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Prof.

DJosé ALEXANDRE Pereira PINTO


Graduado em Direito pela UFRN e Especialista em
Direito e Processo do Trabalho pela Universidade
Candido Mendes

Autor de 05 livros sendo o último Direito do Trabalho


Aplicado.

Advogado Trabalhista.

Integrante do quadro efetivo de Assessores Jurídicos do


Estado do Rio Grande do Norte.

Membro das Bancas examinadoras do III, IV, V, VI


concurso para Juiz do Trabalho do TRT 21ª Região.

Professor da Escola da Assoc. dos Magistrados do


TRT21ª Região.
Prof. Alexandre Pinto

DIREITO

DO

TRABALHO II
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FGTS
DEFINIÇÃO
O FGTS é um fundo constituído pelos
saldos das contas vinculadas a que se refere
esta lei e outros recursos a ele incorporados,
devendo ser aplicados com atualização
monetária e juros, de modo a assegurar a
cobertura de suas obrigações.

Conta
Vinculada É um conta aberta no FGTS(CEF) em
nome do trabalhador(empregado e avulso),
vinculada ao empregador ou OGMO, destinada
a receber os depósitos feitos em nome do
trabalhador pelo tomador dos seus serviços.
Conta
Vinculada
Conta Vinculada Ativa: Quando o
trabalhador está empregado ou
exercendo atividade como trabalhador
avulso.

Conta Vinculada Inativa: Quando o


trabalhador teve o seu contrato de
trabalho rescindido sem possibilidade de
saque da conta vinculada(justa causa ou
pedido de demissão)
Depósitos

Os depósito mensais equivalente a:

• 8% da remuneração mensal para os


empregados;

• 8% da remuneração mensal para os
trabalhadores avulsos;

• 2% da remuneração mensal para os


aprendizes;
MOVIMENTAÇÃO DA CONTA
VINCULADA

•Extinção do Contrato por •Contrair AIDS, CÂNCER,


despedida sem justa causa, MOLESTIA GRAVE ou estiver
rescisão indireta, de culpa em fase terminal;
recíproca, falência do
empregador e motivo de força •Abater prestação da casa
maior; própria

•Aposentadoria do trabalhador; •Vitima de catástrofe natural;

• Morte do trabalhador; •Conta inativa por mais de 3


anos;
•Ao completar 70 anos;
•Aplicação em Fundos de
•Aquisição de Casa Própria Privatização
MULTA 40% DO SALDO – s/ justa causa, resc.
Indireta, morte do empregador e
RESCÍSÓRIA falência do empregador;

20% DO SALDO - Culpa reciproca e


força maior;

3,2% AO MÊS – dispensa do


empregado doméstico

SEM MULTA – termino do contrato


por prazo determinado,
aposentadoria e morte do empregado.
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Equiparação salarial

É o instituto pelo qual dois empregados que


trabalham na mesma empresa e exercem as
mesmas funções devem ter salários iguais.
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CLT
Art. 461 - Sendo idêntica a função, a todo
trabalho de igual valor, prestado ao mesmo
empregador, no mesmo estabelecimento
empresarial, corresponderá igual salário, sem
distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade.
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PARAGONADO

Sujeitos
De
EQUIPARAÇÃO

PARADIGMA
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MESMO EMPREGADOR

MESMA FUNÇÃO

TRABALHADO DE IGUAL
REQUISITOS PARA VALOR
EQUIPARAÇÃO
MESMO
ESTABELECIMENTO

TEMPO DE SERVIÇO
NA EMPRESA E NA FUNÇÃO

SIMULTANEIDADE
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Art. 461 –CLT


§ 1º - Trabalho de igual valor, para os fins deste
Capítulo, será o que for feito com igual
produtividade e com a mesma perfeição técnica,
entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço
para o mesmo empregador não seja superior a
quatro anos e a diferença de tempo na função não
seja superior a dois anos.
§ 5o - A equiparação salarial só será possível entre
empregados contemporâneos no cargo ou na
função, ficando vedada a indicação de paradigmas
remotos, ainda que o paradigma contemporâneo
tenha obtido a vantagem em ação judicial própria.
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SERVIDOR PÚBLICO
Art. 37, XIII CF

REQUISITOS EMPREGADO
READAPTADO
IMPEDITIVOS DA
Art. 461, § 4º CLT
EQUIPARAÇÃO

QUADRO DE
CARREIRA
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EMPREGADO READAPTADO

CLT
Art. 461
§ 4º - O trabalhador readaptado em nova função por
motivo de deficiência física ou mental atestada pelo
órgão competente da Previdência Social não servirá
de paradigma para fins de equiparação salarial.
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QUADRO DE CARREIRA

CLT
Art. 461
§ 2º - Os dispositivos deste artigo não prevalecerão quando o
empregador tiver pessoal organizado em quadro de carreira ou adotar,
por meio de norma interna da empresa ou de negociação coletiva, plano
de cargos e salários, dispensada qualquer forma de homologação ou
registro em órgão público.

§ 3º - No caso do § 2o deste artigo, as promoções poderão ser


feitas por merecimento e por antiguidade, ou por apenas um
destes critérios, dentro de cada categoria profissional.
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art. 461. Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor, prestado ao mesmo
empregador, no mesmo estabelecimento empresarial, corresponderá igual salário, sem
distinção de sexo, etnia, nacionalidade ou idade.
§ 1o Trabalho de igual valor, para os fins deste Capítulo, será o que for feito com igual
produtividade e com a mesma perfeição técnica, entre pessoas cuja diferença de tempo de
serviço para o mesmo empregador não seja superior a quatro anos e a diferença de tempo na
função não seja superior a dois anos.
§ 2o Os dispositivos deste artigo não prevalecerão quando o empregador tiver pessoal
organizado em quadro de carreira ou adotar, por meio de norma interna da empresa ou de
negociação coletiva, plano de cargos e salários, dispensada qualquer forma de homologação
ou registro em órgão público.
§ 3o No caso do § 2o deste artigo, as promoções poderão ser feitas por merecimento e por
antiguidade, ou por apenas um destes critérios, dentro de cada categoria profissional.
§ 4º - O trabalhador readaptado em nova função por motivo de deficiência física ou mental
atestada pelo órgão competente da Previdência Social não servirá de paradigma para fins de
equiparação salarial.
§ 5o A equiparação salarial só será possível entre empregados contemporâneos no cargo ou
na função, ficando vedada a indicação de paradigmas remotos, ainda que o paradigma
contemporâneo tenha obtido a vantagem em ação judicial própria.
§ 6o No caso de comprovada discriminação por motivo de sexo ou etnia, o juízo
determinará, além do pagamento das diferenças salariais devidas, multa, em favor do
empregado discriminado, no valor de 50% (cinquenta por cento) do limite máximo dos
benefícios do Regime Geral de Previdência Social.
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SÚMULA N° 06-TST
EQUIPARAÇÃO SALARIAL. ART. 461 DA CLT.

I- Para os fins previstos no § 2º do art. 461 da CLT, só é válido o quadro


de pessoal organizado em carreira quando homologado pelo Ministério
do Trabalho, excluindo-se, apenas, dessa exigência o quadro de carreira
das entidades de direito público da administração direta, autárquica e
fundacional aprovado por ato administrativo da autoridade competente.

II - Para efeito de equiparação de salários em caso de trabalho igual,


conta-se o tempo de serviço na função e não no emprego.

III - A equiparação salarial só é possível se o empregado e o paradigma


exercerem a mesma função, desempenhando as mesmas tarefas, não
importando se os cargos têm, ou não, a mesma denominação.

IV - É desnecessário que, ao tempo da reclamação sobre equiparação


salarial, reclamante e paradigma estejam a serviço do estabelecimento,
desde que o pedido se relacione com situação pretérita.
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V - A cessão de empregados não exclui a equiparação salarial, embora


exercida a função em órgão governamental estranho à cedente, se esta
responde pelos salários do paradigma e do reclamante.

VI - Presentes os pressupostos do art. 461 da CLT, é irrelevante a


circunstância de que o desnível salarial tenha origem em decisão
judicial que beneficiou o paradigma, exceto: a) se decorrente de
vantagem pessoal ou de tese jurídica superada pela jurisprudência de
Corte Superior; b) na hipótese de equiparação salarial em cadeia,
suscitada em defesa, se o empregador produzir prova do alegado fato
modificativo, impeditivo ou extintivo do direito à equiparação salarial em
relação ao paradigma remoto, considerada irrelevante, para esse efeito,
a existência de diferença de tempo de serviço na função superior a dois
anos entre o reclamante e os empregados paradigmas componentes da
cadeia equiparatória, à exceção do paradigma imediato.
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VII - Desde que atendidos os requisitos do art. 461 da CLT, é possível a


equiparação salarial de trabalho intelectual, que pode ser avaliado por
sua perfeição técnica, cuja aferição terá critérios objetivos.

VIII - É do empregador o ônus da prova do fato impeditivo, modificativo


ou extintivo da equiparação salarial.

IX - Na ação de equiparação salarial, a prescrição é parcial e só alcança


as diferenças salariais vencidas no período de 5 (cinco) anos que
precedeu o ajuizamento.

X - O conceito de "mesma localidade" de que trata o art. 461 da CLT


refere-se, em princípio, ao mesmo município, ou a municípios distintos
que, comprovadamente, pertençam à mesma região metropolitana
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ESTABILIDADE

É o instituto pelo qual se confere a proteção ao emprego contra a


demissão imotivada.
CLASSIFICAÇÃO DA ESTABILIDADE

ESTABILIDADE
DEFINITIVA

ESTABILIDADE
PROVISÓRIA
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ESTABILIDADE DEFINITIVA

É aquela que, uma vez adquirida, o empregado não perde mais


NO SETOR PÚBLICO
ART. 41 CF

NO SETOR PRIVADO
ART. 492 - CLT
DA ESTABILIDADE
Art. 492 - O empregado que contar mais de 10
(dez) anos de serviço na mesma empresa não poderá
ser despedido senão por motivo de falta grave ou
circunstância de força maior, devidamente
comprovadas.
Parágrafo único - Considera-se como de serviço
todo o tempo em que o empregado esteja à disposição
do empregador.
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ESTABILIDADE PROVISÓRIA

É aquela que assegura ao empregado a garantia do


emprego durante um determinado espaço de tempo, por
força de Lei, Regulamento da Empresa, Acordos ou
Convenções Coletivas.
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Dirigente Sindical

Membros da CIPA

Membros da CCP

Estabilidade Gestante

Provisória
Acidentado

Conselho Curador
do FGTS
Conselho da
Previdência Social

Convencional
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DIRIGENTE SINDICAL
Art.543, § 3º CLT
Art.8º VIII CF+

BENEFICIÁRIO: Os membros TITULARES e


SUPLENTES da Diretoria do Sindicato, Federação e
Confederação.

INÍCIO: Registro da candidatura

TÉRMINO: até a eleição, e se eleito, e tomar posse, até 01


anos após o término do mandato.
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CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Art. 8º ..........
VIII - é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir
do registro da candidatura a cargo de direção ou representação
sindical e, se eleito, ainda que suplente, até um ano após o final
do mandato, salvo se cometer falta grave nos termos da lei.

CLT
Art. 543 .......
§ 3º - Fica vedada a dispensa do empregado sindicalizado ou
associado, a partir do momento do registro de sua candidatura
a cargo de direção ou representação de entidade sindical ou de
associação profissional, até 1 (um) ano após o final do seu
mandato, caso seja eleito inclusive como suplente, salvo se
cometer falta grave devidamente apurada nos termos desta
Consolidação.
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CLT
Art. 522. A administração do sindicato será exercida por
uma diretoria constituída no máximo de sete e no mínimo
de três membros e de um Conselho Fiscal composto de
três membros, eleitos esses órgãos pela Assembleia Geral.

Art. 543.

§ 5º - Para os fins dêste artigo, a entidade sindical


comunicará por escrito à empresa, dentro de 24 (vinte e
quatro) horas, o dia e a hora do registro da candidatura
do seu empregado e, em igual prazo, sua eleição e posse,
fornecendo, outrossim, a êste, comprovante no mesmo
sentido. O Ministério do Trabalho e Previdência Social
fará no mesmo prazo a comunicação no caso da
designação referida no final do § 4º.
Prof. Alexandre Pinto

SÚMULA nº369 – TST DIRIGENTE SINDICAL. ESTABILIDADE


PROVISÓRIA
I - É assegurada a estabilidade provisória ao empregado dirigente
sindical, ainda que a comunicação do registro da candidatura ou da
eleição e da posse seja realizada fora do prazo previsto no art. 543, § 5º,
da CLT, desde que a ciência ao empregador, por qualquer meio, ocorra
na vigência do contrato de trabalho.

II - O art. 522 da CLT foi recepcionado pela Constituição Federal de


1988. Fica limitada, assim, a estabilidade a que alude o art. 543, § 3.º,
da CLT a sete dirigentes sindicais e igual número de suplentes.

III - O empregado de categoria diferenciada eleito dirigente sindical só


goza de estabilidade se exercer na empresa atividade pertinente à
categoria profissional do sindicato para o qual foi eleito dirigente.

IV - Havendo extinção da atividade empresarial no âmbito da base


territorial do sindicato, não há razão para subsistir a estabilidade.

V - O registro da candidatura do empregado a cargo de dirigente


sindical durante o período de aviso prévio, ainda que indenizado, não
lhe assegura a estabilidade, visto que inaplicável a regra do § 3º do art.
543 da Consolidação das Leis do Trabalho.
Prof. Alexandre Pinto

CLT
Art. 522. A administração do sindicato será exercida por uma
diretoria constituída no máximo de sete e no mínimo de três
membros e de um Conselho Fiscal composto de três membros,
eleitos esses órgãos pela Assembleia Geral.

§ 2º - A competência do Conselho Fiscal é limitada à


fiscalização da gestão financeira do sindicato.

OJ-SDI1-365 ESTABILIDADE PROVISÓRIA. MEMBRO DE


CONSELHO FISCAL DE SINDICATO. INEXISTÊNCIA
Membro de conselho fiscal de sindicato não tem direito à
estabilidade prevista nos arts. 543, § 3º, da CLT e 8º, VIII, da
CF/1988, porquanto não representa ou atua na defesa de
direitos da categoria respectiva, tendo sua competência limitada
à fiscalização da gestão financeira do sindicato (art. 522, § 2º,
da CLT).
Prof. Alexandre Pinto

MEMBRO DA CIPA
Art.165 CLT

BENEFICIÁRIO: Os membros TITULARES e


SUPLENTES da representação dos empregados na CIPA.

INÍCIO: Registro da candidatura

TÉRMINO: até a eleição, e se eleito, e tomar posse, até 01


anos após o término do mandato.
Prof. Alexandre Pinto

CLT
Art. 165 - Os titulares da representação dos empregados nas
CIPA (s) não poderão sofrer despedida arbitrária, entendendo-se
como tal a que não se fundar em motivo disciplinar, técnico,
econômico ou financeiro.

Parágrafo único - Ocorrendo a despedida, caberá ao empregador, em


caso de reclamação à Justiça do Trabalho, comprovar a existência de
qualquer dos motivos mencionados neste artigo, sob pena de ser
condenado a reintegrar o empregado.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL - ADCT


Art. 10 - Até que seja promulgada a lei complementar a que se
refere o art. 7º, I, da Constituição:

II - fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa:

a) do empregado eleito para cargo de direção de comissões


internas de prevenção de acidentes, desde o registro de sua
candidatura até um ano após o final de seu mandato;
Prof. Alexandre Pinto

Art. 164 - Cada CIPA será composta de representantes


da empresa e dos empregados, de acordo com os critérios
que vierem a ser adotados na regulamentação de que
trata o parágrafo único do artigo anterior.

§ 1º - Os representantes dos empregadores, titulares e


suplentes, serão por eles designados.

§ 2º - Os representantes dos empregados, titulares e


suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto, do qual
participem, independentemente de filiação sindical,
exclusivamente os empregados interessados.

§ 3º - O mandato dos membros eleitos da CIPA terá a


duração de 1 (um) ano, permitida uma reeleição.
Prof. Alexandre Pinto

SÚMULA nº 339 CIPA. SUPLENTE. GARANTIA


DE EMPREGO. CF/1988

I - O suplente da CIPA goza da garantia de emprego


prevista no art. 10, II, "a", do ADCT a partir da
promulgação da Constituição Federal de 1988.

II - A estabilidade provisória do cipeiro não constitui


vantagem pessoal, mas garantia para as atividades dos
membros da CIPA, que somente tem razão de ser quando
em atividade a empresa. Extinto o estabelecimento, não
se verifica a despedida arbitrária, sendo impossível a
reintegração e indevida a indenização do período
estabilitário.
Prof. Alexandre Pinto

MEMBRO DA CCP
Art.625-B CLT

BENEFICIÁRIO: Os membros TITULARES e


SUPLENTES da representação dos empregados na CCP.

INÍCIO: Registro da candidatura

TÉRMINO: até a eleição, e se eleito, e tomar posse, até 01


anos após o término do mandato.
Prof. Alexandre Pinto

CLT

Art. 625-B

§ 1º - É vedada a dispensa dos representantes dos empregados


membros da Comissão de Conciliação Prévia, titulares e
suplentes, até um ano após o final do mandato, salvo se
cometerem falta grave, nos termos da lei.
Prof. Alexandre Pinto

Art. 625-A - As empresas e os sindicatos podem instituir Comissões de


Conciliação Prévia, de composição paritária, com representante dos
empregados e dos empregadores, com a atribuição de tentar conciliar os
conflitos individuais do trabalho.

Parágrafo único - As Comissões referidas no caput deste artigo


poderão ser constituídas por grupos de empresas ou ter caráter
intersindical.

Art. 625-B - A Comissão instituída no âmbito da empresa será


composta de, no mínimo, dois e, no máximo, dez membros, e observará
as seguintes normas:
I - a metade de seus membros será indicada pelo empregador e outra
metade eleita pelos empregados, em escrutínio, secreto, fiscalizado pelo
sindicato de categoria profissional;
II - haverá na Comissão tantos suplentes quantos forem os
representantes titulares;
III - o mandato dos seus membros, titulares e suplentes, é de um ano,
permitida uma recondução.
Prof. Alexandre Pinto

EMPREGADA GESTANTE
Art.10, II, b ADCT/CF

BENEFICIÁRIO: As empregadas gestante.

INÍCIO: Confirmação da gravidez

TÉRMINO: até a 05 meses pós parto.


Prof. Alexandre Pinto

CONSTITUIÇÃO FEDERAL - ADCT

Art. 10 - Até que seja promulgada a lei complementar a que se


refere o art. 7º, I, da Constituição:

II - fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa:

b) a empregada gestante, desde a confirmação da gravidez até


cinco meses após o parto.

LEI COMPLEMENTAR nº 150/2015

Art. 25 - .........
Parágrafo único - A confirmação do estado de gravidez durante
o curso do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do
aviso prévio trabalhado ou indenizado, garante à empregada
gestante a estabilidade provisória prevista na alínea “b” do
inciso II do art. 10 do Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias.
Prof. Alexandre Pinto

SÚMULA Nº244 GESTANTE. ESTABILIDADE PROVISÓRIA

I - O desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não


afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da
estabilidade (art. 10, II, "b" do ADCT).

II - A garantia de emprego à gestante só autoriza a reintegração


se esta se der durante o período de estabilidade. Do contrário, a
garantia restringe-se aos salários e demais direitos
correspondentes ao período de estabilidade.

III - A empregada gestante tem direito à estabilidade provisória


prevista no art. 10, inciso II, alínea “b”, do Ato das Disposições
Constitucionais Transitórias, mesmo na hipótese de admissão
mediante contrato por tempo determinado.
Prof. Alexandre Pinto

CLT
Art. 391-A. A confirmação do estado de gravidez advindo no
curso do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do
aviso prévio trabalhado ou indenizado, garante à empregada
gestante a estabilidade provisória prevista na alínea b do inciso
II do art. 10 do Ato das Disposições Constitucionais
Transitórias.
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EMPREGADO ACIDENTADO
Art.118 Lei Nº 8.213/91

BENEFICIÁRIO: Os empregados vítima de acidente do


trabalho com afastamento superior a 15 dias e percepção de
auxilio doença.

INÍCIO: Término do benefício previdenciário

TÉRMINO: 12 meses após o retorno ao trabalho.


Prof. Alexandre Pinto

Lei Nº 8.213/91
Art. 118. O segurado que sofreu acidente do trabalho tem
garantida, pelo prazo mínimo de doze meses, a manutenção do
seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxílio-
doença acidentário, independentemente de percepção de auxílio-
acidente.
Prof. Alexandre Pinto

SÚMULA Nº 378 ESTABILIDADE PROVISÓRIA.


ACIDENTE DO TRABALHO. ART. 118 DA LEI Nº
8.213/1991

I - É constitucional o artigo 118 da Lei nº 8.213/1991 que


assegura o direito à estabilidade provisória por período de 12
meses após a cessação do auxílio-doença ao empregado
acidentado.

II - São pressupostos para a concessão da estabilidade o


afastamento superior a 15 dias e a consequente percepção do
auxílio-doença acidentário, salvo se constatada, após a
despedida, doença profissional que guarde relação de
causalidade com a execução do contrato de emprego.

III – O empregado submetido a contrato de trabalho por tempo


determinado goza da garantia provisória de emprego decorrente
de acidente de trabalho prevista no art. 118 da Lei nº 8.213/91.
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MEMBRO DO CONSELHO
CURADOR DO FGTS
Art. 3º, § 9º Lei Nº 8.036/90

BENEFICIÁRIO: Os empregados nomeados


representante dos trabalhadores no conselho.

INÍCIO: na data nomeação.

TÉRMINO: 12 meses após o término do mandato.


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Lei nº 8.036/90
Art. 3o -

§ 9º Aos membros do Conselho Curador, enquanto


representantes dos trabalhadores, efetivos e suplentes, é
assegurada a estabilidade no emprego, da nomeação até um ano
após o término do mandato de representação, somente podendo
ser demitidos por motivo de falta grave, regularmente comprovada
através de processo sindical.
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MEMBRO DO CONSELHO DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL
Art. 3º, § 7º Lei Nº 8.213/91

BENEFICIÁRIO: Os empregados nomeados


representante dos trabalhadores no conselho.

INÍCIO: na data nomeação.

TÉRMINO: 12 meses após o término do mandato.


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Lei nº 8.213/91
Art. 3o -

§ 7º - Aos membros do CNPS, enquanto representantes dos


trabalhadores em atividade, titulares e suplentes, é assegurada a
estabilidade no emprego, da nomeação até um ano após o
término do mandato de representação, somente podendo ser
demitidos por motivo de falta grave, regularmente comprovada
através de processo judicial.
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ESTABILIDADE CONVENCIONAL

BENEFICIÁRIO: Os empregados integrantes da categoria


ou empresa acordante..

INÍCIO: na data fixada no Acordo ou Convenção Coletiva.

TÉRMINO: na data fixada no Acordo ou Convenção


Coletiva.
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prescrição

Prescrição é a perda da pretensão, ou seja,


perda da proteção jurídica relativa ao direito
pelo decurso (perda) de prazo.

O direito material violado dá origem à


pretensão, que é deduzida em juízo por meio
da ação. Extinta a pretensão, não há ação.
Portanto, a prescrição extingue a pretensão
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CONSTITUIÇÃO FEDERAL

Art. 7º......
XXIX - ação, quanto aos créditos resultantes das relações de
trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os
trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a
extinção do contrato de trabalho

CLT
Art. 11 - . A pretensão quanto a créditos resultantes das
relações de trabalho prescreve em cinco anos para os
trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a
extinção do contrato de trabalho.
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CARACTERISTICAS DA PRESCRIÇÃO

• a prescrição inicia-se na data lesão ao direito e a contagem exclui


o dia de início e inclui o do seu término;

• O prazo de prescrição se prorroga quando seu término ocorre em


um dia não útil ou de recesso, para o 1º dia útil subsequente;

• o prazo prescricional somente é fixado por lei;

• Não corre nenhum prazo prescricional contra os menores de 18


anos;

• O ajuizamento da ação interrompe o prazo de prescrição em


relação os pedido ali contidos;

• A prescrição não pode ser declarada de ofício;

• A prescrição é matéria da defesa do mérito e deve ser arguida na


instância ordinária(até o Recurso Ordinário).
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BIENAL

Espécies QUINQUENAL

de
Prescrição TRINTENÁRIA

INTERCORRENTE
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TOTAL

Classificação
Quanto aos
Efeitos

PARCIAL
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CLT
Art. 11
§ 2o Tratando-se de pretensão que envolva pedido
de prestações sucessivas decorrente de alteração ou
descumprimento do pactuado, a prescrição é total,
exceto quando o direito à parcela esteja também
assegurado por preceito de lei.
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PRESCRIÇÃO BIENAL

Prescrevem em 02 anos contados da data do término do


contrato de trabalho.

EX.

Término do contrato:
20.04.2013
Término do prazo prescricional:
20.04.2015
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PRESCRIÇÃO
QUINQUENAL

Prescrevem em 05 anos contados da data da lesão ao


direito.

EX.

Data da lesão ao direito:


20.04.2013
Término do prazo prescricional:
20.04.2018
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PRESCRIÇÃO
TRINTENÁRIA

Prescrevem em 30 anos direito de reclamar exclusivamente


os depósitos do FGTS.

EX.

Data da lesão ao direito:


20.04.1980.
Término do prazo prescricional:
20.04.2010
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SÚMULA nº 362 FGTS. PRESCRIÇÃO

I – Para os casos em que a ciência da lesão ocorreu a partir de


13.11.2014, é quinquenal a prescrição do direito de reclamar
contra o não-recolhimento de contribuição para o FGTS,
observado o prazo de dois anos após o término do contrato;

II – Para os casos em que o prazo prescricional já estava em


curso em 13.11.2014, aplica-se o prazo prescricional que se
consumar primeiro: trinta anos, contados do termo inicial, ou
cinco anos, a partir de 13.11.2014 (STF-ARE-709212/DF).
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PRESCRIÇÃO
INTERCORRENTE

É aquela que se opera após o


ajuizamento da ação.
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CLT
Art. 11-A. Ocorre a prescrição intercorrente no
processo do trabalho no prazo de dois anos.

§ 1o A fluência do prazo prescricional intercorrente


inicia-se quando o exequente deixa de cumprir
determinação judicial no curso da execução.

§ 2o A declaração da prescrição intercorrente pode


ser requerida ou declarada de ofício em qualquer
grau de jurisdição.
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TST
SÚMULA nº 114 PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE

É inaplicável na Justiça do Trabalho a prescrição


intercorrente.

STF
SÚMULA nº 327:
O direito trabalhista admite a prescrição intercorrente.
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AVISO PRÉVIO

É uma comunicação formal(escrita) que a


parte que sem justo motivo pretender
rescindir o contrato de trabalho deverá fazer a
outra com antecedência mínima de 30 dias.
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CONSTITUIÇÃO FEDERAL
Art. 7º ......

XXI - aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no


mínimo de trinta dias, nos termos da lei;

CLT
Art. 487 - Não havendo prazo estipulado, a parte que, sem
justo motivo, quiser rescindir o contrato deverá avisar a outra
da sua resolução com a antecedência mínima de:
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CARACTERISTICAS

• É um ato formal(escrito)

• Bilateral e Recíproco

• Incompatível com estabilidade

• É irrenunciável
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Súmula nº 276-TST - AVISO PRÉVIO. RENÚNCIA PELO


EMPREGADO –
O direito ao aviso prévio é irrenunciável pelo empregado. O
pedido de dispensa de cumprimento não exime o empregador
de pagar o respectivo valor, salvo comprovação de haver o
prestador dos serviços obtido novo emprego.

Precedente Normativo nº 24-TST - DISPENSA DO AVISO


PRÉVIO
O empregado despedido fica dispensado do cumprimento do
aviso prévio quando comprovar a obtenção de novo emprego,
desonerando a empresa do pagamento dos dias não
trabalhados.

Súmula nº 348 - AVISO PRÉVIO. CONCESSÃO NA FLUÊNCIA


DA GARANTIA DE EMPREGO. INVALIDADE
É inválida a concessão do aviso prévio na fluência da garantia
de emprego, ante a incompatibilidade dos dois institutos.
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DURAÇÃO
AVISO PRÉVIO

O aviso prévio tem duração de:

a) DADO PELO EMPREGADO: 30 dias

a) DADO PELO EMPREGADOR: de 30 a 90 dias


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Lei nº 12.506/2011

Art. 1º - O aviso prévio, de que trata o Capítulo VI do Título IV


da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada pelo
Decreto-Lei 5452, de 1º de maio de 1943, será concedido na
proporção de 30 (trinta) dias aos empregados que contém até 1
(um) ano de serviço na mesma empresa.

Parágrafo único. Ao aviso prévio previsto neste artigo serão


acrescidos 3 (três) dias por ano de serviço prestado na mesma
empresa, até o máximo de 60 (sessenta) dias, perfazendo um
total de até 90 (noventa) dias.
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TEMPO DE SERVIÇO DURAÇÃO DO AVISO


Menos de 01 anos 30 dias
01 anos 33 dias
02 anos 36 dias
03 anos 39 dias
04 anos 42 dias
05 anos 45 dias
06 anos 48 dias
07 anos 51 dias
08 anos 54 dias
09 anos 57 dia s
10 anos 60 dias
11 anos 63 dias
12 anos 66 dias
13 anos 69 dias
14 anos 72 dias
15 anos 75 dias
16 anos 78 dias
17 anos 81 dias
18 anos 84 dias
19 anos 87 dias
20 anos 90 dias
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CONTAGEM DO PRAZO
DO AVISO PRÉVIO

SÚMULA nº 380 AVISO PRÉVIO. INÍCIO DA CONTAGEM.


ART. 132 DO CÓDIGO CIVIL DE 2002
Aplica-se a regra prevista no "caput" do art. 132 do Código
Civil de 2002 à contagem do prazo do aviso prévio, excluindo-
se o dia do começo e incluindo o do vencimento.
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DESISTÊNCIA
DO AVISO PRÉVIO

Art. 489 - Dado o aviso prévio, a rescisão torna-se efetiva


depois de expirado o respectivo prazo, mas, se a parte
notificante reconsiderar o ato, antes de seu termo, à outra
parte é facultado aceitar ou não a reconsideração.

Parágrafo único - Caso seja aceita a reconsideração ou


continuando a prestação depois de expirado o prazo, o
contrato continuará a vigorar, como se o aviso prévio não
tivesse sido dado.
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TRABALHADO

Espécies INDENIZADO

de
Aviso Prévio INEXISTENTE

EM CASA
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AVISO PRÉVIO
TRABALHADO

É aquele que durante o prazo do aviso prévio o


empregado permanece trabalhando normalmente
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EFEITOS DO AVISO
PRÉVIO TRABALHADO

• Todos os direitos+ e obrigações enaltaram-se.

• Quando dado pelo empregador faculta ao empregado


reduzir a carga horária em 02 horas por dia ou
faltar(sem prejuízo dos salários) por até 07 dias
consecutivos.

• A prática de falta grave faz interromper o aviso.


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CLT
Art. 488 - O horário normal de trabalho do empregado, durante o prazo do
aviso, e se a rescisão tiver sido promovida pelo empregador, será reduzido de
2 (duas) horas diárias, sem prejuízo do salário integral.

Parágrafo único - É facultado ao empregado trabalhar sem a redução das 2


(duas) horas diárias previstas neste artigo, caso em que poderá faltar ao
serviço, sem prejuízo do salário integral, por 1 (um) dia, na hipótese do inciso
l, e por 7 (sete) dias corridos, na hipótese do inciso lI do art. 487 desta
Consolidação.

Art. 490 - O empregador que, durante o prazo do aviso prévio dado ao


empregado, praticar ato que justifique a rescisão imediata do contrato,
sujeita-se ao pagamento da remuneração correspondente ao prazo do referido
aviso, sem prejuízo da indenização que for devida.

Art. 491 - O empregado que, durante o prazo do aviso prévio, cometer


qualquer das faltas consideradas pela lei como justas para a rescisão, perde
o direito ao restante do respectivo prazo.
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AVISO PRÉVIO
INDENIZADO

É aquele em que uma das partes ou seja quem avisou


ou quem foi avisado se nega a cumprir o aviso ou
torna inviável o seu cumprimento.
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EFEITOS DO AVISO
PRÉVIO INDENIZADO

• Indenização pela parte

• Projeta o fim do contrato para a data final do aviso

• Não retira a estabilidade da gestante – Art. 391-A

• Não confere Estabilidade ao candidato a cargo de


direção sindical
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EFEITOS DO AVISO
PRÉVIO INDENIZADO

CLT
Art. 487..........

§ 1º - A falta do aviso prévio por parte do empregador dá ao


empregado o direito aos salários correspondentes ao prazo do aviso,
garantida sempre a integração desse período no seu tempo de
serviço.

§ 2º - A falta de aviso prévio por parte do empregado dá ao


empregador o direito de descontar os salários correspondentes ao
prazo respectivo.

§ 4º - É devido o aviso prévio na despedida indireta.


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AVISO PRÉVIO INDENIZADO

SÚMULA nº 14 CULPA RECÍPROCA


Reconhecida a culpa recíproca na rescisão do contrato de trabalho
(art. 484 da CLT), o empregado tem direito a 50% (cinquenta por
cento) do valor do aviso prévio, do décimo terceiro salário e das férias
proporcionais.

CLT
Art. 391-A. A confirmação do estado de gravidez advindo no curso
do contrato de trabalho, ainda que durante o prazo do aviso prévio
trabalhado ou indenizado, garante à empregada gestante a
estabilidade provisória prevista na alínea b do inciso II do art. 10 do
Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.
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AVISO PRÉVIO INEXISTENTE

Ocorre quando a motivação da rescisão contratual não exige ou


permite o cumprimento do aviso prévio
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HIPÓTESES DE
AVISO PRÉVIO INEXISTENTE

• MORTE DO EMPREGADO

• TÉRMINO DO CONTRATO POR PRAZO DETERMINADO

• APOSENTADORIA VOLUNTÁRIA DO EMPREGADO

• MOTIVO DE FORÇA MAIOR

• JUSTA CAUSA DO EMPREGADO


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AVISO PRÉVIO EM CASA

Ocorre quando o empregador determina que o empregado cumpra o


aviso prévio em casa.
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OJ-SDI1-14 AVISO PRÉVIO CUMPRIDO EM CASA. VERBAS


RESCI-SÓRIAS. PRAZO PARA PAGAMENTO

Em caso de aviso prévio cumprido em casa, o prazo para pagamento


das verbas rescisórias é até o décimo dia da notificação de
despedida.
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AVISO PRÉVIO
PARTICULARIDADE

SÚMULA Nº 371 AVISO PRÉVIO INDENIZADO. EFEITOS.


SUPERVENIÊNCIA DE AUXÍLIO-DOENÇA NO CURSO DESTE.
A projeção do contrato de trabalho para o futuro, pela concessão do
aviso prévio indenizado, tem efeitos limitados às vantagens
econômicas obtidas no período de pré-aviso, ou seja, salários,
reflexos e verbas rescisórias. No caso de concessão de auxílio-doença
no curso do aviso prévio, todavia, só se concretizam os efeitos da
dispensa depois de expirado o benefício previdenciário.

OJ-SDI1-82 AVISO PRÉVIO. BAIXA NA CTPS


A data de saída a ser anotada na CTPS deve corresponder à do
término do prazo do aviso prévio, ainda que indenizado.

OJ-SDI1-83 AVISO PRÉVIO. INDENIZADO. PRESCRIÇÃO


A prescrição começa a fluir no final da data do término do aviso
prévio. Art. 487, § 1º, CLT.
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CESSAÇÃO DO
CONTRATO DE TRABALHO

• É o fenômeno jurídico pelo qual se põe fim ao contrato de


trabalho.
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Por Iniciativa do
Empregado

Por Iniciativa do
Formas de Empregador
Cessação do
Contrato de
Trabalho Por Ato de
terceiros ou Fato

Por Acordo entre as


partes
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CESSAÇÃO POR
INICIATIVA DO EMPREGADO

Ocorre quando a iniciativa de romper o contrato, com ou


sem motivação, parte do empregado.
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Pedido de
Demissão

Hipóteses de
Cessação por Rescisão Indireta
Iniciativa do
Empregado

Aposentadoria
Voluntária
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PEDIDO DE DEMISSÃO

Ocorre quando o empregado, sem qualquer motivação


jurídica toma a iniciativa de romper o contrato.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO Dado pelo empregado

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS RETIDO

MULTA 40% NÃO

SEGURO DESEMPREGO NÃO


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RESCISÃO INDIRETA

Ocorre quando o empregador comete uma falta grave que


torna impossível a continuidade do contrato –Art. 483 CLT.
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Art. 483 -O empregado poderá considerar rescindido o contrato e pleitear a devida indenização quando:

a) forem exigidos serviços superiores às suas forças, defesos por lei, contrários aos bons costumes,
ou alheios ao contrato;

b) for tratado pelo empregador ou por seus superiores hierárquicos com rigor excessivo;

c) correr perigo manifesto de mal considerável;

d) não cumprir o empregador as obrigações do contrato;

e) praticar o empregador ou seus prepostos, contra ele ou pessoas de sua família, ato lesivo da honra
e boa fama;

f) o empregador ou seus prepostos ofenderem-no fisicamente, salvo em caso de legítima defesa,


própria ou de outrem;

g) o empregador reduzir o seu trabalho, sendo este por peça ou tarefa, de forma a afetar
sensivelmente a importância dos salários.

§ 1º - O empregado poderá suspender a prestação dos serviços ou rescindir o contrato, quando tiver
de desempenhar obrigações legais, incompatíveis com a continuação do serviço.

§ 2º - No caso de morte do empregador constituído em empresa individual, é facultado ao empregado


rescindir o contrato de trabalho.

§ 3º - Nas hipóteses das letras "d" e "g", poderá o empregado pleitear a rescisão de seu contrato de
trabalho e o pagamento das respectivas indenizações, permanecendo ou não no serviço até final decisão
do processo.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO Indenizado pelo empregador

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% SIM

SEGURO DESEMPREGO SIM


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APOSENTADORIA
VOLUNTÁRIA

Ocorre quando o empregado após ter seu pedido de


aposentadoria deferido pelo INSS requer a extinção do
contrato.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO NÃO HÁ

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% NÃO

SEGURO DESEMPREGO NÃO


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CESSAÇÃO POR
INICIATIVA DO EMPREGADOR

Ocorre quando a iniciativa de romper o contrato, com ou


sem motivação, parte do empregador.
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Dispensa Sem
Justa Causa

Hipóteses de
Cessação por Dispensa Com
Iniciativa do Justa Causa

Empregador

Aposentadoria
Compulsória
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DISPENSA SEM JUSTA CAUSA

Ocorre quando o empregado, sem qualquer motivação


jurídica toma a iniciativa de romper o contrato.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO Dado pelo empregador

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% SIM

SEGURO DESEMPREGO SIM


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DISPENSA COM JUSTA CAUSA

Ocorre quando o empregado comete uma das hipóteses de


Justa Causa previstas no Art. 482-CLT.
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Art. 482 - Constituem justa causa para rescisão do contrato de trabalho pelo empregador:
a) ato de improbidade;
b) incontinência de conduta ou mau procedimento;
c) negociação habitual por conta própria ou alheia sem permissão do empregador, e
quando constituir ato de concorrência à empresa para a qual trabalha o empregado, ou for
prejudicial ao serviço;
d) condenação criminal do empregado, passada em julgado, caso não tenha havido
suspensão da execução da pena;
e) desídia no desempenho das respectivas funções;
f) embriaguez habitual ou em serviço;
g) violação de segredo da empresa;
h) ato de indisciplina ou de insubordinação;
i) abandono de emprego;
j) ato lesivo da honra ou da boa fama praticado no serviço contra qualquer pessoa, ou
ofensas físicas, nas mesmas condições, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de
outrem;
k) ato lesivo da honra ou da boa fama ou ofensas físicas praticadas contra o
empregador e superiores hierárquicos, salvo em caso de legítima defesa, própria ou de
outrem;
l) prática constante de jogos de azar.
m) perda da habilitação ou dos requisitos estabelecidos em lei para o exercício da
profissão, em decorrência de conduta dolosa do empregado.
Parágrafo único - Constitui igualmente justa causa para dispensa de empregado a
prática, devidamente comprovada em inquérito administrativo, de atos atentatórios à
segurança nacional.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO NÃO HÁ

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO NÃO

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS NÃO

FGTS RETIDO

MULTA 40% NÃO

SEGURO DESEMPREGO NÃO


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APOSENTADORIA
COMPULSÓRIA

Ocorre quando o empregado que já completou 70 anos e


satisfez os requisitos para aposentadoria pelo INSS, tem a
aposentadoria requerida pelo empregador.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO Indenizado pelo empregador

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% SIM

SEGURO DESEMPREGO NÃO


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CESSAÇÃO POR
ATO DE TERECEIROS OU FATO

Ocorre quando o ato praticado por um terceiro ou um fato


superveniente impede a continuidade do contrato de
trabalho.
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Morte do
Empregado

Culpa Recíproca
Hipóteses de
Cessação por
Falência do
Ato de Terceiros
Empregador
ou Fato

Factum Principis

Força Maior
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MORTE DO EMPREGADO

Ocorre quando o empregado vem a óbito.


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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO NÃO HÁ

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% NÃO

SEGURO DESEMPREGO NÃO


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CULPA RECÍPROCA

Ocorre quando o empregado e o empregador cometem,


simultaneamente, falta garve.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO INDENIZADO EM 50%

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM - 50%

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM - 50%

FGTS SAQUE

MULTA 40% SIM - 20%

SEGURO DESEMPREGO NÃO


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FALÊNCIA DO EMPREGADOR

Ocorre quando o empregador tem contra si sentença judicial


de falência.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO INDENIZADO PELO EMPREGADOR

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% SIM

SEGURO DESEMPREGO SIM


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FACTUM PRINCIPIS

Ocorre quando um ato do poder público impede a


continuidade da atividade do empregador.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO INDENIZADO PELO ENTE


PÚBLICO

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% SIM

SEGURO DESEMPREGO SIM


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FORÇA MAIOR

Ocorre quando um evento imprevisível ou inevitável põe fim


a atividade do empregador.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO NÃO HÁ

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE

MULTA 40% SIM-20%

SEGURO DESEMPREGO SIM


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CESSAÇÃO POR
ACORDO ENTRE AS PARTES

Ocorre quando as partes resolvem de comum acordo por fim


ao contrato do trabalho.
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EFEITOS RESCISÓRIO

AVISO PRÉVIO INDENIZADO PELA METADE

SALDO DE SALÁRIO SIM

13º SALÁRIO SIM

FÉRIAS VENCIDAS SIM

FÉRIAS PROPORCIONAIS SIM

FGTS SAQUE DE 80%

MULTA 40% SIM-20%

SEGURO DESEMPREGO NÃO


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PAGAMENTO DAS
VERBAS RESCISÓRIAS

Art. 477
§ 6o A entrega ao empregado de documentos
que comprovem a comunicação da extinção
contratual aos órgãos competentes bem como o
pagamento dos valores constantes do
instrumento de rescisão ou recibo de quitação
deverão ser efetuados até dez dias contados a
partir do término do contrato.
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MULTAS RESCISÓRIAS

• A não observância dos prazos estipulados


para o pagamento das verbas rescisórias,
sujeitará o empregador ao pagamento de uma
multa prevista no parágrafo 8º do Art. 477,
MULTA DO no valor equivalente a maior remuneração,
ART. 477 CLT isto é, salário básico e todas as demais
parcelas integrantes da remuneração que
tenha natureza salarial, que é utilizada para a
base de cálculo das verbas rescisória.
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HOMOLOGAÇÃO DA RECISÃO
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HOMOLOGAÇÃO DA RECISÃO

Art. 477
§ 2º - O instrumento de rescisão ou recibo de quitação, qualquer que
seja a causa ou forma de dissolução do contrato, deve ter
especificada a natureza de cada parcela paga ao empregado e
discriminado o seu valor, sendo válida a quitação, apenas,
relativamente às mesmas parcelas.

Art. 477-B. Plano de Demissão Voluntária ou Incentivada, para


dispensa individual, plúrima ou coletiva, previsto em convenção
coletiva ou acordo coletivo de trabalho, enseja quitação plena e
irrevogável dos direitos decorrentes da relação empregatícia, salvo
disposição em contrário estipulada entre as partes.
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QUITAÇÃO

SÚMULA Nº 330 QUITAÇÃO. VALIDADE

A quitação passada pelo empregado, com assistência de entidade


sindical de sua categoria, ao empregador, com observância dos
requisitos exigidos nos parágrafos do art. 477 da CLT, tem eficácia
liberatória em relação às parcelas expressamente consignadas no
recibo, salvo se oposta ressalva expressa e especificada ao valor
dado à parcela ou parcelas impugnadas.

I - A quitação não abrange parcelas não consignadas no recibo de


quitação e, conseqüentemente, seus reflexos em outras parcelas,
ainda que estas constem desse recibo.

II - Quanto a direitos que deveriam ter sido satisfeitos durante a


vigência do contrato de trabalho, a quitação é válida em relação ao
período expressamente consignado no recibo de quitação.
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DIREITO
COLETIVO
DO
TRABALHO
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CONCEITO

É a parte do Direito do Trabalho que trata das


relações coletivas entre as categorias
profissionais e econômicas, bem como da
organização e funcionamento das entidades
sindicais
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PRINCÍPIOS DA AUTONOMIA
COLETIVA PRIVADA

RECONHECIMENTO DOS
ACORDOS E CONVENÇÕES
COLETIVAS

PRINCÍPIO DA ADEQUAÇÃO
SETORIAL NEGOCIADA
Princípios
do Direito PRINCÍPIOS DA LIBERDADE
DE ORGANIZAÇÃO SINDICAL
Coletivo
PRINCÍPIOS DA UNICIDADE
SINDICAL

PRINCÍPIOS DA LIBERDADE E
AUTONOMIA SINDICAL

PRINCÍPIOS DA LIBERDADE
DE ASSOCIAÇÃO SINDICAL
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É o princípio pelo qual os entes sindicais podem


Princípios da celebrar instrumentos normativos que
Autonomia Coletiva estabelecerão regras coletivas a serem aplicadas
Privada no âmbito das relações trabalhistas

É o princípio pelo qual os acordos e


Reconhecimento dos convenções coletivas de trabalho,
Acordos e Convenções pactuados são instrumento jurídicos
Coletivas válidos e eficazes nas relações de trabalho.
Art. 7º, Inc. XXVI CF

É o princípio pelo qual se impõe um limite


Princípio da Adequação jurídico a norma coletiva, somente
podendo se estabelecer normas coletivas
Setorial Negociada com direitos mais benéficos ao
trabalhador.

É o princípio pelo qual trabalhadores e


Princípios da Liberdade empregadores poderão se organizar em
entidades sindicais, para defesa seus
de Organização Sindical interesses.
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É o princípio pelo qual se limita a existência de


Princípios da apenas uma entidade sindical, de qualquer grau,
Unicidade Sindical como representante de uma categoria
profissional ou econômica, dentro de uma
mesma base territorial.

É o princípio pelo qual os sindicatos


possuem a liberdade de organização e
Princípio da Liberdade
autonomia administrativa(Art. 8º, III da
e Autonomia Sindical CF).

É o princípio pelo qual ninguém poderá ser


Princípio da Liberdade obrigado a filiar-se ou manter-se filiado a
de Associação Sindical uma entidade sindical contra a sua
vontade (Art. 8º, V da CF).
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Centrais Sindicais

Confederação
ESTRUTURA
SINDICAL

Federação

Sindicato
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SINDICATO

É uma associação que reúne pessoas físicas


ou jurídicas, agrupadas em categoria
profissional ou econômica, dentro de uma
base territorial, com o objetivo da defesa dos
interesses do agrupamento que congrega.
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federação

É uma associação sindical de grau superior de


âmbito estadual, composta por, pelo menos,
cinco sindicatos - Art.543CLT, reunidos pela
similitude de suas atividades, para a defesa
dos interesses da categoria que congrega.
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COnfederação

É uma associação sindical de grau superior,


de âmbito nacional, composta por pelo menos
três federações - Art. 535CLT, agrupadas pelo
ramo de atividades à qual está vinculada
(indústria, comércio, transportes, etc.).
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Centrais
sindicais

São associações de grau superior que


congrega as várias associações sindicais.
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Profissional

CATEGORIAS

Econômica
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CATegOria
profissional

É aquela que congrega trabalhadores pelo


ramo de atividade em que trabalha ou
profissão que exerce.
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CATegOria
Profissional diferenciada

É aquela que congrega trabalhadores que


exercem uma profissão regulamentada.
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Art 511

§ 3º Categoria profissional diferenciada é a que se forma dos


empregados que exerçam profissões ou funções
diferenciadas por força de estatuto profissional especial ou
em consequência de condições de vida singulares.
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CATegOria
econômica

É aquela que congrega empregadores pelo


ramo de atividade econômica que explora.
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Específica

CATEGORIAS
Similares
econômicas

Conexas
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Assembleia Geral

Órgãos
do Diretoria
sindicato

Conselho Fiscal
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Enquadramento
sindical

Enquadramento sindical é o processo pelo


qual se define a que categoria em deve estar
integrado um agrupamento de trabalhadores
ou empregadores., estando esse
procedimento disciplinado pelos Art. 570 e
577-CLT.
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Base territorial

É a área geográfica em que um sindicato


exerce a sua representação.
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Edital de Convocação

Realização da Assembleia

Aprovação da Criação

Criação do Aprovação dos


sindicato Estatutos

Eleição da Diretoria e
Conselho Fiscal

Ata de Eleição e Posse

Registro no Cartório e no Min.


do Trabalho e Emprego
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Função de Representação

Função de Substituição
Processual
Funções
Do Função Negocial
sindicato
Função Assistencial

Função Política
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Estabilidade

prerrogativas Inamovibilidade
Do
dirigente
Fiscalização
sindical

Ausência Justificada
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Relações coletivas
de trabalho

São aquelas que se estabelecem no teatro das


relações laborais marcada pela participação
coletiva dos trabalhadores e empregadores,
em especial, representados por suas
associações sindicais, cujo objetivo primordial
é o aperfeiçoamento dessas relações, visando
a harmonização do convívio capital/trabalho.
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Conflitos coletivo

São fenômenos jurídico-sociais que ocorrem


quando os interesses de uma categoria
profissional (empregados) se chocam com os
da categoria econômica correspondente
(empregadores).
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Autocomposição

Formas de
solução dos
conflitos

Heterocomposição
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Conciliação

AUTOCOMPOSIÇÃO

Mediação
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Arbitragem

HETEROCOMPOSIÇÃO

Jurisdição
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Contratos
coletivos de trabalho

São instrumentos formais que visam o


aperfeiçoamento dos relação de trabalho.
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Acordo Coletivo

Sind. Trabalhadores
x
1 ou + empresas
ESPECIES DE
CONTRATOS
COLETIVOS
Convenção Coletiva

Sind. Trabalhadores
x
Sind. Patronal
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CARACTERISTICAS

FORMAL
APROVAÇÃO EM ASSEMBLÉIA
REGISTRO NO MTe
DURAÇÃO MÁXIMA DE 02 ANOS
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TIPIFICAÇÃO

IDENTIFICAÇÃO DA PARTES

ABRANGÊNCIA

DATA BASE
CONTÉUDO DOS
CONTRATOS VIGÊNCIA

Coletivo CLÁUSULAS ECONÔMICAS

CLÁUSULAS PENAL

CLÁUSULAS SOCIAS

CLÁUSULAS
REGULAMENTARES
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Teoria da
Acumulação
ou
Atomista

CONFLITO ENTRE
ACORDOS Teoria do
E Conglobamento

CONVENÇÕES

Teoria do
Conglobamento
Mitigado
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Greve
Art. 9º e 37, Inciso VII CF

É a paralização total ou parcial das atividades


laborais por iniciativa dos trabalhadores.
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QUANTO A SUA
NATUREZA

CLASSIFICAÇÃO QUANTO A SUA


REGULAÇÃO
DAS GRAVES

QUANTO AO SEU
EXERCÍCIO
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Reivindicatória

CLASSIFICAÇÃO
DAS GRAVES Solidariedade
QUANTO A SUA
NATUREZA

Política
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LEGAL
Art. 9º CF

CLASSIFICAÇÃO
DAS GRAVES
QUANTO A SUA
REGULAÇÃO

ILEGAL
Art. 142, IV CF
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GREVE LEGAL
CONSTITUIÇÃO

Art. 9º É assegurado o direito de greve, competindo aos


trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre
os interesses que devam por meio dele defender.

Lei Nº 7.783/89
Art. 1º É assegurado o direito de greve, competindo aos
trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre
os interesses que devam por meio dele defender.

GREVE ILEGAL
Art. 142

IV - ao militar são proibidas a sindicalização e a greve;


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NÃO ABUSIVA
ou
REGULAR

CLASSIFICAÇÃO
DAS GRAVES
QUANTO AO SEU
EXERCÍCIO

ABUSIVA
ou
IRREGULAR
Prof. Alexandre Pinto

Art. 14 Constitui abuso do direito de greve a inobservância das normas contidas na


presente Lei, bem como a manutenção da paralisação após a celebração de
acordo, convenção ou decisão da Justiça do Trabalho.

Parágrafo único. Na vigência de acordo, convenção ou sentença normativa não


constitui abuso do exercício do direito de greve a paralisação que:

I - tenha por objetivo exigir o cumprimento de cláusula ou condição;


II - seja motivada pela superveniência de fatos novo ou acontecimento imprevisto
que modifique substancialmente a relação de trabalho.
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NAS ATIVIDADES
ESSENCIAIS

EXERCÍCIO
DO
DIREITO
DE
GRAVE

NAS ATIVIDADES
NÃO ESSENCIAIS
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ATIVIDADES ESSENCIAIS
Art. 10 e 11 lei.7.783/89

Art. 11.
Parágrafo único. São necessidades inadiáveis, da comunidade aquelas que, não
atendidas, coloquem em perigo iminente a sobrevivência, a saúde ou a segurança
da população.

Art. 10 São considerados serviços ou atividades essenciais:


I - tratamento e abastecimento de água; produção e distribuição de energia elétrica, gás e
combustíveis;
II - assistência médica e hospitalar;
III - distribuição e comercialização de medicamentos e alimentos;
IV - funerários;
V - transporte coletivo;
VI - captação e tratamento de esgoto e lixo;
VII - telecomunicações;
VIII - guarda, uso e controle de substâncias radioativas, equipamentos e materiais nucleares;
IX - processamento de dados ligados a serviços essenciais;
X - controle de tráfego aéreo;
XI – compensação bancária.
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Negociação Prévia

Assembleia de
Requisitos da Aprovação
Greve nas
Atividades Notificação empregador
Essenciais e os usuários 72h

Paralização Parcial
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Lei nº 7.783/89

Art. 3º Frustrada a negociação ou verificada a impossibilidade de recursos via


arbitral, é facultada a cessação coletiva do trabalho.

Art. 11. Nos serviços ou atividades essenciais, os sindicatos, os empregadores e


os trabalhadores ficam obrigados, de comum acordo, a garantir, durante a greve,
a prestação dos serviços indispensáveis ao atendimento das necessidades
inadiáveis da comunidade.

Parágrafo único. São necessidades inadiáveis, da comunidade aquelas que,


não atendidas, coloquem em perigo iminente a sobrevivência, a saúde ou a
segurança da população.

Art. 13 Na greve, em serviços ou atividades essenciais, ficam as entidades


sindicais ou os trabalhadores, conforme o caso, obrigados a comunicar a
decisão aos empregadores e aos usuários com antecedência mínima de 72
(setenta e duas) horas da paralisação.
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ATIVIDADES
NÃO ESSENCIAIS

São aquelas cuja paralização total não causa riscos à população e não
paralisa a atividade econômica.

 Educação
 Comércio de roupas
 Comércio de eletros-eletrônicos
 Serviços de lazer
 Bares e restaurantes
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Negociação Prévia

Assembleia de
Requisitos da Aprovação
Greve nas
Atividades Notificação ao
não Essenciais empregador 48hs

Paralização Total
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Lei nº 7.783/89

Art. 3º Frustrada a negociação ou verificada a impossibilidade de recursos via


arbitral, é facultada a cessação coletiva do trabalho.

Parágrafo único. A entidade patronal correspondente ou os empregadores


diretamente interessados serão notificados, com antecedência mínima de 48
(quarenta e oito) horas, da paralisação.

Art. 4º Caberá à entidade sindical correspondente convocar, na forma do seu


estatuto, assembléia geral que definirá as reivindicações da categoria e
deliberará sobre a paralisação coletiva da prestação de serviços.

§ 1º O estatuto da entidade sindical deverá prever as formalidades de


convocação e o quorum para a deliberação, tanto da deflagração quanto da
cessação da greve.

§ 2º Na falta de entidade sindical, a assembléia geral dos trabalhadores


interessados deliberará para os fins previstos no "caput", constituindo comissão
de negociação.
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Liberdade de Trabalhar
Art. 6º §§ 2º e 3º

Suspensão do Contrato
EFEITOS DA Art. 7º
GREVE NOS
CONTRATOS Demissão de Grevistas
DE TRABALHO Art. 7º § único e 9ª § único

Contratação de Substituto
Art. 7º § único e 9ª § único
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Lei nº 7.783/89
Art. 6º São assegurados aos grevistas, dentre outros direitos:
I - o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem
à greve;
§ 2º É vedado às empresas adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento
ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento.
§ 3º As manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não poderão impedir o
acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa.

Art. 7º Observadas as condições previstas nesta Lei, a participação em greve suspende o


contrato de trabalho, devendo as relações obrigacionais, durante o período, ser regidas pelo
acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho.
Parágrafo único. É vedada a rescisão de contrato de trabalho durante a greve, bem como a
contratação de trabalhadores substitutos, exceto na ocorrência das hipóteses previstas nos
arts. 9º e 14.

Art. 9º Durante a greve, o sindicato ou a comissão de negociação, mediante acordo com a


entidade patronal ou diretamente com o empregador, manterá em atividade equipes de
empregados com o propósito de assegurar os serviços cuja paralisação resultem em prejuízo
irreparável, pela deterioração irreversível de bens, máquinas e equipamentos, bem como a
manutenção daqueles essenciais à retomada das atividades da empresa quando da cessação
do movimento.

Parágrafo único. Não havendo acordo, é assegurado ao empregador, enquanto perdurar a


greve, o direito de contratar diretamente os serviços necessários a que se refere este artigo.
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lockout
Art. 17 Lei Nº 7.783/89

É a paralização das atividades laborais por


iniciativa dos empregadores.
Lei Nº 7.783/89

Art. 17. Fica vedada a paralisação das


atividades, por iniciativa do empregador, com o
objetivo de frustrar negociação ou dificultar o
atendimento de reivindicações dos respectivos
empregados (lockout).

Parágrafo único. A prática referida no caput


assegura aos trabalhadores o direito à percepção
dos salários durante o período de paralisação.
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Interrupção do Contrato
Art. 17 § único

EFEITOS
DO LOCK OUT Pagamento dos Salários
NOS CONTRATOS Art. 17 § único
DE TRABALHO

Multa do Ministério do
Trabalho e Emprego