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Disciplina: IMAGINOLOGIA - MEMBROS

INFERIORES

Análise anátomo-
radiológica de
QUADRIL E PELVE

•Prof. Marcos V. Luz


COMPLEXO DA PELVE

Articulação do quadril
(ou coxo-femoral)

+ articulação
sacro-ilíaca
+ sínfise púbica
COMPLEXO DA PELVE
INTRODUÇÃO

PELVE: Formada por três ossos:

• Ílio
• Ísquio
• Púbis
Fêmur proximal e
Cintura pélvica
Pelve AP Crista ilíaca
masculina

Articulação
Sacro sacro ilíaca

Cabeça fêmur Acetábulo


Trocânter maior
Colo femoral Forame obturado

Ísquio Trocânter menor

Sínfise púbica
INTRODUÇÃO
1.0- Composição:
1.1- Ossos:
•Pelve
•Fêmur
•Sacro

1.2- Articulações:
•Sacroilíaca
•Sínfise púbica
•Coxo-femoral
INTRODUÇÃO
Tipos de pelves

Pelve ♀ (adulta - adaptada


ao parto):
•Larga e profunda
•Arco do púbis:
arredondado
•(Mickey Mouse no espaço
interno dos ossos)

Pelve ♂:
•Estreita e menos profunda
•Arco do púbis: em forma
de V.
E aí?
É masculino ♂ ou feminino ♀?
Fêmur proximal e
Cintura pélvica
Feminina

Masculina
Ângulo colo e cabeça do fêmur

Regiões do fêmur Ângulo colo-cabeça


Ângulo colo e cabeça do fêmur
VARA NORMAL VALGA
<125° 125° >125°
Ângulo colo e cabeça do fêmur
Fêmur proximal e
Cintura pélvica
QuadrilAlar

ílio
Acetábulo

Articulação coxofemoral
Espinha isquiática
Cabeça do fêmur

Linha
intertrocântérica
Tubérculo isquiático
Fêmur proximal e
Cintura pélvica
Quadril obturatriz

Ramo iliopubiano

Forame obturado
Tubérculo isquiático

Ramo ísquiopubiano
Fêmur proximal e
Cintura pélvica
Quadril AP
criança 7 anos
Sincondrose acetabular
Cabeça do fêmur

ílio
Linha epifisária Púbis

Colo femoral

Sínfise púbica

ísquio
Forame obturado
PARTES ÓSSEAS
PARTES ÓSSEAS
Pelve
•Crista ilíaca
•Espinha ilíaca ântero-
superior (EIAS)
•Espinha ilíaca póstero-
superior (EIPS)
PARTES ÓSSEAS
Pelve
•Crista ilíaca
•Espinha ilíaca ântero-superior (EIAS)
•Espinha ilíaca póstero-superior (EIPS)
PARTES ÓSSEAS
Trocânter maior do fêmur
2.0- PARTES ÓSSEAS

Sacro

Estrutura triangular

inferior ao

processo espinhoso

de L5

Cóccix
2.0- PARTES ÓSSEAS
OA quadril
RX quadril
Fêmur proximal e
Cintura pélvica
Pelve AP rotação interna
Fêmur proximal e
Cintura pélvica
In let

Outlet
Fêmur proximal
e Cintura pélvica

Articulação sacrilíaca
Fêmur proximal e
Cintura pélvica

Prótese de fêmur proximal e acetábulo


Fêmur proximal e
Cintura pélvica
Haste metálica
intramedular
Fêmur proximal e
Cintura pélvica

Open book ( Livro aberto)


Fêmur proximal e
Cintura pélvica
Dispositivo IntraUterino (DIU)
Fêmur proximal e
Cintura pélvica

• Luxação posterior de
articulação coxofemoral
Fêmur proximal e
Cintura pélvica

Luxação anterior de
articulação
coxofemoral
esquerda, e presença
de cateter vesical.
Fêmur proximal e
Cintura pélvica

Fratura por
avulsão de
espinha ilíaca
ântero
superior.
ARTROPLASTIADEQUADRIL
Densidade óssea

Densidade metálica

PROTESEDECABEÇAFEMORAL
Linha de fratura
( colo do fêmur)
fratura
Local da fratura?
Osteossíntese quadril
RM pode tirar dúvida sobre a existência de fratura
RM: bursite trocantérica
Artro-RM
Necrose Avascular da cabeça Femoral
• Problemas comuns em esgrima, equitação, hóquei no gelo e
futebol.
• Adolescentes podem sofrer fraturas na região pélvica:
fraturas por avulsão.
• Adultos, em geral, têm lesões por overuse, podem ocorrer
contusões da crista ilíaca, estiramento muscular e fraturas.
• Regiões mais vulneráveis:
– SÍNFISE PÚBICA - RAMOS PUBIANOS
• Diagnóstico diferencial
1. FRATURAS PÉLVICAS IMPORTANTES
A. Fraturas com avulsão
B. Fraturas do púbis ou ísquio
C. Fraturas da asa do ilíaco
D. Fraturas do Sacro
E. Fraturas ou luxações do cóccix
2. FRATURAS PÉLVICAS
A. Fraturas com avulsão
1. Lesão por tração às espinhas ilíacas ântero-superiores (Trauma na
corrida ou salto, com quadril estendido e joelhos flexionados)
2. Avulsão da espinha ilíaca ântero-inferior (decorrente da contração
do reto-femoral, quando se chuta bola)
2. FRATURAS PÉLVICAS
Fraturas com avulsão
3. Avulsões da apófise do ísquio (entre 15 e 25 anos, contração máxima
os isquiotibiais, com pelve fixada em flexão e joelho em extensão)

4. Contusões da crista ilíaca


• Diagnóstico diferencial
2. FRATURAS PÉLVICAS
B. Fraturas por fadiga
1. Parte inferior do osso Púbis
2. Colo e diáfise do Fêmur

. Subitas mudanças na rotina de treino


. Depois da aplicação repetida de carga em corredores
. RX, as vezes, é insuficiente. Cintilografia óssea.
• Diagnóstico diferencial
2. FRATURAS PÉLVICAS
C. Fraturas coccígenas
1. Queda em posição sentada
2. Golpe direto ao cóccix

. Sensibilidade local, mas não


é incapacitante
. Muito dolorosa na caminhada
e ao sentar
• Diagnóstico diferencial
3. Problemas inflamatórios na articulação pélvica
A. Sacro-iliíte
1. Dor e desconforto que se irradia até a virilha, articulação do
quadril ou coxas
• Diagnóstico diferencial
3. Problemas inflamatórios na articulação pélvica
B. Osteíte Pubiana
1. Inflamação decorrente de traumatismo, movimentação
anormal ou pressão de cisalhamento na região pubiana.
2. Comum em jogadores de futebol
3. Dor pode se irradiar medialmente para a coxa ou abdomen
• Diagnóstico diferencial
4. Bursites
A. Bursite iliopectínea
1. Por trás do iliopsoas, pode causar dor que se irradia até a região
pélvica.
B. Bursite isquiática
1. Decorrente de golpe na tuberosidade isquiática.
Fêmur

Fratura
exposta de
diáfise femoral
Fêmur

Deslocamento
de prótese
Fêmur
Fêmur