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HIGIENE E PROTEÇÃO RADIOLOGICA

O TERMO HIGIENE, EM RELAÇÃO AS TÉCNICAS RADIOLÓGICAS, REFERE-SE AO

ESTABELECIMENTO E A VIGILÂNCIA DOS PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA PARA

A CONSERVAÇÃO DA SAÚDE DOS INDIVÍDUOS OCUPACIONALMENTE EXPOSTOS,

DOS PACIENTES E DOS INDIVÍDUOS DO PÚBLICO.

CONJUNTO DE MEDIDAS QUE VISAM A PROTEGER O SER HUMANO


CONTRA POSSÍVEIS EFEITOS INDESEJÁVEIS CAUSADOS PELA RADIAÇÃO
IONIZANTE OU AINDA COMO UM PADRÃO APROPRIADO DE PROTEÇÃO PARA O
HOMEM SEM LIMITAR OS INEGÁVEIS BENEFÍCIOS DAS APLICAÇÕES DAS
RADIAÇÕES IONIZANTES.
É a propagação de energia de um ponto a outro, seja no vácuo ou
em qualquer meio material, podendo ser classificada como energia em
trânsito, e podendo ocorrer através de uma ondas Eletromagnéticas ou
Partículas.
As radiações podem ser emitidas tanto artificialmente em
procedimentos médicos ou atividades industriais, quanto naturalmente, como
a Luz Solar por exemplo.
Independente do tipo, elas interagem com os corpos, até mesmo
com o ser humano, e depositam neles energia. Essa interação depende do
tipo da energia de radiação e do meio em que está se propagando.
Dose Absorvida
A dose absorvida é uma medida da energia
depositada em um meio por uma radiação Ionizante.
É igual à energia entregue por unidade de massa,
J/kg, unidade à qual é dado o nome especial de
Gray, (Gy).
Deve ter-se em conta que esta magnitude não é
um bom indicador dos efeitos biológicos da radiação
sobre os seres vivos, 1 Gy de radiação alfa pode ser
muito mais nociva que 1 Gy de fótons, por exemplo.
Devem aplicar-se uma série de fatores para que os
efeitos biológicos sejam refletidos, obtendo-se assim
a Dose equivalente.
Dose Equivalente
A dose equivalente é uma grandeza física que descreve o efeito relativo
dos distintos tipos de radiações Ionizantes sobre os tecidos vivos. Sua unidade de
medida é o Silvert. A dose equivalente é um valor com maior significado
biológico que a Dose Absorvida.

A Dose Equivalente ( E ) é calculada multiplicando a dose absorvida


D por um fator de avaliação ou Wr (pelas siglas em inglês de radiation
weighting factor). Se obtém multiplicando o fator de qualidade Q (que vale 1
para raios X, raios gama e partículas beta, mas que é maior para prótons,
nêutrons e partículas alfa), por um fator modificado N, que vale 1 para fontes
externas de radiação, mas que pode tomar outro valor definido por uma
autoridade competente quando é usada para fontes internas. Se calcula
segundo a seguinte equação:
Efeitos Biológicos
Os efeitos biológicos causados pela radiação podem
ser divididos em dois tipos:

“Determinísticos”, no qual a dose ocupacional é


extremamente alta e o efeito aparece em poucas semanas;

“Estocásticos”, cuja dose é relativamente baixa e há uma


probabilidade de um efeito em um tempo de latência da
ordem de alguns anos e esta probabilidade aumenta com a
dose.
Para o trabalho em radiologia médica e odontológica
os efeitos da radiação são do tipo Estocástico.
Efeitos Biológicos das Radiações Ionizantes

•A radiação perde energia para o meio


provocando ionizações
• Os átomos ionizados podem gerar:
Alterações moleculares

Danos em órgãos ou tecidos

Manifestação de efeitos biológicos


Mecanismos de Ação

• Possibilidades da radiação incidindo em uma


célula:
• Passar sem interagir
• Atingir uma molécula:
• Não produzir dano
• Produzir dano
Possibilidades da radiação incidindo em uma célula:
- Atingir uma molécula:
- Produzir dano:
• Reversível
• Irreversível
Pode ou não levar à indução de efeito
biológico
• morte celular
• reprodução - perpetuação do dano
•A cada possibilidade está associada uma
probabilidade diferente de zero;

•O fenômeno da indução de efeitos biológicos


pela interação da radiação com organismos vivos
é de natureza PROBABILÍSTICA
• Danos Diretos:
- A radiação interage diretamente com um átomo da
célula
- A interação pode produzir dano em uma molécula
da célula
- Exemplo: quebra de fita de DNA

• Danos Indiretos:
- Danos em moléculas de água - radiólise da água
- Produção de radicais livres moléculas instáveis e que apresentam um elétron
que tende a se associar de maneira rápida a outras moléculas de
carga positiva com as quais pode reagir ou oxidar.

- Combinações químicas entre radicais livres


gerando mais radicais livres
• Danos Indiretos:
- Ação dos radicais livres levando a danos em
outras moléculas.

Mecanismo mais importante em seres vivos

Grande quantidade de moléculas de água


SEQÜÊNCIA DE EVENTOS
• Estágio físico:
- Ocorre para tempos  10-14 segundos

- Estágio de absorção e deposição de energia


- Excitação e ionização dos compostos
• Estágio químico:
- Ocorre para tempos de 10-12 a 10-7 segundos
- Continua a reação dos radicais livres
- Formação de produtos tóxicos
- Começam os danos ao RNA e DNA
- Enzimas são inativadas e ativadas
Estágio físico-químico:
- Ocorre para tempos de 10-14 a 10-12 segundos
- Quebra de ligações
- Radiólise da água - formação de radicais livres
- Começa o dano químico - radicais livres
começam a reagir

Estágio químico:
- Ocorre para tempos de 10-12 a 10-7 segundos
- Continua a reação dos radicais livres
- Formação de produtos tóxicos
- Começam os danos ao RNA e DNA
- Enzimas são inativadas e ativadas
Estágios químico e biológico coincidem:
- Ocorre para tempos de 10-3 a 10 segundos
- Formação de radicais secundários e peróxidos
orgânicos
- Muitas reações bioquímicas são interrompidas
- Começa o reparo do DNA
Estágio biológico:
- Ocorre para tempos de 10 segundos a 10 horas
- Completa-se a maioria das reações
- Diminui a mitose das células irradiadas
- São bloqueadas as reações bioquímicas
- Rompimento de membrana celular
Classificação dos Efeitos Biológicos

Classificam-se conforme sua variação quanto:


- ao tempo de manifestação
- ao tipo de célula atingida
- à quantidade de energia depositada
QUANTO AO
TEMPO DE MANIFESTAÇÃO:
Efeitos Agudos:
- característicos de exposições a doses elevadas
- manifestam-se em, no máximo, dois meses (seres
humanos)
-Exemplos: eritema, síndrome aguda

Efeitos Tardios:
- característicos de exposições a pequenas doses
- manifestam-se em anos ou dezenas de anos (seres
humanos)
-Exemplo: câncer
QUANTO AO
TIPO DE CÉLULA ATINGIDA:
Efeitos Somáticos:
- alterações provocadas pela interação da radiação ionizante
com qualquer célula do organismo, exceto as reprodutivas
- manifestam-se no próprio indivíduo irradiado
-Exemplos: câncer, catarata

Efeitos Genéticos (hereditários):


- Alterações provocadas pela interação da radiação ionizante
com as células reprodutivas do organismo.
-Manifestam-se nos descendentes do indivíduo irradiado
- Exemplos: mutações genéticas
QUANTO À
QUANTIDADE DE ENERGIA DEPOSITADA:
Efeitos Estocásticos:
Ocorrem com doses pequenas de radiação
Não apresentam um limiar de dose para sua ocorrência
A probabilidade de ocorrência aumenta com o aumento da dose
A gravidade do efeito independe da dose.
Exemplo: câncer

Por menor que seja a dose, está sempre associada uma


probabilidade diferente de zero para a ocorrência deste tipo de
efeito
QUANTO À
QUANTIDADE DE ENERGIA DEPOSITADA:

• Efeitos Determinísticos (não-estocásticos):


- Ocorrem com doses elevadas de radiação
- Apresentam um limiar de dose para sua
ocorrência
- A gravidade do efeito aumenta com o aumento da
dose.
- Exemplos: eritema, catarata
SÍNDROME AGUDA DA RADIAÇÃO
 H < 250 mSv - nenhum efeito clínico é detectável
 250 < H < 1000 mSv - diminuição de linfócitos e
plaquetas

 1000 < H < 4000 mSv - náuseas e vômitos nas


primeiras horas

 4000 < H < 6000 mSv - eritema, febre


 H > 10.000 mSv - 100 % de mortalidade
EFEITOS BIOLÓGICOS DAS
RADIAÇÕES IONIZANTES
SÍNDROME AGUDA DA RADIAÇÃO
PÓS CHERNOBIL E GOIÂNIA
• Índice de mortalidade menor que o esperado
- Melhora nos tratamentos médicos
- Aumento da sobrevida
EFEITOS BIOLÓGICOS DAS
RADIAÇÕES IONIZANTES
RADIOSENSIBILIDADE
Os diferentes tecidos e órgãos possuem
diferentes sensibilidades à radiação
Sistema
hematopoiético
Sistema gastrointestinal

Sistema nervoso
SÍNDROME DE RADIAÇÃO AGUDA (SAR)

São sintomas que indicam alterações profundas no organismo humano


devido à exposições que resultam em doses absorvidas elevadas em
partes do corpo ou em sua totalidade;
Ex.: vômitos, diarréia, insuficiência respiratória, coma;

Contaminação interna por radionuclídeos;

Exposição a feixes externos de radiação;


ACIDENTES COM FONTES RADIOATIVAS

Brasil – Goiânia/1987: Cápsula contendo césio137 encontrada numa clínica


de radioterapia abandonada.

Queimaduras provocadas pela radiação


Argentina – La Plata/1968: Soldador boliviano encontrou fonte de césio
137 e guardou no bolso do avental durante cerca de 18 h.

120 dias depois do acidente 280 dias depois do acidente


Polônia – Bialystok/2001: Em fevereiro de 2001, cinco pacientes são
submetidos à super-exposição durante radioterapia. O acidente ocorreu após
uma queda de energia e posterior restauração do sistema.

Paciente I em 4 de junho de 2001 Paciente IV em maio de 2002


Tailândia - Samut Prakarn/2000: Cabeçote usado em radioterapia,
contendo uma fonte de 60Co foi parcialmente desmontado em um depósito onde
era mantido sem autorização das autoridades tailandesas.

Paciente III: necrose e descamação Paciente II: descamação 7


23 dias depois do acidente semanas depois do acidente
SÍNDROME DE RADIAÇÃO AGUDA (SAR)

São sintomas que indicam alterações profundas no organismo humano


devido à exposições que resultam em doses absorvidas elevadas em
partes do corpo ou em sua totalidade;
Ex.: vômitos, diarréia, insuficiência respiratória, coma;

Contaminação interna por radionuclídeos;

Exposição a feixes externos de radiação;


ACIDENTES COM FONTES RADIOATIVAS
Brasil – Goiânia/1987: Cápsula contendo césio137 encontrada numa clínica de
radioterapia abandonada.

Queimaduras provocadas pela radiação


Argentina – La Plata/1968: Soldador boliviano encontrou fonte de
césio 137 e guardou no bolso do avental durante cerca de 18 h.

120 dias depois do acidente 280 dias depois do acidente


Polônia – Bialystok/2001: Em fevereiro de 2001, cinco pacientes são
submetidos à super-exposição durante radioterapia. O acidente ocorreu
após uma queda de energia e posterior restauração do sistema.

Paciente I em 4 de junho de 2001 Paciente IV em maio de 2002


Tailândia - Samut Prakarn/2000: Cabeçote usado em radioterapia,
contendo uma fonte de 60Co foi parcialmente desmontado em um depósito onde
era mantido sem autorização das autoridades tailandesas.

Paciente III: necrose e descamação Paciente II: descamação 7


23 dias depois do acidente semanas depois do acidente
legislação
Portaria 453/98
ANVISA - MS
2.2 A justificação é o princípio básico de proteção radiológica que estabelece que nenhuma prática
ou fonte adscrita a uma prática deve ser autorizada a menos que produza suficiente benefício para o
indivíduo exposto ou para a sociedade, de modo a compensar o detrimento que possa ser causado.

2.5 Fica proibida toda exposição que não possa ser justificada, incluindo:
a) Exposição deliberada de seres humanos aos raios-x diagnósticos com o objetivo único de demonstração,
treinamento ou outros fins que contrariem o princípio da justificação.

Garantir os recursos necessários para o treinamento apropriado e atualização periódica da equipe


sobre técnicas e procedimentos radiológicos, incluindo aspectos de proteção radiológica.

Realizar apenas exposições médicas autorizadas por um médico do serviço, ou odontólogo, em se


tratando de radiologia odontológica.
3.30 É responsabilidade do médico ou odontólogo, no caso de radiologia odontológica, que
prescreve ou solicita um procedimento radiológico estar ciente dos riscos das radiações
ionizantes, do princípio de justificação, das proibições, das limitações e vantagens da prática
radiológica comparada com técnicas alternativas.

Durante as exposições, é obrigatória, aos acompanhantes, a utilização de vestimenta de proteção


individual compatível com o tipo de procedimento radiológico e que possua, pelo menos, o
equivalente a 0,25 mm de chumbo;

Deve-se colocar blindagem adequada , nos órgãos mais radiosensíveis tais como gônadas, cristalino
e tireóide, quando, por necessidade, eles estiverem diretamente no feixe primário de radiação ou até
5 cm dele, a não ser que tais blindagens excluam ou degradem informações diagnósticas
importantes.
Organizações Internacionais:

ICRP : Comissão Internacional de Proteção


Radiológica
Comissão Internacional de Unidades e
Medidas da Radiação (ICRU)
Organização Internacional de Energia
Atômica (AIEA)
Comitê Científico das Nações Unidas sobre os
Efeitos da Radiação Atômica (UNSCEAR)
Organizações Nacionais
Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN)

Institutos Especializados:

Instituto de Radioproteção e Dosimetria (IRD)


Instituto de Pesquisas Energéticas e
Nucleares (IPEN)
Centro de Desenvolvimento em Tecnologia
Nuclear (CDTN)
ANVISA
AGENCIA NACIONAL DE VIRGILANCIA
SANITARIA
Atualmente, com a publicação da Lei Orgânica da
Saúde, (Lei Federal n.º 8080/90 e Lei Federal n.º
8142/90), entende-se por Vigilância Sanitária um
conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou
prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas
sanitários decorrentes do meio ambiente, da
produção e da circulação de bens e da prestação de
serviços de interesse da saúde.
Portaria 453/98 da Secretaria de Vigilância
Sanitária do Ministério da Saúde
"Diretrizes de Proteção Radiológica em
Radiodiagnóstico Médico e Odontológico"
Objetivos:
Estabelecer os requisitos básicos de Proteção
Radiológica em Radiodiagnóstico;
Disciplinar a prática com os raios-x para fins
diagnósticos e intervencionistas;
Visar a defesa da saúde dos pacientes, dos
profissionais envolvidos e do público em geral.
Principais Motivos:
Expansão do uso das radiações ionizantes
na medicina e odontologia no País;
Riscos inerentes ao uso das radiações
ionizantes e por isso há uma necessidade de
uma política nacional de proteção radiológica.
Exposições radiológicas para fins de saúde
constituem a principal fonte de exposição da
população a fontes artificiais de radiação
ionizante;
A necessidade de garantir a qualidade dos
serviços de radiodiagnóstico prestados à
população, e de assegurar os requisitos mínimos
de proteção radiológica aos pacientes, aos
profissionais e ao público em geral;

Padronização, a nível nacional, dos requisitos


de proteção radiológica para o funcionamento
dos estabelecimentos que operam com raios-x
diagnósticos.
Princípios Básicos

Justificação da prática e das exposições médicas


individuais

Otimização da proteção radiológica.

Limitação de doses individuais.

Prevenção de Acidentes
Justificação

A Justificação estabelece que nenhuma prática


deve ser autorizada a menos que se produza
suficiente benefício para o indivíduo exposto,
de modo a compensar o detrimento que possa
ser causado pela radiação.
Otimização

As exposições médicas de pacientes devem


ser otimizadas ao valor mínimo necessário
para obtenção do objetivo radiológico
compatível com os padrões aceitáveis de
qualidade de imagem.
Limitações de Doses Individuais
As doses individuais de trabalhadores e de
indivíduos do público não devem exceder os
limites anuais de dose equivalente
estabelecidos na Norma CNEN-NE 3.01.
Limites de Doses Ocupacionais
A dose efetiva média anual não deve exceder
20 mSv em qualquer período de 5 anos
consecutivos, não podendo exceder 50 mSv
em nenhum ano.

A dose equivalente anual não deve exceder


500 mSv para extremidades e 150 mSv para o
cristalino.
Limite de Dose Mensal
Não Existe Limite de Dose Mensal
Entretanto, as normas estabelecem que deve haver investigação para
doses mensais iguais ou superiores a um determinado limite. Esse
limite é chamado de nível de investigação.

A Posição Regulatória 3.01/004 referente à norma CNEN-NN-3.01


estabelece como nível de investigação a dose mensal de 1,0 mSv. Essa
norma é referenciada pelas normas de segurança do trabalho NR-15
e NR-32, sendo portanto uma obrigatoriedade trabalhista.

A Portaria 453/98 estabelece como nível de investigação a dose


mensal de 1,5 mSv . Note-se que esta Portaria se refere
exclusivamente aos serviços de radiodiagnóstico médico e
odontológico, não se aplicando a outras práticas da medicina, como
Medicina Nuclear e Radioterapia. Para os demais casos se aplica o
nível de investigação definido pela CNEN.
Não existe limite entre Seguro e Perigoso

Levantamentos Radiométricos devem ser


Realizados em cada 04 anos.

Evitar Repetição de exames.


Prevenção de Acidentes

No projeto e operação de equipamentos e de


instalações deve-se minimizar a probabilidade de
ocorrência de acidentes (exposições potenciais)

Deve-se desenvolver os meios e implementar as


ações necessárias para minimizar a contribuição
de erros humanos que levem à ocorrência de
exposições acidentais.
Profissionais Envolvidos com a Radioproteção
Responsável Técnico - RT
Médico ou Odontólogo com certificação de qualificação para a
prática, emitida por órgão de reconhecida competência ou colegiados
profissionais, cujo sistema de certificação avalie também o
conhecimento necessário em física de radiodiagnóstico, incluindo
proteção radiológica, e esteja homologado no Ministério da Saúde
para tal fim.
Supervisor de Proteção Radiológica - SPT
Possuir certificação de especialista de física de radiodiagnóstico,
emitida por órgão de reconhecida competência ou colegiados
profissionais cujo sistema de certificação avalie o conhecimento
necessário em física de radiodiagnóstico, incluindo metrologia das
radiações ionizantes e proteção radiológica, e esteja homologado no
Ministério da Saúde para tal fim, ou possuir a mesma certificação de
qualificação exigida para o RT do serviço.
Técnico em Radiologia - TR

Resolução CONTER Nº 08: Especialidade de Salvaguardas, junto a


equipamentos geradores de imagens radiológicas:

1) Acionar e operar o equipamento.


2) Executar o protocolo de preparo para o início e término da
atividade diária do equipamento.
3) Fazer o controle de todas as funções do equipamento durante todo
o período de operação do mesmo.
4) Cuidar para que as normas de proteção radiológica do
equipamento e dos indivíduos sejam atendidas.
Supervisor das Aplicações das Técnicas Radiológicas
- SATR – (Res.10/06)
CONSIDERANDO o entendimento de que é função do Supervisor
das aplicações das Técnicas Radiológicas a promoção de todos os
meios ao seu alcance, para o perfeito desempenho técnico e moral da
profissão, bem como o bom conceito dos que exercem a atividade
profissional no âmbito dos serviços de radiologia;

CONSIDERANDO a necessidade de se otimizar as exposições do


paciente a um valor mínimo necessário para a obtenção do objetivo
radiológico;

CONSIDERANDO a evolução tecnológica, a necessidade do


aprimoramento técnico bem como a incessante busca por padrões
aceitáveis na qualidade da imagem a ser produzida;
Dosimetria

Quer no tocante ao emprego de fontes internas como na


medicina, quer no tocante ao emprego de fontes
externas, como também na medicina, na indústria,
agricultura, etc. o objetivo da DOSIMETRIA DAS
RADIAÇÕES é a determinação da taxa de exposição ou
seja, do “taxa de dose” da radiação considerada num
ponto específico de um meio, seja ele vivo ou não. Dessa
taxa de exposição, originarse-á a dose de exposição, a
dose de absorção e o efeito por ela produzido no meio.
Tr. José Moreira de Amorim Filho .
Obrigado.
Boa Noite.

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