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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

CAMPUS UNIVERSITARIO DE PONTES E LACERDA


DEPARTAMENTO DE ZOOTECNIA

PROFILAXIA DE DOENÇAS PARASITÁRIAS –


ECTOPARASITA

Disciplina: Profilaxia E Santidade Animal


Docente:Dr. Gregory Duarte Juffo
Discente:Guilherme Constantino
Lucas Santos Alvares

Pontes e Lacera MT
2018
Introdução
 Os ectoparasitas são responsáveis por perdas econômicas
significativas na produção animal. Com essas perdas surgiram
especificações com relação às instalações utilizadas na criação, à
nutrição animal, o manejo do rebanho, os métodos de reprodução,
à prevenção de doenças.

 Nos últimos anos o sistema de produção animal tem se


caracterizado pelos métodos intensivos de criação. Entretanto, este
tipo de sistema pode propiciar um aumento nas infestações por
parasita.

(SÁ; SÁ, 2004)


Introdução

 Os ectoparasitas são geralmente moscas, piolhos, ácaros e


carrapatos que atacam o animal externamente, podendo causar
irritação intensa, perda de condição corporal, perda de peso,
lesões no couro e perda da produção, podendo ainda
transmitir doenças graves.

(DEGASPARE, 2012).
Introdução

 É importante ressaltar que as infestações parasitárias não são


problemas individuais centralizados em um único animal e sim
problemas de rebanho e que a maioria dos prejuízos causados
pela presença do parasitismo na propriedade não é imediatamente
reconhecida.

(NEIVA, 1998)
Carrapato

 Doenças causadas por carrapato em Aves;


 Borreliose

 A borreliose aviária é uma doença de importância econômica


para produção de aves, particularmente no sistema orgânico,
por causar morbidade e alta mortalidade nos animais jovens.

(LISBOA et al., 2008).


Borreliose

 A borreliose aviária é uma doença aguda e septicêmica que


acomete uma ampla variedade de espécies de aves. Esta
enfermidade é causada por uma espécie de bactéria conhecida
como Borrelia anserina.

(CEPEDA; CORDEIRO, 2015)


Borreliose

 O intenso parasitismo e o quadro clínico estabelecido pela


infecção podem causar uma grave perda na produção animal.
O animal perde o interesse pelo alimento, permanece
prostrado, interferindo no seu ganho de peso e produção de
ovos, afetando a criação de corte e postura respectivamente.

(CEPEDA; CORDEIRO, 2015)


Borreliose

Fonte:http://www.insecta.ufv.br/Entomologia/ent/disciplina/
ban%20160/Importancia%20medica/argas%20miniatus.jpg
 O vetor biológico responsável
pela transmissão da bactéria é um
carrapato mole Argas miniatus,
conhecido vulgarmente por
“carrapato de galinha ou
carrapato de galinheiro”.

(CEPEDA; CORDEIRO, 2015) Argas miniatus.


Borreliose

 A bactéria é transmitida para ave no momento do repasto


sanguíneo, através da saliva e principalmente pelo líquido
coxal (líquido transparente liberado quando o carrapato
alcança seu máximo ingurgitamento).

(CEPEDA; CORDEIRO, 2015)


Borreliose

 Diagnostico
 Clinicamente a enfermidade caracteriza-se inicialmente por uma
hipertermia, penas arrepiadas, falta de apetite, presença de uma
diarreia verde escura.

 Com a evolução do quadro clínico, a ave entra em estado


cianótico (azulada), apresentando as mucosas pálidas e
hipotermia (temperatura baixa) que podem levar ao óbito.

(CEPEDA; CORDEIRO, 2015)


Fonte:http://ilcagnolino.blogspot.com/2011_11_01_archive.html

mucosas pálidas.
Frangos com penas arrepiadas e
Fonte:http://ilcagnolino.blogspot.com/2011_11_01_archive.html

Alterações nas fezes.


Borreliose

 Diagnostico

 O diagnóstico da borreliose aviária é mais eficaz na fase


aguda da doença, onde se pode realizar exames. As aves que
se recuperam da crise infecciosa desenvolvem uma resposta
imunológica eficiente e duradoura.

(CEPEDA; CORDEIRO, 2015)


Borreliose

 Controle e Profilaxia

 A profilaxia consiste em identificar os locais no galinheiro


onde os carrapatos podem se esconder, e que possam vir a
favorecer a permanência e o abrigo dos carrapatos.

(CEPEDA; CORDEIRO, 2015)


Carrapato

 Doenças causadas por carrapato em Equinos


 Babesiose equina

 A babesiose equina é uma enfermidade parasitária causada


pelos hematozoários Babesia equi e Babesia caballi, que são
transmitidas por carrapatos dos gêneros Amblyomma e
Rhipicephalus.

(CORREA et al. 2001)


Fonte:https://cloud.cnpgc.embrapa.br/controle-do-carrapato-
ms/museu-do-carrapato/

Rhipicephalus sanguineus
Fonte:https://cloud.cnpgc.embrapa.br/controle-do-carrapato-
ms/museu-do-carrapato/

Amblyomma
Babesiose Equina

 Os animais infectados se tornam portadores crônicos e fontes


de infecção. Os casos agudos são caracterizados por febre alta,
inapetência, edema, icterícia, fraqueza, anorexia e prostração.

(CORREA et al. 2001)


Fonte:http://patologiaveterinaria12.blogspot.com/2014/10/babesiose-em-equinos.html
Babesiose Equina

 Diagnostico

 Devem ser levados em conta os dados epidemiológicos, os


sinais clínicos ou patológicos e, sobretudo, a detecção do
parasita no interior das hemácias através de exame que
permite o diagnóstico de certeza.

(CORREA et al. 2001)


Babesiose Equina
 Controle e Profilaxia

 A infecção por Babesia equi requer maior número de


aplicações para seu controle, porque essa espécie é
relativamente resistente.

 Quando os animais são transportados de uma região


endêmica para uma região, torna-se necessária a
quimioesterilização.

(CORREA et al. 2001)


Babesiose Equina

 Controle e Profilaxia

 Deve-se tomar cuidados durante transfusões de sangue e com


materiais cirúrgicos e agulhas, associadas ao controle de
carrapatos vetores.

 As medidas profiláticas de manejo são indispensáveis, uma


vez que não existem vacinas disponíveis para o controle da
babesiose equina.

(CORREA et al. 2001)


Carrapato
 Doenças causadas por carrapato em Bovinos

 O carrapato Boophilus microplus inoculam substancias nos


bovinos, pela saliva, causando grandes perdas.

 Também inoculam os parasitas: Babesia bovis, Babesia bigemina


e Anaplasma marginale.

 As doenças causadas por eles, por terem sintomas semelhantes,


são agrupadas no complexo “Tristeza Parasitária Bovina”.

(FURLONG, 2005)
fonte:https://www.correiodoestado.com.br/cidades/mato-grosso-do-
sul-tem-22-especies-de-carrapatos-identificadas/254830/

Boophilus microplus
Fonte:https://www.embrapa.br/busca-de-imagens/-
/midia/2461002/carrapato-rhipicephalus-boophilus-microplus

Carrapato no bovino
Tristeza Parasitária Bovina

 Anaplasmose

 A anaplasmose é causada pelo Anaplasma marginale , é uma


rickettsia que faz multiplicação nas células do epitélio
intestinal do carrapato e este pode infectar-se em qualquer
estágio.

(KIKUGAWA, 2009)
Tristeza Parasitária Bovina

 Anaplasmose

 No carrapato a transmissão transestadial e transovariana.

 Nos animais pode acontecer ainda transmissão congênita ou


transplacentária.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Tristeza Parasitária Bovina

 Anaplasmose

 A transmissão mecânica pode ser através da picada do


inseto, que realiza a transferência direta de sangue de
bovinos portadores para susceptíveis.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Tristeza Parasitária Bovina

 Anaplasmose

 Os sinais clínicos observados nos animais doentes são anemia,


icterícia, dispnéia, febre, fadiga, lacrimejamento, diarreia,
micção frequente e anorexia, levando a morte do animal.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Fonte:https://www.researchgate.net/figure/Bovino-da-raca- Fonte:http://www.ourofinosaudeanimal.com/media/up
Gir-com-lacrimejamento-unilateral-acentuado-causado-por- loads/ckuploads/2016/05/23/11.jpg
larvas-de_fig5_305822562

Lacrimejamento Anemia.

Anorexia
Tristeza Parasitária Bovina
 Babesiose

 A babesiose é causada por parasitas do gênero Babesia, sendo


Babesia bovis e Babesia bigemina espécies de grande difusão e
impacto econômico.

 Babesia bovis ;

 Babesia bigemina;

(CORDOVÉS, 1997)
Tristeza Parasitária Bovina

 Babesiose

 Existem oito espécies que a babesia podem infectar os


bovinos em todo o mundo, mas destas somente B. bigemina
e B. bovis são encontradas no Brasil e demais países da
América Latina.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Tristeza Parasitária Bovina

 Babesiose

 Em condições de clima tropical e subtropical, existem duas


situação epidemiológicas distintas para babesiose bovina:
estabilidade enzoótica e instabilidade enzoótica.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Tristeza Parasitária Bovina

 Babesiose
 Estabilidade enzoótica:nessas áreas as condições climáticas
são favoráveis a presença dos carrapatos, bem como sua
multiplicação.
 Instabilidade enzoótica;que em determinadas épocas do
ano, devido às condições climáticas, impede o
desenvolvimento da vida livre do carrapato.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Tristeza Parasitária Bovina

 Diagnóstico
 Pode ser realizado com base nos sinais clínicos e na
visualização dos parasitos no interior das hemácias - Giemsa.
 Também pode ser feito vários testes sorológicos, como:
Imunoflorescência, ELISA, entre outros.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011


Tristeza Parasitária Bovina

 Controle e Profilaxia

 O tratamento da babesiose consiste em destruir os


protozoários no paciente com aplicação de medicamentos,
sendo que o mais utilizado é o dipropionato de imidocarb por
apresentar efeito prolongado, e deve ser aplicado
intramuscular.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011


Fonte:https://www.tudovet.com.br/imizol-15-ml

Imizol
Fonte:https://www.tudovet.com.br/imizol-15-ml

Triatox
Tristeza Parasitária Bovina

 Controle e Profilaxia

 Os métodos de profilaxia empregados para as


hemoparasitoses são: controle de vetores, quimioprofilaxia,
premunição e uso de vacinas

. (TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Tristeza Parasitária Bovina

 O Controle e Profilaxia

 O controle de carrapato pode ser implementado através de


um controle estratégico: como o uso de carrapaticidas,
através dos banhos de imersão levando-se sempre em
consideração a dose e concentração correta.

(TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011)


Fonte:http://ruralpecuaria.com.br/agrovideo/msd-saude-animal-dicas-de-
manejo-de-um-banheiro-de-imersao-para-bovinos.html

Imersão.
Fonte:http://www.ideagri.com.br/siteideagridados/imgs/info/SL017.gif

Pulverização.
Tristeza Parasitária Bovina

 Controle e Profilaxia

 A vacinação pode ser feita através da vacina atenuada na sua


forma tríplice (A. marginale, B. bovis e B. bigemina),
entretanto, pode provocar uma manifestação clínica da
enfermidade, sendo necessário em alguns casos, o tratamento
para evitar as perdas.

 (TRINDADE; ALMEIDA; FREITAS, 2011


Fonte:https://diptera.info/forum/viewthr Fonte:https://diptera.info/forum/viewthr
ead.php?forum_id=5&thread_id=14955 ead.php?forum_id=5&thread_id=14955

Stomoxys calcitrans

Haematobia irritans
Moscas

Oestrus ovis

Dermatobia hominis

Fonte:https://www.shutterstock.co Fonte:https://www.shutterstock.com/pt/se
m/pt/search/oestrus+ovis arch/oestrus+ovis
Moscas

 Doenças causadas por moscas em Equinos


 Moscas dos estábulos (Stomoxys calcitrans)

 A mosca Stomoxys calcitrans conhecida como mosca dos


estábulos, é um díptero hematófago que parasita várias
espécies de animais.

(BITTENCOURT, 2012)
Stomoxys calcitrans

 As perdas econômicas ocorrem devido ao estresse gerado


pelas picadas das moscas, que levam os animais a não se
alimentar adequadamente; às perdas sanguíneas; e também
pela veiculação de agentes patogênicos como protozoários,
fungos, bactérias, riquétsias e vírus.

(BITTENCOURT, 2012)
Stomoxys calcitrans

 Diagnostico

 Quando o parasitismo é moderado, podem ser observados


animais com movimentos intensos de cauda, pele e bater das
patas no solo na tentativa de espantar as moscas.

(BITTENCOURT, 2012)
Stomoxys calcitrans

 Diagnostico

 Nas infestações intensas, além das reações descritas, os


animais realizam fortes movimentos com a cabeça em
direção aos membros dianteiros, bem como se agrupam na
tentativa de se proteger da ação destas moscas.

(BITTENCOURT, 2012)
Stomoxys calcitrans

 Controle e Profilaxia

 O mais importante é controlar a proliferação dessas moscas


no ambiente, o controle físico associado ao químico são
eficazes no combate e controle das moscas.

(CASSOL; SANDOVAL, 2009)


Stomoxys calcitrans

 Controle e Profilaxia

 Para o controle físico deve ser feita a limpeza, desinfecção do


ambiente e manejo de esterqueiras.
 O controle químico deve ser realizado pulverizações com
inseticidas e utilização de brincos repelente.

(CASSOL; SANDOVAL, 2009)


Moscas

 Doenças causadas por moscas em Ovinos


 Oestrose
 A Oestrose é uma patologia que tem como hospedeiros
pequenos ruminantes (ovinos e caprinos).
 Esta doença é causada pela fase larval da mosca Oestrus ovis
(conhecida como mosca nasal das ovelhas) e é uma das
principais patologias que atinge a ovinocultura.

 (CLIMENI et al. 2008)


Oestrus ovis

 A fase larval deste díptero é depositada nas narinas do animal


e causando uma rinite parasitária, provocando grande
inquietação nas narinas dos hospedeiros.

 Os ovinos comportam-se tentando esconder as narinas contra


o solo ou contra a lã do corpo e de outros animais.

(CLIMENI et al. 2008)


Fonte:http://www.flockandherd.net.au/sheep Fonte:https://www.flickr.com/photos
/reader/respiratory-tract-diseases-spain.html /matthias_lenke/9648316148

Oestrus ovis.

Moscas depositando as larvas.


Larvas presentes nas narinas
Larvas da Oestrus ovis.

Fonte:http://www.flockandherd.net.au/sheep/re Fonte:https://www.studyblue.com/notes/n
ader/respiratory-tract-diseases-spain.html ote/n/flies-bots-maggots/deck/14443246
Oestrus ovis

 Os ovinos normalmente assumem uma postura de grupo muito


particular para se defenderem das moscas, passando a
disporem-se em círculo com as cabeças para o centro e
abaixada.

(CLIMENI et al. 2008)


Oestrus ovis

 O grande problema deste parasita deve-se ao fato da sua


presença dentro das cavidades nasal e nos seios paranasais
provocando uma grande irritação e predispondo ao
aparecimento de infecções secundárias.

(CLIMENI et al. 2008).


Oestrus ovis

 Diagnostico
 Os sintomas observados são corrimento nasal mucopurulento,
animais inquietos ou indóceis, espirros frequentes, dificuldade
respiratória, cegueira, e quando a larva atinge o cérebro o
animal perde o equilíbrio e muitas vezes andam em círculos, o
ovino cai e não pode levantar podendo vir ao óbito.

(CLIMENI et al. 2008).


Oestrus ovis

 Diagnostico

 O diagnóstico é realizado pela verificação de nódulos


inflamatórios parecidos com furúnculos, com drenagem de
secreção sanguinolenta e a percepção dos movimentos da
extremidade da larva no orifício fistuloso.

(CLIMENI et al. 2008)


Fonte: http://www.merckvetmanual.com /mvm/multimedia/v4740881.html

Ovino com prurido nasal.


Oestrus ovis

 Controle e Profilaxia

 O tratamento consiste essencialmente por administrar ivermectina


aos animais como medida de profilaxia e tratamento.

(CLIMENI et al. 2008)


Oestrus ovis

 Controle e Profilaxia

 Para prevenção desta patologia deve-se integrar ao sistema


produtivo os mecanismos de controle sanitário (vacinas;
dosificações de vermífugos como ivermectina, doramectina e
vermífugos fosforados; banhos e normas de manejo).

(CLIMENI et al. 2008).


Oestrus ovis

 Controle e Profilaxia

 Caso o animal não seja tratado a tempo ou caso não seja feito a
prevenção, este pode ter um atraso no desenvolvimento devido
a inquietação ou mesmo vir a óbito, pois a infestação é muito
rápida.

(CLIMENI et al. 2008).


Oestrus ovis

 Controle e Profilaxia

 As medidas de controle devem ser intensificadas em estações


úmidas e quentes que são propícias para o desenvolvimento da
mosca.

(CLIMENI et al. 2008)


Moscas

 Doenças causadas por moscas em Bovinos


 Mosca-dos-chifres (Haematobia irritans)

 A mosca-dos-chifres (Haematobia irritans) é uma pequena


mosca hematófaga que se alimenta quase exclusivamente de
sangue bovino.

Fonte:https://www.agroargentina.com/2017/11/1
3/como-se-controla-la-mosca-de-los-cuernos/ (AZAVÊDO; ALVES; SALES, 2008)
Haematobia irritans

 Causam inúmeros prejuízos no rebanho brasileiro,


especialmente no período de chuvas e altas temperaturas,
condições muito frequentes em nosso território.

 No Brasil, estudos apontam que os prejuízos podem chegar a


US$ 150 milhões ao ano.

(SANDOVAL, 2002)
Haematobia irritans

 Essa mosca prefere animais escuros, ou as manchas escuras


dos animais, há preferência pelos animais de origem europeia
(Bos taurus) e seus cruzamento devido a cor de sua pelagem.

(AZAVÊDO; ALVES; SALES, 2008)


Fonte:http://agronomiarustica.com/mosca-dos-chifres-haematobia-irritans/

onte:https://zoovetesmipasion.com/ganaderia/moscas-de-los-cuernos-en-la-
anaderia/
Haematobia irritans
Haematobia irritans

 O prejuízo causado pela Haematobia irritans não é tanto pelo


sangue sugado do bovino, mas sim pelo estresse causado pela
dolorosa picada. Em alguns casos, a infestação pode chegar a
mais do que 1.000 moscas por animal.

(AZAVÊDO; ALVES; SALES, 2008)


Haematobia irritans

 O estresse causado pelo parasitismo retarda o ganho de peso,


diminui a produção de leite e diminui o índice de prenhes, pois
o animal não se alimenta corretamente tentando espantar as
moscas.

(AZAVÊDO; ALVES; SALES, 2008)


Haematobia irritans

 Diagnostico

 Tanto os machos quanto as fêmeas da Mosca-dosChifres são


hematófagos e permanecem no animal 24 horas por dia,
picando-o de 15 a 40 vezes por dia, podendo voar até 14 km a
procura dos hospedeiros.

(SAÚDE ANIMAL, 2016)


Haematobia irritans

 Controle e Profilaxia

 Para o tratamento da mosca-dos-chifres foram desenvolvidos


programas para o controle que trabalham com dois métodos,
sendo um baseado no controle químico, com o uso de
inseticidas e o outro método é o biológico, o qual utiliza
inimigos naturais do inseto.

(CAMPOS et al., 2008)


Fonte: http://clicagroveterinario.blogspo t. -eficiente-de-parasitas-e.html
m.br/2011/11/controle

Aplicação do Pour on.


Haematobia irritans

 Controle e Profilaxia

 Para qualquer que seja o método controlador da moscados-


chifres, busca-se satisfazer duas metas, que se definem como
sendo: reduzir infestações da mosca-dos-chifres a níveis
toleráveis (200 moscas por animal); e evitar o possível
desenvolvimento de resistência aos inseticidas.

(CAMPOS et al., 2008)


Moscas

 Dermatobiose
 Mosca Dermatobia hominis
 Dermatobiose causada pelas larvas de Dermatobia hominis
produz uma miíases cutânea que desvaloriza as peles e reduz a
produção do leite e o ganho de peso dos bovinos.
onte:https://www.shutterstock.co

(BORJA, 2004)
/pt/search/oestrus+ovis
Dermatobia hominis

 Os prejuízos provocados por este parasito têm sido calculados


em 250 milhões de dólares por ano.

 As fêmeas não colocam seus ovos diretamente sobre os


animais, em lugar disto elas capturam outros dípteros e os fixa
uma massa de ovos sobre o abdome, transformando-lhes
assim em vetores.

(BORJA, 2004)
Dermatobia hominis

 Cada vez que os vetores pousam sobre os animais, as larvas


emergem dos ovos e transferem-se imediatamente para os
animais estimulados pelo calor e os odores emanados pelos
futuros hospedeiros.

 As larvas penetram na pele intacta através do folículo pilso


provocando uma miiases nodular cutânea.

(BORJA, 2004)
Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:De
rmatobia-hominis-infestation-cattle-2.jpg

Berne, Dermatobia hominis

Furuculos.
Dermatobia hominis

Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:De
rmatobia-hominis-infestation-cattle-2.jpg
Dermatobia hominis

 O tamanho dos nódulos ou furúnculos aumentam à medida que


as larvas crescem, e através das aberturas dos furúnculos atraem
um maior número de moscas, aumentando assim a possibilidade
de uma maior reinfestação pelas larvas do berne transportadas
pelos vetores.
Fonte: http://lpvufgjatai.blogspot.com.br

(BORJA, 2004)
/2011/05/berne-em-bovinos.html
Dermatobia hominis

 Diagnostico

 O diagnóstico é feito por meio da visualização dos nódulos


no corpo do animal, pois combate ao berne é um dos mais
complicados entre todos os ectoparasitos, pois a própria
mosca D. hominis não se aproxima dos possíveis hospedeiros
e sim utiliza outros vetores para distribuírem seus ovos.

(BORJA, 2004)
Dermatobia hominis

 Controle e Profilaxia

 O controle do berne implica no controle de um grande número


de insetos. Por isso, na maioria dos casos, o combate ao berne
restringe-se ao tratamento das larvas presentes no corpo do
animal.

(CASSOL; SOUZA, 2009)


Dermatobia hominis

 Controle e Profilaxia

 É importante salientar que existe uma grande preocupação do


uso indevido de inseticidas, pois pode causar a seleção de
cepas resistentes de insetos vetores, as quais podem causar um
aumento no número dos casos e nos níveis de infestação.

(CASSOL; SOUZA, 2009)


Dermatobia hominis

 Controle e Profilaxia
 É fundamental adotar medidas de manejo como a remoção e
tratamento dos estercos, piscinas de decantação ou
biodigestores no controle de outras moscas.

 Mesmo que a mosca berneira não faça a postura de ovos em


fezes frescas, vale lembrar que existem vetores em parte de seu
ciclo e que muitos desses vetores utilizam as fezes para
multiplicarem-se.

(CASSOL; SOUZA, 2009)


Dermatobia hominis

 Controle e Profilaxia

 O controle químico é realizado por meio de pulverizações,


banhos de imersão.

 Portanto, se controlarmos a população dos vetores, estaremos


automaticamente controlando a população de moscas
berneiras.

(CASSOL; SOUZA, 2009)


Sarna

 Doenças causadas por sarna em Caprinos e Ovinos


 Sarna Psoroptica (Psoroptes)

 São encontrados em diversas espécies animais, porém o


desenvolvimento de lesões e doença acontece de forma variável
e dependente de fatores como o estresse e imunidade do
hospedeiro.

(TIRABASSI et al. 2011)


Fonte:http://centrodesanidadanimal.blogspot.com/2014/11/la
-sarna-sarcoptica-en-el-ganado-ovino.html

Sarna psoroptes
Fonte: http://oscarbabieca93.blogspot.co
m.br/2010_05_01_archive.html
Crostas da sarna Psoroptes
Psoroptica

 É importante por causar danos em animais domésticos e


silvestres levando a perdas econômicas, problemas de bem-
estar em animais de produção em vários lugares do mundo e é
uma das causas mais frequentes de prejuízos econômicos na
criação de ovinos e caprinos.

(TIRABASSI et al. 2011)


Psoroptica

 As principais manifestações clínicas são crostas auriculares e


ecretaria_da_Agricultura_combate_focos_de_sarna_ovina

pequenos focos generalizados de crostas, e alopecia.


Fonte:http://www.agricultura.rs.gov.br/conteudo/4485/?S

(TIRABASSI et al. 2011).


Psoroptica

 Diagnostico

 As infecções acontecem preferencialmente pelo contato direto


entre os animais, porém, também pode haver a transmissão
quando os animais esfregam o corpo em obstáculos, cercas ou
por fômites.

(TIRABASSI et al. 2011)


Psoroptica

 Diagnostico

 O diagnóstico dessa parasitose é confirmado examinando-se as


crostas oriundas das lesões ao microscópio, onde podem ser
visualizados diversos estágios do ácaro.

(TIRABASSI et al. 2011)


Psoroptica

 Controle e Profilaxia

 Os fatores que favorecem o surto também definem a forma de


tratamento, como a fonte de infecção, práticas regionais de
manejo, qualidade das cercas, idade ao desmame, acesso ao
pasto, tratamentos, status parasitário, e estado sanitário geral.

(TIRABASSI et al. 2011)


Psoroptica

 Controle e Profilaxia

 O tratamento com acaricidas tem sido preconizado e os


produtos recomendados são derivados das lactonas
macrocíclinas, como moxidectina e ivermectina.

(TIRABASSI et al. 2011).


SARNA

 Doenças causadas por sarna em Aves


 Sarna Knemidocóptica (Knemidokoptes sp )

 É ocasionada por várias espécies de ácaros do gênero


Knemidokoptes sp e pode ser considerada uma enfermidade de
caráter relevante na rotina clínica aviária.

 As manifestações clínicas características da sarna


knemidocóptica raramente são observadas nas aves de vida
livre.
(BRUNO; ALBUQUERQUE, 2008).
Knemidokoptes sp

 As condições estressantes do cativeiro, associadas a um


manejo inadequado, contribuem para diminuir a resistência
imunológica das aves e uma consequente exacerbação da
transmissão da sarna knemidocóptica.

(BRUNO; ALBUQUERQUE, 2008).


Knemidokoptes sp

 Esses ácaros vivem nas partes desnudas ou mesmo nas


emplumadas do corpo, causando lesões proliferativas,
hiperqueratosas e de aparência porosa, levando ao
espessamento dos membros, podendo deformá-los e acarretar
perdas de unhas e dedos das aves.

(BRUNO; ALBUQUERQUE, 2008).


Fonte:http://www.poultrydvm.com/conditi
on/scaly-leg-mites

Sarna nos pés.


onte:http://www.poultrydvm.com/conditi
n/scaly-leg-mites
Knemidokoptes sp

Sarna nos pés.


Sarna ouricular.

Fonte: http://oscarbabieca93.blogspot.co
m.br/2010_05_01_archive.html
Knemidokoptes sp

 Diagnóstico

 Baseia na observação das lesões, sendo confirmado por meio


da identificação microscópica do ácaro ou dos seus ovos em
raspado de pele realizado a partir da área infestada.

(BRUNO; ALBUQUERQUE, 2008)


Knemidokoptes sp

 Tratamento

 Pode ser realizado com o uso tópico de produtos à base de


carbonato e sulfureto de potássio associados ou benzoato de
benzila.

(BRUNO; ALBUQUERQUE, 2008)


Knemidokoptes sp

 Tratamento

 Por serem substâncias potencialmente tóxicas, recomenda-se a


administração associada de uma camada de óleo mineral na
região das lesões.

 Aplicações por via oral, subcutâneas ou pour on de


ivermectina costumam ser eficazes.

(BRUNO; ALBUQUERQUE, 2008)


Piolhos

 Doenças causadas por piolhos em Caprinos e Ovinos


 Pediculose

 É uma doença que afeta muito o bem estar e a produção de


caprinos e ovinos.

 Causada, principalmente, pelas más condições higiênicas do


criatório.

(CHAVES, 2012)
Fonte:http://www.caprilvirtual.com.br/noticias3
p.php?recor dID=5314

Caprino com piolho.


Pediculose

Ovino com coceira intensa.

Fonte:http://www.caprilvirtual.com.br/noticias3p.php
Pediculose

 Damalinia ovis também conhecido como Bovicola ovis, é o


piolho mordedor que infesta o corpo de ovinos.

 Damalinia caprae ou também Bovicola caprae, é o piolho


mordedor que acomete os caprinos.
(CHAVES, 2012)

Piolhos

Fonte:http://www.caprilvirtual.com.br/noticias3p.php?recor dID=5314
Pediculose

 Diagnostico

 Ocorrência durante todos os meses do ano, porém, com maior


intensidade na época seca.

 Sua presença em um rebanho pode ser facilmente detectada


pelo exame dos pelos dos animais, preferencialmente, na linha
dorso lombar e na garupa.

(CHAVES, 2012)
Pediculose

 Controle e Profilaxia

 Podem ser controlados mediante pulverização ou banho dos


animais com produtos à base de piretróides.

 A aplicação do produto químico para controle dos piolhos,


tem que ser realizado conforme a recomendação do fabricante
e repetir o tratamento após dez dias.

(CHAVES, 2012)
Pediculose

 Controle e Profilaxia

 Para evitar a ocorrência de piolhos nos caprinos, devem ser


realizadas inspeções periódicas do rebanho, para detectar a
possível ocorrência do parasita. Além disso, deve-se evitar a
entrada de animais com piolhos na propriedade.

(CHAVES, 2012)
Fonte: http://oscarbabieca93.blogspot.co m.br/2010_05_01_archive.html

Pediculose

Inspeção.
Considerações finais

 A sanidade do rebanho é um dos aspectos mais importante que


devem ser levado em conta nos sistema de produção, pois o
seu controle impede a disseminação de enfermidades,
consequentemente aumentando a produtividade e a
lucratividade da produção. O conjunto de fatores que compõe
o manejo sanitário de um rebanho é composto pela vacinação,
controle de parasitos (endo e ectoparasitos), higiene dos
animais e instalações.
Considerações finais

 O controle e a prevenção dos ectoparasitas é muito importantes


para evitar a transmissão de doenças e futuras infestações
ambientais. Diante disso deve-se fazer o controle estratégico
procurando mudar a base do produto químico anualmente e
sempre usando a quantidade recomendada pra que esses
ectoparasitas não venham criar resistências.
Referência Bibliográfica
 AZAVÊDO, D. M. M. R.; ALVES, A. A.; SALES, R. O. Principais Ecto e
Endoparasitas que Acometem Bovinos Leiteiros no Brasil. Revista Brasileira de
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Obrigado!!!

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