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SLIDES DE APOIO AO LIVRO

Todo o conteúdo dos


slides está
apresentado no livro
Mercados Financeiros para a
Certificação Profissional Anbid

(CPA-10),
publicado
pela Editora Atlas.

Adriano Leal Bruni


albruni@infinitaweb.com.br
CAPÍTULO

1 Conceitos Gerais
ENTENDENDO OS ..

Mercados
UM PROCESSO DE TRANSFERÊNCIA

Balanço Patrimonial

Dívidas

Investimentos
Patrimônio
Líquido

Mercados de Capitais
Intermediação
Financeira
DE ONDE SOBRA PARA ONDE FALTA

Instituições
Financeiras

Detentor da Taxa de Usuário do


Poupança Juros Capital

Identificar Deve ser capaz Identificar


fontes e captar de remunerar: usuários e aplicar
-Poupança
-Riscos
-Custos
-Lucro
MERCADOS FINANCEIROS
Intermediação
Mercado Financeiro Prazo Objetivo
financeira

Financiamento do
consumo e capital
Mercado de Crédito Curto, Médio e Aleatório Bancário e não-Bancário
de giro das
empresas
Financiamento de
Médio, Longo e capital de giro,
Mercado de Capitais Não-Bancário
Indeterminado capital fixo e
habitação

Controle da liquidez
monetária da
Mercado Monetário Curto e Curtíssimo economia e Bancário e não-Bancário
suprimentos de
desencaixes

Transformação de
valores em moeda
Bancário e Auxiliares
Mercado Cambial Curto e à Vista estrangeira em
(Corretoras)
nacional e vice-
versa
SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
Órgãos de Regulação e Instituições Bancos Múltiplos com Carteira Comercial
Fiscalização Financeiras

C MN
Captadoras de
Depósitos
à Vista
Bancos Comerciais
Caixas Econômicas
Cooperativas de Crédito
Normativa
Conselho
Demais
Instituições
Bancos Múltiplos sem Carteira Comercial
Bancos de Investimento
Regulamenta
Monetário
Nacional Banco Central do
Brasil
Financeiras Bancos de Desenvolvimento
Sociedades de Crédito, Financiamento e
e controla
Investimento
Sociedades de Crédito Imobiliário
Companhias Hipotecárias
Associações de Poupança e Empréstimo
Agências de Fomento

Operacional
Sociedades de Crédito ao Microempreendedor

Operacional
Outros Bolsas de Mercadorias e de Futuros
Normativa

intermediários Bolsas de Valores


Comissão ou Auxiliares
de Valores Mobiliários Sociedades Corretoras de Títulos e Valores
Financeiros Mobiliários
Sociedades Distribuidoras de Títulos e Intermediação
Valores Mobiliários
Sociedades de Arrendamento Mercantil
Sociedades Corretoras de Câmbio
Representações de Instituições Financeiras
Estrangeiras
Agentes Autônomos de Investimento
Superintendência Entidades Ligadas Entidades Fechadas de Previdência Privada
de Seguros Privados aos Entidades Abertas de Previdência Privada
Sistemas de Sociedades Seguradoras
Previdência
e Seguros Sociedades de Capitalização
Sociedades Administradoras de Seguro-
Saúde
Administração Fundos Mútuos
de Recursos de Clubes de Investimentos
Terceiros Carteiras de Investidores Estrangeiros
Administradoras de Consórcio
Secretaria de Sistemas de Sistema Especial de Liquidação e de Custódia
Previdência Liquidação - SELIC
Complementar e Custódia Central de Custódia e de Liquidação Financeira
de Títulos – CETIP
Caixas de Liquidação e Custódia
PRINCIPAIS DIVISÕES

Estrutura Normativa
Estrutura Operacional
ENTENDENDO A ...

Estrutura
Normativa
ESTRUTURA NORMATIVA
Órgãos de Regulação e Fiscalização
CMN - Conselho Monetário Nacional
 BC ou Bacen - Banco Central do Brasil
 CVM - Comissão de Valores Mobiliários
 Susep - Superintendência de Seguros Privados
 SPC - Secretaria de Previdência Complementar
ESTRUTURA NORMATIVA

Orgão máximo
CMN Regulamenta todo o SFN
Meta inflacionária

BC CVM Susep SPC


Instituições financeiras Seguro e previdência ABERTA
Proteger correntista Proteger pequeno segurado
e poupador
Previdência FECHADA
Cias abertas Proteger associado
Proteger pequeno
ESTRUTURA DE INTERMEDIAÇÃO
investidor
ALGUNS PERSONAGENS DA ...

Estrutura
Normativa
CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL
a) regular e orientar a
constituição, a atuação e os
regulamentos das instituições
financeiras públicas e privadas,
zelando pela sua liquidez e
solvência.
b) estabelecer medidas de
prevenção ou correção de
desequilíbrios econômicos;
c)regular o valor interno e
externo da Moeda e o equilíbrio
do balanço de pagamentos do
país.
d) coordenar toda política
monetária, credíticia,
orçamentária fiscal e da dívida
pública interna e externa
e) disciplinar todos os tipos de
crédito.
COMPONENTES DO CMN
Ministro da Fazenda (Presidente)
Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão
Presidente do Banco Central.
PARA PENSAR ...
Empresários e trabalhadores
querem integrar CMN
Desde 1994, a composição do CMN
é restrita aos três
representantes da equipe
econômica, mas historicamente
o conselho teve composição mais
ampla. No seu lançamento, em
1964, eram nove integrantes,
com uma média histórica de 20
membros, e um recorde durante
o governo José Sarney, quando
eram 27 representantes.
BANCO CENTRAL
a) Ter o monopólio de
emissão de papel moeda e
moeda metálica.
b) Receber os recolhimentos
compulsórios dos bancos
comerciais.
c) Realizar operações de
redesconto e empréstimos
às instituições financeiras,
para atender política
econômica do governo ou
para resolver problemas de
liquidez.
d) Regular a execução dos
serviços de compensação de
cheques e outros papéis.
ATRIBUIÇÕES
e) Exercer o controle de crédito sob
todas as suas formas.
f) Autorizar o funcionamento e a dinâmica
operacional das instituições financeiras,
fiscalizando-as e punindo-as quando
necessário.
g) Controlar o fluxo de capitais
estrangeiros, garantindo o correto
funcionamento do mercado cambial.
h) Efetuar como instrumento de política
monetária, operações de compra e
venda de títulos públicos federais.
COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
promover medidas
incentivadoras à
canalização das poupanças A inspiração ...
ao mercado acionário;
estimular o funcionamento
das bolsas de valores e
das instituições
operadoras do mercado de
ações em bases eficientes
e regulares;
garantir a legalidade e a ética
nas operações com títulos
e valores mobiliários;
OUTRAS ATRIBUIÇÕES
proteger os investidores.
a CVM tem seu poder disciplinador e fiscalizador atuando sobre
os seguintes segmentos do mercado: Instituições
financeiras, Companhias de capital aberto (com valores
mobiliários negociados em bolsa e mercado de balcão) e
Investidores (protegendo seus direitos); outras entidades do
mercado financeiro que transacione Títulos e Valores
Mobiliários (exemplo: Bolsa de Valores e BM&F)
TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

a) ações, debêntures e bônus de


subscrição;
b) cupons, direitos, recibos de subscrição
e certificados de desdobramento
relativos aos valores mobiliários;
c) certificados de depósitos de valores
mobiliários;
d) cédulas de debêntures;
e) cotas de fundos de investimento em
geral ou de clubes de investimentos em
quaisquer ativos;
f) notas comerciais (commercial papers);
g) contratos futuros, de opções e outros
derivativos cujos ativos subjacentes
sejam valores mobiliários;
h) títulos ou contratos de investimento
coletivo, ofertados publicamente.
NÃO SÃO VALORES MOBILIÁRIOS
títulos da dívida pública federal, estadual ou
municipal
títulos cambiais de responsabilidade de
instituição financeira, exceto as debêntures.
SUSEP
a) fiscalizar a constituição, organização,
funcionamento e operação das
Sociedades Seguradoras, de
Capitalização, Entidades de
Previdência Privada Aberta e
Resseguradores, na qualidade de
executora da política traçada pelo
Conselho Nacional de Seguros
Provados, CNSP;
b) atuar no sentido de proteger a
captação de poupança popular que se
efetua através das operações de
seguro, previdência privada aberta,
de capitalização e resseguro;
c) zelar pela defesa dos interesses dos
consumidores dos mercados
supervisionados;
d) promover o aperfeiçoamento das
instituições e dos instrumentos
operacionais a eles vinculados, com
vistas à maior eficiência do Sistema
Nacional de Seguros Privados e do
Sistema Nacional de Capitalização;
OUTRAS ATRIBUIÇÕES
e) promover a estabilidade dos mercados sob sua
jurisdição, assegurando sua expansão e o
funcionamento das entidades que neles
operem;
f) zelar pela liquidez e solvência das sociedades
que integram o mercado;
g) disciplinar e acompanhar os investimentos
daquelas entidades, em especial os efetuados
em bens garantidores de provisões técnicas;
h) cumprir e fazer cumprir as deliberações do
CNSP e exercer as atividades que por este
forem delegadas;
i) prover os serviços de Secretaria Executiva do
CNSP.
SPC
a) propor as diretrizes
básicas para o Sistema de
Previdência Complementar;
b) harmonizar as atividades
das entidades fechadas de
previdência complementar
com as políticas de
desenvolvimento social e
econômico-financeiro do
Governo;
c) fiscalizar, supervisionar,
coordenar, orientar e
controlar as atividades
relacionadas com a
previdência complementar
fechada;
OUTRAS ATRIBUIÇÕES ...
d) analisar e aprovar os pedidos de autorização para
constituição, funcionamento, fusão, incorporação,
grupamento, transferência de controle das entidades
fechadas de previdência complementar, bem como
examinar e aprovar os estatutos das referidas
entidades, os regulamentos dos planos de benefícios e
suas alterações;
e) examinar e aprovar os convênios de adesão
celebrados por patrocinadores e por instituidores,
bem como autorizar a retirada de patrocínio; e
f) decretar a administração especial em planos de
benefícios operados pelas entidades fechadas de
previdência complementar, bem como propor ao
Ministro a decretação de intervenção ou liquidação
das referidas entidades.
ENTENDENDO A ...

Estrutura
Operacional
ESTRUTURA OPERACIONAL – INTERMEDIAÇÃO E
AUXÍLIO
Instituições Financeiras
Captadoras de Depósitos à
Vista

Demais Instituições Financeiras

Outros intermediários ou
Grandes Auxiliares Financeiros
Grupos Entidades Ligadas aos Sistemas
de Previdência e Seguros

Administração de Recursos de
Terceiros

Sistemas de Liquidação e
Custódia
GRANDES GRUPOS
Instituições Financeiras Captadoras de
Depósitos à Vista
Demais Instituições Financeiras
Outros intermediários ou Auxiliares
Financeiros
Entidades Ligadas aos Sistemas de
Previdência e Seguros
Administração de Recursos de Terceiros
Sistemas de Liquidação e Custódia
INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS CAPTADORAS DE
DEPÓSITOS À VISTA
Bancos Múltiplos com Carteira
Comercial

Bancos Comerciais

Caixas Econômicas

Cooperativas de Crédito

Conta
Corrente

EFEITO
MULTIPLICADOR
DA MOEDA
GRANDES GRUPOS
Instituições Financeiras Captadoras de
Depósitos à Vista
Demais Instituições Financeiras
Outros intermediários ou Auxiliares
Financeiros
Entidades Ligadas aos Sistemas de
Previdência e Seguros
Administração de Recursos de Terceiros
Sistemas de Liquidação e Custódia
DEMAIS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
Bancos Múltiplos sem Carteira
Comercial
Bancos de Investimento
Bancos de Desenvolvimento
Sociedades de Crédito,
Financiamento e Investimento
Propósitos
Sociedades de Crédito Imobiliário
diversos
Companhias Hipotecárias
Associações de Poupança e
Empréstimo
Agências de Fomento
Sociedades de Crédito ao
Microempreendedor
GRANDES GRUPOS
Instituições Financeiras Captadoras de
Depósitos à Vista
Demais Instituições Financeiras
Outros intermediários ou Auxiliares
Financeiros
Entidades Ligadas aos Sistemas de
Previdência e Seguros
Administração de Recursos de Terceiros
Sistemas de Liquidação e Custódia
OUTROS INTERMEDIÁRIOS OU AUXILIARES
FINANCEIROS
Bolsas de Mercadorias e de Futuros

Bolsas de Valores
Sociedades Corretoras de Títulos e
Valores Mobiliários
Ações Sociedades Distribuidoras de Títulos e
Valores Mobiliários

Sociedades de Arrendamento
Mercantil
Sociedades Corretoras de Câmbio
Representações de Instituições
Financeiras Estrangeiras
Agentes Autônomos de Investimento

Ações
BOLSAS DE MERCADORIAS
O objetivo maior da BM&F é
efetuar o registro, a
compensação e a liquidação,
física e financeira, das
operações realizadas em
pregão ou em sistema
eletrônico, bem como
desenvolver, organizar e
operacionalizar mercados
livres e transparentes, para
negociação de títulos e/ou
contratos que possuam como
referência ativos financeiros,
índices, indicadores, taxas,
mercadorias e moedas, nas
modalidades a vista e de
liquidação futura.
BOLSAS DE VALORES
As Bolsas de Valores são
associações civis, comumente
sem fins lucrativos, e que tem
como objetivo principal manter
local adequado ao encontro de
seus membros e a realização
entre eles, de transações de
compra e venda de títulos e
valores mobiliários em mercado
livre e aberto, organizado e
fiscalizado por seus membros e
pelas autoridades monetárias.
Seu patrimônio é representado
por títulos patrimoniais que
pertencem às sociedades
corretoras membros. Para poder
operar em uma bolsa de
valores, a sociedade corretora
deve comprar um título
patrimonial da instituição.
ATRIBUIÇÕES DE BOLSAS ...
Assegurar aos investidores completa garantia pelos
títulos e valores negociados
Organizar, administrar, controlar e aperfeiçoar o
sistema e o mecanismo de registro e liquidação das
operações realizadas.
Fiscalizar o cumprimento, pelos seus membros e pelas
sociedades emissoras de títulos e valores
mobiliários das disposições legais e regulamentares
que disciplinam as operações da Bolsa, aplicando
aos infratores as penalidades cabíveis.
Dar ampla e rápida divulgação às operações efetuadas
em seu pregão.
Estabelecer sistema de negociação que assegure a
continuidade das cotações e a plena liquidez do
mercado de títulos e valores mobiliários.
GRANDES GRUPOS
Instituições Financeiras Captadoras de
Depósitos à Vista
Demais Instituições Financeiras
Outros intermediários ou Auxiliares
Financeiros
Entidades Ligadas aos Sistemas de
Previdência e Seguros
Administração de Recursos de Terceiros
Sistemas de Liquidação e Custódia
ENTIDADES LIGADAS AOS SISTEMAS DE
PREVIDÊNCIA E SEGUROS
Entidades Fechadas de Previdência
Privada
Entidades Abertas de Previdência
Privada
Sociedades Seguradoras
Sociedades de Capitalização
Sociedades Administradoras de
Seguro-Saúde
GRANDES GRUPOS
Instituições Financeiras Captadoras de
Depósitos à Vista
Demais Instituições Financeiras
Outros intermediários ou Auxiliares
Financeiros
Entidades Ligadas aos Sistemas de
Previdência e Seguros
Administração de Recursos de Terceiros
Sistemas de Liquidação e Custódia
ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS DE TERCEIROS
Fundos Mútuos
Clubes de Investimentos
Carteiras de Investidores Estrangeiros
Administradoras de Consórcio
GRANDES GRUPOS
Instituições Financeiras Captadoras de
Depósitos à Vista
Demais Instituições Financeiras
Outros intermediários ou Auxiliares
Financeiros
Entidades Ligadas aos Sistemas de
Previdência e Seguros
Administração de Recursos de Terceiros
Sistemas de Liquidação e Custódia
SISTEMAS DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA
Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC
Central de Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos –
CETIP
Caixas de Liquidação e Custódia
SELIC
Sistema Especial de Liquidação e Custódia
Registro de títulos públicos
Dívida interna federal
SELIC: DEFINIÇÃO FORMAL
Sigla do Sistema Especial de Liquidação e
Custódia.
É um sistema computadorizado do Banco
Central onde são registradas todas as
operações de débitos e créditos feitas apenas
entre bancos e demais instituições financeiras
credenciadas. Pelo Selic, portanto, é possível
calcular a média dos juros que o governo
paga aos bancos que lhe emprestam dinheiro.
Essa média, que é a Taxa Over-Selic, serve de
referência para o cálculo de todas as outras
taxas de juros do País.
CETIP

Títulos privados
CDBs
CDIs
LCs
PRESTE ATENÇÃO!
A Cetip é depositária principalmente de
títulos de renda fixa privados (Certificados
de Depósito Bancário - CDB, Recibos de
Depósito Bancários - RDB, Depósitos
Interfinanceiros - DI, Letras de Câmbio - LC,
Letras Hipotecárias - LH, debêntures e
commercial papers, entre outros.), títulos
públicos estaduais e municipais e títulos
representativos de dívidas de
responsabilidade do Tesouro Nacional, de
que são exemplos os relacionados com
empresas estatais extintas, com o Fundo
de Compensação de Variação Salarial -
FCVS, com o Programa de Garantia da
Atividade Agropecuária - Proagro e com a
dívida agrária (TDA).
CBLC

Operações na Bovespa
PRESTE ATENÇÃO!
A CBLC liquida operações realizadas no âmbito da
Bolsa de Valores de São Paulo - Bovespa, da Bolsa
de Valores do Rio de Janeiro - BVRJ e da Sociedade
Operadora do Mercado de Ativos - Soma. Na
Bovespa são realizadas operações com títulos de
renda variável (mercados à vista e de derivativos -
opções, termo e futuro) e com títulos privados de
renda fixa (mercado à vista, operações definitivas
e, no futuro, compromissadas). Por intermédio da
BVRJ são realizados principalmente leilões
especiais, relacionados, por exemplo, com a venda
de controle acionário de bancos oficiais. Na Soma,
que é um mercado de balcão organizado, são
realizadas operações com títulos de renda variável
(mercados à vista e de opções) e com títulos de
renda fixa.
ECONOMIA E …

POLÍTICA MONETÁRIA
NA PRÁTICA, NO BRASIL ...

Formação de
taxas de juros
no Brasil ...
Principal agente
Governo Federal
Políticas
econômicas
POLÍTICAS ECONÔMICAS

Três aspectos
distintos

Fiscal
Cambial
Monetária
O QUE É INFLAÇÃO …

Excesso de dinheiro
na economia
PRIMEIRA ...

Política
Fiscal
POLÍTICA FISCAL
Controlar RECEITAS e GASTOS
Receitas
 tributos
(-) Gastos
 operacionais próprios

 juros

Resultado primário

Resultado nominal
ou operacional
POLÍTICA FISCAL, INFLAÇÃO E RECESSÃO

$$$$$$$$$$$$
Tributos …
Governo Sociedade
$$$$$$$$$$$$
Gastos …

Recessão Inflação
Déficit Superávit
SEGUNDA ...

Política
Cambial
POLÍTICA CAMBIAL
Controlar a relação de troca de moedas

R$
X US$
POLÍTICA CAMBIAL, INFLAÇÃO E RECESSÃO
Moeda interna valorizada
PROBLEMA!!!
RECESSÃO

R$ X US$

Mercadorias …
País Exterior
$$$$$ …
Controle inflacionário
TERCEIRA ...

Política
Monetária
POLÍTICA MONETÁRIA

Regular
internamente o
valor da moeda
DO WWW.BCB.GOV.BR ...
DIFERENTES INSTRUMENTOS

Diferentes
prazos
Longo
Médio
Curto
LONGO PRAZO:
DEPÓSITO COMPULSÓRIO
Banco A

Depósito:
Depósito: $1.000,00
$810,00
$900,00
Emissão (-)(-)
Encaixe:
Encaixe: ($100,00)
($81,00)
$900,00
$810,00
$1.000,00
($90,00)
$1.000,00 Livres:
Livres: $900,00
$719,00
$810,00

Compulsório:
freio no efeito
multiplicador da moeda E$900,00
assim ...
$810,00
Bancos comerciais, com conta-corrente
OS DIFERENTES MS
Descrição Classificação
Moedinhas
Notas M1
Depósitos à vista M2
M3
Títulos da dívida pública M4
Caderneta de poupança

Títulos privados

M1 = base monetária x multiplicador


ALGUMAS CONTINHAS
Sobre o efeito multiplicador da moeda …
Base monetária: representa o saldo do papel-
moeda em poder do público e reservas
bancárias

Multiplicador = . 1 .
(% Encaixe Técnico + % Depósito Compulsório)
MÉDIO PRAZO:
REDESCONTO

Banco Central do Brasil


Banco dos bancos
“Cheque Especial” dos bancos
BANCO DE TODOS OS BANCOS

Bradesco BB

Banco
Central

HSBC Itaú
FINAL DO EXPEDIENTE

400,00
nte
ie
d
Bradesco pe BB
ex
-600,00
s o
ó
Ap
Compensação de -$200,00

Conta Corrente do Bradesco


Banco Saldo inicial: +$50
Central Movimento: -$200
T O
Saldo final: -$150 O N
S C
DE
RE
MERCADO INTERBANCÁRIO

Bradesco BB

CETIP
$$$$$$

CDI

HSBC Itaú
NOVOS TEMPOS, NOVOS NOMES …

Certificado de
CDI Depósito
Interbancário

Depósito
DI
Interfinanceiro
DA GAZETA MERCANTIL

01/11/05
CDI BALIZA O INTERBANCÁRIO ..

É uma das taxas


referenciais
mais
importantes
da economia
brasileira
DA GAZETA MERCANTIL

01/11/05
USE APENAS EM CASO DE NECESSIDADE
Precisa de dinheiro?

$$$$$$ Mercado
Banco
Interfinanceiro
CDI
REDESCONTO
$$$$$$

E o risco?
“La garantia soy yo”
BACEN
TBC/TBAN - Salgadas
TENDÊNCIAS RECENTES
Elevação do risco sistêmico
Criação do Sistema de Pagamentos Brasileiro
Transferência Eletrônica de Disponível (TED)
 Valores superiores a $5.000,00
A FORMAÇÃO DAS TAXAS DE JUROS

GOVERNO
MERCADO Diminuir inflação
TESOURO NACIONAL

$$$$$

Títulos públicos
$
Taxa de juros

Títulos públicos
Investidores Sistema Especial de Liquidação e Custódia

Taxa Selic Over


E OS MECANISMOS … COMO FUNCIONAM?

Meta de
Núcleo do
inflação IPCA IPCA
(4,5%a.a.)

Reunião do COPOM

Taxa Selic Taxa Selic Demais


Meta Over taxas
Desde 21/06/99
CMN: até 30/06 de
cada ano, meta dos
dois anos seguintes
DA GAZETA MERCANTIL

01/11/05
DESVENDANDO OS ÍNDICES DE ...

Inflação
ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR
Índice e
Período de
instituto de Classe de renda Cálculo Divulgação
coleta no mês
pesquisa
IPC-Fipe Semanal
Média
Índice de Preços De 1 a 20 Divulgado 3 dias
1 a 30 (1) quadrissemanal
ao Consumidor salários mínimos após a última
(2)
FIPE data de coleta

IPCA
Mensal Até 11
Índice de Preços Média
De 1 a 40 dias do mês
ao Consumidor 1 a 30 (1) quadrissemanal
salários mínimos seguinte ao de
Amplo (2)
referência
IBGE

INPC
Mensal Até 11
Índice Nacional Média
De 1 a 8 salários dias do mês
de Preços ao 1 a 30 (1) quadrissemanal
mínimos seguinte ao de
Consumidor (2)
referência
IBGE

IPCA-E ou IPCA-
15
Média Mensal Última
Índice de Preços De 1 a 40
16 a 15 (1) quadrissemanal semana do mês
ao Consumidor salários mínimos
(2) de referência
Amplo Especial
IBGE
COMPLEMENTOS
(1) Conforme número de dias corridos no mês, (2)
Preços médios das 4 semanas do mês de
referência / Preços médios das 4 semanas
anteriores, (3) São Paulo, Rio de Janeiro, Porto
Alegre, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Fortaleza,
Salvador, Belém, Goiânia e Brasília.
ÍNDICES GERAIS DE PREÇOS

Índice e instituto Período de Composição Classe de renda Divulgação


de pesquisa coleta no aproximada
mês
IGP-M 22 a 21 do mês 60% IPA-M 1 a 33 salários Prévias +/- nos
Índice Geral seguinte (1) 30% IPC-M mínimos dias 8, 20 e
de Preços do 10% INCC-M fechamento
Mercado até o final do
FGV mês de
referência

IGP-DI 1 a 30 do mês 60% IPA-M 1 a 33 salários Até dia 10 do


IÍndice Geral de referência 30% IPC-M mínimos mês
de Preços (1) 10% INCC-M seguinte ao
-Disponibilid de referência
ade Interna
FGV

IGP-10 11 do mês 60% IPA-M 1 a 33 salários Até dia 20 do


Índice Geral anterior a 10 30% IPC-M mínimos mês de
de Preços do mês de 10% INCC-M referência
FGV referência
(1)
A QUESTÃO DAS …

TAXAS NO BRASIL
AS TAXAS NA PRÁTICA ... AQUI DENTRO...

Taxas
Operação real
Selic + spread
RETORNO

Prêmio pelo risco:


LIQUIDEZ RISCO Spread

CDI
Selic
Prêmio pelo tempo

Tempo
DA GAZETA MERCANTIL
ALGUMAS TAXAS IMPORTANTES
Selic
DI
CDB
TR
Internas Poupança

 Libor
 Prime
Externas
 T-Note
 T-Bond
OUTRAS TAXAS
ALGUMAS TAXAS NO BRASIL

TBF
TR
TJLP
TBF
Taxa Básica Financeira. Taxa utilizada
exclusivamente como base de remuneração
de operações realizadas no mercado
financeiro, de prazo de duração igual ou
superior a sessenta dias. A TBF é calculada a
partir da remuneração mensal média dos
certificados e recibos de depósito bancário
(CDB e RDB) emitidos a taxas de mercado
prefixadas, com prazo entre 30 e 35 dias. O
Banco Central procede periodicamente ao
levantamento dessas remunerações por
amostragem selecionada entre as maiores
instituições financeiras do país.
TR
Taxa Referencial. Indexador calculado a partir da
remuneração mensal média líquida de impostos,
dos depósitos a prazo fixo captados nos bancos
comerciais, bancos de investimentos, bancos
múltiplos com carteira comercial ou de
investimentos, caixas econômicas, ou dos títulos
públicos federais, estaduais e municipais, de
acordo com metodologia aprovada pelo CMN -
Conselho Monetário Nacional. Ao normatizar a TR,
o CMN não levou em consideração os títulos
públicos. É usada para a correção das aplicações
da caderneta de poupança e das prestações dos
empréstimos do Sistema Financeiro da Habitação.
Embora seja usada como indexador dos contratos,
a TR é uma taxa de juro e não pode ser confundida
com inflação. A TR é divulgada diariamente e vale
por um período de trinta dias. Por exemplo: a TR
divulgada para 20 de abril vale para um período
mensal que vai de 20 de abril a 19 de maio.
TJLP
Taxa de Juros de Longo Prazo. Foi criada em dezembro de 1994
e consiste no indexador oficial para operações financeiras,
calculado sobre a lucratividade média dos Títulos da Dívida
Externa emitidos pelo Brasil, bem como, quando de sua
emissão no mercado primário, as dos Títulos da Dívida
Pública Mobiliária Interna Federal. É a taxa utilizada para
corrigir financiamentos feitos junto ao BNDES -Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - por
empresas com projetos industriais.
Teoria de
Finanças
UM CONCEITO SIMPLES …

= RETORNO
O VALOR DA …

INFORMAÇÃO
EM FINANÇAS
EM FINANÇAS ....

Dinheiro
RETORNO
Tempo

TEMPO RISCO
OU

LIQUIDEZ
RETORNO

LIQUIDEZ RISCO
QUEM NÃO ARRISCA ....

Informação
Liquidez
Retorno Risco
Finanças