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“No tocante a todas as

dízimas de vacas e ovelhas,


de tudo o que passar
debaixo da vara, o dízimo
será santo ao Senhor.”

(Levítico 27:32)
A contribuição para a obra do
Senhor deve ser feita com
alegria e regozijo no coração,
pois é um grande privilégio
poder ofertar e dizimar para a
causa do Mestre.
❶Explicar a importância
dos votos e dízimos;

❷ Ensinar que dizimar é


honrar a Deus;

❸ Mostrar a necessidade
de investir no Reino de
Deus.
Levítico 27:1-4,32
1 Falou mais o Senhor a Moisés, dizendo:
2 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém fizer
particular voto, segundo a tua avaliação serão as pessoas
ao Senhor.
3 Se for a tua avaliação dum varão, da idade de vinte anos
até à idade de sessenta, será a tua avaliação de cinquenta
ciclos de prata, segundo o ciclo do santuário.
4 Porém, se for fêmea, a tua avaliação será de trinta
ciclos.
32 No tocante a todas as dízimas de vacas e ovelhas, de
tudo o que passar debaixo da vara, o dízimo será santo ao
Senhor.
A santidade de Deus exige disciplina e padrões que o homem
deve honrar e obedecer.

No passado, para Israel, e no presente, para a Igreja,


esses padrões são essenciais para viver em santidade,
conforme Deus ordena.
O voto particular de uma pessoa era opcional e voluntário e
de caráter muito especial. Uma vez votado, o israelita não
poderia deixar de cumprir o voto.
Já o dízimo não era opcional e sim uma determinação da
parte do Senhor, que deveria ser obedecida pelo ISRAELITA
com prazer, por poder contribuir para a obra do Senhor.

1.1 – Os votos

1.2 – As bênçãos pela obediência

1.3 – Os dízimos
O voto era algo de suma importância e poderia ser feito em
agradecimento por bênçãos recebidas, como também por
necessidade de receber um favor da parte do Senhor.

O voto deveria ser feito com entendimento, para que pudesse ser
cumprido o que votou, procurando evitar votos precipitados.
Salomão assim afirma: “Quando a Deus fizeres algum
voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada
de tolos; o que votares, paga-o. Melhor é que não votes
do que votes e não pagues.” (Ec 5.4-5).
O voto poderia ser com respeito a uma pessoa, um animal,
uma casa ou campo.
O voto a Deus era uma prática comum entre o povo de Israel
(Gn 28.20; Nm 30.2-16; 1Sm 1.11; 2Sm 15.8).
No Novo Testamento não há orientação específica
concernente à prática do voto, contudo alguns
princípios são permanentes:

❶Cuidado para não usar a prática do voto com intuito de


barganhar com Deus;
❷Deus não se agrada de votos precipitados e promessas
não cumpridas (juízes 11 - Ec 5.4-6);
❸O voto não é obrigatório para alcançarmos o favor de
Deus (Mt 7.9-11; Tg 1.5);
❹Que todo o nosso ser seja oferecido em “sacrifício vivo,
santo e agradável” (Rm 12.1-2).
O desejo de Deus sempre é de abençoar o Seu povo, mas a
obediência é uma exigência divina para que isto ocorra (Lv 26.3).

Essas bênçãos decorrentes da obediência levariam o homem a


dizimar como um ato de reconhecimento de que tudo o que
recebera era uma dádiva da parte do Senhor.
O termo dízimo, do hebraico, tem o sentido de décima parte,
pagamento de uma décima parte.

Tudo que o cristão faz para o Senhor deve ser feito com prazer.

Portanto, contribuir com o dízimo é um grande privilégio que o


Senhor concede aos Seus filhos.
O dízimo é a parte do Senhor e foi dado para aqueles que exercem
o ministério na casa do Senhor:
“E eis que aos filhos de Levi tenho dado todos os dízimos em Israel
por herança, pelo seu ministério que exercem, o ministério
da tenda da congregação.” (Nm 18.21).
O dízimo também é dar honra a Deus.

2.1 – Abraão dizimou

2.2 – O voto de Jacó

2.3 – A benção de ser dizimista


A primeira menção do dízimo na Bíblia foi quando Abraão se
encontrou com Melquisedeque (Gn 14.20), depois de ser
abençoado por ele (Gn 14.19).

É importante observar a sequência dos fatos:


primeiro Abraão é abençoado, depois ele dizima.
Assim acontece com os que servem a Deus.
Abraão é o pai da fé dos que creem e como filhos espirituais
devemos seguir o seu exemplo e trazer o que é do Senhor
para a Sua casa.

Abraão foi um homem possuidor de muitas riquezas, mas não


se tornou um avarento, não tendo assim nenhuma
dificuldade de entregar o seu dízimo.
Jacó neto de Abraão, certamente ouvira de seu pai Isaque o
que seu avô fizera diante do rei de Salém e num momento de
encontro com Deus faz um voto (Gn 28.20-22).
É nítido que neste episódio, Jacó está tendo uma experiência
com Deus em um momento marcante em sua vida.
Observemos o Texto :

1º) Deus se revela e fala com Jacó lhe fazendo


promessas, então Jacó fez o Voto

2º) Jacó menciona o dízimo ...


como consequência da ajuda de DEUS na sua caminhada.
É importante sabermos que a prática de dizimar não era
restrita a Israel no antigo Oriente Médio.
pelos relatos acerca de Abraão e Jacó, o dízimo não foi
estabelecido em Israel pela lei mosaica. A lei deu conteúdo
e forma à prática do dízimo (Lv 27; Nm 18; Dt 12, 14, 26).
Não encontramos no Novo Testamento tantos textos que
mencionam a prática de dizimar como no Antigo Testamento.
Talvez, por esta causa, muitos consideram que
não é uma prática legítima para a Igreja.

3.1 – O tempo da graça

3.2 – O caminho da prosperidade

3.3 – Semeando muito


Logo no primeiro livro do Novo Testamento, há o registro das
palavras de Jesus sobre o dízimo :

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais a


hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da
lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer estas coisas,
e não omitir aquelas. (Mateus 23:23; Lucas 11:42)
Jesus censura os escribas e fariseus pelo fato de estarem
desprezando a misericórdia, o juízo e a fé.

E então o Senhor exorta que deveriam praticar o mais


importante sem omitir a prática de dizimar.
Conforme o homem se ocupa com as coisas de Deus, Deus
cuida em abençoar a sua vida (Sl 37.4).
O cristão foi chamado por Deus para ser uma bênção e nessa
chamada também está incluso ser uma pessoa próspera.

E que haja em nós o contentamento (1 Tm 6:8)


A lei da semeadura é simples: quem planta muito colhe
muito e quem planta pouco colhe pouco (2Co 9.6).
Temos que ter uma boa semente e plantar com abundância
para colher um fruto bom e com abastança.
O livro de Levítico nos ensina que Deus é santo e que
devemos andar em santidade, e também devemos ser
voluntários em ofertar para a Sua casa,

para sustento dos


que são chamados
por Ele para servir
na sua obra,
manutenção do
templo local e
auxílio dos mais
necessitados.
ebd-betel.blogspot.com.br
Lição 1 - Discernindo as bênçãos de Deus