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Biomecânica de tendões, ligamentos e

músculo esquelético
Felipe P Carpes

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Ossos

Articulações

Tendões -
Ligamentos

Músculos

SNC

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Objetivos da aula

Discutir as propriedades mecânicas de ossos, músculos,


articulações, tendões e ligamento;
Apresentar conceitos básicos referentes ao sistema músculo-
esquelético e suas características biomecânicas;
Descrever mecanismos de interação entre os tecidos ósseo,
muscular e nervoso com base na neuromecânica;
Apresentar fatores selecionados que influenciam as propriedades
mecânicas destes tecidos.

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Tendões e ligamentos

• Estruturas passivas

• Ligamento: aumenta estabilidade, guia o


movimento, limita a amplitude de movimento

• Tendão: transmite cargas do músculo ao osso,


permite o movimento

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Diferença nos feixes da arquitetura

Tendões Ligamentos
Ligam o músculo ao osso Ligam duas estruturas ósseas

99% colágeno tipo I – mais denso 90% colágeno do tipo I


1% colágeno do tipo II 10 % colágeno do tipo II

Fibras ordenadas paralelamente Fibras paralelas e outras oblíquas

Cargas tensionais unidirecionais Cargas tensionais em uma direção


principal e em direções
secundárias

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Tendão (T) x Ligamento (L)

T L

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Quanto maior a
AST do
ligamento/tendão,
maior a
resistência a
ruptura

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Comportamento mecânico de um tendão

Tensão

com carga

sem carga

Deformação

Histerese
tendência de um material ou sistema de conservar suas propriedades na ausência de um estímulo que as gerou

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Noyes et al, 1977

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Entorses de tornozelo

Grau I (leve) estiramento da região


Grau II (moderado) estiramento e ruptura parcial (pode gerar edema)
Grau III (grave) estiramento e ruptura total com possível avulsão
do osso (envolve edema)

Relação entre a AST do músculo e AST


do tendão => força muscular transferida
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Coelhos – o tendão é
responsável por boa
parte do estiramento
do SO em tensões
que correspondem ao
repouso fisiológico

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Tendão de Aquiles livre (sem
aponeurose) suportou uma
deformação de 8% enquanto a
aponeurose suportou 1,4%.

O tendão pareceu ser mais “elástico”


do que a aponeurose.

Os aspectos mecânicdos do tendão e


aponeurose do tríceps sural são de
grande importância devido a sua
participação na locomoção, onde
cargas de até 11kN/cm2 são
observadas (Komi et al 1987, 1992).

As diferenças entre a aponeurose e o


tendão, e os alto risco que ambos
apresentam de lesão (junção
músculo-tendínea) permanecem
sendo desafios para os estudos
clínicos.

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LCP - Função normal

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LCP - ruptura LCP – avulsão da tíbia

VIDEOS lesão joelho


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Envelhecimento

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Imobilização

Mesmo após 8 semanas de


imobilização o tendão tenha
perdido rigidez, o principal efeito
da imobilização foi sobre o
tendão em si, mas sobre a
ocorrência de osteoporose na
inserção.
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Músculo Esquelético

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Tipos de tecido muscular

Músculo esquelético Músculo cardíaco Músculo liso

Voluntário Involuntário Involuntário


estriado estriado órgãos internos
multinucleado núcleo central núcleo central
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COMPONENTES DO MÚSCULO

COMPONENTES ELÁSTICOS

São aqueles que retornam a sua forma original após o relaxamento. Exemplo:

Miofilamentos e o tecido conjuntivo.

COMPONENTES PLÁSTICOS

São aqueles que não retornam à forma original cessada a contração, se não
houver influência externa. Exemplo:

Mitocôndrias

Retículo Sarcoplasmático

Sistema Tubular
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O diâmetro das fibras musculares varia entre 10 e
80 μm, sendo que o maior músculo humano (em relação
a área transversa) é o glúteo.

No andar, se utiliza cerca de 200 músculos, sendo


que o corpo humano possui mais de 600 músculos, o
andar envolve atividade de cerca de 40% da nossa
musculatura.

O músculo capaz de realizar o movimento mais


rápido no corpo humano é aquele responsável pelo
movimento das pálpebras.

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Organização
espacial dos
músculos

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Organização espacial dos músculos - coxa

Posteriores
VL vastus lateralis
VM vastus medialis
RF rectus femoris S
B S
SA sartorius Femur F T M
AM adductor magnus
AL adductor lateralis
AM

GR gracilis
VL
AL
BF biceps femoris
VM
SM semitendinosus
SM semimembranus R Mediais
Anteriores F Ucalgary, HPL
Organização espacial dos músculos - perna

GM gastroc medialis
posteriores
SO soleous

FHL flex hallucis long gastrocnemius


fibula
PB peroneous brevis soleus
PL peroneous longus FHL
laterais Posteriores
EDL ext digit long T
P profundos
EHL ext hallucis long

FDL flex digitorium long TA


tibia
anteriores
TA tibialis anterior
Ucalgary,HPL
Funções primárias relacionadas
ao movimento
Locomoção
Músculos e ossos: forças e alavancas

Posicionamento do corpo
Movimentos rápidos, lentos, acelerações,
desacelerações

Postura
Mantém posturas (boas e más),
estabilidade articular

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Controle postural

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Músculo

Fascículos

Fibras
musculares

Fibras
musculares

Sarcômero

Miofibrila

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Vídeos contração muscular

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Eletromiografia

Duchenne - estimulação de músculos da face

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Vídeos EMG profundidade
Matheus

Vídeos EMG superfície

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EMG – como isso funciona?

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Força / EMG

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Vídeos
Superfície e wire-EMG

Vídeo EMG força-velocidade isocinético

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Eficiência
neuromuscular

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Avaliação da participação de fatores neurais e hipertróficos

Figura 1 (A) Figura 1 (B)


iEMG

iEMG
=
antes
depois

Força ≠ Força

Aumento na ativação Sem mudanças na ativação

Sem mudanças na razão EMG/F Aumento na razão EMG/F

Ganho de força por fatores neurais Ganho de força por fatores hipertróficos
Moritani & Devries, 1979
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Tipos de fibra

Lentas - I (“vermelhas”)
Rápidas – IIa, IIb (“brancas”)
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Recrutamento em uma contração
voluntária máxima
Nível da contração (%CVM)

Tipo IIb

Tipo IIa

Tipo I

Participação de cada tipo de fibra (%)

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Recrutamento de acordo com a força
requerida

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Músculos que atuam no membro
superior
100
% do tipo de fibras

75

50

25

Johnson et al 1973
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Músculos que atuam no membro
inferior
100
% do tipo de fibras

75

50

25

Johnson et al 1973
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Músculos do tronco e abdômem
100

75
% do tipo de fibras

50

25

0
Interosseos Eretores da Grande Peitoral Reto Trapézio
dorsais espinha Dorsal maior abdominal
Johnson et al 1973
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Arquitetura muscular

unipenado
bipenado

fusiforme

multipenado
Arquitetura muscular

Secção transversa Secção fisiológica


anatômica

Perpendicular ao músculo Perpendicular as fibras


Músculos com maior área de seção transversa produzem mais força

Por quê?
Muscle Nerve 23: 1647–1666, 2000
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Knee Surg Sports Traumatol Arthrose 14:310-17, 2006

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A força total é proporcional aos número de
sarcômeros em paralelo

A velocidade é proporcional a quantidade de


sarcômeros em série

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O treinamento físico faz aumentar o ângulo
de penação das fibras musculares

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Vídeo arquitetura
muscular

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Músculos monoarticulares x biarticulares
Monoarticulares
Cruzam uma articulação
Produtores de força
Estabilização articular
Controle de movimento
Penados na maioria

Biarticulares
Músculos longos
Fusiformes na maioria
Controle e direcionamento de
grandes amplitudes de movimento
Mais propensos a lesões
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Membro inferior humano
Cinemática de 3 segmentos (coxa, perna e pé);
pé no solo.
A ação muscular cria um vetor de força F.

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(a) Extensores do quadril, monoarticulares (psoas)
(b) Extensores do joelho, monorticulares (grupo vastus)
(c) Extensores do tornozelo, monoarticular (soleus)

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(d) biarticular, rectus femoris, (flexor do quadril e extensor do joelho)
(e) biarticulares, posteriores da coxa (extensor do quadril e flexor do joelho)
(f) biarticular, gastrocnemius (flexor do joelho e extensor do tornozelo)

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Classificação quanto à tarefa

Agonistas ou motores primários


músculos responsáveis diretamente pelo
movimento. Perfazem a maior parte do
esforço.
Antagonistas
músculos que se opõem ao movimento.
Desempenham importante papel, pois
desaceleram o movimento.
Sinergistas
atuam auxiliando o movimento, são
responsáveis pela coordenação motora
fina na atividade minimizando
movimentos indesejados.
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Ações musculares

Concêntrica: músculo gera tensão enquanto seu


comprimento diminui. Torque int > torque ext

Isométrica: músculo gera tensão mas não ocorre


movimento

Excêntrica: músculo gera tensão enquanto seu


comprimento aumenta. Torque int < torque ext

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Relação Força x Velocidade – Hill (1938)

Baseado em Herzog et al (2007)

Músculos longos – efeito em série predomina aumentando a VELOCIDADE

Músculos curtos – Efeito em paralelo, maior ASTF e predomina a FORÇA

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Fatores (selecionados) que
influenciam a produção de força

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Sexo e idade

Homens
Mulheres
Força (N)

Idade (anos) Zatsiorsky, 1996


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Envelhecimento

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Força x Comprimento
3,60 µ

Fibra de sapo 1

2,17 µ
5 3 2 1
100 2
4

2,00 µ

1,70 µ

4
0
1,27 1,70 2,00 2,17 3,60 1,27 µ
Comprimento (µm)
Gordon et al., 1966
5
Adaptação funcional do músculo-esquelético

Herzog et al, MSSE, 1991

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momento

comprimento
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Encurtado Alongado

Jogadores de vôlei e bailarinas clássicas apresentam adaptações


específicas para músculos flexores e extensores plantares
Vaz et al., 2003
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Sistema musculoesquelético
“Biomecanicamente...”

Ossos (O) – suporte e alavancas


Músculos (M) – produção de força
Articulações (A) – permitem a movimentação dos segmentos
Interação entre O, M e A gera movimento ou manutenção de posturas
Diversos aspectos influenciam esta relação
atividade física  efeitos positivos
uso reduzido  efeitos negativos
treinamento  adaptação funcional

Qual o mecanismo de controle dessa(s) interação(ões)?

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Sistema Nervoso Central (SNC)

Unidade fundamental – neurônio

http://www.utexas.edu/neuroscience/Neurobiology/WesThompson/images/1nmj.jpg

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Neurônios motores: função de transmitir o sinal desde o SNC ao órgão
efetor, para que este realize a ação que foi ordenada pelo comando central.
Neurônios sensores: são os neurônios que reagem a estímulos exteriores e
que disparam a reação a esses estímulos, se necessário.
Interneurônios: mais numeroso. Conecta os neurônios motores e sensoriais.

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Sistema Nervoso Central (SNC)

Unidade fundamental – neurônio


Neurônio + fibras musculares inervadas = unidade motora (UM)
Proporção entre nervos e fibras – determina precisão
menores – movimentos finos
maiores – movimentos grosseiros
UM de contração lentas
UM de contração rápida (IIa, IIB)

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Princípio do tamanho (Elwood Henneman)

Motoneurônios de menor diâmetro inervam fibras lentas (oxid)


Motoneurônios intermediários inervam fibras IIa (oxid/glicolit)
Motoneurônios de grande diâmetro inervam fibras IIb (glicol)
Motoneurônios de menor diâmetro são mais facilmente excitados

Logo:

Fibras lentas são estimuladas com limiares de excitação mais baixos


Fibras rápidas são estimuladas com limiares de excitação mais altos

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Recrutamento de acordo com a força
requerida
Percentual de fibras musculares recrutadas

(I)

Leve Moderada Máxima


Força muscular
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Unidade Motora medula espinhal

nervo
espinhal

Ação
Regulação
nervo Corpo
espinhal celular do
(axônio) neurônio

Mas ...

fibra
muscular

Representação de uma UM (modificado de Basmajian, 1955)


50/58
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Ação
Regulação

Como saber
‘quando’ e
‘como’
recrutar?

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VIAS = AFERENTES (“que aferem”) E EFERENTES (“que executam”)

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Das teorias de controle e
aprendizagem motora
temos que o processamento
de informação baseia-se
em experiências prévias,
mas também depende da
interação dinâmica com o
ambiente

Adaptado de Lent (2003)

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Receptores proprioceptivos musculares
Motoneurônios  recebem uma cópia da informação proprioceptiva e realizam
ajustes automáticos reflexos necessários. As unidades ordenadoras (os
motonêuronios) recebem informações a cerca da tensão e da variação do
comprimento das fibras musculares.

O que detectam os FUSOS MUSCULARES?


Variação de comprimento das fibras
musculares. Estão paralelos às Fibras
Extrafusais

O que detectam os ÓRGAO TENDINOSOS DE GOLGI?


Variação da tensão mecânica sobre os tendões. Estão em série
com às Fibras Extrafusais

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Referências básicas

• Hamill J, Knutzen KM. Bases biomecânicas do


movimento humano. Manole: São Paulo, 1999.
• Enoka RM. Bases neuromecânicas da cinesiologia.
2.ed. Manole: São Paulo, 2000.
• Hall S. Basic biomechanics. 5.ed. McGrow Hill:
Boston, 2007.
• Winter D.A. Biomechanics and motor control of
human movement. 2.ed. John Wiley & Sons: New
York, 1990.

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