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Segurança na operação de caldeiras NR-13

Refinaria na Argélia

Fonte: Reportagem na Internet 1


Segurança na operação de caldeiras NR-13

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Segurança na operação de caldeiras NR-13

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Segurança na operação de caldeiras NR-13

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Segurança na operação de caldeiras NR-13

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Pilares de NR-13

Instalação

Inspeção

Gerais

Operação

Manutenção

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Instalação de Caldeiras (13.2 – NR)

 Profissional Habilitado
Engenheiro Mecânico ou Naval, com Registro no CREA (NR-13).

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Profissional Habilitado

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Projeto de Instalação de Cadeiras a Vapor

A autoria de projeto de instalação de caldeiras é de


responsabilidade de Profissional Habilitado (NR-13).
O projeto de instalação deverá conter todos os documentos,
plantas, desenhos, cálculos, pareceres, relatórios, análises, normas,
especificações relativos ao projeto, devidamente assinados pelos
profissionais legalmente habilitados.

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As Instalação das Caldeiras

 Área de Caldeira
Deverá ser entendido como Área de
Caldeiras, um local onde a caldeira não
esteja confinada, exposto ou não à ação
do tempo, destinado à instalação das
caldeiras.

 Casa de Caldeira
Local onde a caldeira esteja confinada
não exposta à ação do tempo.

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Instalação em Área de Caldeira

 Estar afastada no mínimo 3 metros de:


- outras instalações do estabelecimento;
- de depósitos de combustíveis, executando-se reservatórios
para partida com até 2.000 (dois mil) litros de capacidade;
- do limite de propriedade de terceiros;
- do limite com as vias públicas.
 Dispor de pelo menos 2 (duas) saídas amplas, permanentemente
desobstruídas e dispostas em direções distintas ;

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 Dispor de acesso fácil e seguro, necessário à operação e


manutenção da caldeira, sendo que, para guarda corpos vazados,
os vãos devem ter dimensões que impeçam a queda de pessoas;
 Ter sistema de captação e lançamento dos gases e
material particulado, provenientes da combustão, para fora da
área de operação, atendendo às normas ambientais vigentes ;
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 Dispor de iluminação conforme normas oficiais vigentes;


 Ter sistema de iluminação de emergência caso operar a noite.
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Instalação em Casa de Caldeira


 De, no mínimo 3 (três) metros de outras
instalações, do limite de propriedade de terceiros, do
limite com as vias públicas e de depósitos de combustíveis,
excetuando-se reservatórios para partida com até 2.000
(dois mil) litros de capacidade;
 Dispor de pelo menos 2 (duas) saídas amplas,
permanentemente desobstruídas e dispostas em direções
distintas ;
 Dispor de ventilação permanente com entradas constituir
prédio separado, construído de material resistente ao fogo,
podendo ter apenas uma parede adjacente à outras
instalações do estabelecimento, porém com as outras
paredes afastadas de ar que não possam ser bloqueadas;
 Dispor de sensor para detecção de vazamento de gás
quando se tratar de caldeira a combustível gasoso;
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 Não ser utilizada para qualquer outra finalidade;


 Dispor de acesso fácil e seguro, necessário à operação e à
manutenção da caldeira, sendo que, para guarda-corpos
vazados, os vãos devem ter dimensões que impeçam a queda
de pessoas;
 Ter sistema de captação e lançamento dos gases e material
particulado, provenientes da combustão, para fora da área de
operação, atendendo às normas ambientais vigentes;
 Dispor de iluminação conforme normas oficiais vigentes e ter
sistema de iluminação de emergência .
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Painel de Instrumentação
Para caldeiras classe A:

Possuir painel de instrumentos instalados em sala de controle,


construída segundo o que estabelecem as Normas Regulamentadoras
aplicáveis.
No caso de estabelecimentos com mais de uma caldeira é permitida a
instalação dos instrumentos de todas as caldeiras na mesma sala de
controle.
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Quadro de Comando
COMPONENTE DA CALDEIRA ONDE ESTÃO OS DISPOSITIVOS QUE PERMITEM
TODAS AS OPERAÇÕES NECESSÁRIAS AO SEU FUNCIONAMENTO, E POSSUE
OS SEGUINTES COMPONENTES:

 CHAVE DO MODO DE COMANDO ( MANUAL OU ATOMÁTICO );

 CHAVE LIGA/DESLIGA BOMBA DE ÁGUA;

 CHAVE LIGA/DESLIGA VENTILADOR;

 ALARME SONORO DE ADVERTÊNCIA;

 LÂMPADAS PILOTO;

 CHAVE MAGNÉTICA DE LIGAÇÃO DO NÍVEL;

 CHAVE DE ACENDIMENTO MANUAL DA CALDEIRA; Classe B ou C

 ESTA INSTRUMENTAÇÃO PODE SER PNEUMÁTICA, HIDRÁULICA, ELÉTRICA OU


ELETRÔNICA DEPENDENDO DAS CARACTERÍSTICAS PARTICULARES DE CADA
CALDEIRA.
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Placa de Identificação

Toda caldeira deve ter afixada em seu corpo, em local de fácil acesso e
bem visível, placa de identificação indelével com, no mínimo, as
seguintes informações:
 Fabricante;
 Número de ordem dado pelo fabricante da caldeira;
 Ano de fabricação;
 Pressão máxima de trabalho admissível - PMTA;
 Pressão de teste hidrostático;
 Capacidade de produção de vapor;
 Área da superfície de aquecimento;
 Código de projeto e ano de edição.
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Placa
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Categoria da Caldeira
Além da placa de identificação devem constar, em local visível,
a categoria da caldeira.
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Documentação

1) Prontuário da Caldeira, contendo as seguintes informações:


- Código de projeto e ano de edição;
- Especificação dos materiais;
- Procedimentos utilizados na fabricação, montagem, inspeção final e
determinação da PMTA;
- Conjunto de desenhos e demais dados necessários para
o monitoramento da vida útil da caldeira;
- Características funcionais;
- Dados dos dispositivos de segurança;
- Ano de fabricação;
- Categoria da caldeira.
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2) Registro de Segurança; (livro de ocorrências)


3) Projeto de Instalação;
4) Projetos de Alteração ou Reparo;
5) Relatórios de Inspeção.

 O proprietário da caldeira deverá apresentar, quando exigido


pela autoridade competente do Órgão Regional do Ministério do
Trabalho e Emprego, a documentação mencionada.
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Operação de Caldeiras (13.3 – NR)


Toda caldeira deve possuir Manual de Operação atualizado,
em língua portuguesa, em local de fácil acesso aos
operadores, contendo no mínimo:
1) procedimentos de partidas e paradas;
2) procedimentos e parâmetros operacionais de rotina;
3) procedimentos para situações de emergência;
4) procedimentos gerais de segurança, saúde e de
preservação do meio ambiente.
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Programa Sequencial
TEM COMO FINALIDADE PROMOVER, PARA CALDEIRAS DE
COMBUSTÍVEL LÍQUIDO OU GASOSO, UM CICLO COM A SEQUÊNCIA
DE ACENDIMENTO. DE UMA MANEIRA GERAL ESTA SEQUÊNCIA
ENVOLVE:
 ACIONAMENTO DO VENTILADOR;

 PURGA DA FORNALHA;

 ACENDIMENTO DO PILOTO ( COM GÁS OU ÓLEO DIESEL );

 ABERTURA DA VÁLVULA DE COMBUSTÍVEL ( APÓS VERIFICAÇÃO DA


FOTO CÉLULA);

 DESLIGAR PILOTO;

 TÉRMINO DA SEQUÊNCIA DE ACENDIEMNTO, FICANDO DISPONÍVEL


PARA NOVO CICLO.
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Dispositivos de Controle da Caldeira


SÃO INDISPENSÁVEIS A QUALQUER UNIDADE
GERADORA DE VAPOR, POIS SERVEM PARA GARANTIR
OPERAÇÃO SEGURA, ECONÔMICA E CONFIÁVEL DO
EQUIPAMENTO
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Sistema de Alimentação de Água


Deve ter dois sistemas independentes entre si, de modo a
garantir o suprimento da mesma.

 Bombas
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Bombas de Alimentação de Água


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 Injetor
Utilizado em unidades de pequeno e médio porte.
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Válvulas
 Válvula de Bloqueio
Opera totalmente aberta, sendo utilizada apenas em casos de
parada da caldeira ou manutenção dos acessórios.

Gaveta
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 Válvula de Retenção
Instalada após a bomba, serve para impedir o retorno de água
do interior da caldeira.

1: 1:Válvula de corte.
2:Grupo de bombagem.
3:Válvula de retenção.
4:União anti-vibração.
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Esquema
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Válvula de Segurança
 Válvula de segurança com pressão de abertura ajustada em
valor igual ou inferior a PMTA;
 As válvulas de segurança, deverão ser:
 Adequadamente projetada;
 Adequadamente instaladas;
 Adequadamente mantidas.
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1) As válvulas de segurança deve pelo menos uma vez por


mês, mediante acionamento manual da alavanca, em operação,
para caldeiras das categorias “B” e “C”.
2) Desmontando, inspecionando e testando, em bancada as
válvulas flangeadas e, no campo, as válvulas soldadas,
recalibrando-as numa freqüência compatível com a experiência
operacional da mesma, porém respeitando-se como limite
máximo o período de inspeção estabelecido
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Manômetro
Constitui risco grave a falta ou mau funcionamento do
instrumento que indique a pressão do vapor acumulado.
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Medidor de Nível
Sistema de indicação para controle do nível de água ou outro
sistema que evite o superaquecimento por alimentação
deficiente.

O PAPEL DO OPERADOR É MANTER UMA ATENÇÃO ESPECIAL AO VISOR DE NÍVEL,


VERIFICANDO VAZAMENTOS, NÍVEL DE LIMPEZA DO VIDRO E EFETUANDO AS
DRENAGENS DE ROTINA.
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Tipos
Sistema Tipo Bóia Sistema Termostático

Sistema Tipo Eletrodo


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Dispositivos de Monitoramento
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Tratamento de Água
A qualidade da água é fator importante para a vida da caldeira,
suas propriedades físico-química deve estar compatível com os
parâmetros operacionais da caldeira.

 A água utilizada em caldeiras provém de três fontes:


 Rede pública
 Lençóis subterrâneos
 Lençóis superficiais ( lagos e rios ).

 O tratamento deve melhora para:


 Aumentar o grau de pureza do vapor
 Aumentar a eficiência da caldeira
 Minimizar a necessidade de manutenção
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Impurezas da Água

Alcalinidade – Provoca espuma e arraste de sólidos com o vapor

Carbonato – Produz gás carbono causando corrosão nas linhas de vapor e do


condensado

Dióxido de Carbono – Causa corrosão em dutos de água, linha de vapor e


condensado

Ferro – Sua presença indica corrosão no sistema

Cloreto – Em baixa concentração causa depósitos porosos provocando corrosão

Sílica – Volatiza-se a alta pressão causando depósitos em tubos do


Superaquecedor

Oxigênio – Provoca corrosão

Sais de Cálcio e Magnésio (Dureza) - Provoca incrustação


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Tratamentos para Geração de Vapor

 Remoção de contaminantes de origem orgânica;

 Remoção de contaminantes de origem inorgânica (sais


de Ca2+, Mg2+, sílica e silicatos);

 Remoção de oxigênio.
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Tratamentos Preliminares da Água


Operação realizada em uma estação de tratamento de água (ETA),
responsável pela eliminação de sais e material suspenso na água.
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Abrandamento
Consiste na remoção de Ca2+ e Mg2+ da água. Faz uso de
resinas que trocam íons sódio (Na+) ou hidrogênio (H+).
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Desmineralização
Consiste em fazer a água passar por um abrandador operando com
resina de ciclo H+ e, após, passar por um leito de resina aniônica, que
troca íons OH-. Este procedimento remove sílica e silicatos solúveis,
além de carbonatos, sulfatos e cloretos.
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Tanques de Água Desmineralizada


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Desaeração
Um tratamento que faz a remoção de oxigênio e outros gases
dissolvidos na água,por meio de uma desaeração para evitar a
corrosão da tubulação metálica dos equipamentos por onde a
água circular.
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Potencial de Hidrogênio - pH

É a medida da característica ácida, neutra ou alcalina de um


determinado produto ou solução.

0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14

Faixa de Acidez (0 a 6) Neutra Faixa de Alcalinidade (8 a 14)

 A água utilizada na Caldeira deve sempre ser mantida na faixa


alcalina entre 10 e 12 para evitar corrosão das partes metálicas.
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Corrosão
Deterioração de um material por ação química ou do meio
ambiente, resultando em: desgaste, variações químicas ou
estruturais tornando-o inadequado para uso.

 Interna
Deterioração dos tubos da caldeira acelerados pelo pH ácido da
água.

 Externa

Ataque pela ação do ar (oxigênio) e umidade relativa.


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“PITTING’S”
HÁ CASOS EM QUE ELES ROMPEM QUANDO A CALDEIRA ESTÁ EM
OPERAÇÃO, HÁ OUTROS QUE SOMENTE QUANDO OS CASCALHOS
SÃO REMOVIDOS.
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Incrustação
Revestimento que envolve os tubos ocasionado pela
dureza da água.
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Como Ocorre
Durante o processo de evaporação que ocorre dentro da
Caldeira a água se “desprende” dos sais e sai em forma de
vapor, porém os sais ficam em seu interior causando as
incrustações e mesmo corrosão.
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Problema Gerado
As incrustações envolvem os tubos e por serem isolantes
térmicas causam superaquecimento devido à falta de
refrigeração, levando inicialmente ao surgimento de
vazamentos e posteriormente ao aparecimento de trincas e
deformações. A única forma de remoção é através de limpeza
química ou troca dos tubos sujos.
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Redução do Rendimento da Caldeira

Composto Químico Condutividade Térmica


(kcal m-2 h ºC)
Incrustação a Base de Sílica 0,2 ~ 0,4
Incrustação a Base de Carbonato 0,4 ~ 0,6
Incrustação a Base de Sulfato 0,6 ~ 2,0
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Tratamento Preventivo
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Manutenção de Caldeiras (13.4 – NR)

Todos os reparos ou alterações em caldeiras devem respeitar o


respectivo código de projeto de construção e as prescrições do
fabricante no que se refere a:
1) Materiais;
2) Procedimentos de execução;
3) Procedimentos de controle de qualidade;
4) Qualificação e certificação de pessoal.

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Tipos de Manutenção

 Manutenção Corretiva

 Manutenção Preventiva

 Manutenção Preditiva

 Manutenção Produtiva Total - TPM


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Manutenção Preventiva
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Manutenção Preditiva
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Termográfia
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Analisador de Vibração
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Ultra-som
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TPM
 A TPM é um modelo de
gestão que busca a
Eficiência máxima do
sistema produtivo através
da eliminação de perdas e
do desenvolvimento do
homem e sua relação com o
equipamento.
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Manutenção Autônoma
É o processo de capacitação dos operadores, com o propósito
de torná-los aptos a promover no seu ambiente de trabalho
mudanças que garantam altos níveis de produtividade.
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Educação & Treinamento


 O objetivo da Educação & Treinamento é promover um sistema
de capacitação de todas as pessoas, tornando-as aptas para o
pleno desempenho de suas atividades e responsabilidades,
dentro um clima transparente e motivador.
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SHE
SHE - (Segurança, Saúde e Meio-Ambiente) é o
responsável pelo estabelecimento do sistema de gestão
que proporcione à empresa a oportunidade de atingir
Acidente Zero, Doença Ocupacional Zero e Danos
Ambientais Zero
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Reparos

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Eficiência Energética
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Inspeção de Segurança – (13.5 – NR)

 Inspeção Inicial

 Inspeção Periódicas

 Inspeção Extraordinárias

 Deve ser lembrado que durante todas ações quer seja inspeção
manutenção ou operação considerar em primeiro plano segurança.
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Processos de Degradação
 Redução de espessura:
 Sem concentradores de tensão: corrosão, abrasão,
erosão
 Com concentradores de tensão: trincas, pitting

 Efeitos de altas temperaturas


 Fluência
 Alterações metalúrgicas
 Alterações químico-metalúrgicas

 Depósitos e incrustações
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Conseqüências de Falhas

 Falha em caldeira tem o potencial de fazer com que o


negocio deixe de existir.

 Mesmo pequenos defeitos, quase sempre provocam a


parada do equipamento.

 Qualquer parada de caldeira demanda muita perda de


tempo.
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Razão da Inspeção

Visa avaliar a integridade da Caldeira

Programar as manutenções
Maior disponibilidade
Maior Confiabilidade
Continuidade
Segurança
.
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Motivos da Inspeção

 Detectar não conformidades, defeitos e processos de


degradação que possam comprometer a segurança, a
performance ou a disponibilidade do equipamento;

 Lei que torna a inspeção em caldeiras obrigatória;


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Métodos de Inspeção
 Inspeção visual
A inspeção por meio do Ensaio Visual é uma das mais
antigas atividades nos setores industriais, e é o primeiro ensaio
não destrutivo aplicado.

 Ensaios Não Destrutivos (END)


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Técnicas de Inspeção
 Medição de espessura por ultra-som
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 Radiografia
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 Liquido penetrante

1 limpeza 2 Penetração 3 Retirar exesso

4 Aplicar revelador 5 Absorção


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 Replica Metalográfica
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Planejando a Inspeção

• Relato da operação sobre ultima campanha;

• Recomendações da ultima inspeção;

• Escopo de inspeção;

• Definição de recursos Humano;

• Definição recursos materiais;

• Definição de tempos de parada;

• Contratação de serviços.
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Execução de Inspeção
 Ao iniciar a inspeção e fundamental o acompanhamento
da operação com informações de todos os desvios de
processo

 BUSCAR O ENVOLVIMENTO DE TODOS


 Limpeza
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Resultado da Inspeção

Espessuras em mm
nominal recomendada Mínima
6,30 3,00 2,57

Jan/72 caldeira nova== 6,30


Jul/03 Inspeção ===== 3,10
Taxa/ano 0,10mm

Jul/04 tubos esp. de 3,00 mm


Trocar tubos
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Fechamento da Inspeção

 Relatório de inspeção

 Recolhimento da ART de tosos os serviços

 Relatório das revisões da válvulas de segurança

 Relatório das calibrações das válvulas de segurança