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Universidade Nova Iguaçu – Nova Unig

Campus V – Farmácia
Farmácia Hospitalar

Prof. Ms. Luciana de Oliveira Fumian


É um órgão consultivo, que funciona com elo
representativo da política institucional, que visa à
promoção e uso racional dos medicamentos,
mediante serviços de assistência e atenção
farmacêutica, cujo foco está na seleção,
padronização e forma de utilização dos fármacos
e correlatos em todas as suas etapas.
Formular e implementar políticas institucionais relacionadas
com:

 Seleção, prescrição e uso racional de medicamentos;


 Processo dinâmico, participativo, multiprofissional e
multidisciplinar;
 Assegurar terapêutica eficaz e segura;
 Melhoria na qualidade da assistência prestada à saúde.
Composição:

Membros Efetivos
Traçar perfil:
 Conhecimento farmacológico sólido;
 Familiaridade com linguagem e conceitos da
evidência orientadora de condutas;
 Produtividade científica (análise de currículo);
 Representatividade profissional;
 Diversificação de inserção profissional;
 Disponibilidade para a tarefa (tempo, motivação)
Declarar ausência de conflitos de interesse
(formulário por escrito)
Composição:

Consultores esporádicos:
Outros especialistas (convite em momentos
específicos de discussão);
Coordenação:
Representante escolhido entre os membros
efetivos;
Relator e organizador:
Representante escolhido entre os membros
 Membros com mandato de dois anos, renovável
por mais dois;
 Rescisão de mandato por interesse do membro ou
da instituição;
 Perda automática do mandato por falta não
justificada a três reuniões consecutivas;
 Membros com comprovada isenção de interesses
pessoais em empresas farmacêuticas e de
equipamentos e tecnologias médicas;
 Reuniões semanais ou quinzenais;
 Consultoria eventual em diferentes áreas para
parecer específico e assessoramento dos
membros da comissão.
 Selecionar medicamentos de acordo com a realidade da instituição;
 Fazer estudos clínicos controlados/ revisão bibliográfica sistemática;
 Solicitar sugestões de especialistas;
 Elaborar a padronização;
 Estabelecer condutas terapêuticas com base em evidências;
 Divulgar a padronização;
 Desenvolver programas de farmacovigilância;
 Acompanhar a evolução da indústria farmacêutica;
 Atualizar a padronização continuamente;
 Disciplinar as visitas da indústria farmacêutica;
 Estabelecer procedimentos para a compra de medicamentos não
padronizados;
 Exigir o apoio do diretor da instituição;
 Realizar controle de qualidade da padronização.
 Usar modelos como referência (Lista OMS 2005,
RENAME 2002);
 Eficácia comprovada (evidências);
 Segurança aceitável;
 Monofármacos (exceções);
 Designação genérica (DCB);
 Indicação em mais de uma doença;
 Suficiente tempo de uso;
 Custo aceitável;
 Tradição de uso (se aceitável).
 Eficácia;
 Segurança;
 Conveniência;
 Qualidade;
 Estocagem;
 Preço total do tratamento.
Documentos a serem apresentados:

 Formulário de solicitação de inclusão/exclusão,


com preenchimento completo;

 Referências bibliográficas (pelo menos 3).


Fármacos com potencial de grave risco;
Fármacos só utilizados em situações
definidas;
Fármacos usados em programas
específicos;
Fármacos de elevado custo, reservados para
as indicações em que constituem tratamento
de primeira escolha.
 Medicamentos com eficácia e efetividade
similares, para evitar duplicação;
 Fármacos de descoberta recente e
insuficiente experiência clínica;
 Fármacos com benefício desconhecido, sem
medida de desfechos de relevância clínica em
ensaios clínicos confiáveis.
SBRAFH - SOCIEDADE BRASILEIRA DE FARMÁCIA HOSPITALAR,
Guia de Boas Práticas em Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde. São
Paulo, 2009.
GOMES, M. J. V. M. Ciências Farmacêuticas: Uma Abordagem em Farmácia
Hospitalar. Atheneu, 2001.
NETO, J. F. Farmácia Hospitalar e suas Interfaces com a saúde. Juiz de Fora:
Editora PharmaBooks, 2005.
“all honor and glory be to God”

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