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Mídias e Ensino de História:

Cinema, Desenhos Animados e Propagandas


Em busca de um Ensino História lúdico e eficiente, que dialogue com os alunos.

PIBID História da Universidade Federal de Pelotas


QUEM SOMOS?

 Acadêmicos dos Cursos de História da UFPel.


 Bolsistas do PIBID – História/2010-2012.
 Coordenação de área: Profa. Dra.Inez Klein Prof. Dr. Edgar Avila
Gandra
 O que é o PIBID?

É o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência,


que envolve estudantes de licenciaturas plenas) supervisores
escolares, coordenadores institucionais e coordenadores de área de
conhecimento afim de realizarem projetos de intervenção e
melhoramento no ensino escolar, contribuindo e adquirindo
experiência junto a escola publica.
“ Resta estudar o filme, associá-lo ao mundo que o
produz. A hipótese? Que o filme, imagem ou não da
realidade, documento ou ficção, intriga autêntica ou
pura invenção, é História. O postulado? Que aquilo que
não se realizou, as crenças, as intenções, o imaginário
do homem, é tanto a história quanto a História.”

(FERRO, Marc apud NORA, Pierre; 1975, p.5)


COMO É FEITO?

Busca-se debater aspectos


relacionados com a obra exibida, tais
como contexto de produção,
intencionalidades;

A partir de então analisa-se a temática


historiográfica apresentada, com
prévios questionamentos feitos pelos
bolsistas.
O QUE É O CINECLUBE?
 A realização do projeto denominado “Cineclube”, está dentro
da ação específica da área de História do projeto PIBID
(Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), o
qual é financiado pela CAPES;

 É uma experiência que visa a utilização de novas


metodologias dentro do ensino de História, tornando-o assim
mais dinâmico e palpável;

 Iniciou em novembro de 2010 está em execução até o


presente momento;

É apresentado no turno inverso das aulas.


• “

• A memória, essa operação coletiva dos acontecimentos e das


interpretações do passado que se quer salvaguardar, se
integra, como vimos, em tentativas mais ou menos conscientes
de definir e de reforçar sentimentos de pertencimento e
fronteiras sociais entre coletividades de tamanhos diferentes:
partidos, sindicatos [...] A referência ao passado serve para
manter a coesão dos grupos e das instituições que compõem
uma sociedade, para definir seu lugar respectivo, sua
complementaridade, mas também as oposições irredutíveis
(POLLACK, 1989, p. 7).
Fotos do Projeto

Após a reprodução da obra, os


alunos posicionam-se sobre o
que foi abordado. Abre-se um
espaço para que haja debate
sobre as temáticas que surgem
com o filme. Este diálogo se E. E. E. M. N. Srª de Lurdes I. E. E. Assis Brasil
estabelece entre os alunos da
escola e nós pibianos.
“Trabalhar com o cinema em sala de aula é ajudar a
escola a reencontrar a cultura ao mesmo tempo
cotidiana e elevada, pois o cinema é o campo no qual a
estética, o lazer, a ideologia e os valores sociais mais
amplos são sintetizados numa mesma obra de arte.”

(NAPOLITANO, 2010, p.11)


• “

• Sem dúvida, cabe supor que o relato autobiográfico se baseia


sempre, ou pelo menos em parte, na preocupação de dar
sentido, de tornar razoável, de extrair uma lógica ao mesmo
tempo retrospectiva e prospectiva, uma consistência e uma
constância, estabelecendo relações inteligíveis, como a do
efeito à causa eficiente ou final. (BOURDIEU, 1998, p. 184)
Nesse sentido Le Goff (idem, 426), ao mostrar as contribuições que
a psicologia e a psicanálise acrescentaram aos estudos da
memória individual, afirma que:

“a memória coletiva foi posta em jogo de forma importante na luta


das forças sociais pelo poder. Tornarem-se senhores da memória e
do esquecimento é uma das grandes preocupações das classes,
dos grupos, dos indivíduos que dominaram e dominam as
sociedades históricas. Os esquecimentos e os silêncios da história
são reveladores desses mecanismos de manipulação da memória
coletiva”.
• “
• MEMÓRIA
• Em princípio, estamos entendendo, com Indursky &
Campos (2000, p.12), que
• “a memória é um referencial vivo na construção das
identidades, pois, em sua capacidade de filtrar e
manter o sentido, atua por meio de seus processos e
efeitos, os quais podem ser tanto de lembrança, de
redefinição e de transformação quanto de
esquecimento, de ruptura e de negação do vivido e
do já dito. Se a memória é, portanto, um fator inerente
à construção de identidade, o discurso é o espaço de
conhecimento e de interação através do qual o ser
humano se faz sujeito, inscrevendo-se no campo da
prática social, que é eminentemente histórica”.
PERCEPÇÕES ACERCA DO PROJETO:

 Os alunos participantes
demonstraram-se críticos com relação
às obras apresentadas, percebendo
que elas possuem uma
intencionalidade, afinal, o filme é
produzido, num intuito primeiro, de
entreter e não de ensinar.

 A História passou a ser vista como


disciplina dinâmica, permitindo uma
ampla reflexão sobre o presente
através do conhecimento do passado.
“É preciso que a atividade escolar com o cinema vá
além da experiência cotidiana, porém sem negá-la.
A diferença é que a escola, tendo o professor
como mediador, deve propor leituras mais
ambiciosas além do puro lazer, fazendo a ponte
entre emoção e razão de forma mais direcionada,
incentivando o aluno a se tornar um espectador
mais exigente e crítico, propondo relações de
conteúdo/linguagem do filme com o conteúdo
escolar.”
(NAPOLITANO, 2010, p.15)
CONSIDERAÇÕES

Observou-se a possibilidade dessa temática ser trabalhada em sala de aula,


embora, entendamos as condições precárias em que o professor está inserido.

• O grande facilitador de utilizar este recurso é a sua versatilidade de poder


trabalhar com os cinco sentidos, e nada impede, que seja trabalhado cada um
individualmente.

• Tem-se presente que essa temática recorta o conteúdo histórico, ou seja, torna-
se difícil ter acesso a materiais de períodos anteriores ao século XVI (não que
não possam existir). Entretanto, entendemos que essa abordagem tratada na
nossa pesquisa é um passo a mais à caminho de um novo Ensino de História.
PARA ALÉM DO LIVRO DIDÁTICO
O Uso da Propaganda como Suporte Pedagógico no Ensino de História
A TEMÁTICA

• Analisar aspectos
publicitários em diferentes
períodos históricos,
utilizando essa ferramenta
como recurso pedagógico
para o ensino de história.
“Acreditamos, porém, que uma das mais
importantes razões da dificuldade de integração
de inovações pedagógicas ao cotidiano de
escola – especialmente as inovações
tecnológicas situa-se na formação do professor
e, por consequência, no ensino e na pesquisa
desenvolvidos nas universidades.”
(BELLONI, 2001, p.71)
POR QUE INOVAR?

“O avanço tecnológico no campo das comunicações


torna indispensável e urgente que a escola integre esta
nova linguagem audiovisual – que é linguagem dos
alunos – sob pena de perder o contato com as novas
gerações.”
(BELLONI, 2001, p.69)
• Utilizar as mídias, no caso a propaganda
– tão difundidas na sociedade atual –
como suporte pedagógico no ensino de
história.
POR QUE A PROPAGANDA?

• A propaganda pode ser conceituada, não como uma


simples mídia, mas sim, como uma ferramenta que é
veiculada em todos os meios de comunicação;

• Importante ressaltar é que a sua mensagem atua


diretamente nos cinco sentidos do corpo humano,
tornando o objeto muito mais próximo do seu público
alvo.
A PRÁTICA NO ENSINO DE HISTÓRIA
• Utilizar imagens, sons, e até frases ou ideais publicitários de determinados
períodos históricos e a partir disto ampliar o contexto da época explorando ao
máximo o conteúdo abordado.

• Essa versatilidade de mídias a serem utilizadas facilitam o trabalho do


professor;
HISTÓRIA E PROPAGANDA

• Estudar a história da propaganda é, também,


estudar o seu contexto histórico.

• Toda propaganda é consequência do período em


que é veiculada.
A PROPAGANDA NAZISTA

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se


verdade.”
(GOEBBELS apud COUTO, 2007, p.72)

“A vontade organizada da
Nação”

Nazistas culpando os judeus pela


crise
“Os discursos de Hitler aos seus generais
durante a guerra, são verdadeiros modelos de
propaganda, caracterizados principalmente
pelas monstruosas mentiras [...]”
(ARENDT, 1989, p. 391)
Nosso objetivo é mostrar que o aluno é: “um ser
condicionado, mas capaz de ultrapassar o próprio
condicionamento.”
(FREIRE, 1996, p. 129)
A PUBLICIDADE
NOS MEIOS
MAIS ACESSÍVEIS ÀS CRIANÇAS E
AOS ADOLESCENTES
CÍRCULO VICIOSO:

TELEVISÃO,
NOVELAS, QUANTO MAIS A
INTERNET, MÍDIA DITA A MODA A
PARTIR DA TV, NET E
CANTORES OUTROS...
DITAM A MODA.

MAIS AS EMPRESAS
CRIAM FORMAS DE
ATRAIR NOVOS MAIS E MAIS AS
CONSUMIDORES DA PESSOAS
MODA. E MAIS CONSOMEM.
PUBLICIDADE SE FAZ
NA...

E QUANTO MAIS
CONSUMIMOS...
No âmbito infantil, o McDonald’s possui um cardápio especial para crianças, que inclui
uma embalagem personalizada, além do fornecimento do brinde, incluso ao pedido.

SITE MCDONALD’S:

.
Página que indica o cardápio do McLanche Feliz. Disponível em: <www.mcdonalds.com.br> Acesso em: 03 Nov 2010
A estratégia de marketing utilizada pela maior
rede de fast food do mundo não é em vão.

Atualmente, a embalagem do McDonald’s


traz a ele outra conotação.

Caixa personalizada que


acompanha o McLanche
Feliz.

Em meio às crianças, adiciona-se o


brinde e a conquista é confirmada.

Personagens distribuídos como


brinde no McLanche Feliz.
REVISTA:

Há 4 espaços destinados a
PUBLICIDADE:

Em meio à brincadeiras,
jogos, dicas:

Brinquedos Estrela,

Batavito,

GamesQueBarato.Com,

Assine Recreio.

Página principal do site da Revista Recreio. Disponível em:


http://recreionline.abril.com.br. Acesso em: 03 Nov. 2010
Os personagens dos brinquedos que são agregados à revista são da própria editora, ou seja, tudo
foi criado pela própria Editora Abril – Revista Recreio.

O brinde é utilizado como chamativo à compra da revista e não é vendido separadamente, o que já
se considera como venda casada, pois condiciona a compra da revista para a obtenção do brinquedo.

Brindes que acompanharam a


Revista Recreio n. 550, ano
11 – 23/09/2010, Editora Abril .
SEXUALIDADE NA PUBLICIDADE

Aparentemente, o papel do homem e da mulher


encontra-se pré-definido.
Mulher = servir o homem?

Quais os motivos que associam o consumo de cerveja


aos homens?

• Alimentação:
Que tipos de hábitos alimentares estão sendo
disseminados?
ALIMENTAÇÃO
ÉTICA NA PUBLICIDADE

A criança não faz o julgamento entre o real e o imaginário.

ECA: art.76 – as emissoras de rádio e TV somente exibirão no


horário recomendado para o público infanto-juvenil, programas com
finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas.

P.L 5921/01: altera o CDC, proibindo a publicidade para a venda de


produtos infantis.
Desenhos Animados
e
Ensino de História
INTRODUÇÃO

 Um tema que estava colocado à margem dos estudos que vem


sendo realizado – devido à escassez de fontes – é o desenho
animado.

 Analisaremos as possibilidades, os desafios e limites que podem


ser encontrados quando se pensa em trabalhar o desenho
animado como fonte histórica em sala de aula.
FONTES

“ Fonte Histórica” é tudo aquilo que, produzido pelo


homem ou trazendo vestígios de sua interferência,
pode nos proporcionar um acesso à compreensão do
passado humano. Neste sentido, são fontes históricas
tanto os já tradicionais documentos textuais (crônicas,
memórias, registros cartoriais, processos criminais,
cartas legislativas, obras de literatura,
correspondências públicas e privadas e tantos mais)
como também quaisquer outros que possam nos
fornecer um testemunho ou um discurso proveniente do
passado humano, da realidade um dia vivida e que se
apresenta como relevante para o Presente do
historiador.
REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE O TEMA

 Roger Chartier e Marc Ferro – Conceitos de imagem,


representação e cinema-história.

 Maria Felisminda de Rezende – Não existe receita


pronta (manual) para o professor como utilizar a
animação em sala de aula, a subjetividade de cada
turma deve ser levada em conta.

 Bob Thomas – Walt Disney, O Mago das Telas


― Vai comentar sobre a mudança do público alvo:
antes adultos, hoje crianças.
PROBLEMATIZANDO

 Mundo visual e a sua inserção na sala de aula;

 Realidade dos professores brasileiros e da formação


docente;

 Para que público-alvo este desenho foi feito? Por quem e


quando foi feito? Qual a intencionalidade desta animação?

 Conceito de Representação.
TECNOLOGIAS NA SALA DE AULA

Segundo esses Parâmetros, as novas mídias, no caso os desenhos


animados, possibilitam ao aluno um desenvolvimento da capacidade
não só de analisar, mas também de criticar e interpretar fontes
documentais de diversas naturezas, “reconhecendo o papel das
diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos
diferentes contextos envolvidos em sua produção”
(BRASIL, 1998)
CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEMA

 Complexidade existente em analisar um desenho animado:


Técnicas de produção e subjetividade;

 A aplicação deste projeto com os alunos;

 Obviamente que temos consciência de que a formação de


professores no Brasil, nem sempre, colabora para que essas
mídias sejam estudadas com maiores cuidados. Nós, bolsistas do
PIBID tivemos esta oportunidade e esperamos que com isso
consigamos aplicar todos os estudos que viemos fazendo.
CHAPOLÍN COLORADO, O GAFANHOTO VERMELHO

 Serie de cunho infantil produzida na década de 70;

 Roberto Goméz Bolaños, autor e ator principal da série, traz


nela uma característica muito peculiar:
• este personagem é uma completa oposição aos
tradicionais super-heróis "enlatados" americanos para
fins de transmissão de uma mensagem importante: a
verdadeira coragem não consiste em não ter medo de
nada, mas em vencer seus medos

Seria o Chapolin Colorado a solução para os


problemas da América?
CURRICULUM VITAE

1. NOME: Chapolin Colorado______________________________________


2. SIGNIFICADO DO NOME:: Gafanhoto vermelho____________________
3. PAI: Pantaleon Colorado y Roto" (Calça Vermelha e Curta)_________
4. MÃE: Luísa Lane_____________________________________________
5. PERSONALIDADE:: Fraco, feio, medroso, pobre, burro, desajeitado,
covarde, tonto e mulherengo.__________________________________
6. PODER: Utiliza sua astúcia contra o mal._________________________
7. EQUIPAMENTOS: Anteninhas de vinil, marreta biônica, pastilhas
encolhedoras e pistola paralisadora.____________________________
8. PRINCIPAL LEGADO: “A principal virtude de um homem não é não
ter medos mas sim conseguir superá-
los.”____________________________
AMÉRICA PARA OS AMERICANOS

 Onde fica a América?

 Quem são os Americanos?

 O Ovo de Colombo
• Episódio de 1973 da série
Chapolin Colorado.
• Representação com muito
humor de como teria sido
encontrada as terras
Americanas pelos Europeus.
CAPITÃO PLANETA, O HERÓI AMBIENTALISTA

 No início da década de 90, surge no mundo, com uma grande


expressão as discussões sobre a sustentabilidade e ecologia.

 Viu-se um mundo cada vez mais pressionado a sanar os


‘erros’ aos quais vinha cometendo com o ambiente ao qual
lhe sustenta.

 O Capitão Planeta é um herói que tenta passar para as


crianças essa ideia de preservação e
cuidado com a natureza.
“O PODER É DE VOCÊS”

 A mensagem que cada um dos elementos (personagens) tentam


passar:
• Linka: Soviética, poder: vento. Ética e responsável, luta
para que a tecnologia seja utilizada para o bem do meio
ambiente e do mundo.

• Gi: Asiática, poder: água. Ela representa a importância da


relação com o ecossistema marinho.
“O PODER É DE VOCÊS”

 A mensagem que cada um dos elementos (personagens) tentam


passar:
• Ma-ti: Índio Americano (provavelmente brasileiro), poder:
coração. Ele representa a sabedoria dos povos e das
culturas ao longo do mundo;

• Wheeler: Estadunidense, Poder: fogo. Ele representa a


importância entre a convivência humana do regime
capitalista com o meio ambiente. Faz um paralelo entre as
metrópoles e a natureza.
“O PODER É DE VOCÊS”

 A mensagem que cada um dos elementos (personagens) tentam


passar:
• Kwame: Africano. Poder: Terra. Ele sofreu muito ao longo
de sua história e tem como mensagem principal a
esperança de um mundo melhor.

• Capitão Planeta: União de Todos os Poderes. Famoso


pelo seu bordão: “O poder é de vocês”.
REFERÊNCIAS
, Maria Luiza. O que é mídia-educação. Campinas, SP: Autores Associados, 2001.
BOLAÑOS, Roberto Gómez. Diário do Chaves. São Paulo: Ponto de Leitura, 2010.
BOLAÑOS, Roberto Gómez. SBELLONIien Querer Queriendo: Memórias. Cidade do
México: Editorial Aguilar, 2009.
CARVALHO, Nelly de. Publicidade: a linguagem da sedução. São Paulo: Ática, 2009.
CHARTIER, Roger. A História ou a Leitura no Tempo. São Paulo: Autêntica, 2010.
COUTO, Sérgio Pereira. A Propaganda Nazista. In: Dossiê Hitler. São Paulo: Universo
dos Livros, 2007. Pág. 61-73
DE REZENDE, Maria Felisminda. O Educador e o Desenho Animado Que a Criança
Vê na Televisão. São Paulo: Loyola, 1985.
REFERÊNCIAS

Disponível em: < http://www.turmadochaves.com/chapolin/> Acesso em:


19/04/2011.
Disponível em: <http://www.chapolin.org/> Acesso em: 22/06/2011.
FERRO, Marc. Cinema e História. São Paulo: Paz e Terra, 2010.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática
educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula. São Paulo:
Contexto, 2010.
NORA, Pierre (Org.). História: novos objetos. Rio de Janeiro: Francisco Alves,
1975.

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