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Revoluções Industriais

1ª Revolução Industrial 2ª Revolução Industrial

• Inglaterra (1780/ 1830) • Franca, Bélgica, EUA, Alemanha, Itália e


• Indústria têxtil Japão (1870).
• Máquina à vapor e tear mecânico • Indústrias metalúrgicas, químicas,
• Carvão mineral automobilísticas e petroquímicas.
• Trens e navios movidos à vapor • Motor à combustão
• Trabalho assalariado • Eletricidade e petróleo
• Deslocamento da população do campo • Automóvel e aviões
para as cidades • Trabalho especializado com separação
• Liberalismo econômico (até o final da 2ª do trabalho manual do intelectual
década do século XX). • Consolidação dos grandes centros
• Precariedade do trabalho com ausência industriais (economias de aglomeração)
de direitos sócio-trabalhistas para o • Keynesianismo e Welfare State (a partir
operariado. da década de 1930).
• “Paradigma” Manchesteriano • Melhoria das condições de trabalho e
conquista de diversos direitos sócio-
trabalhistas.
• Taylorismo e Fordismo.
Processos produtivos

O Sistema de Organização Produtiva da 2ª Revolução Industrial

TAYLORISMO
Desenvolvido pelo engenheiro F. Taylor que em 1911 publicou Os Princípios da
Administração científica, onde propôs a implantação de um sistema de organização científica
do trabalho que teve como características principais:

A) O aprofundamento da divisão do trabalho;


B) A especialização do trabalho;
C) A cronometragem do tempo do trabalho dos operários para realização das tarefas;
D) A divisão entre o trabalho manual e intelectual;
Fordismo
Para muitos estudiosos, o Fordismo, introduzido em 1913, foi, na verdade, um aprimoramento do taylorismo. Deste
modo, é comum referir-se a ambos como um único sistema de organização produtiva: o taylorismo-fordismo. Outros autores
percebe de forma distinta, analisando o Fordismo como um modelo societário.
O fordismo foi desenvolvido pelo também engenheiro H. Ford, o fundador das indústrias automobilísticas Ford. Dentre
as inovações de destaque deste sistema produtivo estão:

A) A criação da linha de montagem (ou linha de produção);


B) A padronização da produção;
C) A produção em série e em massa de mercadorias.

O fordismo deve ser encarado muito mais como um modo de vida total do que um sistema de produção em massa. Sua data
inicial simbólica situa-se em 1914 quando Henry Ford estabelece seu dia de oito horas e 5 dólares. As inovações tecnológicas e
organizacionais de Ford, entretanto, eram mera extensão de tendências bem estabelecidas. Ainda assim ao fazer o trabalho
chegar ao trabalhador numa posição fixa, ele atinge dramáticos ganhos de produtividade. O especial em Ford era o seu
reconhecimento de que produção em massa significava consumo em massa, mas mais do que isso: um novo tipo de sociedade.
(Harvey, David - A Condição Pós-moderna, Ed. Loyola, São Paulo, 1993.)
ESTADO
O Estado Keynesiano (ou Interventor) O Estado de Bem-Estar Social (Welfare State)

O keynesianismo (conjunto de ideias econômicas O Estado de Bem-Estar Social foi o fundamental


desenvolvidas por J. M. Keynes) tem como princípio para a expansão do consumo e para a formação do
fundamental a tese de que é necessária a que hoje conhecemos como a classe média. Ele
intervenção do estado na economia através de consistiu nas políticas que viabilizaram a conquista
medidas como: e a ampliação de direitos sócio-trabalhistas como:

A) Investimentos em infraestrutura; A) Redução da jornada de trabalho para 8 horas


B) Criação de empresas de capital estatal em diárias;
setores estratégicos; B) Salário mínimo;
C) Estímulo às políticas de pleno emprego. C) Aposentadoria;
D) Férias remuneradas;
E) 13º salário;
F) Licença maternidade;
G) Auxílio-desemprego.