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Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia

Karina Oliveira Freitas


 Ou apenas pneu, é um
tubo de borracha
natural misturada com
borracha sintética,
cheio de ar e ajustado
ao aro de uma roda
 O surgimento dos pneus de borracha fez com que fossem
substituídas as rodas de madeira e ferro, usadas em
carroças e carruagens desde os primórdios da História.
 Esse grande avanço foi possível quando o norte-
americano Charles Goodyear inventou o pneu ao
descobrir, o processo de vulcanização da borracha quando
deixou o produto, misturado com enxofre, cair no fogão.
 Mal sabia ele que sua invenção revolucionaria o mundo.
Entre as suas potencialidades industriais, além de ser mais
resistente e durável, a borracha absorve melhor o impacto
das rodas com o solo, o que tornou o transporte muito
mais prático e confortável.
 Radial: estrutura interna composta de aço

 Diagonal: estrutura interna à base de tecidos


 Novo

 Usado

 Reformado

 Inservível
 Classe IIB

 Os pneus usados são resíduos sólidos, não


perigosos e inertes, ou seja: submetidos a um
contato dinâmico e estático com água
destilada ou desionizada, à temperatura
ambiente, não terão nenhum de seus
constituintes solubilizados a concentrações
superiores aos padrões de potabilidade de
água.
 Pneu, de qualquer origem, que não sofreu
qualquer uso, nem foi submetido a qualquer
tipo de reforma e não apresenta sinais de
envelhecimento nem deteriorações.
 Pneu que foi submetido a qualquer tipo de
uso e/ou desgaste, englobando os pneus
reformados e os inservíveis.
 Pneu usado que foi submetido a processo de
reutilização da carcaça com o fim específico
de aumentar sua vida útil.

 Exemplo: recapagem, recauchutagem,


remoldagem
 Pneu usado que apresente danos irreparáveis
em sua estrutura não se prestando mais à
rodagem ou à reforma.
 Queima

 Abandono ou disposição em locais irregulares


 Art. 15. É vedada a disposição final de pneus
no meio ambiente, tais como o abandono ou
lançamento em corpos de água, terrenos
baldios ou alagadiços, a disposição em
aterros sanitários e a queima a céu aberto.
 Processo logístico de retirar produtos novos ou
usados de seu ponto inicial na cadeia de
suprimento, como devoluções de clientes,
inventário excedente ou mercadoria obsoleta, e
redistribuí-los usando regras de gerenciamento
dos materiais que maximizem o valor dos itens
no final de sua vida útil original.
 A logística reversa impedirá que estes pneus
sejam descartados em rios ou terrenos, poluindo
o meio ambiente.
 Processo químico de decomposição na
presença de calor e ausência de oxigênio.

 Nesse processo, os pneus triturados são


introduzidos em um reator cilíndrico
(retorta), no qual, em alta temperatura, os
principais componentes químicos são
separados
 Desde 1988, Petrobras instalou uma usina de
reprocessamento conjunto de xisto e pneus
descartados para a produção de óleo e gás
natural, graças à tecnologia desenvolvida
pela própria empresa e reconhecida
mundialmente.
 É uma técnica que usa pó de borracha
proveniente da trituração de resíduos
pneumáticos (cerca de 20%) como material
constituinte da massa utilizada na pavimentação
ou recapeamento de vias.
 Estima-se que sejam necessários 1.000 pneus
para pavimentação de 1 quilômetro, podendo
esse trecho variar de acordo com as
especificações da via, como espessura da
camada de asfalto ou largura.
 Processo pelo qual um pneu é reformado pela
substituição de sua banda de rodagem (parte
do pneu que fica em contato com o solo).
 Processo técnico que permite que um pneu
usado, depois de selecionado e inspecionado,
receba uma nova banda de rodagem e
ombros.

 A técnica gera economia em custo por


quilômetro, além de contribuir como agente
ecológico para a conservação de energia,
retardando o descarte de pneus.
 É semelhante à recauchutagem, entretanto,
além da camada adicional de borracha na
banda de rolagem, o pneu recebe uma nova
camada nos ombros e flancos.
 Bastante difundido no Brasil, o processo de
contenção de encostas e erosões,
reaproveitando pneus usados, tem-se
mostrado bastante eficiente.
 A produção de artefatos de borracha por
meio dos pneumáticos inservíveis é cada vez
maior no Brasil e tem como vantagens a
destinação adequada aliada à inclusão social
e geração de renda.
Reuso

Jardim IFCE
 A queima de pneus para aquecer caldeiras é
regulamentada por Lei. Ela determina que a
fumaça emanada se enquadre no padrão I da
escala de Reingelmann para a totalidade de
fumaças.

 Principais usuários: indústria de papel e


celulose e as fábricas de cal e cimento
 Devido ao seu alto poder calorífico (27
milhões de BTUs por tonelada), o pneu pode
ser usado como combustível em fornos de
clínquer nas indústrias cimenteiras.

 O processo é regulamentado pela Resolução


CONAMA 264/99 no âmbito federal
 Uso de granulos de borracha na engenharia
civil envolve diversas soluções criativas, em
aplicações bastante diversificadas, tais como,
amortecedor de campos de futebol com
grama sintética, pistas de atletismo, pisos de
academia de ginástica, elemento de
construção em parques e playgrounds,
quebra-mar, obstáculos para trânsito e, até
mesmo, recifes artificiais para criação de
peixes.
BACIA DE EVAPOTRANSPIRAÇÃO
 Calibrar os pneus rotineiramente

 Melhorar a manutenção do veículo


(alinhamento) para prevenir desnecessárias
trocas

 Assegurar-se de que todos os pneus novos


sejam fabricados com a possibilidade de
serem recauchutados
 Todos tem o seu papel na destinação
adequada e produção de pneus, não
podemos dizer que apenas um é o
responsável.

 Seja o diferencial, faça sua parte, o meio


ambiente agradece!