Você está na página 1de 25

Monitoramento do ar

de Bangu
Alunas(os): Adriely Karima, Clara Borba, Emanuele Lima, Felipe
Fernandes, Isabele Chaves, Maria Eduarda e Larissa Dias
Turma: CAM 271
Introdução:
A atmosfera pode ser considerada o local onde,
permanentemente, ocorrem reações químicas.
Ela absorve uma grande variedade de sólidos,
gases e líquidos, provenientes de fontes, tanto
naturais como antropogênicas, que podem se
dispersar, reagir entre si, ou com outras
substâncias já presentes na própria atmosfera.
Introdução:

Estas substâncias ou o produto das


reações das mesmas, finalmente
encontram seu destino num sorvedouro,
como o oceano, ou alcançam um receptor
(seres humanos, outros animais, plantas,
materiais).
Introdução:
A concentração real dos poluentes no ar depende tanto dos
mecanismos de dispersão, como da produção e remoção destes.
Normalmente, a própria atmosfera dispersa o poluente, misturando-o
eficientemente num grande volume de ar, o que contribui para que a
poluição se mantenha em níveis aceitáveis. A velocidade de dispersão
varia de acordo com a topografia local e com as condições
meteorológicas reinantes.
Introdução:

Em suma, é a interação entre as fontes de poluição (emissões


atmosféricas) e a atmosfera que vai definir a qualidade do ar. As
condições meteorológicas determinam uma maior ou menor diluição
dos poluentes determinando a concentração dos mesmos no ar,
mesmo que as emissões não variem.
Histórico de ocupação do bairro
Bangu foi intensamente urbanizada e teve suas áreas ocupadas por
causa da inauguração do Ramal ferroviário de Santa Cruz em 1898, uma
vez que este tornou possível o transporte de produtos e pessoas até a
região, que até em tão se mantinha praticamente isolada do centro
urbano da cidade, tanto pela grande distância, quanto pelas barreiras
físicas naturais encontradas (os maciços da Pedra Branca e
do Gericinó) que dificultavam o percurso.
Estação de Monitoramento de Ar de Bangu

O MonitorAr-Rio é um programa da
Secretaria Municipal de Meio Ambiente
(SMAC) que registra os índices de
poluentes e as condições atmosféricas
de 8 estações fixas (Centro,
Copacabana, São Cristóvão, Tijuca,
Irajá, Bangu, Campo Grande e Pedra de
Guaratiba) e uma estação móvel
(Porto) em boletins diários.
São medidos cinco tipos de poluentes.
As medições dão origem ao Índice de
Qualidade do Ar (IQA) da região no dia.

SO2

NO2 CO

O3 MP10
50

0
100
150
200
250
300
15-Sep
16-Sep
17-Sep
18-Sep
19-Sep
20-Sep
21-Sep
22-Sep
23-Sep
24-Sep
25-Sep
26-Sep
27-Sep
28-Sep
29-Sep
30-Sep
1-Oct
2-Oct
3-Oct
4-Oct
5-Oct
6-Oct
7-Oct
8-Oct
9-Oct
10-Oct
11-Oct
12-Oct
Material Particulado (MP10) [µg/m³]

13-Oct
14-Oct
15-Oct
16-Oct
17-Oct
18-Oct
19-Oct
20-Oct
21-Oct
22-Oct
23-Oct
24-Oct
Material Particulado (MP10) [µg/m³]

25-Oct
26-Oct
27-Oct
28-Oct
29-Oct
30-Oct
31-Oct
Dióxido de Enxofre (SO2)

O que é?
Fontes: Naturais e Antropogênicas
Chuva Ácida
Efeitos do SO2 na Saúde
Efeitos do SO2 no Ambiente
Outros efeitos do SO2
Qualidade do ar
50

0
100
150
200
250
300
400
450
500

350
15/9/2018
16/9/2018
17/9/2018
18/9/2018
19/9/2018
20/9/2018
21/9/2018
22/9/2018
23/9/2018
24/9/2018
25/9/2018
26/9/2018
27/9/2018
28/9/2018
29/9/2018
30/9/2018
1/10/2018
2/10/2018
3/10/2018
4/10/2018
5/10/2018
6/10/2018
7/10/2018
8/10/2018
9/10/2018
10/10/2018
11/10/2018
12/10/2018
13/10/2018
14/10/2018
15/10/2018
16/10/2018
17/10/2018
18/10/2018
19/10/2018
20/10/2018
21/10/2018
22/10/2018
23/10/2018
24/10/2018
25/10/2018
26/10/2018
Dióxido de Enxofre (SO2) [µg/m3]

27/10/2018
28/10/2018
29/10/2018
30/10/2018
31/10/2018
Dióxido de Nitrogênio (NO2) [µg/m³]
500

450

400

350

300

250

200

150

100

50

0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
200

0
9/15/2018
9/16/2018
9/17/2018
9/18/2018
9/19/2018
9/20/2018
9/21/2018
9/22/2018
9/23/2018
9/24/2018
9/25/2018
9/26/2018
9/27/2018
9/28/2018
9/29/2018
9/30/2018
10/1/2018
10/2/2018
10/3/2018
10/4/2018
10/5/2018
10/6/2018
10/7/2018
10/8/2018
10/9/2018
10/10/2018
10/11/2018
10/12/2018
10/13/2018
10/14/2018
10/15/2018
10/16/2018
Ozônio [µg/m3]

10/17/2018
10/18/2018
10/19/2018
10/20/2018
10/21/2018
10/22/2018
10/23/2018
10/24/2018
10/25/2018
10/26/2018
10/27/2018
10/28/2018
10/29/2018
10/30/2018
Resolução CONAMA nº 03 de 28/06/1990
40
60
80

20
100
120
140
160
180

0
15/09/18
16/09/18
17/09/18
18/09/18
19/09/18
20/09/18
21/09/18
22/09/18
23/09/18
24/09/18
25/09/18
26/09/18
27/09/18
28/09/18
29/09/18
30/09/18
01/10/18
02/10/18
03/10/18
04/10/18
05/10/18
06/10/18
07/10/18
08/10/18
09/10/18
10/10/18
11/10/18
12/10/18
13/10/18
14/10/18
15/10/18
16/10/18
17/10/18
18/10/18
19/10/18
20/10/18
21/10/18
22/10/18
23/10/18
Índice de qualidade do ar (IQA)

24/10/18
25/10/18
26/10/18
27/10/18
28/10/18
29/10/18
30/10/18
31/10/18
Veículos:
Com uma frota que triplicou em 20 anos, foi de 838.521 para
2.529.432, os veículos são os grandes vilões do ar que o carioca
respira. Eles são responsáveis por nada menos do que 77% das
emissões atmosféricas no Rio, segundo o último inventário feito
pelo Instituto estadual do Ambiente (Inea).
Relevo:
O bairro está situado entre dois majestosos
maciços, que dominam de forma exuberante a
paisagem local, ao sul o da Pedra Branca, e ao norte
o de Gericinó; e o vale conhecido como Baixada de
Bangu, estaria entre 100 e 0 metros (em relação ao
nível do mar).
Vale ressaltar, que muitos destes
morros excedem a região, se
espalhando até mesmo na direção
dos municípios ao norte e outras
regiões como a de Jacarepaguá ao
sul.
Clima:

O clima da região de Bangu é o mesmo que abrange todo o município do Rio de Janeiro, o tropical úmido.
Bangu é o bairro mais quente do Rio de Janeiro, sempre que vemos na televisão a previsão do tempo, as
temperaturas máximas são sempre lá.
Isso se explica pelo fato da razoável distância do mar na qual encontra-se, da vizinhança dos maciços e
da ocupação humana e atividades urbanas, com lançamentos de dióxido de carbono e outros gases de
estufa que não são dissipados de forma tão rápida.
Pluviometria:
Costuma chover entre 1400 e 1600 mililitros anualmente no
alto das serras do Gericinó, nas partes mais altas do maciço
da Pedra Branca e nas médias altitudes do Gericinó a
precipitação fica entre 1200 e 1400 mililitros e na parte
antrópica a ocorrência das chuvas é bem mais branda,
estando, quase sempre, entre 1000 e 1200 mililitros anuais.
Vegetação:

Bangu está localizado numa região que


corresponde à uma das áreas com menor
presença de arborização na cidade do Rio de
Janeiro. Além disso, a principal cobertura
florestal da região, o Parque Estadual da Pedra
Branca, vem sido desmatada nas últimas
décadas por conta do processo de ocupação
intensificado.
Bibliografia:

• http://www.inea.rj.gov.br/Portal/MegaDropDown/Monitoramento/Monitoramentodoar-
EmiQualidade/Emissoesatmosfericas/index.htm&lang=PT-BR
• http://ywkw.blogspot.com/2011/03/geopolitica-da-regiao-de-bangu_3497.html
• http://rioonwatch.org.br/?p=4845