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Empreendedorismo:

uma ferramenta na formação do empreendedor.

A CULTURA DO DESAFIO

“Não é a montanha que conquistamos, mas


a
a nós mesmos”

Sir. Edmund Hillary


o 1º homem a escalar o montes everest
Tópicos

1. Introdução
2. O Conceito de Empreendedorismo

3. Empreendedorismo e as Suas Potencialidades

4. O Perfil do Empreendedor e as suas Relações

5. A Formação e o Empreendedorismo
6. Conclusão

7. Bibliografia
1. Introdução
 formação do empreendedor capitalizando as ferramentas
do empreendedorismo

 Necessidade crescente de orientar a formação do


indivíduo para a criação de emprego ou auto-emprego;

Formação tradicional de quadros não adequada a


realidade actual, cujas obrigação é criatividade, ser
proactivo, objectividade, foco, entre outras habilidades;

 necessária a autonomia do indivíduo no sector de


trabalho, requerendo habilidades plasmadas no ensino do
empreededorismo.
2. O Conceito do Empreededorismo
 uma abordagem genérica
Estudo voltado para o desenvolvimento de competências e
habilidades relacionadas ao indivíduo, com a criação de um
projecto técnico, científico, empresarial, social ou cultural.
Pode ser visto nas seguintes dimensões:
1. A criação de empresas;
2. Geração do auto-emprego;
3. Intra-empreendedorismo (motivação do empregado);
4. Empreendedorismo Comunitário (compromisso
com o meio social, a ética e a cidadania);
5. Políticas Públicas.
2. O Conceito do Empreededorismo cont.
 abordagem específica para a formação do
empreendedor:
No contexto desta jornada, estaríamos a falar do
“Empreendedorismo Pedagógico”, no processo de formação do
empreendedor;
As ferramentas do empreendedorismo são adaptadas a
capacidade de criação de metodologias adequadas a
transmissão de competências e habilidades profissionais aos
estudantes;

O objetivo principal é incutir capacidade de criatividade,


organização, planeamento, objetividade, entre ouras, de
3. Empreendedorismo e as Suas Potencialidades
 Como capitalizar o empreendedorismo
 Na economia, o empreendedorismo é factor importante
na geração de emprego e renda, motivando a
diversificação da economia.

 permite dar cobro a crises económicas ou mesmo


financeiras eminentes ou ainda em curso, num
determinado país.
 Na formação do empreendedor, os métodos de ensino
são baseados na objectividade, com motivação orientada
para habilidades de criação de emprego ou auto-
emprego.
4. O Perfil do Empreendedor e as suas Relações

 Algumas definições do empreendedor

 Cantillon (Século XVIII) define o empreendedor como


aquele que comprava matéria-prima por um preço certo
para revendê-la a preço incerto;

 Estudiosos na actualidade usam a definição de FILON


citado por DOLABELA (1999ª), segundo a qual um
empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve e
realiza visões;

 É de DOLABELA (1999b), um dos maiores estudiosos


sobre o empreendedorismo, a concepção que...o
empreendedor é alguém que define por si mesmo o que
vai fazer e em que contexto será feito.
4. O Perfil do Empreendedor e as suas Relações – cont.
 Alguns homens vêem as coisas como são e perguntam: “porquê?”
 Eu sonho com as coisas que nunca existiram e Pergunto: “ Porque não?”

 No processo de formação, o empreendedor deve buscar:

´ - aprender a conhecer,
- aprender a fazer,
- aprender a conviver e,
-aprender a ser.

 Com este perfil, o futuro empreededor deve ser capaz


de tomar a decisão certa frente à situações adversas que
o esperam no mercado de trabalho.
4. O Perfil do Empreendedor e as suas Relações – cont.

 As características do empreendedor

 Um empreendedor caracteriza se por entre outras


formas, pelos seguintes atributos:

 Criatividade e Visão do Futuro;

 Capacidade de organização e planeamento;

 Capacidade de liderança e Responsabilidade;

 Inovação , Persistência e Coragem

 Ter a capacidade de auscultação e análise de


informações..
4. O Perfil do Empreendedor e as suas Relações – cont.
 As relações do Empreendedor

 Maioria parte dos empreendedores surge de influência


do seu círculo de relações.;

 Segundo Fillon ( ) há três níveis de relações:


 1)relação primárias: familiares – ligações em
torno de mais de uma actividade;
 2) relações secundárias: conhecidos – ligações
em torno de uma actividade bem determinada e,
por fim,
 3)relações terciárias: cursos, livros, viagens e
exposições industriais.
5. A Formação e o Empreededorismo
 A ferramenta para “criar” um empreendedor
do tópico anterior deve se notar que:
Na formação do empreendedorimo deve se buscar e
potenciar as relações pessoais e entre o mercado de
trabalho e o próprio processo de formação.
Basear se na adopção de métodos de ensino que
transfiram competências e habilidade: inovação, estímulo
a criatividade, e auto- avaliação centrada nos objectivos a
atingir.
Focar se na avaliação constante das oportunidades com
potencialidade de capitalização para gerar resultados
cada vez melhores, em processos mais eficientes.
6. Conclusões
 A presente apresentação procurou rever os conceitos de
ampreededorismo, empreendedor, enquadrando-os no
processo de formação do empreendedor;

 Avaliou o perfil e as características do empreendedor,


assim como o seu sistema de relações, os quais devem
ser levado em conta no processo da sua formação.

 Apresenta as potencialidades que o empreededorismo


oferece na formação do empreendedor, de maneiras a
capitalizar tais potencialidades na criação de emprego e
auto-emprego.

 Finalmente, enfatizou a necessidade de adopção de


métodos de formação cada vez mais exploratórias das
potencialidades do empreededorismo, na formação do
empreendedor..
7. Referencias Bibliográficas

RIFKIN, J. (1995) O fim dos empregos: o declínio inevitável dos níveis dos
empregos e a redução da força global de trabalho. São Paulo:
Makron Books.
DOLABELA, F. (1999a) O segredo de Luíza. São Paulo: Cultura editores associados.
DOLABELA, F. (1999b) Oficina do empreendedor. São Paulo: Cultura editores associados.
DOLABELA, F. (2001) Empreendedorismo: a reinvenção através do sonho. Revista SEBRAE, São Paulo.
Disponível em: <http://200.252.248.103/sites/revistasebrae/01/artigo 3.htm> Acesso em
02/11/17
FILION, L. J. (1999) O empreendedorismo como tema de estudos superiores. CONFERÊNCIA FEITA NO
EVENTO “A UNIVERSIDADE FORMANDO REENDEDORES”, CNI-IEL Nacional, Brasília.
Anais eletrónicos ...Brasília: CNI-IEL, 05/1999. Disponível em: http://www.iel.org.br> Acesso
em 02/11/17
SCHÖN, D. A. (2000) Educando o profissional reflexivo: um novo design para o Ensino e a aprendizagem.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul.
FIM
MUITO OBRIGADO
PELA ATENÇÃO
DISPENSADA!