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SAÚDE DO IDOSO

PROGRAMA HIPERDIA
DOCENTE: FRANCIANA AZÊDO.
DISCENTES: ANNE THAYNÁ , ALYSON FERNANDO, CRISTIANE DE SOUZA ,
GABRIELLA FARIAS, GIOVANNA DONADIO E YANNA THAÍS.
Introdução
 A HAS e a DM são fatores de risco importantes
que estão associados à ocorrência das doenças
do sistema cardiovascular, grupo de causas
responsável pelo maior número de óbitos na
população total.
 O HIPERDIA é um sistema informatizado para o
cadastramento, acompanhamento e
monitoramento dos pacientes portadores de
hipertensão e diabetes.
 Portaria N° 235, de 20 de fevereiro de 2001;
 Plano de Reorganização da Atenção à
Hipertensão Arterial e à Diabetes Mellitus.
(Portaria N° 16, de 03/01/2002)
 Foi fundado a partir da Portaria N° 371, de 04 de
março de 2002.
Objetivos
 Identificar o cuidado especifico para DM e HAS;
 Estimular o diagnóstico precoce;
 Estimular o tratamento e acompanhamento contínuo;
 Fazer o controle da PA e de Glicemia
 Estratégias como reuniões mensais com ações educativas;
 Estímulo à realização de atividades físicas;
 Garantia de consultas médicas, deixando-as agendadas;
 Entrega de medicamentos;
 Qualidade de vida dos pacientes.
Público alvo: pessoas com idade igual ou superior a 40 anos
O MS alocará recursos financeiros da ordem de R$ 40.285.000,00. (2001)
Hipertensão Arterial Sistêmica
 É a condição clínica multifatorial caracterizada por elevação sustentada dos níveis pressóricos.
 Compromete o equilíbrio dos mecanismos vasodilatadores e vasoconstritores, levando a um
aumento da tensão sanguínea nos vasos, capaz de comprometer a irrigação tecidual e provocar
danos aos órgãos por eles irrigados.
 Fatores de Risco:  Sintomas de crise hipertensiva:
Predisposição genética; Fatores socioeconômicos; Cefaleia;

Excesso de peso e obesidade; Sedentarismo; Alterações visuais;

Raça/etnia; Etilismo; Dor precordial;

Aumento da idade; Alimentação rica em sódio; Dispneia;

Gênero (feminino); Diminuição da força muscular;

Dormência.

No Brasil, HAS atinge 32,5% (36 milhões) de


indivíduos adultos, mais de 60% dos idosos.
Fisiopatologia da Pressão Arterial
 DC é a quantidade de sangue que é  RV é a resistência da parede do vaso em relação ao
bombeado do coração para o corpo através sangue.
das artérias por um período de 1 minuto.
 A resistência periférica, por sua vez, depende de
 O DC depende, basicamente, da fatores locais (iônicos e a auto-regulação) do sistema
contratilidade cardíaca e do volume nervoso simpático e de substâncias humorais
sanguíneo. (vasoconstritores e vasodilatadores.

 Inicialmente o DC fica elevado, ocorrendo uma reação vascular com aumento da RP, no
princípio funcional e posteriormente há alterações estruturais dos vasos (auto-regulação).

 O mecanismo da HA no
idoso é o enrijecimento da
parede arterial dos
grandes vasos, levando a
aumento predominante da
PAS, com manutenção ou
queda da PAD.
Diagnóstico
 Monitorização ambulatorial da PA (MAPA);
 Medição residencial da PA (MRPA);
 MAPA de 24 horas;
 Holter de 24 horas.
 Exames essenciais pra pacientes hipertensos: Análise de urina, potássio, sódio, glicemia de
jejum, ritmo de filtração glomerular estimado, creatinina, colesterol total, LDL, HDL, triglicerídeos,
ácido úrico e ECG
Abordagem Terapêutica da HAS
 Fármacos anti-hipertensivos;  A atuação da equipe multiprofissional
promove melhor controle da HAS, estando
 Intervenções dietéticas (DASH); relacionado à adesão ao tratamento
 Restrição do sódio; medicamentoso e não medicamentoso.
 Fibras, alhos, de laticínios, potássio,café Fibras, alhos, laticínios,
potássio,café, frutas, vegetais e grãos;
 Ácidos graxos ômega-3;

 Atividade física;
 Controle do peso;
 Controle do estresse;
 Exercícios de respiração.
Medicamentos disponibilizados
Diabetes Mellitus
 É um distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia persistente, decorrente de deficiência na
produção de insulina ou na sua ação, ou em ambos os mecanismos, ocasionando complicações em longo
prazo.
 O DM tipo 1 (DM1) é uma doença decorrente da destruição das células β pancreáticas, ocasionando
deficiência completa na produção de insulina.
 DM tipo 1A e DM tipo 1B, dependendo da presença ou da ausência laboratorial de autoanticorpos
circulantes.
 DM tipo 2: perda progressiva de secreção insulínica combinada com resistência à insulina. Caracteriza-se
por falência das células β, resistência hepática à insulina e alteração nas incretinas e na função da célula β, com
aumento da produção hepática de glicose, da filtração renal e da lipólise.
 Fatores de risco para DM: história familiar da doença, avançar da idade, obesidade, sedentarismo,
presença de componentes da síndrome metabólica, tais como HAS e dislipidemia.
 Sintomas: Polidipsia; Poliúria; Borramento da visão; Polifagia; Perda de peso.

O Brasil ocupa o 4° lugar na prevalência de DM, contando com 14,3 milhões de pessoas (12,9% a 15,8%).
Diagnóstico
 Glicemia de Jejum;
 Teste Oral de Tolerância à Glicose;
 Hemoglobina Glicana
 Exame de Urina; Creatinina; Potássio sérico;Colesterol total e HDL-colesterol,
triglicérides.
 Microalbuminúria
Abordagens Terapêuticas do DM
As medidas não farmacológicas incluem modificações da dieta alimentar e atividade física,
constituindo, portanto, mudanças do estilo de vida
 Atividade física;
 As modificações da dieta alimentar e atividade física, constituindo, portanto, mudanças do estilo
de vida. Dieta de restrição calórica
 Automonitorização diária da glicemia capilar
Medicamentos Insumos
 - Seringas com agulha acoplada para a aplicação de insulina;

- Tiras reagentes de aferição de glicemia capilar, mediante


disponibilidade de glicosímetro;

- Lancetas para punção digital.


Referências