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História

Providencial e a
Linha do Tempo Ms. Lucas Vicente.
ferramentais
interdisciplinares da
E.P.
Conceito de História Providencial

A E.P. oferece lentes diferentes para


ver a História da humanidade. São
Isto não significa que indicaremos
lentes da cosmovisão cristã, sem
quando necessário para entender o
nenhum grau de distorção, não se
processo, estes elementos, porém
deixando enjaular por uma história
eles não só o motor principal,
voltada a luta de classe, pelo estudo
causador e central do estudo
da cultura e do discurso, porém
histórico.
como ela realmente é: A História de
Deus.
 Para isso, a proposta do ensino de História, deve ser
entendida mediante a linha do tempo, que é constituída por
três conceitos, que permitem entendemos a ação de Deus
na História da humanidade.
I. Providência: o termo definido por Webster
como “previsão, cuidado oportuno ... O cuidado
e a superintendência que Deus exerce sobre a
criação”.
História II. Linha de Liberdade: O efeito externo da
cultura cristã sobre a humanidade, presente em
Providencial fatos, eventos, códigos de conduta e prática
social, que aumentam cada vez mais, a
liberdade civil e direitos dos indivíduos,
caracterizado na Bíblia.
III. Corrente do Cristianismo: Verna Hall utiliza do
termo para designar o movimento geográfico do
Evangelho e situações que permitiram faze-lo
expandir, partindo do oriente para o ocidente,
depois da Europa para América.
A ferramenta Linha do tempo trabalha com os principais
eventos da História Providencial, dispostos em forma
cronológica que começa com a Criação do Mundo e
vai até a inauguração da igreja Cristã, quando acontece
a expansão do evangelho para as nações. A partir desse
fato, observamos eventos que contribuíram pra o
aumento da liberdade civil, expansão da fé cristã e ação
de Deus na redenção do homem.

Linha do
tempo A estrutura do Linha do Tempo contém seguintes
elementos essenciais para cada marco: fato, data,
personagem e ilustração em ordem cronológica, em
sentido vertical ou horizontal. Como observaremos nos
slides a seguir:
Linha do Tempo Providencial
Linha do Tempo Providencial
Linha do Tempo Providencial
História
Contemporânea: Fundamentos do
1° Bimestre Mundo Moderno
Deixo a vida me levar Estou imerso em um últimas memórias de
sistema que me diz: - um narciso
Aonde ela quiser
Inspiração:
você é livre!
Vou procurar a paz que
Boto a culpa no destino Mas no fundo o desejo não se encontra em
pela liberdade não mim

“Memórias
No fim vai tudo se
acertar cessou
Essa plenitude não se
Que eu sou escravo do pode achar em

de um Se estou triste abro um


uísque
consumo desse amor
por mim
alguém como eu
Que sou escravo do

Narciso”,
Eu sou escravo sem consumo desse amor
Devo ter um bom motivo saber que sou assim por mim
Se não tenho, invento Eu sou escravo do Eu sou escravo sem

Lorena Hoje eu só quero me


livrar de mim
consumo desse amor
por mim
saber que sou assim
Eu sou escravo do

Chaves.
Eu sou escravo sem consumo desse amor
Estou preso em meio a saber por mim
um labirinto cheio de
espelhos No fundo eu me cansei O amor não pode ser
de me relacionar tão egoísta assim
O meu mundo gira em comigo
torno das vontades que
eu tenho E eu escrevo aqui as
Análise:

Quais sãos fundamentos críticos


da letra ao contexto de hoje, se
relacionando aos fundamentos
do homem moderno.
Definições:

2.
1.Tempo:
Acumular:
Referências Bíblicas

Obs: Tesouro: lugar no


qual coisas boas e
1. Eclesiastes 3: 1-2 - 2. Mateus 6.19 -21 – preciosas são
ARA KJA colecionadas e
armazenadas.
(Dicionário Strong).
Sociedade do Segundo, “Vida
de Consumo”; de
Consumo: Bauman.
Exteriorização da Memória
 Para observarmos as tensões midiáticas da sociedade
contemporânea, com a massificação da memória através
da impressa e posteriormente da gráfica. Observamos a
progressão dos símbolos da memória codificados em
textos, jornais, almanaques, que são exteriorização da
memória individual para uma representação social da
escrita, como observa Le Goff:
“Os historiadores davam a fórmula das “grandes mitologias
coletivas”, “ia-se da história à memória coletiva”. Mas toda a
evolução do mundo contemporâneo, sob a pressão da
história imediata em grande parte fabricada ao acaso pelo
media, caminha na direção de um mundo acrescido de
memórias coletivas e a história estaria, muito mais que antes
ou recentemente, sob a pressão dessas memórias coletivas”.
 Para Le Goff a memória coletiva é um elemento essencial
do que se costuma chamar identidade, individual ou
coletiva, cuja busca é uma das atividades fundamentais
dos indivíduos e das sociedades de hoje, na febre e na
angústia.
Mídia e Memória

 Então a massificação da mídia é o retrato do avanço, aumento na


circulação e produção de artigos culturais, que para Le Goff, transporta a
memória para o espaço social. Chartier indica três elementos de ruptura
que o processo de massificação cultural envolverá:
 Primeiro as técnicas de produção e asserção a sociedade, trazendo
cada vez mais à tona, a prática da leitura como algo essencial na
sociedade do século XVIII - XX.
 Segundo, a vista disso, a leitura acaba formando práticas de leitura
formais, como a inclusão formal do dever do Estado e das famílias ao
ensinarem a ler e a escrever.
 E por fim, um ensino informal da leitura e da escrita, uma vez que,
com a popularização da escrita, esta constrói um mundo externo.
Mas ao mesmo tempo se interliga ao real, tornando a alfabetização o
acesso para seu interior.
 Contudo a popularização também estava vinculada em meio às rodas de
leituras, como intermediário para alfabetização e difusão transcultural .
Mídia e o Consumo

 Assim a mídia é instrumento importante e primordial para


sobrevivência do pesadelo do novo. Já que O novo oferece
a promessa de felicidade, satisfação a cada nova compro,
pois giram a economia e transmitem ideal de redenção e
renascimento a cada compra.
 Pois a mídia acaba sendo um instrumento catequese dos
novos consumidores começa desde o berço, quando o
mercado visa conquistar crianças para garantir o consumo
fiel quando adultas, envolvendo-as com seu discurso e
passando a fazer .
“Tão logo aprendem a ler, ou talvez bem antes, a “dependência
das compras” se estabelece nas crianças. [...] Numa sociedade
de consumidores, todo mundo precisa ser, deve ser e tem que
ser um consumidor por vocação”
 Portanto, Bauman observa um fato interessante a respeito da
sociedade de consumidores como sendo talvez a única na
história a prometer aos seus “membros” felicidade na vida
terrena. A não aceitação da infelicidade, e a recusa de não
gozar e buscar a plena satisfação a todo tempo,
Tempo Pontilhado

 Tempo pontilhado é fragmentado, ou mesmo pulverizado numa


multiplicidadede “instantes eternos”.
 Cada ponto deste fragmento deve ser vivida ao um começo total e
verdadeiro e determinado pelo estímulo da ação instantânea.
 Vivendo de intensidade a intensidade, que conduzirá mentalidade da
sociedade contemporânea.
 Criando uma sociedade do “agorista”, vinculada ao impulso de adquirir e
juntar relacionado a necessidade de descartar e substituir, para alcançar
satisfação instantânea e completa, criando mundo frenético do trabalho e
do consumo.
 Voltando a sociedade para uma atitude blasé ao campo conhecimento,
do trabalho ou estilo de vida, como é observado por Simmel
“[...] Consiste no entorpecimento do poder de diferenciado [...] Eles se mostram
a pessoa blasé num tom uniformemente cinza e monótono, nenhum objeto tem
preferencia sobre outro[...]”.
Fetiche e Sonho
Onírico
 Podemos voltar, Benjamim para entender como,
vocação e tempo pontilhado, constrói uma nova noção
de tempo:
 Onde é formado por uma dialética entre Antike e
moderno, nesta oposição a consciência do indivíduo
instigada por um desejo profundo a despertar, para um
novo espirito, uma nova era, qual prepara o novo
mundo que vai emergir das forças modernizantes do
despertar.
 Transfigurando na realidade a destruição do presente
para impelida prospecção teleológica do novo. Neste
ponto que o materialismo descontinuo, sem fim, pois o
sempre do mesmo, retorna o indivíduo novamente ao
sonho, ao choque dialética, e busca frenética para
superação e o despertar.
 O Pesadelo do moderno toma novos traços, não só da
renovação técnica, mas da busca do novo espirito que
pode sobreviver as fraturas da modernidade.
Tempo Pontilhado

 Construída então uma sociedade ligada a uma rede de “pontilização”, do instante ou ponto da
felicidade e infelicidade, deste tecido social e que individuo dotado seu tempo de cada ponto.
 Contudo busca-se perpetuar o ponto da felicidade instantânea e eterna sem variação de
qualquer infelicidade, esta busca do individuo consumidor.
 Pois o bem acaba sendo uma continuidade do individuo, onde seus valores, são carregados
pelo seu comprador. Contudo após instante de prazer de qualidade, individuo se vê ainda
incompleto e inicia outro fetiche.
 Portanto inicio do Sec. XX vemos o início de uma sociedade frenética alienada na busca da
promessa do produto instantâneo e sua felicidade rega-se uma melancolia ao mesmo tempo
do abandono do ultimo instante, desperdiçando, arrematando o produto pontuado com
passado, ao lixo.
 Este procura frenética do consumo, acelera veículos de mídia e comunicação, tornando o
espaço do mundo mais próximo, interligado num processo de mundialização, ao mesmo tempo
consumir-se numa velocidade muita rápida, sentenciado as matrizes energética, de alimento e
de espaço cada vez mais a fadiga total.
 Como a sociedade do consumo cria
novos parâmetros de tempo e felicidade,
como a mídia tem um papel fundamental
neste processo. E como podemos
diferenciar do ideal de tempo e
felicidade, segundo uma cosmovisão
cristã, vista nas definições iniciais. Relacionar:
 E como expansão da memória mediante
a mídia represente um dos elementos da
história providencial?
 Texto deve ter no máximo duas laudas.