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Émile Durkheim – Nasceu na cidade de Épinal

( Região de Lorena , França ) no dia 15 de abril de


1858. Faleceu em Paris, capital francesa, em 15 de
novembro de 1917.
É considerado , junto com Max Weber, um dos
fundadores da sociologia moderna.
Viveu numa família muito religiosa ,
filho de um rabino. Porém não
seguiu o caminho da família ,
optando por uma vida secular.
O fato de Durkheim não ter seguido
os preceitos da cultura judaica pode
ter influenciado o teor de seus
estudos e suas preocupações
religiosas, preferindo analisá-las
desde o ponto de vista social.
Universidade Sorbonne Universidade de Bordeaux
- A divisão do Trabalho Social (1893)
- As regras do método sociológico (1895)
- O suicídio (1897)
- A educação moral (1902)
- As formas elementares da vida religiosa (1912)
- Lições de Sociologia (1912)
Somente uma sociedade
constituída goza da supremacia
moral e material indispensável
para fazer a lei para os indivíduos;
pois só a personalidade moral que
esteja acima das personalidades
particulares é que forma a
coletividade. Somente assim ela
tem a continuidade e mesmo a
perenidade necessárias para
manter a regra acima das relações
efêmeras que a encarnam
diariamente.
Estado de natureza é bom ( mito do bom
selvagem) um estado amoral ( não há bem nem
mal ) – figura do Jardim do Éden.
A posse da propriedade privada degenera o
estado de natureza para sociedade civil corrupta
( é como o homem se encontra hoje).
Propriedade é igual desigualdade . E o primeiro
contrato social , é feito entre desigualdade.
Durkheim refere-se a necessidade de
revigorar os ideais coletivos como a
razão de muitos dos ritos religiosos
que voltam a reunir os fiéis, antes
dispersos e isolados, para fazer
renascer e alentar neles as crenças
comuns. A sociedade refaz-se moral
mente, reafirma os sentimentos e
ideias que constituem sua unidade e
personalidade. Isso garante a coesão,
vitalidade e continuidade do grupo,
e assegura energia a seus membros.