 RESULTADOS

• Peneiramento Fino: Para o peneiramento fino utilizou-se


a equação.

Onde:
W é a umidade;
Mu é a massa de 120 g para peneiramento fino;
Mr é a massa acumulada em cada peneira;
Qf é a porcentagem que passa em cada peneira.
Nº da Massa retida Mr acumulada (g) Porcentagem que
peneira (Mr)(g) passa (%)
Peneiramento
1.4 grosso
RESULTADOS
50,8 0 0 100
38,1 0 0 100
25,4 0 0 100
19,1 0 0 100
9,5 7,37 7,37 99,26294666
4,8 23,94 31,31 96,86877342
2 56,08 87,39 91,26036757
Peneiramento fino
1,2 8,97 8,97 84,43810936
0,6 17,08 26,05 71,44767789
0,42 10,34 36,39 63,58344713
0,3 7,62 44,01 57,78795019
0,15 21,71 65,72 41,27610785
0,074 20,11 85,83 25,98116775
1.4 RESULTADOS

P ercen tag em q ue p assa (% )


Análise Granulumétrica
100

90

80

GROSSA
70

A R E IA
60

PEDREGULHO
S ILT
E
50

A R E IA M É D IA
40

A R E IA F IN A
30
ARGILA

20

10

0
0.001 0.010 0.100 1.000 10.000 100.000

Diâmetro dos grãos (mm)


1.4 RESULTADOS

• A partir da granulometria da areia utilizada que está no


gráfico, foi possível identificar o tipo do solo. Através do
sistema unificado de classificação dos solos, o solo
apresentou-se no grupo SC uma areia argilosa e mistura de
areia e argila mal graduadas ou como SM uma areia siltosa
e mistura de areia e silte mal graduada.
1.5 CONCLUSÃO

• A curva granulométrica é um ensaio de baixo custo e muito


eficaz para determinar a variação de tamanhos dos grãos
em um solo. Nesse ensaio realizado no laboratório do IFPB,
se obteve pedregulho, areia grossa, areia média, areia fina,
argila e silte, obtendo-se granulometrias variadas dentro da
amostra.
• 2.1 Objetivos;
• 2.2 Fundamentação
2.0 LIMITE DE Teórica;
LIQUIDEZ • 2.3 Metodologia;
• 2.4 Resultados;
• 2.5 Conclusão.
2.1 OBJETIVOS

• Solos • Determin
• São muito ar o
finos Limite de
influencia
dos pela Liquidez
umidade (LL)

• Os valores de LL são de uso corriqueiro na engenharia geotécnica e civil, por exemplo.


2.2 FUNDAMENTAÇÃO

O solo
O solo encontra-
perde a se no
A água capacidad estado
evapora e de fluir plástico
(porém
Fluido poderá
denso
ser
(estado
moldado)
Umida líquido)
de
muito
elevad
2.2 FUNDAMENTAÇÃO

• O Limite de Liquidez é
determinado através do Aparelho
de Casagrande, o qual usa a
energia potencial para fazer a
acomodação de uma amostra de
solo.

• O Limite de Liquidez (LL) é definido como o teor de umidade para o


qual temos que dar 25 golpes no Aparelho de Casagrande, para que
se feche 1,00 cm de comprimento de sulco.
2.3 METODOLOGIA

• Água destilada;
• 200g da fração de
solo;
• Peneira de 425
micras;
• Aparelho de
Casagrande.
2.3 METODOLOGIA

• Em seguida, como o auxílio


de um cinzel, abriu-se uma
ranhura perpendicular à
superfície da concha
dividindo a massa de solo em
duas partes iguais.
2.4 RESULTADOS

Valores obtidos experimentalmente:


CÁPSULA T P1 P2 GOLPES

90 7,72 11,46 10,40 31

23 7,62 12,40 11,00 18

Fonte: Própria (2018)


Onde:
T= Tara do recipiente, em gramas;
P1= Peso do solo úmido mais a massa do recipiente, em gramas;
P2= Peso do solo seco mais a massa do recipiente, em gramas.
2.4 RESULTADOS

• Cálculo do teor de umidade;


 

 
=
 
=
2.4 RESULTADOS

• Gráfico do teor de umidade:

Número de golpes x Teor de umidade


42
41.5
Teor de umidade W(%)

41
40.5
40
39.5
39
38.5
16 18 20 22 24 26 28 30 32
Número de golpes
CÁLCULO DO LIMITE DE LIQUIDEZ

• Cálculo do limite de liquidez:

A equação da reta obtida foi a


  seguinte:
Substituindo X por 25 golpes a umidade encontrada foi :
 
%
• 3.1 Objetivos;
• 3.2 Fundamentação
3.0 LIMITE DE Teórica;
PLASTICIDADE • 3.3 Metodologia;
• 3.4 Resultados;
• 3.5 Conclusão.
3.1 OBJETIVOS

• Ensaio de placa de vidro fosco;

• Solo:
 Plástico à não plástico;
 Muito mole à duro;
3.2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

• De acordo com a umidade, o solo irá se encontrar em um


dos seguintes estados:
 Líquido;
 Plástico;
 Semi-sólido;
 Sólido.
3.3 METODOLOGIA

Repetir
Umidecer
procedime
o solo
nto

Moldar a Adição de
amostra água
3.4 RESULTADOS

Tabela obtida com valores


CÁPSULA experimentais.
T P1 P2
9 7,13 9,17 8,77
8 7,28 9,06 8,86

Onde: Fonte: Própria (2018).


T= Tara do recipiente, em gramas;
P1= Peso do solo úmido mais a massa do recipiente,
em gramas;
P2= Peso do solo seco mais a massa do recipiente,
3.4 RESULTADOS

• Cálculo do teor de umidade;


 

=
3.4 RESULTADOS

• Cálculo do limite de plasticidade:

• Cálculo do índice de plasticidade:


 
4.0 REFERÊNCIAS

• Análise granulométrica. Torres geotecnia e estruturas metálicas. Disponível


em:<http://www.torresgeotecnia.com.br/portfolio-view/analise-granulometrica/>
Acesso em: 17 de setembro de 2018, às 22h: 10 min.
• ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6459: Solo-Determinação
do Limite de Liquidez. Rio de Janeiro, 1984.
• ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 7180. Solo-Determinação
do Limite de Plasticidade. Rio de Janeiro, 1984.
• Consistência do Solo - Ensaios Geotécnicos - Ensaios de Limite de Liquidez (LL) e
de Plasticidade (LP). Suporte sondagens e investigações. Disponível em:
<http://www.suportesolos.com.br/blog/consistncia-do-solo-ensaios-geotcnicos-
ensaios-de-limite-de-liquidez-ll-e-de-plasticidade-lp/33/> Acessado em 18 de
novembro de 2018.
• DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. DNER-ME 080/94: Solos:
análise granulométrica por peneiramento. Rio de Janeiro, 1994.
• DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM. DNER-ME 088/94: Solos:
determinação da umidade pelo método expedito do álcool. Rio de Janeiro, 1994.
4.0 REFERÊNCIAS

• Ensaios Geotécnicos - Determinação do Teor de Umidade. Suporte: Sondagens e


Investigações. Disponível em: <http://www.suportesolos.com.br/blog/ensaios-
geotcnicos-determinao-do-teor-de-umidade/65/> Acesso em: 16 de set. 2018, às
10h: 20min.
• Ensaios Geotécnicos - Teor de Umidade dos Solos - Método da Estufa e o Método
Speedy. Suporte: Sondagens e Investigações. Disponível em:
<http://www.suportesolos.com.br/blog/ensaios-geotcnicos-teor-de-umidade-dos-
solos-mtodo-da-estufa-e-o-mtodo-speedy/55/> Acesso em: 16 de set. 2018, às
10h: 10min.
• Granulometria. ECIVIL descomplicado a engenharia. Disponível em:
<https://www.ecivilnet.com/dicionario/o-que-e-granulometria.html> Acesso em:
17 de setembro de 2018, às 22 horas e 4 minutos.
• Limites de consistência. Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Disponível em:
<https://docente.ifrn.edu.br/marciovarela/disciplinas/mecanica-dos-solos/limites-
de-atterberg> Acessado em 18 de novembro de 2018.
• Relatório de limite de plasticidade e limite de liquidez. Ebah. Disponível em:
<https://www.ebah.com.br/content/ABAAAAYbsAG/relatorio-limite-plasticidade-