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A FORMAÇÃO DAS

MONARQUIAS NACIONAIS
As sociedades mudam
Os senhores feudais enfraqueceram

O comércio se intensificou com as feiras


medievais

As cidades cresceram a partir dos burgos

Surgiu uma nova classe com poder


economico: a burguesia
Feiras Medievais
As Cruzadas
 Expedições de caráter religioso e militar, que partiam
da Europa com o objetivo de reconquistar, para os
cristãos a posse de Jerusalém, que desde 638
encontrava-se sob domínio muçulmano.
 Papa Urbano convoca os cristão – 1095 a tomar a terra
Santa.
 Organizadas pela Igreja, pelos reis e senhores feudais
 Foram organizadas 8 cruzadas (século XI e XIII)
 Motivações:
- religiosas (garantir um lugar no céu.
- Esperança de enriquecer e conquistar novas terras com
os saques
Quem ia nas expedições?
• Os cruzados:
• Mascates, ambulantes e grandes mercadores
• Forneciam suprimentos durante a longa viagem
• Estabeleciam relações comerciais com povos de
outras regiões
• Intercambio de ideias e produtos: tecnologias e
inveções foram incorporadas ao contidiano
europeu
• Cruzadas: grande negócio para os mercadores
(joias, tecidos, pedras preciosas, temperos
(especiarias) produtos naturais, tecidos, tapetes,
pele de animais raros e móveis (china e índia)
A terra vai deixando de ser único simbolo de riqueza
Aliança Realeza-
burguesia
• O Rei e a burguesia se aproximam

• Os senhores feudais cobravam taxas, prediam


mercadores e viajantes que passassem por suas
terras
• Não havia moeda única
• Nem sistema de pesos e medidas
• A burguesia queria expandir seus negócios, mas não
podia.
• Procurou a ajuda dos reis e os reis apoiaram em
troca de apoio financeiro
Primeiras monarquias
nacionais
• Inglaterra
• França
• Portugal

• Junção de vários feudos em reinos centralizados


• Houve mudanças e permanências
• O rei centralizava o mando político, mas os
senhores feudais e os camponeses não
desapareceram
Os reis
 Tomaram a responsabilidade de:
• Cuidar da ordem e da segurança nas estradas e
proteger as cidades
• Obrigaram os senhores feudais a jurar lealdade e cobrar
impostos
• Usava funcionársios para cobrar os impostos e lhes
pagava com dinheiro
• Proibição aos senhores de cunhar moedas
• O rei instituiu uma moeda só
• Os reis criaram leis que beneficiaram os burgueses
• (common law – direito comum) (Inglaterra)
• Leis para empreender grandes navegações comerciais
(Portugal)
• Burgueses contratados como Conselheiros e funcionários
reiais (França)
Enfrentamentos entre
nobres e reis
• Inglaterra – 1215:

João Sem Terra assinou a Carta Magna


obrigado por um grupo de Nobres que
assegurava direitos de grupos sociais mais
ricos e limitava o poder real. O rei não podia
criar leis sem aprovação do Grande
Conselho(nobreza e clero)
Aliança entre Rei e Igreja
• Península Ibérica:
• 711 , esta localidade caiu sob domínio muçulmano
• Anos depois os cristão expulsos tentam retomar o território
com ações militares (guerra de Reconquista) 800 anos
• Século XV – Os muçulmanos dominavam só Granada ao sul
• 1142 – Portugal, um país
• 1469 - Nas terras onde fica Espanha, um conjunto de reinos se
uniu através de casamentos reais (Leão, Aragão e Castela)
• Fernando de Aragão e Isabel de Castela – os reis católicos
• Sisto IV fez aliança com os reis – o papa queria expulsar os
muçulmanos, judeus e cristãos novos do território de Granada
Todo poder ao Rei
• Século XV e XVII – CRISE E AFIRMAÇÃO DO PODER
REAL
• Thomas Hobbes, Jacques Bossuet e Jean Bodin
defendiam a concentração de poderes nas mãos
dos reis.
• Jean Bodim – cabia ao rei ditar e revogar leis. - os
reis receberam o poder diretamente de Deus
(Teoria do Direito Divino)
• Thomas Hobbes – sem um poder regulador e
absoluto, a sociedade viveria uma “guerra de
todos contra todos” – contrato social
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Nasce o Absolutismo
• Centralização do poder nas mãos do rei que:
• Assumiu o controle das principais instituições do
Estado
• Faz as leis
• Aplica a justiça
• Reis Absolutos:
Henrique VIII e Elizabeth I- Inglaterra
Luiz XIV – França
Dom Manoel – Portugal
Carlos V e Felipe II - Espanha
LUIZ XIV
HENRIQUE XVIII
ELIZABETH I
CARLOS V e FELIPE II
DOM MANOEL, O
VETUROSO