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Conversores DC-DC

Conversor Buck

Projeto ITASAT
Claudinei de Jesus Donato
Fontes Lineares

CA Regulador Carga

28/08/2006 Claudinei J. Donato 2


Fontes Lineares
 Características:
 Elevada robustez e confiabilidade;
 Baixo custo;
 Simplicidade no projeto e operação;
 Baixo rendimento;
 Elevado peso e volume;
 Baixo fator de potência.
 Atualmente sua utilização limita-se à fontes
de baixa potência.
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Fontes Chaveadas

Filtro
CA EMI Conversor Carga

Controlador

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Fontes Chaveadas
 Características:
 Maior rendimento;
 Menor volume e peso;
 Possibilidade de operar com alto fator de potência;
 Menos robusta e resposta transitória mais lenta;
 Interferência radioelétrica e eletromagnética;
 Maior número de componentes.
 Existem diversas topologias, a escolha
depende da especificação do projeto.
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Conversor Abaixador de
Tensão (Step-Down ou Buck)
 Diagrama básico:
Vs1
L

ID IC Io +
Ii IL
T
Vi D Vs2 C VC R Vo

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Modos de Operação
 Se a corrente no indutor nunca chegar a zero,
durante a condução do diodo, dizemos que o
conversor está operando em modo de
condução contínua;
 Caso chegue a zero, opera em modo de
condução descontínua;
 A condução crítica ocorre quando a corrente
chega a zero exatamente no final do período
de condução do diodo.
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Condução Contínua
Vs1 L
+ -
IC Io +
Ii IL
T
Vi C VC R Vo

-
dI L
Vi  VS1  L  Vo
dt
t dI L I L I Lmáx  I Lmin
D c  
T dt tc D.T
I Lmáx  I Lmin
Vi  VS1  L  Vo (1)
D.T
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Condução Contínua
L
- +
ID IC Io +
IL

Vi D Vs2 C VC R Vo

dI L
0  VS 2  L  Vo
dt
t dI L I L I Lmáx  I Lmin
1 D  o  
T dt to (1  D).T
(Vo  VS 2 ).(1  D).T
 I Lmáx  I Lmin (2)
L
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Condução Contínua
1.2A

1.0A

SEL>>
0.8A
I(L1) -I(R)
1.5A

1.0A

0.5A

0A
I(S1:3) -I(R)
1.5A

1.0A

0.5A

0A
I(D1) - I(R)
20V

10V

0V
tc to
V(D1:2) V(S)
T
Time

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Condução Contínua
 Ciclo de trabalho (D):
(Vo  VS 2 ).(1  D).T
Vi  VS1  L.  Vo
D.T .L
VS1.D  Vo  VS 2 .(1  D)
Vi 
D
Vo  VS 2
D (3)
Vi  VS 2  VS1
Vo
VS 2  VS 1  0 D
Vi
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Condução Contínua
 Para indutância crítica, analisamos circuito em
modo de condução crítica, isto é, ILmin = 0:
Da equação 2 :
(Vo  VS 2 ).(1  D).T
I Lmáx  (4)
L
I Lmáx  I Lmin I Lmáx
Io  
2 2
(Vo  VS 2 ).(1  Dmin )
LCR  (5)
2.Iomin . f
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Condução Contínua
 Cálculo da Indutância:
Da equação 2 :
(Vo  VS 2 ).(1  D).T
I L 
L
(Vo  VS 2 ).(1  D)
L (6)
I Lmáx . f

 L é definido a partir da ondulação de corrente devido


limitação de corrente das chaves.

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Condução Contínua
 Corrente no capacitor:
100mA

ILmáx

50mA

ΔQ

0A
T/2

-50mA

IC
ILmin

-100mA

-I(C1)
Time

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Condução Contínua
 Cálculo da capacitância de saída:
1 T I T .I L
Q  . . L  (7)
2 2 2 8
Da equação 2 e 7 :
T (Vo  VS 2 ).(1  D).T
Q  .  VC .C
8 L
(Vo  VS 2 ).(1  D)
C (8)
8.L.VC . f 2

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Condução Contínua
 A ondulação da tensão de saída é
devido duas componentes:
 Freqüência de chaveamento e capacitância
de saída;
 Resistência série equivalente (RSE) do
capacitor de saída.
 Geralmente a componente devido o RSE
é significativamente maior. Assim, é ela
que normalmente define a capacitância.
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Condução Contínua
 Cálculo simplificado da RSE:
VRSE  RSE .I C
VC  RSE .I L
VC
RSE  (9)
I L
 Após cálculo da RSE, procura-se capacitor que
atenda as duas especificações, C e RSE.
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Condução Contínua
 A freqüência de corte do filtro de saída deve ser
muito menor que a freqüência de chaveamento do
conversor:
1
f FS  (10)
2. . C.L
 Corrente de entrada (Ii):
Vo.Io
Ii  (11)
Vi.
  Rendimento do conversor.

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Condução Contínua
 Valores mínimos de tensão e corrente para as
chaves, sem considerar picos gerados pelas
capacitâncias e indutâncias do circuito:

VS1  Vi  VS 2 (12)
VS 2  Vi  VS1 (13)
I L
I S1, S 2  Io  (14)
2
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Condução Descontínua
2.0A

1.0A
SEL>>
0A
I(L1) - I(R)
2.0A

1.0A

0A
I(S1:3) - I(R)
2.0A

1.0A

0A
I(D1) -I(R)
20V

10V

0V
tc to
ta
V(S) V(D1:2)
Time T

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Condução Descontínua
Vs1 L
+ -
IC Io +
Ii IL
T
Vi C VC R Vo

-
tc
D1 
T
Da equação 1, temos :
(Vi  VS 1  Vo).D1.T
I Lmáx  (15)
L
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Condução Descontínua
L
- +
ID IC Io +
IL

Vi D Vs2 C VC R Vo

-
to
D2 
T
Da equação 2, temos :
(Vo  VS 2 ).D2 .T
I Lmáx  (16)
L
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Condução Descontínua
 Ciclo de trabalho:
De 15 e 16 :
(Vi  VS 1  Vo).D1.T (Vo  VS 2 ).D2 .T

L L
(Vi  VS 1  Vo).D1
D2  (17)
(Vo  VS 2 )
I Lmáx .D1 I Lmáx .D2
Io   (18)
2 2
Das equações 15, 17 e 18 :
2.L.Io. f .(Vo  VS 2 )
D1  (19)
(Vi  VS 1  Vo).(Vi  VS 1  VS 2 )
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Condução Descontínua
 A indutância crítica é calculada conforme
equação 5, porém, agora utilizamos a
corrente máxima de saída para sua definição:

Da equação 5 :
(Vo  VS 2 ).(1  D1máx )
LCR  (19)
2.Iomáx . f

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Condução Descontínua
 A partir da indutância critica, podemos
escolher um valor para nosso indutor e
calcular a corrente máxima que circulará pelo
indutor e chaves;
 A corrente máxima é calculada pelas
equações 15 ou 16;
(Vo  VS 2 ).D2 máx
I Lmáx  (20)
L. f
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Condução Descontínua
 Cálculo da capacitância de saída:
A partir das equações 7 e 20 :
(Vo  VS 2 ).D2 máx
C (21)
8.L.VC . f 2

A partir da equação 9 :
ΔVC
RSE  (22)
I Lmáx

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Condução Descontínua
 As equações 10, 11, 12 e 13 continuam
valendo para conversores em modo de
condução descontínua;
 Agora a corrente das chaves é
especificada a partir da corrente
máxima no indutor, ILmáx.

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Referências
 BARBI, Ivo; MARTINS, Denizar Cruz. Eletrônica de Potência:
Conversores CC-CC Básicos não Isolados. Florianópolis:
UFSC, 2000. 377 p.
 MELLO, Luiz F. P.. Análise e Projetos de Fontes Chaveadas.
São Paulo, Ed. Érica, 1996. 487 p.
 SEVERNS, Rudolf P.; BLOOM, Gordon (Ed). Modern DC-TO-DC
Switchmode Power Converter Circuits. New York: Van
Nostrand Reinhold, 1985. 342 p. (Van Nostrand Reinhold
Electrical/Computer Science and Engineering Series).
 ERICKSON, R. W.; MAKSIMOVIC, D.. Fundamentals of Power
Electronics. 2th ed. Boulder, Usa: Springer, 2001. 912 p.
 POMILIO, José Antenor. Fontes Chaveadas. Apostila.
Disponível em http://www.dsce.fee.unicamp.br/~antenor/.
Acesso em 28 ago. 2006.

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