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DIALÉTICA MATERIALISTA

CATEGORIAS DINÂMICAS EM ÍNTIMA CONEXÃO


Achilles Delari Junior
achilles@delari.net

Umuarama-PR/Presidente Prudente-SP, Novembro de 2013


DIALÉTICA MATERIALISTA
CATEGORIAS DINÂMICAS EM ÍNTIMA CONEXÃO
Achilles Delari Junior

I – NECESSIDADE DE CATEGORIZAÇÃO NA HISTÓRIA DO PENSAMENTO


1. CATEGORIAS EM ARISTÓTELES
2. JUÍZOS E CATEGORIAS EM KANT
3. CONCEITOS E JUÍZOS EM HEGEL

II – REORIENTAÇÃO DO USO DE CATEGORIAS NA DIALÉTICA MATERIALISTA


4. LEIS DA DIALÉTICA EM ENGELS
5. CATEGORIAS DA ECONOMIA POLÍTICA EM MARX
6. CATEGORIAS DA DIALÉTICA EM PENSADORES MARXISTAS
6.1 PROBLEMATIZAÇÃO
6.2 ENUMERAÇÕES
6.3 DEFINIÇÕES E SISTEMATIZAÇÃO
7. IMPORTÂNCIA DA CONTRADIÇÃO PARA LENIN E PARA NÓS

III – PARA CONTINUAR O DIÁLOGO

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1. CATEGORIAS EM ARISTÓTELES
“Categorias (em grego: Κατηγοριαι, em latim: Categoriae) é o texto que abre não apenas o Organon —
o conjunto de textos lógicos de Aristóteles — como também o Corpus aristotelicum. (...)

O objetivo de Aristóteles nesta obra é classificar e analisar dez tipos de predicados ou gêneros do ser
(κατηγορια significa justamente predicado).

[“predicado”, na lógica clássica, via de regra, é aquilo que se “predica” de um “sujeito” (neste caso “o
ser”), ou seja, os atributos que lhe podem ser conferidos; entende-se que Aristóteles está em busca de
definir “todos” os predicados possíveis de se atribuir ao ser - ADJr]
As categorias substância (οὐσία) (substantia)
são: quantidade (ποσόν) (quantitas)
qualidade (ποιόν) (qualitas)
relação (πρός τι) (relatio)
lugar (ποῦ) (ubi)
tempo (ποτέ) (quando)
estado (κεῖσθαι) (situs)
hábito (ἔχειν) (habere)
ação (ποιεῖν) (actio)
paixão (πάσχειν) (passio)

Algumas vezes, as categorias são também chamadas de classes.”


(Verbete da Wikipedia em português, formatação nossa)

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1.CATEGORIAS EM ARISTÓTELES

Citando as palavras do próprio Aristóteles, no texto categorias, traduzidas ao português


Apud: http://pt.wikipedia.org/wiki/Categorias_(Arist%C3%B3teles)

“As palavras sem combinação umas com as


outras significam por si mesmas uma das Dizendo de modo elementar, são exemplos
seguintes coisas:

o que (substância), de substância, homem, cavalo;

o quanto (quantidade), de quantidade, de dois côvados de


largura, ou de três côvados de largura;
o como (qualidade), de qualidade, branco, gramatical;

com o que se relaciona (relação), de relação, dobro, metade, maior;

onde está (lugar), de lugar, no Liceu, no Mercado;

quando (tempo), de tempo, ontem, o ano passado;

como está (estado), de estado, deitado, sentado;

em que circunstância (hábito), de hábito, calçado, armado;

atividade (ação) de ação, corta, queima;

e passividade (paixão). de paixão, é cortado, é queimado”

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1. CATEGORIAS EM ARISTÓTELES
NUM SISTEMA CONCEITUAL (DO MAIS GERAL PARA O MAIS ESPECÍFICO)

O diagrama abaixo foi proposto por SOWA, J. F. Knowledge Representation: Logical, Philosophical
and Computational Foundations. California : Brooks/Cole Publishing Co., 2000. (a tradução é de
Moreira, Alvarenga e Oliveira, 2004)

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2. JUIZOS E CATEGORIAS EM KANT

Segundo Ilienkov (2010) foi um mérito de Kant ter retirado as “categorias” do campo
da ontologia e da metafísica, como vinha figurando na Idade Média, e a realocado no
campo da “Lógica” ou “Ciência do pensamento”. Os pensadores medievais teriam
descaracterizado Aristóteles. Essencialmente as “categorias” seriam, para Kant, um
aspecto do entendimento humano que permite organizar múltiplas e fragmentadas
percepções em conceitos. Porém o próprio Kant também define as categorias como
“conceitos puros do entendimento”. Ou seja, não são quaisquer conceitos, mas
conceitos “a priori” (condições de possibilidade) para a formação de todo e qualquer
conceito específico. Mostraremos, antes das categorias, um quadro dos “juízos” – pois
seu contraste e vinculação com as categorias talvez nos ajude a entendê-las melhor.

Os juízos (desprovidos de conteúdo) podem variar quanto a 4 critérios:


Quantidade Qualidade Relação Modalidade
Universais Afirmativos Categóricos Problemáticos
Particulares Negativos Hipotéticos Assertóricos
Singulares Infinitos Disjuntivos Apodíticos

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TÁBUA DAS CATEGORIAS NA “CRÍTICA DA RAZÃO PURA”
DE IMMANUEL KANT
(formatação nossa)

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3. CONCEITOS E JUÍZOS EM HEGEL
Até o momento, não encontramos explicitamente, na “Ciência da Lógica” de Hegel (obra máxima da sua
lógica dialética idealista – recomendada pelo próprio Lenin para a compreensão de O Capital de Marx), o
termo exato “categoria”. Mas fala-se de “conceitos” e “juízos” na seção I (Subjetividade) do Volume Dois
“A ciência da lógica subjetiva ou doutrina do conceito”, no capítulo 1 para “conceitos” e 2 para “juízos”.
Termos da dialética de Hegel, que mais tarde serão usados na dialética materialista, podem ser
encontrados em seu tratamento dos “conceitos”. Como quando define, por exemplo, o “universal” como
“negação absoluta” ou “negação da negação”, fora de qualquer determinação. Contudo, o universal pode
ser determinado quando se põe no particular e no singular. “Negação da negação” é uma das “três leis
da dialética” enunciadas por Engels no livro “Dialética da Natureza”, de modo materialista.

5.1 Há três modalidades de conceito na “Ciência da lógica”: universal, particular e singular.

5.2. Há 12 modalidades de juízo na “Ciência da lógica”:

A. O juízo de existência a. juízo positivo [afirmativo]


b. juízo negativo
c. juízo infinito
B. O juízo de reflexão a. juízo singular
b. juízo particular
c. juízo universal
C. O juízo de necessidade a. juízo categórico
b. juízo hipotético
c. juízo disjuntivo
D. O juízo de conceito a. juízo assertórico
b. juízo problemático
c. juízo apodítico

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6. LEIS DA DIALÉTICA EM F. ENGELS
(NA OBRA “DIALÉTICA DA NATUREZA”)

Citamos “leis das dialética”, pois em autores marxistas, como Álvaro Viera Pinto, termos que são postos
como “categorias” do pensamento dialético materialista, podem ser similares ou idênticos aos que em
outros autores aparecem como “leis”. É o caso, por exemplo da “negação da negação” – tida como
categoria por Vieira Pinto (Ciência e existência. 1969, p. 182). Já para Engels, no início do capítulo
“Natureza geral da dialética como ciência”:

“As leis da dialética são, por conseguinte, extraídas da história da


Natureza, assim como da história da sociedade humana. Não são
outras senão as leis mais gerais de ambas essas fases do
desenvolvimento histórico, bem como do pensamento humano.
Reduzem-se elas, principalmente a três:
1) A lei da transformação da quantidade em qualidade e vice- versa;
2) A lei da interpenetração dos contrários;
3) A lei da negação da negação.”
(Engels, 1883/2000, p. 34 – grifos nossos)

“Não nos propomos redigir um tratado de dialética, mas apenas res{35:}saltar que as leis da dialética são
leis reais do desenvolvimento da Natureza e, por conseguinte, válidas no que diz respeito à teoria das
ciências naturais.” (Engels, 1883/2000, p. 34-35)

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5. CATEGORIAS DA ECONOMIA POLÍTICA EM MARX
(Na obra “Para a crítica da economia política”)

Segundo o professor Viotto (em comunicação pessoal, ago. 2013), em todas as obras de
Marx a que teve acesso, não se encontra passagem em que explícita e/ou exaustivamente
se diga “as categorias da dialética são tais”. Na introdução da obra “Para a crítica da
economia política”, na seção “3. Método da Economia Política”, Marx cita o termo
“categoria” discutindo relações entre “abstrato” e “concreto”. Não dá exemplos de
categorias “da dialética”, mas “da economia política”. Falemos um pouco sobre “abstrato” e
“concreto”.

“O concreto é concreto por porque é a síntese de muitas determinações, isto é,


unidade do diverso. Por isso o concreto aparece no pensamento como processo
de síntese, como resultado, não como ponto de partida, ainda que seja o ponto
de partida efetivo e, portanto, o ponto de partida também da intuição e da
representação” (Marx, 1859/1978, p. 116)
 O concreto dinâmico é efetivo, antes mesmo de ser pensado.

“o método que consiste em elevar-se do abstrato ao concreto não é senão a


maneira de proceder do pensamento para se apropriar do concreto, para
reproduzi-lo como concreto pensado. Mas esse não é de modo nenhum o
processo da gênese do próprio concreto” [está se opondo a Hegel pois a
realidade não pode ser gerada pela “Ideia” - ADJr] (Marx, 1859/1978, p. 117)
 O concreto pensado resgata a constituição do concreto efetivo.

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CATEGORIAS DA ECONOMIA POLÍTICA EM MARX
(Na obra “Para a crítica da economia política”)

O sentido do “concreto” é importante para discussão sobre as categorias da economia


política de Marx, pois este distingue entre:

* categorias “simples” (um exemplo: o dinheiro)

* e categorias “concretas” (um exemplo: o capital)

Porém as “categorias simples não possuem uma existência independente histórica ou


natural anterior às categorias mais concretas? (...) Depende.” (Marx, 1859/1978, p. 117)
Hegel define “posse como a mais simples relação jurídica do sujeito. Todavia, não existe
posse anterior à família e às relações de senhor e servo, que são relações muito mais
concretas ainda” (Marx, idem) [o mais simples depende do concreto para existir – ADJr].

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5. CATEGORIAS DA ECONOMIA POLÍTICA EM MARX
(Na obra “Para a crítica da economia política”)

Marx logo falará de: * Categorias simples


* O concreto pouco desenvolvido
* O concreto mais desenvolvido (categoria mais concreta)

“Entretanto, restaria sempre {118:} o seguinte: as categorias simples são a expressão de


relações nas quais o concreto pouco desenvolvido pode ter se realizado sem haver se
desenvolvido ainda a relação ou relacionamento mais complexo, que se acha expresso
mentalmente na categoria mais concreta, enquanto o concreto mais desenvolvido conserva
a mesma categoria [simples, provavelmente] como uma relação subordinada.” Por exemplo,
havia dinheiro nas sociedades bem antes de haver capital (o que só ocorreu no modo de
produção capitalista, claro). Em “O Capital”, Marx (1867/2013) dirá que dinheiro não é
capital mas a forma primária do capital, que se torna capital no processo de circulação:

“D – M (MP+FT) – D’ (D+ΔD)”
D: Dinheiro
M: Mercadoria (MP: Meios de Produção + FT: Força de Trabalho)
D’: Capital (D: Dinheiro + ΔD:Excedente )

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UMA DEFINIÇÃO DE “CATEGORIA” DA ECONOMIA POLÍTICA EM MARX
(Na obra “Para a crítica da economia política”)
Discutindo categorias da economia política, as quais podem estar no campo do “simples”;
do “concreto pouco desenvolvido” e do “concreto mais desenvolvido”, vemos que não há
lista exaustiva das “categorias da economia política”, nem explícita enumeração das
“categorias da dialética”. Porém na obra “Para a crítica da economia política”, há uma
passagem importante sobre o “curso das categorias econômicas”. Vejamos:

“(...) em toda a ciência histórica e social em geral é preciso ter sempre em conta,
a propósito do curso das categorias:

[a] que o sujeito, nesse caso, a sociedade burguesa moderna, está


dado tanto na realidade efetiva como no cérebro;
[b] que as categorias exprimem portanto formas de modos de ser,
determinações da existência, [retomado por Lukács] frequentemente
aspectos isolados [?] desta sociedade determinada, desse sujeito, e
[c] que, por conseguinte, esta sociedade de maneira nenhuma se
inicia, inclusive do ponto de vista científico, somente a partir do
momento em que se trata dela como tal” (Marx , 1859/1978, p. 121)

É importante que uma “categoria”, em Marx, não seja só processo necessário ao


entendimento do real, mas processo que só se desenvolve por estar na própria realidade
aquilo que a categoria ajuda a entender. Por isso, às vezes há a indiferenciação com “lei”.
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5. CATEGORIAS DA ECONOMIA POLÍTICA EM MARX
(Na obra “Para a crítica da economia política”)

TÁBUA DE CATEGORIAS DA ECONOMIA POLÍTICA EM MARX (1859) [formato nosso]

São “categorias que constituem a articulação interna da sociedade burguesa e sobre as quais
assentam as classes fundamentais” (Marx, 1859/1978, p. 122):

CAPITAL, CIDADE E CAMPO. A CIRCULAÇÃO


TRABALHO ASSALARIADO, AS TRÊS GRANDES CLASSES O SISTEMA DE CRÉDITO
PROPRIEDADE FUNDIÁRIA SOCIAIS (PRIVADO)

E SEUS RELACIONAMENTOS E A TROCA ENTRE ESSAS


RECÍPROCOS.

Ao longo do texto também foram citadas como categorias:


DINHEIRO
VALOR DE TROCA

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8. CATEGORIAS EM ALGUNS PENSADORES MARXISTAS
(problematização , enumerações, definições e sistematização)
6.1.a Problematização (Lukács)
Para Lukács as categorias são móveis e moventes da matéria. Na linha de Marx, não são
apenas formas internas de organizar a percepção para formar conceitos:
“Em primeiro lugar, o ser em seu conjunto é visto como um processo
histórico; em segundo, as categorias não são tidas como enunciados sobre
algo que é ou se torna, mas sim como formas móveis e moventes da própria
matéria: ‘formas do existir, determinações da existência’ [está citando Marx].
Essa posição radical – também na medida em que é radicalmente diversa do
velho materialismo – foi interpretada de diferentes modos, segundo o velho
espírito; quando isso ocorreu, teve-se a falsa ideia de que Marx subestimava a
importância da consciência com relação ao ser material” (Lukács, 1978, p. 2-
3)

6.1.b Problematização (Vigotski)


Para Vigotski o pensamento (capacidade superior de formar conceitos e categorias) é um
processo histórico:
“Com, efeito, os conceitos não são senão percepções processadas e ideias.
Em suma, o pensamento é precedido de sensações, percepções, ideias, etc., e
não o contrário. Até mesmo o próprio pensamento, no sentido de uma
capacidade superior de formar conceitos e categorias, é um produto do
desenvolvimento histórico” (Vigotski, 1989, p. 67).
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6. CATEGORIAS EM ALGUNS PENSADORES MARXISTAS
(problematização e enumerações, definições e sistematização)
6.2 Enumerações (algumas)
COMO “LEIS” COMO “CATEGORIAS”
F. ENGELS G. POLITZER H. LEFEBVRE A. VIEIRA PINTO
1. Transformação da 1. Mudança dialética 1. Interação universal Categorias de grau superior
quantidade em de generalidade:
qualidade e vice- versa 1. Mediação
2. Interpenetração dos 2. A ação recíproca 2. Movimento 2. Determinismo recíproco
contrários universal 3. Totalidade
3. Negação da negação 3. A Contradição 3. Unidade dos Categorias sem outra
contrários denominação
4. Relação interna
4. Transformação da 4. Transformação da 5. Totalidade (3)
quantidade em quantidade em 6. Oposição e unidade de
qualidade ou lei do qualidade (lei dos contrários
progresso por saltos saltos)
5. Desenvolvimento 7. Ação recíproca (2?)
em espiral (superação) 8. Negação da negação

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6.3 Definições e sistematização
7. IMPORTÂNCIA DA CONTRADIÇÃO
(INTERPENETRAÇÃO DOS CONTRÁRIOS)
PARA V. I. LENIN

“A identidade dos contrários (sua "unidade", digamos talvez


mais precisamente, embora a distinção dos termos identidade
e unidade não seja tão essencial. Num certo sentido, os dois
são exatos) e o reconhecimento (a descoberta) de tendências
contraditórias, excluindo-se mutuamente, opostas, em todos os
fenômenos e processos da natureza (tanto os do espírito
[psiquismo]quanta os da sociedade). A condição para conhecer
todos os processos do universo no seu "automovimento", no
seu desenvolvimento espontâneo, na sua vida animada, é
conhecê-los como unidade dos contrários.” (Lenin, 1984, p. 68)

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III. PARA CONTINUAR O DIALÓGO

O que foi aqui apresentado é apenas um ligeiro esboço esquemático de


todo um “sistema conceitual” (para usar os termos de Vigotski,
1934/2001) muito mais complexo e profundo.

Muitos conteúdos foram apenas indicados ou nomeados, mas não


aprofundados. Tal aprofundamento, sobretudo no campo do marxismo,
só poderá se dar a partir de futuras leituras a serem feitas por grupos
compromissados.

Ao final destes slides existem os títulos dos livros no qual ele se baseou,
os quais podem ser aproveitados por cada grupo
se puderem/desejarem.

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REFERÊNCIAS

ENGELS, F. (1833 /2000) Dialética da natureza. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra.
p. 239.

HEGEL, G. W. (1812-16/2010) The science of logic. Cambridge; New York;


Melbourne; Madrid; Cape Town; Singapore; São Paulo; Delhi; Tokyo; Mexico City:
Cambridge University. 790 p.

ILIENKOV, I. V. (1974/2010) Dialectical logic: essays on its history and theory.


Delhi: Aakar. 372 p.

LEFEBVRE, H. (1969/1975) Lógica formal / lógica dialética. Rio de Janeio:


Civilização Brasileira. 301 p.

LENIN, V. I. (1984) Sobre a questão da dialética. In: Socialismo e Democracia. Ano


I N. 4. Outubro-novembro, 1984. p. 67-71.

LUKÁCS, G. (1978) As bases ontológicas do pensamento e da atividade do


homem. Temas, v. 4.

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REFERÊNCIAS

MARX, K. H. (1859/1978) Para a crítica da economia política. In: ______.


Manuscritos econômico-filosóficos e outros textos escolhidos. 2. ed. São Paulo:
Abril Cultural. p. 101-257.

MARX, K. H. (1867/2013) O capital: crítica da economia política. Livro I: o


processo de produção do capital. São Paulo: Boitempo. 894 p.

KANT, I. (1781/1983) Crítica da razão pura. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural. 421 p.

POLITZER, G. (1935-36/1987) Princípios elementares de filosofia. São Paulo:


Moraes. 229 p.

VIEIRA PINTO, A. (1969) Ciência e existência. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 537 p.

VYGOTSKY, L. S. (1929/1989) Concrete Human Psychology. In: Soviet Psychology,


v. 17, n. 2.

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Muito grato, pela atenção!

Críticas e sugestões, por favor, envie para:


achilles@delari.net

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