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CENTRO DE ENSINO LITERATUS

Sistema Esquelético
DISCIPLINA: CLÍNICA MÉDICA

PROFESSOR: EQUIPE:
WORLENSON MORAIS CIRILO NETO
PAULO ADRIANO
SÂMIA SOUZA

MANAUS, 29 DE AGOSTO DE 2018


PATOLOGIA
DISPLASIA FIBROSA
Displasia: Termo usado para designar o surgimento de anomalias
durante o desenvolvimento de um órgão ou tecido corporal em que
ocorre uma proliferação de células de tamanho, formas e
características alteradas.

Desordem congênita, não hereditária, de amplo espectro de


apresentação e alto “Turnover”
Fisiopatologia

 Mutação do Gene GNAS1


 Age gradualmente (substituição dos tecidos saudáveis por tecidos
fibrosos)
 Assintomático (na maioria dos casos)
 Monostótica ou polióstotica
Sinais e Sintomas

 “Doença da Infância”
 Monostótica: dor óssea, fraturas de repetição, deformidades.
Poliostótica: Manchas “café-com-leite”, PPP, compressão
neurológica.
Diagnóstico
 Radiografia Ortopantomografia

 Cintilografia Óssea Biópsia Aspirativa


Prevenção
Tratamento
Cuidados de Enfermagem
Pré-operatório:
 Orientar o cliente quanto as rotinas do pré-operatório, checando os
exames laboratoriais e de radiodiagnostico.
 Avaliar o estado nutricional do paciente – como por exemplo a
hidratação;
 Checagem dos sinais vitais
Cuidados de Enfermagem
Pós-operatório:
 Avaliar se o cliente apresenta algum risco para o desenvolvimento de
lesão por pressão e realizer a prevenção;
 Avaliar grau de dor pós-cirúrgico e comunicar a equipe de
enfermagem quanto a administração dos medicamentos prescritos.
 Avaliar a Perfusão e o débito do dreno (se houver).
 Observar a presença de edema, dor ou rubor no local operado.
 Observar o aspecto da ferida operatória e se há sinais de infecção.
 Proporcionar um ambiente agradável para o descanso do paciente.
 Posicionar corretamente o paciente no leito.
 Estimular o auto cuidado.
Evolução de Enfermagem

 HISTÓRICO DO CASO:
(02/02/2018) Paciente “N.L”, caucasiana, sexo feminino, 28 anos, sente
dores em pontadas na região do quadril esquerdo, há 5 anos; relata que
há 4 meses sofrera uma queda e por isso precisou ficar acamada; qua ao
voltar a caminhar passou a claudicar. Encaminhada à ortopedia.
(15/07/2018) Paciente relata ter sofrido uma nova queda há quatro meses
atrás antes da consulta, tendo sido necessário repouso por 30 dias; ao
reiniciar a deambulação passou a claudicar mais acentuadamente e
com mais dores.
Ao exame físico apresentou limitação dolorosa dos movimentos da
articulação coxo-femoral esquerda com encurtamento do membro
inferior em ascenção ao trocanter e impossibilidade de elevação do
mesmo.
 DIAGNÓSTICO
Realizado exame radiográfico, o qual revelou acentuada coxa-vara à
esquerda, com ângulo cérvico-diafisário de 80 graus e lesões
características de displasia fibrosa na extremidade proximal do femur,
com fratura de colo e sinais de pseudoartrose.

 TRATAMENTO
Submetida a cirurgia de osteotomia.

 PÓS-CIRURGICO
Boa evolução pós-operatória, 3 meses após a cirurgia já caminhava
sem o auxílio de muleta e a radiografia de controle demonstrou
evolução satisfatória, com sinais de consolidação e boa
reconstituição do Angulo cérvico-diafisário.
A paciente não claudicava mais, nem referia dor e tinha mobilidade
do quadril esquerdo praticamente igual a do esquerdo.