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ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO

Dimensiomento de Cortinas

ENG. JESELAY REIS


UEM/DEC
PROJETO DE ESTRUTURAS DE CONTENÇÕES

DESNÍVEL
PAREDE
DIAFRAGMA
COLETA DE
INFORMAÇÕES CHAPA DE
AÇO

DEFINIÇÃO DAS ESTACAS


AÇÕES JUSTAPOSTA
MUROS/
ARRIMO ESTACAS
ESCOLHA DO PRANCHA
TIPO DE
ESTRUTURA
CORTINAS
PAREDE DIAFRAGMA
PAREDE DIAFRAGMA
CHAPA DE AÇO
CHAPA DE AÇO
ESTACAS JUSTAPOSTA
ESTACAS JUSTAPOSTA
ESTACAS JUSTAPOSTA
CHAPA DE ESTACAS
PRANCHA
CHAPA DE ESTACAS
PRANCHA
CHAPA DE ESTACAS
PRANCHA
CHAPA DE ESTACAS
PRANCHA
DESNÍVEL

COLETA DE
INFORMAÇÕES

DEFINIÇÃO DAS
AÇÕES
Externa
ESCOLHA DO
CÁLCULO DE
TIPO DE
ESTABILIDADE
ESTRUTURA
Interna
RUPTURA POR FICHA
INSUFICIENTE
RUPTURA DE FUNDO
RUÍNA DO ELEMENTO
ESTRUTURAL
DIMENSIONAMENTO A
FLEXÃO
DEVIDO À DEFORMAÇÕES DO
PARAMENTO
CORTINAS ATIRANTADAS

Carregamento

Esforços internos

Empuxos ativos e
passivos
Depende da
seqüência
construtiva
Disposições construtivas

 1a. Etapa: CRAVAÇÃO DOS PERFIS METÁLICOS


CORTINAS ATIRANTADAS
 2a. Etapa: PERFURAÇÃO MANUAL
CORTINAS ATIRANTADAS

 3a. Etapa: MONTAGEM DOS TIRANTES


CORTINAS ATIRANTADAS
 4a. Etapa: INJEÇÃO DAS BAINHAS E COLOCAÇÃO DOS
TIRANTES NO FURO
CORTINAS ATIRANTADAS

 5a. Etapa: INJEÇÃO DAS VÁLVULAS MANCHETE


CORTINAS ATIRANTADAS

 6a. Etapa: PROTENSÃO


TIRANTES
 COMPONENTES:
1. CABEÇA
2. TRECHO LIVRE
3. TRECHO ANCORADO
TIRANTES

 CLASSIFICAÇÃO DOS TIRANTES DE CORDOALHAS

 Utilização em função da  Constituição


sua vida útil
1. Cordoalhas de 12,7mm, com
1. Permanentes aço CP 190 Rb
2. Provisórios
 Sistema de injeção
 Forma de trabalho
1. Estágio único
1. Ativo 2. Estágios múltiplos
2. Passivo
CONSIDERAÇÕES DE
PROJETO (NBR-5629):

1. DETERMINAÇÃO DO
CARREGAMENTO: -
empuxo ativo, passivo e
devido a água e
sobrecargas

2. INCLINAÇÃO: - varia de 100


e 250
3. RECOBRIMENTO: - mínimo
de 5m

4. ESPAÇAMENTO ENTRE
TIRANTES: - mínimo de
1,3m entre eixos de bulbos
de ancoragem
ENSAIO DE RECEBIMENTO PARA TIRANTES
PROVISÓRIOS
 F= Carga de ensaio
 E= Módulo de elasticidade do aço
 S= Seção total do aço
 Ll= Comprimento do trecho livre
 LE= Comprimento do trecho externo
 La= Comprimento do trecho ancorado
Cálculo de Cortinas

Primeiro Caso: cortina de topo livre


Cálculo de Cortinas

Primeiro Caso: cortina de topo livre


EMPUXOS
EMPUXOS
EMPUXOS

 hA
/
( H  z )   v/ 0 ( H  z ).ka
H
 hA
/
( H  z )   .( H  z ).ka
z
 hP
/
( z )   v/ 0 .k P

 hA
/
(H  z)  hP
/
( z)
 hP
/
( z )   .z.kP

1
kP 
kA
EMPUXOS

H F H 0

M O 0
z

 .( H  z ).ka  .z.kP
F
F  1,2.z
Empuxo líquido  h/ ( H  z )   hA
/
( H  z )   hP
/
( z)

H
 .H.ka M O 0

z
F  1,2.z
F
o
 ( H  z).k A   .z.kP
Cálculo de Cortinas

Segundo Caso: cortina com uma linha de escoras


Cálculo de Cortinas

Segundo Caso: cortina com uma linha de escoras


EMPUXOS

T
H  hA
/
( H  z )   v/ 0 ( H  z ).ka
yT
 hA
/
( H  z )   .( H  z ).ka
z
 hP
/
( z )   v/ 0 .k P

 hA
/
(H  z)  hP
/
( z)
 hP
/
( z )   .z.kP

1
kP 
kA
Empuxo líquido  h/ ( H  z )   hA
/
( H  z )   hP
/
( z)

yT
H
F H 0
 .H.ka
M O 0
z

F  1,2.z
F

 ( H  z).k A   .z.kP