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Introdução à

Cosmetologia
A COSMÉTICA PROCURA ATUAR:

 Nas estruturas externas do corpo humano (pele e


cabelos) de forma idêntica aos processos vitais;

 Prolongando a juventude;

 Retardando o envelhecimento.
PRINCIPAIS MECANISMOS DE AÇÃO:
 Fornecimento elementos biológicos;

 Sequestro de radicais livres;

 Manutenção do teor de água;

 Restauração de estruturas danificadas;

 Formação de filmes protetores;

 Lubrificação adequada de tecidos;

 Condicionamento e brilho;
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES:
 No Brasil, Ministério da Saúde controla a
fabricação e importação de todos os produtos
cosméticos e objetiva a qualidade e segurança
necessária ao consumo humano.

ANVISA: Agência de Vigilância Sanitária – possui


poderes similares à FDA (EUA) para aplicação da
legislação.
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES:
 IFSCC: Federação Int. dos Químicos Cosméticos;
 FDA: Food and Drugs Administration;
 CTFA: Associação da Indústrias de Cosméticos dos
EUA;
 COLIPA: Associação da Indústrias de Cosméticos da
Europa;
 ABC: Associação Brasileira de Cosmetologia;
 GGCOS: Gerência Geral de Cosméticos.
SEGMENTOS DO SETOR
 Higiene pessoal;

 Perfumaria;

 Cosméticos.
SEGMENTOS DO SETOR
HIGIENE PESSOAL
 Sabonetes;
 Produtos para higiene oral;
 Desodorantes;
 Shampoo;
 Condicionador/creme capilar;
 Produtos para barbear;
 Fralda descartável;
 Absorvente, papel higiênico.
SEGMENTOS DO SETOR
PERFUMARIA
 Água de colônia;
 Perfume;
 Extratos;
 Loção pós-barba.
SEGMENTOS DO SETOR
COSMÉTICOS
 Produtos para coloração;
 Tratamento;
 Fixação e modelagem capilar;
 Maquiagem;
 Protetores Solares;
 Cremes;
 Loção para pele;
 Depilatórios.
CONCEITOS
COSMETOLOGIA
Ciência que serve de suporte à fabricação de
produtos voltados à arte do cuidado e melhorias
das condições estéticas da pele.

COSMÉTICA
Deriva da palavra kosmétiké, que significa
preparar cosméticos.
CONCEITOS
COSMIATRIA
Kosmetos + iatros + ia

“Kosmetos” = embelezar ou preservar a beleza


“Iatro” = relativo à medicina
“Ia” = emprego, profissão, arte ou ciência.

Arte ou ciência médica que estuda, previne e trata


a beleza humana em todos os seus aspectos e
concepções.
CONCEITOS
COSMECÊUTICO OU COSMIÁTRICO:
Cosméticos com fins terapêuticos.

COSMÉTICO:
Definição segundo RDC 211, atualizada pela RDC
07, 10/02/2015.
RDC Nº 7, 10/02/2015
ANEXO I – DEFINIÇÃO DE COSMÉTICOS
Preparações constituídas por substâncias naturais ou
sintéticas de uso externo nas diversas partes do corpo
humano, pele, sistema capilar, unhas, lábios, órgãos
genitais externos, dentes e membranas mucosas da
cavidade oral, com o objetivo exclusivo ou principal de
limpá-los, perfumá-los, alterar sua aparência e ou corrigir
odores corporais e ou protegê-los ou mantê-los em bom
estado.
RDC Nº 7, 10/02/2015
(SUBSTITUI RDC Nº 211, 14/07/2005)

 Art. 3º - Objetivo:

Atualizar os procedimentos necessários para a


regularização de produtos de higiene pessoal,
cosméticos e perfumes por meio da simplificação de
processos que visa a melhoria da qualidade da
informação e agilidade na análise.
RDC Nº 7, 10/02/2015
(SUBSTITUI RDC Nº 211, 14/07/2005)

 Art. 4º - Definição e Classificação:

Este Regulamento se aplica aos produtos de higiene


pessoal, cosméticos e perfumes classificados como
Grau 1 e Grau 2.
GRAU DE RISCO
CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO
 Probabilidade de efeitos indesejáveis;

 Formulação;

 Finalidade de uso do produto;

 Áreas do corpo abrangidas;

 Modo de usar;

 Cuidados a serem observados na utilização;


RDC Nº 7, 10/02/2015
ANEXO II – CLASSIFICAÇÃO DE COSMÉTICOS
 GRAU 1:
 PRODUTOS DE RISCO MÍNIMO

 GRAU 2:
 PRODUTOS COM RISCO POTENCIAL
DEFINIÇÃO DE PRODUTOS GRAU 1:

 Produtos de higiene pessoal, cosméticos e


perfumes com propriedades básicas ou
elementares.

 A comprovação não é inicialmente necessária e


não requer informações detalhadas quanto ao
seu modo de usar e suas restrições de uso.
PRODUTOS COSMÉTICOS GRAU 1:
Exemplos:
Água de colônia, perfume, amolecedor de cutícula (não
cáustico), maquiagens sem finalidade
fotoprotetora,condicionador/creme rinse/enxaguatório
capilar sem ação antiqueda e anticaspa, creme/loção e gel
sem finalidade fotoprotetora, demaquilante, desodorante,
lenço umedecido sem ação antisséptica, máscara para
cílios, produtos para banho/imersão, etc.
DEFINIÇÃO DE PRODUTOS GRAU 2:

 Produtos de higiene pessoal, cosméticos e


perfumes;

 Exigem comprovação de segurança e/ou


eficácia, bem como informações e cuidados,
modo e restrições de uso.
PRODUTOS COSMÉTICOS GRAU 2:
Exemplos:
• Protetor solar, tintura capilar, alisante capilar, repelente de
inseto, antitranspirante, maquiagens com ação fotoprotetor,
sabonete antisséptico, clareador de pele, produtos infantis,
produtos para pele acneica, esfoliante químico, produtos para
área dos olhos, xampu e condicionador anticaspa e/ou
antiqueda, depilatório químico, produtos indicados para pele
sensível, dentifríficos (anticárie, antitártaro), enxaguatório
bucal (antisséptico, antiplaca), produtos íntimos, etc.
RDC Nº 7, 10/02/2015

“Dispõe sobre os requisitos técnicos para a regularização de


produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes e dá
outras providências.”

 Somente alguns produtos grau 2 estão sujeitos a


procedimento de registro.

 Todos os demais produtos grau 1 e grau 2 estão


sujeitos a procedimento de comunicação prévia à
ANVISA.
PRODUTOS GRAU 2 COM REGISTRO
ANEXO VIII
1. Batom labial e brilho 7. Dentifrício infantil.
labial infantil. 8. Enxaguatório bucal
2. Bloqueador infantil.
Solar/antissolar. 9. Enxaguatório capilar
3. Blush/ rouge infantil. infantil.
4. Bronzeador. 10. Esmalte para unhas
5. Colônia infantil. infantil.
6. Condicionador infantil. 11. Fixador de cabelo
infantil.
PRODUTOS GRAU 2 COM REGISTRO
ANEXO VIII
12. Lenços umedecidos para 18. Repelente de insetos.
higiene infantil. 19. Sabonete infantil.
13. Produto de limpeza/ 20. Talco/amido infantil.
higienização infantil. 21. Xampu condicionador
14. Produto para alisar e/ ou infantil.
tingir os cabelos. 22. Xampu infantil.
15. Produto protetor da pele 23. Gel antisséptico para as
infantil. mãos
16. Protetor solar infantil.
17. Protetor solar.
CLASSIFICAÇÃO DOS COSMÉTICOS

 Quanto a função;

 Quanto a área de aplicação;

 Quanto a forma cosmética;

 Quanto a ação.
CLASSIFICAÇÃO DOS COSMÉTICOS
QUANTO A FUNÇÃO:

 Conservadores ou higiênicos;

 Decorativos;

 Corretivos ou dermatológicos;
QUANTO A FUNÇÃO
ÁREA DE APLICAÇÃO/USO:
 Pele
 Sistema capilar
 Lábios
 Mucosa da cavidade oral
 Dentes
 Unhas
 Órgãos genitais externos
CLASSIFICAÇÃO DOS COSMÉTICOS
QUANTO A FORMA COSMÉTICA:
 Emulsão,
 Suspensão,
 Pós,
 etc.
CLASSIFICAÇÃO DOS COSMÉTICOS
QUANTO A SUA AÇÃO:
Hidratante,

Emoliente,

Umectante,

 etc.
COMPROVAÇÃO DE SEGURANÇA

 GUIA DE SEGURANÇA DE PRODUTOS


COSMÉTICOS

 Testes Pré-clínicos e Clínicos


– Testes “In Vitro”
– Testes em Animais
– TESTES EM HUMANOS (clínicos)
COMPROVAÇÃO DE SEGURANÇA

 Os produtos cosméticos devem ser seguros nas


condições normais de uso.
 Os testes de segurança de cosméticos têm por
objetivo verificar a ausência de:
– Irritação
– Sensibilização
– Fototoxicidade
– Fotoalergia
COMPROVAÇÃO EFICÁCIA/SEGURANÇA

 Devem conter nos rótulos:

 Indicação de FPS;
 Dermatologicamente Testado;
 Hipoalergênico;
 Não Comedogênico;
 Para Pele Sensível;
 Menções quanto à Rugas, Celulite, Estrias,
Firmeza da Pele, Ação Antisséptica;
TESTE EM ANIMAIS
TESTE EM HUMANOS
RDC Nº 7, 10/02/2015
 Art. 11. Os produtos de higiene pessoal, cosméticos e
perfumes devem atender ao disposto:
 I- Lista de substâncias de ação conservante permitidas para
produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes –
Resolução - RDC nº 29, de 10 de junho de 2012 e suas
atualizações;

 II- Lista de substâncias corantes permitidas para produtos de


higiene pessoal, cosméticos e perfumes - Resolução - RDC nº
44, de 9 de agosto de 2012 e suas atualizações;
RDC Nº 7, 10/02/2015
 III- Lista de substâncias que os produtos de higiene pessoal,
cosméticos e perfumes não devem conter exceto nas condições
e com as restrições estabelecidas - Resolução - RDC nº 03, de
18 de janeiro de 2012 e suas atualizações;

 IV- Lista de filtros ultravioletas permitidos para produtos de


higiene pessoal, cosméticos e perfumes - Resolução - RDC nº
47, de 16 de março de 2006 e suas atualizações;

 V- Lista de substâncias que não podem ser utilizadas em


produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes -
Resolução - RDC nº 48, de 16 de março de 2006 e suas
atualizações.
CATEC
O Brasil possui listas específicas de ingredientes baseadas
nos padrões europeus e americanos, mas pode regular alguns
ingredientes de forma diferente.

Existe um comitê científico consultivo, CATEC (Câmara


Técnica de Cosméticos) criada pela Diretiva 485 de 7 de julho
de 2004 (Portaria no 485 de 7 de julho de 2004) para
aconselhar o governo através da publicação de Pareceres
Técnicos sobre assuntos relacionados a produtos cosméticos.
CATEC
 Pareceres Técnicos não são obrigatórios, entretanto ANVISA
leva-os em consideração durante uma elaboração de uma
legislação e os usa, quando aplicável, para tomar uma
decisão se aprova ou não o registro de um produto.

 As opiniões da CATEC são divulgadas no site da ANVISA:


http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/Anvisa+Portal/Anvi
sa/Inicio/Cosmeticos/Assuntos+de+Interesse/Camara+Tec
nica
PARECERES TÉCNICOS
 Pareceres Técnicos de 2014:
Uso de antitranspirantes e sua relação com câncer de mama

 Pareceres Técnicos de 2010:


Utilização de Cânfora em produtos cosméticos
Parecer Técnico nº 6, de 21 de dezembro 2010 (Revisão do
Parecer Técnico Catec nº 02/2001)

Utilização de Ureia em produtos cosméticos


Parecer Técnico nº 5, de 21 de dezembro 2010 (Revisão do
Parecer Técnico Catec nº 07/2005)
PARECERES TÉCNICOS
Utilização de Retinóides em produtos cosméticos
Parecer Técnico nº 4, de 21 de dezembro 2010
(Revisão do Parecer Técnico Catec nº 03/2002)

Etanol (Álcool Etílico) em Enxaguatórios Bucais


Parecer Técnico nº 3, de 02 de março de 2010

Proibição do uso de vitamina K em cosméticos


Parecer Técnico nº 1, de 4 de janeiro de 2010
PARECERES TÉCNICOS
 Pareceres Técnicos de 2009:
Proibição dos termos Mancha e Despigmentante em produtos
cosméticos
Parecer Técnico Nº 1, de 28 de julho de 2009 (Revisão do
Parecer Técnico Catec nº 08/2001)

Avaliação toxicológica do salicilato de metila- GRAU 2


Parecer Técnico nº 6, de 23 de agosto de 2005

Avaliação toxicológica do nicotinato de metila- GRAU 2


Parecer Técnico nº 5, de 23 de agosto de 2005
PARECERES TÉCNICOS

Utilização da fosfatidilcolina em produtos cosméticos


Parecer Técnico nº 3, de 6 de julho de 2005

Produtos Cosméticos indicados para Seborréia


Parecer Técnico nº 2, de 9 de junho de 2005

Proibição do uso de Ácido Azeláico em Produtos Cosméticos


Parecer Técnico nº 1, de 9 de junho de 2005
PARECERES TÉCNICOS
Pareceres Técnicos de 2003:
Utilização do Dimetilaminoetanol (DMAE) e seus sais em
cosméticos GRAU 2
Parecer Técnico nº 2, de 22 de maio de 2003 (atualizado em
16/2/2006)

Proibição de produtos com indicação para rachaduras nos pés


Parecer Técnico nº 1, de 23 de abril de 2003

Produtos indicados para olheiras, bolsas e inchaços ao redor


dos olhos
Parecer Técnico nº 8, de 28 de junho de 2002
PARECERES TÉCNICOS
Proibição da forma farmacêutica e termo “pastilha” em
produtos cosméticos
Parecer Técnico nº 7, de 28 de junho de 2002 (atualizado em
29/11/2004)

Maquiagem definitiva
Parecer Técnico nº 6, de 28 de junho de 2002

Produtos cosméticos para clareamento de pelos


Parecer Técnico nº 5, de 22 de março de 2002 (atualizado em
05/07/2011)

Proibição do uso de Finasterida em produtos cosméticos


Parecer Técnico nº 4, de 22 de fevereiro de 2002
PARECERES TÉCNICOS
 Pareceres Técnicos de 2001:
Proibição do uso de Óleo de Cade em produtos cosméticos
Parecer Técnico nº 9, de 22 de outubro de 2001

Utilização de alfa-hidroxiácidos em produtos cosméticos


Parecer Técnico nº 7, de 28 de setembro de 2001 - (atualizado
em 16/2/2006)

Uso do termo "para pele sensível" em produtos cosméticos


Parecer Técnico nº 6, de 28 de setembro de 2001

Uso do termo "hipoalergênico" em produtos de higine pessoal,


cosméticos e perfumes
Parecer Técnico nº 5, de 28 de setembro de 2001
PARECERES TÉCNICOS
Proibição do termo “mancha” em produtos cosméticos
Parecer Técnico nº 8, de 28 de setembro de 2001
(desabilitado)

Utilização de Vitamina "C" em produtos cosméticos


Parecer Técnico nº 3, de 29 de junho de 2001 (atualizado em
28/6/2004)

Utilização de Cânfora em produtos cosméticos


Parecer Técnico nº 2, de 28 de junho de 2001 (desabilitado)
O QUE É INCI
NCI é a sigla para INTERNACIONAL NOMENCLATURE OF
COSMETIC INGREDIENTS, ou seja, Nomenclatura
Internacional de Ingredientes Cosméticos.

Sistema internacional de codificação para designar os


ingredientes utilizados em produtos cosméticos,
reconhecido e adotado mundialmente.
O QUE É INCI

Existem regras específicas que norteiam a definição do


“nome” da substância e um comitê internacional
responsável pela nomenclatura formado por
representantes do FDA (Food and Drug Administration),
da Comissão Européia, do Ministério da Saúde do
Canadá e do Japão.
QUAL O OBJETIVO DE USAR O INCI

Existem mais de 12 mil ingredientes utilizados em produtos


cosméticos e muitos possuem, além da denominação química, mais de
um nome comercial, o INCI permite designar de forma única e
simplificada a composição dos ingredientes no rótulo dos produtos
cosméticos.
QUAL O OBJETIVO DE USAR O INCI

O objetivo do uso da nomenclatura INCI é facilitar a identificação de


qualquer ingrediente de forma clara, precisa e imediata não só no
Brasil, mas em qualquer país no mundo e principalmente do ponto de
vista sanitário, proteger e resguardar a saúde da população.
QUAL O OBJETIVO DE USAR O INCI

São benefícios da adoção da nomenclatura INCI:


•Agilidade, precisão e clareza na identificação dos ingredientes na
literatura técnico-científica e nos compêndios de referência;
•Facilidade de localização de informações;
•Facilidade de orientação para consumidores, profissionais de saúde
e de vigilância sanitária.
•Evita-se a confusão entre sinônimos e diferentes terminologias ou
nomenclaturas químicas.
•Uniformização e a padronização obtidas com a adoção da
nomenclatura INCI.
COMO SABER O INCI DAS SUBSTÂNCIAS
QUAIS AS VANTAGENS DO USO DO INCI
Consumidor
Permite que o consumidor identifique, de forma mais clara, os
ingredientes de uma formulação em qualquer lugar do mundo.
Além disso, devido à grande diversidade de sinônimos
relacionados a um único ingrediente, os erros de interpretação na
leitura de componentes podem ser minimizados.

Vigilância Sanitária
A adoção dessa nomenclatura possibilitará uma maior agilidade na
identificação dos ingredientes dos produtos cosméticos de forma
clara, correta e precisa.

Comunidade Científica
A utilização de uma nomenclatura padronizada torna mais fácil o
trabalho de profissionais como médicos, farmacêuticos e
esteticistas no aconselhamento dos consumidores, além de garantir
a atualização mais dinâmica do conhecimento científico.
COMO SABER A FUNÇÃO DOS
INGREDIENTES USADOS EM
COSMÉTICOS
REFERÊNCIAS
Resolução RDC nº 215, de 25 de julho de 2005

Resolução - RDC nº 48, de 16 de março de 2006

Resolução - RDC nº 47, de 16 de março de 2006

CORRÊA, M. A. COSMETOLOGIA: Ciência e Técnica. 1. ed. São


Paulo: Livraria e Editora Medfarma, 2012. 492p.

PRISTA, Nogueira L.; FONSECA, A.; MANUAL DE TERAPEUTICA


DERMATOLÓGICA E COSMETOLOGIA; 1ª Ed; São Paulo: Roca,
1993.