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Universidade do Estado

de Santa Catarina

Mudança Organizacional
e Administração do
Estresse.
Alunos: Ricardo Ruths
Rosana M Coelho
Ulysses C Ferreira
Objetivos:
 Descrever as forças que atuam como
estímulos a mudança;
 Comparar mudanças de primeira e segunda
ordem;
 Identificar características de organizações
inovadoras;
 Descrever fontes potenciais de estresse;
 Explicar as variáveis de diferenças pessoais
que moderam a relação estresse
desempenho.
Exemplos:
 Exemplo da fábrica Bolivar;
 Exemplo das empresas em geral hoje
em dia, e como devem ser os
funcionários das mesmas;
 Análise dinâmica do mercado para
atualizações contínuas;
 Mudança planejada;
Fábrica de Bolivar
 A fábrica decaía a cada ano que
passava, possíveis causas são:
 Falta de planejamento para o bem
estar dos funcionários;
 Falta de rigor na hora da contratação;
 Descaso com a fábrica em geral.
Exemplo das empresas
contemporâneas
 Funcionários velhos e que só realizam uma
função na empresa, estão sendo
substituídos gradativamente por
funcionários com melhor graduação,
disposição, capacidade de liderança,
opinião forte, decididos, dinâmicos e
motivados. Essa é a época do mude ou
morra.
 A tecnologia também tem seu grande
papel na hora de substituir o velho pelo
novo
Analise dinâmica do mercado
 As organizações, empresas tem de
estar cada vez mais ligadas aos
consumidores dos seus produtos, elas
tem que atender as exigências dos
consumidores quase que
instantaneamente
 O mercado está cada vez mais
dinâmico pois o que é hoje, talvez
não será mais amanhã.
A mudança planejada
 A mudança planejada é diferente da
mudança que ocorre por necessidade
urgente ou acidente. Ela ocorre para
melhorar o que geralmente já é bom,
para melhorar o desempenho dos
funcionários, para aumentar as
chances de sucesso no futuro.
Mudança de primeira ordem

 “Mudança linear e contínua. Ela não implica


em nenhuma mudança fundamental nas
convicções adotadas pelos membros da
organização em relação ao mundo ou em
como a empresa pode melhorar seu
funcionamento”
Mudança de segunda ordem
 Uma mudança radical, multidimensional,
multinível e descontínua.
 Geralmente cabe ao empresário de cargo
mais alto na organização ser o agente de
mudança. Tem que ser tomada com
cautela.
O que os agentes de mudança
podem mudar?
 As categorias são: estrutura,
tecnologia, instalações físicas e
pessoas.
Resistência a mudança
 É um mal necessário, se divide em
subcategorias:
 Implícita
 Explicita
Fatores de resistência humana
 Hábitos
 Segurança
 Fatores econômicos
 Medo do desconhecido
 Processamento seletivo de
informações
Fatores de resistência
organizacional
 Inércia estrutural
 Foco limitado de mudança
 Inércia de grupo
 Ameaça a especialização
 Ameaça as relações de poder
estabelecidas
 Ameaça as alocações de recursos
estabelecidas
Superando a resistência à mudança
Estratégias usadas para isso são:
Educação e comunicação
Participação
Negociação
Facilitação e apoio
Manipulação e cooptação
Coerção
Abordagens para administrar a
mudança organizacional

Descongelamento Movimento Recongelamento


Pesquisa-Ação

 Diagnóstico
 Análise
 Feedback
 Ação
 Avaliação

Funcionários envolvidos Menor resistência


Desenvolvimento Organizacional

 Respeito pelas pessoas


 Confiança e apoio
 Equalização do poder
 Confrontação
 Participação
Técnicas para a realização das
mudanças

 Treinamento da sensibilidade
 Levantamento de feedback
 Consultoria de processo
 Construção de equipes
 Desenvolvimento intergrupal
Questoes atuais da mudança para os
administradores de hoje

Inovação
 Experiência
 abundancia de recursos

Organizações Inovadoras
 Desenvolvimento de seus membros
 Campeões da ideia
 Estímulos de experiências
Organização que aprende:

 O que é?

 Como?

- círculo simples

- círculo duplo
Administração da mudança:
uma questão de cultura
 As pessoas acreditam que a mudança
seja possível?
 Quanto tempo leva para acontecer?
 Resistência à mudanças é maior em
algumas culturas?
 A cultura influencia a maneira como a
mudança é implantada?
O estresse no trabalho e sua
administração:

“O estresse é uma condição dinâmica na qual um


indivíduo é confrontado com uma oportunidade,
limitação ou demanda em relação a alguma coisa
que ele deseja e cujo resultado é percebido,
simultaneamente, como importante e incerto.”
Compreendendo o estresse e suas
conseqüências:

 Fatores potenciais de estresse:

 Fatores Ambientais:
 Incertezas econômicas;
 Incertezas políticas;
 Incertezas tecnológicas.
 Fatores Organizacionais:
 Demandas das tarefas;
 Demandas dos papeis;
 Demandas interpessoais;
 Estrutura organizacional;
 Liderança organizacional;
 Estágio de vida de uma organização.
 Fatores Individuais:
 Familiares;
 Econômicos.

 Os fatores podem ser também acumulativos


 Diferenças Individuais:

 Percepção;
 Experiência no trabalho;
 Apoio social;
 Centro de controle;
 Hostilidade.
 Consequências do estresse:

 Sintomas Físicos;

 Sintomas Psicológicos;

 Sintomas Comportamentais.
 Administrando o estresse:
 Abordagens individuais:
 Administração do tempo;
 Exercícios físicos;
 Técnicas de relaxamento;
 Rede de apoio social.
 Abordagens organizacional:
 Decisões de seleção e colocação;
 Replanejamento do trabalho;
 Comunicação organizacional formal;
 Programas de bem-estar.
“A existência do estresse no trabalho não é,
por si só, um fator que implique em redução
de desempenho (...) o estresse pode exercer
uma influência positiva ou negativa sobre o
desempenho dos funcionários.”