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TRÁFICO DEDO

POLÍCIA CIVIL SERES HUMANOS


ESTADO DE SÃO PAULO
ACADEMIA DE POLÍCIA
SECRETARIA DE CURSOS DE FORMAÇÃO

RECOGNIÇÃO
VISUOGRÁFICA DE
LOCAL DE CRIME
TRÁFICO DEDO
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RECOGNIÇÃO VISUOGRÁFICA
DE LOCAL DE CRIME

Recognição (recognitivo) – reconhecimento


Visual (visualis) – à vista
Grafia – uso da linguagem como comunicação escrita

É o conhecimento visual do que foi pesquisado,


traduzido graficamente.
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A Recognição Visuográfica de Local de Crime é a


peça elaborada exclusivamente pela Autoridade
Policial que compareceu ao local de crime e tem por
fim descrever, esquemática e fotograficamente, um
fato que não foi por ela presenciado, o que torna
muito mais árduo seu trabalho.
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A recognição visuográfica é um procedimento


investigatório de Polícia Judiciária de natureza
dinâmica, uma vez que acrescenta detalhes e traz
certezas sobre o criminoso e seu perfil psicológico,
bem como sobre o local do crime.

Nasceu da observação, pois que, se de um lado,


contém o fato criminoso no tempo e no espaço, por
outro resume as circunstâncias exteriores que
poderiam influenciar a conduta humana no resultado.
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Na realidade, a recognição visuográfica é uma


anamnese do crime, descrita, esquematizada e
ilustrada fotograficamente.

É a semente da futura investigação, depois de


formalizada, levando-se em consideração o seu
dinamismo e praticidade.
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A RVLC é um
meio de prova?
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O CPP não esgota os meios de prova permitidos na nossa


legislação. A previsão legal não é portanto, exaustiva, mas
exemplificada, sendo admitidas as chamadas provas
INOMINADAS.

Proíbe apenas os meios de prova obtidos por meio ILÍCITO.


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A Recognição Visuográfica de Local de Crime é um


meio de prova inominado em que predomina a
expressão visual por meio de uma observação
detalhada do cadáver e da cena do delito. Embora não
esteja presente no Código de Processo Penal, a
Recognição Visuográfica é reconhecida por apresentar
a materialidade do crime.
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A Recognição Visuográfica de Local de Crime é prova


com características de definitividade e pode levar
elementos ao juiz de direito que o convença da
existência de um fato, podendo ser o fundamento para
uma condenação em um crime de homicídio doloso.
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A Recognição Visuográfica de Local de Crime já foi


reconhecida como prova cabal da materialidade
delitiva nos autos do inquérito policial nº 533/95
(DHPP):
“Há prova cabal da materialidade delitiva com a
recognição visuográfica de fls. 24/29, ilustrada
inclusive com a fotografação do cadáver da vítima,
reconhecida por seus parentes (fls. 9) e cujas
impressões datiloscópicas foram confirmadas pelo
IIRGD.”
(Dr. Christiano Jorge dos Santos – promotor de
justiça).
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O Departamento Estadual de Homicídios e de


Proteção à Pessoa – DHPP, se preocupou em buscar
soluções com o fim de aprimorar a constituição de
elementos probatórios e trazer para o Inquérito
Policial maior clareza e quantidade de informações
obtidas durante o desenvolvimento das investigações,
isto é, toda a observação apreendida pessoalmente
pela Autoridade Policial no local do crime.
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Portaria DHPP nº 136/95 – editada pelo então Diretor,


Dr. Marco Antonio Desgualdo. Criou a peça
Recognição Visuográfica de Local de Crime.

Resolução SSP – 382 de 1º de setembro de 1999 –


disciplina o procedimento referente ao atendimento a
local de crime, desde o acionamento da Polícia Militar
até o término do levantamento do local.
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Os policiais do DHPP, utilizando o sistema de


recognição visuográfica do local do delito,
conseguiram elevar os índices de elucidação dos
crimes de homicídio, circunstância que reduz a
sensação de impunidade dos criminosos.
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Tal fato gerou a curiosidade de outros Estados que


passaram a adotar a recognição visuográfica na
investigação principalmente dos crimes contra a vida.

Pode ser elaborada para qualquer tipo de delito.


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Diante disso atualmente tramita no Congresso


Nacional o Projeto de Lei nº 6650, de 2009, de autoria
do Deputado Federal Regis de Oliveira que busca uma
alteração no Código de Processo Penal, tornando a
recognição visuográfica obrigatória em todo território
nacional.
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O Deputado Regis de Oliveira esclarece que, em


virtude da eficácia comprovada da recognição
visuográfica, resolveu apresentar proposta para que o
referido método de investigação criminal fosse
adotado pelas Polícias Judiciárias dos outros Estados,
como poderoso instrumento de prevenção e repressão
à violência e criminalidade.
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Deverá o Delegado de Polícia agrupar informações que


contribuirão para a continuidade das investigações e
levarão ao deslinde do delito, tais como:

a) o local em que ocorreu o delito ou em que o cadáver


da vítima foi encontrado;

b) a data em que ocorreu o delito e/ou em que o cadáver


foi localizado;
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c) o dia da semana e o horário em que tal delito ocorreu,


ou ao menos um período aproximado nos casos em
que o cadáver for encontrado em início de putrefação;

d) as condições climáticas existentes no momento do


atendimento do local, bem como do momento da
ocorrência do delito.
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Deverá acrescentar subsídios coletados junto às


testemunhas e pessoas que tenham ciência dos
acontecimentos, a observação sobre o cadáver,
identidade, possíveis hábitos e características
comportamentais da vítima.

Poderá elaborar um croqui descritivo do local dos fatos.


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Cabe ao Delegado de Polícia descrever tudo o que


observa no local, com o fim precípuo de
desvendar as circunstâncias em que o delito
ocorreu, identificar seu autor e sua motivação.
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ART. 6º, CPP estipula que a Autoridade Policial logo que tiver
conhecimento da prática da infração penal deverá:

INC.III – COLHER TODAS AS PROVAS QUE SERVIREM PARA O


ESCLARECIMENTO DO FATO E SUAS CIRCUNSTÂNCIAS;

INC. IX – averiguar a vida pregressa do indiciado, sob o ponto de


vista individual, familiar e social, sua condição econômica, sua
atitude e estado de ânimo antes e depois do crime e durante ele, e
QUAISQUER OUTROS ELEMENTOS QUE CONTRIBUÍREM PARA A
APRECIAÇÃO DO SEU TEMPERAMENTO E CARÁTER.
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INÍCIO DA RECOGNIÇÃO VISUOGRÁFICA

LOCAL DO CRIME
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PROCESSO
• Avaliação da cena do crime;
• Estudo da vítima;
• Perfil do agressor;
• Padrões de comportamento;
• Motivos;
• Fatos, evidências;
• Informações;
• Hipóteses.
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AVALIAÇÃO DA CENA DO CRIME


INTERPRETE A CENA PARA:
• Estabelecer a sequência de eventos;
• Encontrar as melhores evidências físicas;
• Elaborar um quadro do suspeito, incluindo seu
perfil;
• Determinar conexões entre suspeito, vítima e
localização.
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METODOLOGIA DA RECOGNIÇÃO

 I) Preâmbulo
 II) Descrição do local do crime
 III) Descrição da vítima
 IV) Relato das investigações preliminares
 V) Outras anotações relevantes
 VI) Considerações finais
 VII) Croqui esquemático
 VIII) Ilustrações fotográficas/vídeo
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I - PREÂMBULO

 1) Natureza do delito
 2) Local (logradouro, referências)
 3) Circunscrição policial
 4) Data/hora do fato
 5) Data/hora do acionamento policial
 6) Registros policiais (PM e PC)
 7) Responsáveis pela preservação
 8) Início/término do trabalho da equipe no local
 9) Condições climáticas no local
 10) Composição da equipe de plantão
 11) Outras anotações
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II – DO LOCAL DO CRIME

 1) Local mediato
 2) Local imediato
 3) Posição, situação, sede e descrição das lesões aparentes
 4) Objetos, documentos e valores arrecadados dos
cadáveres
 5) Projéteis e fragmentos de munição apreendidos
 6) Armas e instrumentos apreendidos
 7) Fragmentos de impressões papilares colhidas
 8) Outras considerações
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CLASSIFICAÇÃO DE LOCAL DE CRIME:

1. LOCAL INTERNO
2. LOCAL EXTERNO
3. LOCAIS DE CRIMES RELACIONADOS
4. ÁREA IMEDIATA AO LOCAL DE CRIME
5. ÁREA MEDIATA AO LOCAL DE CRIME
6. LOCAL ERMO
7. LOCAL CONCORRIDO
8. LOCAL PRESERVADO
9. LOCAL NÃO PRESERVADO
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Local imediato é o local propriamente dito, a saber, os


pontos centrais dos acontecimentos. É o local onde
ocorreu o fato ou onde o cadáver da vítima foi localizado:
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Local mediato é o constituído pelas adjacências ou


arredores do local imediato, bem como onde podem ser
encontrados vestígios úteis para a investigação:
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O local imediato pode ser interno ou externo.

Local interno é circunscrito ao recôndito de qualquer


imóvel:
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No local interno, o pesquisador de campo deve


descrever, de forma enfática:
• as condições de higiene, ordem de colocação de
objetos e móveis que possam traduzir índole de seu
morador.
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• cinzeiros, marcas de cigarro, uso de óculos,


dentaduras, perfumes, existência de animais de
estimação, plantas;
• a alimentação da casa, verificando geladeira,
despensa;
• livros, filmes, revistas, computadores;
• fotografias, porta retratos;
• carros, armas, facas, fezes ...
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Local externo é todo sítio não coberto.

O local interno ou externo deve ser reproduzido com extrema


fidelidade, exigindo do observador um bom vocabulário, bem
como percepção subjetiva de valores.
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Locais de crime relacionados são os dois ou mais sítios


interligados entre si e que se relacionam com um mesmo
crime:
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Local ermo é aquele sítio deserto, desabitado,


abandonado:
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Locais de crime concorridos são aqueles habitados,


próximos a pontos habituais de trânsito, afluência ou
permanência de pessoas:
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III – DA VÍTIMA
 1) Nome
 2) Vulgo
 3) Documento de identificação
 4) Nacionalidade/naturalidade
 5) Idade
 6) Sexo
 7) Profissão
 8) Cor/etnia
 9) Cabelos
 10) Constituição osteomuscular
 11) Estatura
 12) Cicatrizes e tatuagens
 13) Endereços residencial e de trabalho
 14) Antecedentes policiais e judiciais
 15) Roupas
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DA VÍTIMA
Procurar identificar o maior número de detalhes, como
nome, RG, profissão, amigos, parentes, filhos, onde
nasceu, era alfabetizada, etc.
Se ela é vítima de homicídio, colocar todos os
ferimentos, roupa que vestia, posição encontrada,
estado de seu corpo, manchas, cabelos ou pelos em
seu corpo, etc.
Há necessidade de traçar o perfil desta vítima.
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IV – DAS INVESTIGAÇÕES PRELIMINARES

 1) Esclarecimento quanto à forma de acionamento


 2) Apuração do “modus vivendi” da vítima
 3) Detalhamento das informações colhidas “in loco” de:
policiais locais e/ou preservadores
comerciantes próximos
vizinhos
familiares da vítima
eventuais testemunhas
 4) síntese das impressões iniciais resultantes dos elementos
objetivos constatados e subjetivos colhidos.
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V - OUTRAS ANOTAÇÕES RELEVANTES


• Imprensa no local;
• População querendo linchamento;
• Presença de Advogado no local de Crime;
• Local não preservado corretamente;
• O local é externo e estava chovendo muito, além da
enxurrada ter levado o corpo para o final da rua...
• Todos os fatos pitorescos que acontecerem no local.
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VI – DAS CONSIDERAÇÕES FINAIS

Fecho da peça, com o detalhamento das providências


de polícia judiciária adotadas e por adotar.
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DO CROQUI

É o levantamento do local por meio de desenho sem


escala.
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DA FOTOGRAFAÇÃO

É a reprodução do local, retratando permanentemente o palco dos


acontecimentos.
Deve ser providenciada a fotografia do local, iniciando pela
panorâmica, que dará uma visão ampla do local dos fatos e após
fotografias detalhadas de todos os ambientes.
A fotografia auxilia para que a pessoa que não compareceu no
local, possa compreender melhor o que está escrito no papel.
Com a evolução da tecnologia há a possibilidade da realização da
filmagem do local de crime.
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DO INSTRUMENTO DO CRIME
Pode ser uma arma de fogo, uma faca, um pedaço de
madeira, um taco, uma pedra, um computador etc.
Seja ele qual for deverá ser minuciosamente descrito.
Marca, modelo, calibre, numeração ,etc.
Também deverão ser mencionada as cápsulas,
projéteis, marcas de sangue, etc.
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DO CADÁVER

Deve-se analisar se o cadáver já se encontra em


decomposição, qual a hora presumida do ocorrido, o
tempo reinante que interfere no processo de
decomposição.
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DAS TESTEMUNHAS

Tudo o que for dito pelas testemunhas deve ser


consignado na recognição, mencionando-se suas
condições culturais, profissão e a forma de se
manifestarem.
No local do crime devemos saber que a testemunha
inicialmente irá dizer que NÃO VIU NADA!
Na recognição visuográfica fará menção das
testemunhas encontradas, podendo resumir o que
inicialmente ela disse, mesmo que não tenha tomado
seu depoimento.
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RECOGNIÇÃO VISUOGRÁFICA DE LOCAL DE CRIME

DATA E HORA DO FATO

DO LOCAL:
a) INTERNO
tipo: ( ) residência ( ) edícula ( ) sobrado ( ) apartamento
( ) cômodo isolado ( ) comércio ( ) outros

Qualidade da residência e condições de higiene do local (descrever)

Ordem de colocação de objetos e móveis (descrever)


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Anotar os principais objetos existentes na cena do crime (cinzeiros,


cigarros, bebidas, copos, manchas, dentaduras etc., ou indícios que
possam levar ao esclarecimento de hábito, defeitos e fraquezas da(s)
vítima(s)).

Existência de animais (cães, gatos, peixes, aves,etc.)

Geladeiras e despensa ( hábitos alimentares)

Existência de biblioteca, livros, revistas (ou outros objetos que possam


auxiliar na formação da noção de gostos e hábitos intelectuais)

Banheiros e outras dependências que possam conter elementos da


personalidade da(s) vítima(s)
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b) EXTERNO
Acidentes geográficos (rios, lagos, montes, represas, córregos, etc)

Estrada: ( ) pavimentada ( ) terra ( ) outro piso

Logradouro: ( ) rua ( ) avenida

Guia e sarjeta: ( ) sim ( ) não

Esgoto: ( ) céu aberto ( ) canalizado


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ASPECTO GERAL DO LOCAL DO CRIME (tipo de construções existentes


nas redondezas)

PERFIL DOS MORADORES DO LOCAL E VIZINHANÇA

ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS NAS PROXIMIDADES DE ONDE SE


VERIA A CENA DO CRIME ( bares, bilhares, casas de massagens, etc.)
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CROQUI DO LOCAL DO CRIME (desenho sem escala; representar


cômodos, portas, janelas, móveis, entradas e saídas, forma dos
compartimentos (redondo, retangular, quadrado etc), anotando todos os
detalhes que interessem ao fato).

DA ARMA UTILIZADA (modelo, marca, calibre, dimensões, acabamento,


capacidade de tiros, número de cartuchos deflagrados, número de
cartuchos íntegros recolhidos no local, tipo (automática, semi-
automática), a quem pertence, arma branca, instrumento).
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DO(s) CADÁVER(s):

POSIÇÃO DO ENCONTRO (decúbito dorsal, ventral, deitado em, em


suspensão (parcial, total (descrever))

OUTRA POSIÇÃO (especificar)

SITUAÇÃO DO CADÁVER(morte recente,decomposição(recente, avançado


estado))
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CHEIROS E ODORES NO LOCAL

MANCHAS HIPOSTÁTICAS

HORA PRESUMIDA DA MORTE

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS (úmido, seco, frio, calor, chuva, temperatura


amena)
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SEGUNDO INFORMES COLHIDOS NO LOCAL, HOUVE ABORDAGEM OU


QUALQUER DIÁLOGO ENTRE AUTOR E VÍTIMA( não, sim) qual?

HOUVE REAÇÃO DA VÍTIMA? (sim, não)

HÁ VÍTIMAS SOBREVIVENTES? (sim, não)

FORAM OUVIDAS INFORMALMENTE? (sim, não)-Importante extrair da vítima


sobrevivente informações sobre como agiu o autor, se conhece sua
identidade, o que havia de estranho no seu comportamento, qual sua
impressão sobre a personalidade do autor, estava embriagado ou sóbrio,agiu
em legítima defesa ou em reação a fato anterior (vingança, por que? Etc)
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HOUVE SUBTRAÇÃO DE BENS DA VÍTIMA (descrever)

É POSSÍVEL DETERMINAR-SE EM QUE MOMENTO HOUVE A SUBTRAÇÃO?

VESTÍGIOS GERAIS DE INTERESSE ENCONTRADOS

HOUVE PREOCUPAÇÃO DE CAMUFLAR VESTÍGIOS? COMO?


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SEGUNDO O APURADO INICIALMENTE, TRACE LINHAS GERAIS A


PERSONALIDADE E HÁBITOS DA(s) VÍTIMA(s): considere comentários de
amigos, colegas de trabalho, colegas de bar, vizinhos e familiares,
procurando estabelecer especialmente sua índole, como filho, pai, marido,
patrão, subordinado, etc)

DAS TESTEMUNHAS ABORDADAS E ARROLADAS ( não descarte qualquer


informação, por mais absurda que seja no primeiro momento)

IMPRESSÃO PESSOAL DO INVESTIGADOR

DETERMINAÇÕES DA AUTORIDADE POLICIAL QUE CHEFIOU A EQUIPE

DATA E ASSINATURA
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EXERCÍCIO
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“Loucura é fazer sempre as mesmas


coisas e querer resultados diferentes”.

Ana Cristina Lutério


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