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INTRODUÇÃO A ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

CURSO: INTRODUÇÃO A ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NO TRC

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CURSO: INTRODUÇÃO A ELABORAÇÃO DE ORÇAMENTOS NO TRC
QUEM SOU EU

Controller, analista de custos e orçamentos.

Orçamentista a 4 anos, eu decidi falar sobre a elaboração de orçamentos, porque quando comecei não
encontrei material disponível sobre a atividade. Me deparei diante de um abismo de conhecimento e senti a
necessidade de desenvolver este conteúdo.

Nos próximos 23 vídeos vamos estudar as competências necessárias que um orçamentista precisa desenvolver
para estar preparado para alcançar seu potencial máximo.

Eu tive que pesquisar sozinho. Mas estes 23 vídeos serão uma bussola para quem está começando agora ou
quem deseja buscar mais conhecimento.

Se você já atua na área, fique por aqui. Vamos trocar informações!


APRESENTAÇÃO
APRESENTAÇÃO
Apresentação;
Gestão por processos;
Órgãos regulamentadores e fiscalizadores do transporte rodoviário de cargas;
Estrutura da classificação nacional de atividades econômicas (CNAE);
Personalidade do cliente;
Estrutura da nomenclatura comum do Mercosul (NCM);
Características do produto;
Tipos de embalagens e simbologia;
Gerenciamento de risco;
Impostos;
Normas: NR’s, e NBR’s;
Tipos de veículos;
Implementos rodoviários;
Capacidade técnica e legal;

Simulação de acondicionamento da carga;


Leitura de desenho técnico;
Equipamentos para carga, descarga e movimentação;
Segmentos de transporte de cargas;
Mapa geoeconômico;
Divisão regional do brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas;

Mapa rodoviário;
Tipos de solo;
Custos operacionais;
Pesquisa de mercado;
APRESENTAÇÃO

Orçamento é a parte de um plano financeiro estratégico que


compreende a previsão de receitas e despesas futuras para a
administração de determinado exercício (período de tempo).

Não é toda empresa de transporte que necessita de alguém em


orçamentos. Em algumas empresas existem fluxo continuo de
atividades e os custos são apurados de maneira linear.

Empresas que prestam serviços dedicados, precisam analisar caso a


caso o serviço a ser prestado, e é ai que entra o trabalho a atividade
orçamento.
APRESENTAÇÃO

A função do orçamentista é estimar os custos envolvidos em cada


serviço de transporte.

Analisar tipo de veiculo ou conjunto transportador mais adequado,


e definir o menor custo beneficio para determinado serviço de
transporte.

Verificar os detalhes envolvidos na operação, seguro, tipo de


mercadoria, dimensões, tipos de embalagem, empilhamento,
simular arranjo de carga, etc..
GESTÃO POR PROCESSOS
GESTÃO POR PROCESSOS

A gestão por processos representa a integração entre todas as funções desempenhadas por
uma empresa em seus vários departamentos, contrariando o conceito de gestão por
setores e seções utilizado nas organizações.
Essa divergência tem confundido bastante a compreensão do conceito e a sua abrangência
na organização.
GESTÃO POR PROCESSOS

Segundo Gart Capote:


“Gerenciamento de Processos de Negócio é uma abordagem disciplinar para identificar,
desenhar, executar, documentar, medir, monitorar, controlar e melhorar processos de
negócios, automatizados ou não, para alcançar resultados consistentes e
alinhados com os objetivos estratégicos da organização”.

Numa linguagem mais direta e informal, este mesmo autor complementa:


“O BPM trata e serve para melhorar a forma como os negócios das organizações são
realizados e administrados”.
GESTÃO POR PROCESSOS

Gestão por atividades


GESTÃO POR PROCESSOS

Gestão por atividades

A gestão por atividade foca em cada


atividade da empresa, sem considerar
os processos globais
GESTÃO POR PROCESSOS

Gestão por atividades

A gestão por atividade


tem uma orientação A organização que
vertical de comando e adota a gestão por
controle baseado na atividade corre o risco
especialização para de formar ilhas.
gerenciamento.
GESTÃO POR PROCESSOS

Gestão por atividades

Na gestão por atividade, os gerentes


tendem a resolver os problemas de seus
departamentos! Os talentos da empresa
focam, de forma, isolada a melhorar os
resultados de seus setores.
GESTÃO POR PROCESSOS

Guia para o gerenciamento de Processos de Negócio: corpo comum de conhecimento

http://www.abpmp-br.org/
GESTÃO POR PROCESSOS: O QUE É BPM?

BPM é uma cultura, uma forma de articular e


aplicar de modo integrado abordagens,
metodologias, estrutura de trabalho,
práticas, técnicas e ferramentas
para processos que muitas vezes
são aplicadas de maneira isolada.
GESTÃO POR PROCESSOS: DEFINIÇÃO DE BPM

Gerenciamento de processos de negócios - BPM (business process


management) - é uma forma gerencial que integra estratégias e
objetivos de uma organização com expectativas e necessidades de
clientes, por meio do foco em processos ponta a ponta. BPM
engloba estratégias, objetivos, cultura, estruturas organizacionais,
papéis, politicas, métodos e tecnologias para analisar, desenhar,
implementar, gerenciar desempenho, transformar e estabelecer a
governança de processos.
GESTÃO POR PROCESSOS: ALGUNS CONCEITOS

BPM é uma disciplina gerencial;

BPM visa entregar valor ao cliente;

Trata o trabalho de ponta a ponta e a orquestração das atividades ao longo da


função de negócios;

Trata O QUE, ONDE, QUANDO, POR QUE, COMO e POR QUEM o trabalho é
realizado.
GESTÃO POR PROCESSOS

Ciclo de vida típico para processos com comportamento previsível


GESTÃO POR PROCESSOS

Quando os processo orquestram atividades...

Processos
Atividade
Tarefa
Cenário
Passo

Fonte: CBOK guide


GESTÃO POR PROCESSOS: PODE SE INTEGRAR A...
GESTÃO POR PROCESSOS

EVITE
DESESPERO
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
ESFERAS

Fonte: http://slideplayer.com.br/slide/8883136/
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

No âmbito municipal, geralmente quem cuida do trafego


são as Companhias de Engenharias de Tráfego.

A Engenharia de Tráfego é a parte da


Engenharia de Transportes que trata de
dos problemas de planejamento,
operação e controle de tráfego. Tendo
como objetivo uma mobilidade
sustentável e socialmente includente.
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

DETRAN (Departamento de Trânsito)

 Órgão do Poder Executivo Estadual, que faz fiscalizações e


determina normas para formação dos condutores.

 O DETRAN realiza licenciamento de veículos , bem como o


registro, instalação e selagem de placas, isso é feito para facilitar
a identificação do automóvel e regularizar sua situação,
possibilitando a circulação em vias públicas.

 Recolhe taxas dos motoristas que são o IPVA e o seguro DPVAT.


ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

DER (departamento de estradas e rodagens)


É o órgão executivo rodoviário dos estados e do Distrito Federal, com jurisdição
sobre as rodovias e estradas estaduais de sua sede. São departamentos responsáveis
pela administração de rodovias estaduais no Brasil. São subordinados aos governos
estaduais de suas respectivas unidades da federação.

 O Departamento de Estradas de Rodagem (DER) é um departamento do governo do estado


que tem a função de administrar o sistema rodoviário estadual (SP).

 Integração com as rodovias municipais e federais e interação com outros meios de


transporte, com o fim maior de atender o usuário e carga.

 Executar e controlar todos os serviços técnicos e administrativos concernentes a estudos,


projetos, obras, conservação, operação e administração das estradas e obra de arte
rodoviárias (PR)
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

ARTESP (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de


Transporte do Estado de São Paulo)

 Foi criada pela Lei Complementar nº 914, de 14 de janeiro de 2002, e instituída


como autarquia de regime especial, dotada de autonomia orçamentária,
financeira, técnica, funcional, administrativa e poder de polícia...

 Com a finalidade de regulamentar e fiscalizar todas as modalidades de serviços


públicos de transporte autorizados, permitidos ou concedidos a entidades de
direito privado, no âmbito da Secretaria de Governo, pelo decreto Nº 61.036,
de 1º de janeiro de 2015.

Fonte: http://www.artesp.sp.gov.br/sobre-artesp-historico.html
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

NO AMBITO FEDERAL:
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

DENATRAN
 O Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN) é o órgão
máximo executivo do Sistema Nacional de Trânsito, tem
autonomia administrativa e técnica, e jurisdição sobre todo o
território brasileiro.

 Tem como objetivo principal fiscalizar e fazer cumprir a


legislação de trânsito e a execução das normas e diretrizes
estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN).

Fpnte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Departamento_Nacional_de_Tr%C3%A2nsito
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

CONTRAN
 O Conselho Nacional de Trânsito é o
órgão máximo normativo, consultivo e
coordenador da política nacional de
trânsito, competente do Sistema
Nacional de Trânsito (SNT),

 responsável pela regulamentação do


Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Conselho_Nacional_de_Tr%C3%A2nsito
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

ANTT
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) é o órgão que atua na regulação e
fiscalização de transportes nos ramos rodoviário, ferroviário e dutoviário do Brasil.

As principais competências da ANTT são:


 Concessão: ferrovias, rodovias e transporte ferroviário
associado à exploração da infra-estrutura.
 Permissão: transporte coletivo regular de passageiros
pelos meios rodoviário e ferroviário não associados à
exploração da infra-estrutura.
 Transporte rodoviário de cargas.
 Autorização: transporte de passageiros por empresa
de turismo e sob regime de fretamento, transporte
internacional de cargas , transporte multimodal e
terminais.

Fonte:https://www.portogente.com.br/portopedia/75086-antt-agencia-nacional-de-transportes-terrestres
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

DNIT
É responsável pela manutenção, ampliação, construção, fiscalização, e elaboração de estudos
técnicos para a resolução de problemas relacionados ao Sistema Federal de Viação como também
do tráfego multimodal de pessoas e bens, nos modais rodoviário, ferroviário e hidroviário.

 Tem como objetivos operar e administrar infra-estrutras de transporte;


Gerir projetos;
 Supervisionar e fiscalizar as atividades de entidades delegatárias de obras e serviços de
infra-estrutura;

Fonte: http://www1.dnit.gov.br/oque.htm
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS
ÓRGÃOS REGULAMENTADORES E FISCALIZADORES DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS

POLICIA RODOVIÁRIA

PRF PREs

Fonte: http://www1.dnit.gov.br/oque.htm
ESTRUTURA DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS (CNAE)
ESTRUTURA DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS (CNAE)

A CNAE é o instrumento de padronização nacional dos códigos de atividade econômica e dos critérios
de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da Administração Tributária do país.

Trata-se de um detalhamento da CNAE – Classificação Nacional de Atividades Econômicas, aplicada a


todos os agentes econômicos que estão engajados na produção de bens e serviços, podendo
compreender estabelecimentos de empresas privadas ou públicas, estabelecimentos agrícolas,
organismos públicos e privados, instituições sem fins lucrativos e agentes autônomos(pessoa física) .
ESTRUTURA DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS (CNAE)

CNAE não é NICHO:

Nichos de mercado são segmentos ou públicos cujas necessidades particulares são pouco exploradas ou
inexistentes. A estratégia de aproveitamento de nichos está justamente na identificação das bases de segmentação
que, quando explorados, representam o diferencial ou vantagem competitiva à empresa (ou pessoa) (Wikipédia)

Um nicho de mercado, de um modo geral, nada mais é do que um sub-mercado onde uma pequena parcela dos
clientes e consumidores de um mercado maior provavelmente não estão sendo atendidos pelos fabricantes
principais de um determinado produto ou serviço (empreendedor digital).

O nicho de mercado é uma divisão feita a partir da necessidade da empresa, já o CNAE é uma nacional que atinge
todas as empresas. É obvio que classificar clientes por NICHO é importante, porém, para o entendimento do
orçamento entender o CNAE é mais importante.
ESTRUTURA DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS (CNAE)

A CNAE é estruturada da seguinte maneira:


ESTRUTURA DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS (CNAE)
ESTRUTURA DA CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS (CNAE)

Para se beneficiar do CNAE é preciso conhece-lo a tal ponto que o nome do cliente se misture a seu CNAE.

 Cliente X, tem o CNAE tal, logo, ele produz determinado tipo de produto. Portanto, para atende-lo eu preciso
de....

FIQUE ATENTO: Nem sempre o cliente pede para transportar carga característica de SUA atividade principal.
PERSONALIDADE DO CLIENTE
PERSONALIDADE DO CLIENTE

Por que conhecer a atividade do cliente?

1 – O cliente não contrata um transporte por acaso, ele contrata


por deseja entregar* ou receber um produto.

2 – O contratado para realizar o serviço de transporte precisa


atender ou superar as expectativas do cliente.

3 – Transporte acima de tudo é um ato de confiança - o


contratante espera que o contratado saiba o que está fazendo.

4 – Se o transportador falha, o cliente terá falhado na entrega do


produto.
PERSONALIDADE DO CLIENTE

Por que conhecer a atividade do cliente?

Imagine se você simplesmente oferecer um serviço de transporte para determinado cliente sem entender
o que ele deseja transportar.

Você fecha o frete e na hora de carregar envia um caminhão com carroceria baixa e na hora de carregar
descobre que era carga perecível.

Imaginou o transtorno que causaria? A culpa seria do cliente ou sua?

De ambos, mas principalmente sua.


PERSONALIDADE DO CLIENTE

O código Civil, Art. 730. Pelo contrato de transporte alguém se obriga, mediante retribuição, a
transportar, de um lugar para outro, pessoas ou coisas.

Art. 733. Nos contratos de transporte cumulativo, cada transportador se obriga a cumprir o contrato
relativamente ao respectivo percurso, respondendo pelos danos nele causados a pessoas e coisas.

§ 1o O dano, resultante do atraso ou da interrupção da viagem, será determinado em razão da totalidade


do percurso.

§ 2o Se houver substituição de algum dos transportadores no decorrer do percurso, a responsabilidade


solidária estender-se-á ao substituto
PERSONALIDADE DO CLIENTE

Quando você entende as exigências de transporte de um cliente singelo.


Aprende a aplica-las em uma determinada atividade (CNAE).
Você adquire experiência.
PERSONALIDADE DO CLIENTE

Os mais importante de tudo...

Seu cliente quer um serviço personalizado


ESTRUTURA DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL (NCM)
ESTRUTURA DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL (NCM)

Você sabia que todo produto comercializado tem um número?

O NCM é uma classificação de produtos

A Estrutura do NCM

NCM significa "Nomenclatura Comum do Mercosul" e trata-se de um código de oito dígitos estabelecido pelo
Governo Brasileiro para identificar a natureza das mercadorias e promover o desenvolvimento do comércio
internacional, além de facilitar a coleta e análise das estatísticas do comércio exterior.

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior, o Brasil, a Argentina, o


Paraguai e o Uruguai adotam, desde janeiro de 1995, a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que tem
por base o Sistema Harmonizado.
ESTRUTURA DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL (NCM)

 O NCM É composto por 8 dígitos.


 Os seis primeiros são formados pelo Sistema Harmonizado.
 O sétimo e oitavo dígitos correspondem a desdobramentos específicos atribuídos no âmbito do
Mercosul.
ESTRUTURA DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL (NCM)
http://www4.receita.fazenda.gov.br/simulador/PesquisarNCM.jsp
ESTRUTURA DA NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL (NCM)

Para que usar?

Seguradoras usam o NCM para limitar seus prêmios de seguro, ou restringir os limites de apólice.

Como orçamentista, use o NCM para agrupar produtos e entender a necessidade de transporte de cada
um deles.

 Pesquise pelo NCM quantos produtos diferentes são produzidos.


 Cada um deles tem uma necessidade especifica de cuidados no transporte.
 Você está preparado para transportar estes produtos?
CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO
CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

Milhares de tipos de produtos são produzidos todos os dias. E quando fazemos uma pesquisa pelo NCM
notamos nitidamente que uma transportadora sozinha não tem condições de transportar todos eles.
Pelo menos não com qualidade necessária ou que atenda as expectativas do cliente.

Por isso é mais do que importante identificar quais atividades econômicas fazem parte do alvo
estratégico da empresa.

Identificando as atividades econômicas alvo da transportadora, fica mais fácil conhecer a personalidade
do cliente. Desta maneira, é possível entender como o cliente deseja que seu produto seja
transportado, e desta forma se adaptar ao cliente, ou apresentar nova solução logística ou declinar do
serviço.
CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

Ao conhecer as características do produto se repete o mesmo processo que se buscou ao conhecer o


cliente...
Uma vez definido o processo necessário de transporte de um determinado produto, tal processo pode
ser transmitido para o transporte de produtos similares de outros clientes.

Este aprendizado leva a especialização.


CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

Cada produto, exige cuidados especiais quanto a:


 Carregamento.
 Transporte.
 Descarregamento.
 Armazenagem.
 Molhadura.
 Fragilidade/resistência.
 Molhadura.
 Extravio.
 Durabilidade.
 Exposição a temperatura.
CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO

Conhecer as características do produto faz parte do serviço


personalizado ao cliente.

Transporte de produtos são a justificativa da existência da


transportadora.

Transportadoras vivem para conectar


fornecedores a compradores.

Se a transportadora não conhecer as


características do produto, não pode dizer
que atende sua atividade fim.
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Embalagens primárias, secundárias, e terciárias

Embalagem Primária: que está em contato direto com o


produto.

Embalagem Secundária: designada para conter uma ou mais


embalagens primárias, podendo não ser indicada para o
transporte.

Embalagem Terciária – agrupa diversas embalagens primárias


ou secundárias para o transporte, como a caixa de papelão
ondulado por exemplo.

Fonte: http://www.abre.org.br/setor/apresentacao-do-setor/a-embalagem/tipos-de-embalagens/
http://sbembalagens.com.br/sobre/
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Barril,
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Blister: um tipo de embalagem no formato de cartela.


TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Bombona:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Caixa de papelão:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Caixa K:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Caixa K:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Contêiner IBC:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Latas de aço:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Latas de alumínio:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Latas de alumínio:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Tambor:
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Palete

Plataforma destinada a suportar carga


permitindo sua movimentação mecânica
por meio de garfos.

Palete PBR tem as seguintes dimensões:


1000 x 1200 x 140 mm
Capacidade estática: 2.000 quilos
Capacidade dinâmica: 1.600 quilos
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Engradado
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Cintas,
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

Simbologia

 NBR 9198 – Embalagem e acondicionamento – terminologia

 NBR 7500 - Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais

 NBR 16182 - Embalagem e acondicionamento - simbologia de orientação de descarte seletivo


e de identificação de materiais

 NBR 13230 - Embalagens e acondicionamentos plásticos recicláveis - identificação e simbologia


TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

 NBR 7500 - Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais


TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

 NBR 7500 - Símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais


TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

 NBR 16182 - Embalagem e acondicionamento - simbologia de orientação de descarte seletivo


e de identificação de materiais
TIPOS DE EMBALAGENS E SIMBOLOGIA

 NBR 13230 - Embalagens e acondicionamentos plásticos recicláveis - identificação e simbologia


GERENCIAMENTO DE RISCO
GERENCIAMENTO DE RISCO

O gerenciamento de risco deveria


ser, vai de regra, o primeiro cuidado
que a transportadora deveria
tomar.
Mas, sabemos que na prática nem
sempre isso acontece.
GERENCIAMENTO DE RISCO

Para diminuir os riscos, o


transportador acaba contratando
um seguro.
A seguradora, por sua vez, exige do
transportador alguns cuidados que
minimizem os riscos de avaria ou
furto.
GERENCIAMENTO DE RISCO

SEGURO

Transporte Nacional: é contratado pelo embarcador. É obrigatório


e oferece cobertura completa, incluindo roubo e furto.
Resp. Civil do Transportador Rodoviário Carga – RCTR-C: é
contratado pelo transportador. É obrigatório. Cobre acidentes e
avarias.
Resp. Civil do Transportador Desvio de Carga – RCF-DC: é
contratado pelo transportador. Não é obrigatório, e cobre o
desaparecimento de carga.
 Carta de direito de regresso (DDR): não é um seguro, mas uma
carta que tira a responsabilidade do seguro da transportadora e
passa para o embarcador.
GERENCIAMENTO DE RISCO
Analise da apólice de seguro

 A apólice de seguro é um contrato que firma as responsabilidades


entre seguradora e segurado.
 A segurado deseja minimizar os riscos de perda, e impõe condições
para indenizar o segurado em caso de sinistro
 Geralmente, no caso de seguro de transporte de carga a seguradora
impõe limite, sublimites e condições:
 O limite da apólice diz o limite máximo da indenização.
 O sublimite está relacionado a grupo de produtos, e seus riscos de
transportes.
 E as condições ditam as exigências para a indenização de
determinado tipo de mercadoria.
 Fique atento, na apólice de seguro também há exclusões
GERENCIAMENTO DE RISCO

Seguro de Responsabilidade Civil Geral (RCG)

Não é um seguro para transportador


Este ramo de seguro é contratado por empresas que fazem
operação de içamento.
Transportadora sem clausula adicional de seguro para carga e
descarga não tem cobertura, caso se responsabilidade pelo serviço.
Neste caso, a transportadora precisa contratar uma empresa com
seguro RCG para fazer a carga de descarga,
GERENCIAMENTO DE RISCO

GRIS

Taxa cobrada nos contratos de Transportes e CT-es, usada para


custear despesas com a Gerenciadora de Risco. Pode ser contratado
em separado, mesmo que o seguro seja pago pelo cliente.
Normalmente corresponde a um percentual aplicado sobre o valor
da carga.
Rastrear e monitorar a localização geográfica em tempo real.
Administrar o andamento do roteiro de viagem.
Fazer cumprir o plano de gerenciamento de risco.
IMPOSTOS
IMPOSTOS

Você sabia que existem mais de 90 tipos de tributos no Brasil?

Todo tributo tem:

Um nome
Precisa estar previsto em LEI
Uma classificação tributária
Uma classificação fiscal
Espécie tributaria
Incidência
Fato gerador
Base de calculo
Alíquota
Contribuinte de fato
Contribuinte responsável
IMPOSTOS

Regime tributário:
O lucro real é o regime tributário em que a Lucro presumido é uma fórmula de
tributação é calculada sobre o lucro líquido do tributação simplificada para determinar a base de
período de apuração, considerando valores a cálculo
adicionar ou descontar conforme as do imposto de renda (Imposto de Renda Pessoa
compensações permitidas pela lei. Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social Sobre
Assim, antes de afirmar qual foi a lucratividade o Lucro Líquido). Ela pode ser adotada por
real, é preciso verificar o lucro líquido de cada empresas que não estiverem obrigadas a adotar o
ano ou período, conforme a legislação. regime do lucro real para o ano-calendário em
questão.
IMPOSTOS

ICMS - imposto sobre circulação de mercadoria: Incide sobre qualquer operação


intermunicipal, seja estadual ou interestadual;
IMPOSTOS

COFINS – contribuição para o financiamento da seguridade social;


PIS – programa integração social;
IRPJ – imposto de renda pessoa jurídica;
CSLL - contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
Desoneração da folha
NORMAS: NR’S, E NBR’S
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NR-6 – Equipamento de proteção individual (EPI).

EPI, todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo


trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de
ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.
Bota, cinto de segurança, luvas, óculos, protetor auditivo,
máscara e capacete.
EPIs são itens obrigatórios para motoristas e ajudantes.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NR-7 - Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional

Estabelece a obrigatoriedade de elaboração e implementação,


por parte de todos os empregadores e instituições que admitam
trabalhadores como empregados, do Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, com o objetivo de
promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus
trabalhadores.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NR-9 - Programa de prevenção de riscos ambientais.

Estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação,


por parte de todos os empregadores e instituições que admitam
trabalhadores como empregados, do Programa de Prevenção de
Riscos Ambientais - PPRA, visando à preservação da saúde e da
integridade dos trabalhadores, através da antecipação,
reconhecimento, avaliação e consequente controle da
ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a
existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a
proteção do meio ambiente e dos recursos naturais.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NR-10 – Segurança nos serviços em eletricidade.

Estabelece os requisitos e condições mínimas objetivando a


implementação de medidas de controle e sistemas preventivos,
de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores
que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas
e serviços com eletricidade.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NR-11 - Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio


de Materiais.
Define normas de segurança para operação de elevadores,
guindastes, transportadores industriais e máquinas
transportadoras. Embora não seja uma norma que regulamente
diretamente a atividade de transporte, é importante que o
motorista tenha conhecimento dos cuidados desta. Isto pode
evitar acidentes, uma vez que ele frequenta constantemente
locais com movimentação de empilhadeiras e outros
equipamentos similares.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NR-18 – Condições e meio ambiente de trabalho na indústria


da construção

Estabelece diretrizes de ordem administrativa, de planejamento


e de organização, que objetivam a implementação de medidas
de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos,
nas condições e no meio ambiente de trabalho na Indústria da
Construção.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NR-35 – Trabalho em altura.

Estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para


o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização
e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos
trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta
atividade.
Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima
de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de
queda.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NBR 30301 – Informação e documentação – Sistemas de gestão


de documentos de arquivos - Requisitos.

Esta Norma específica os requisitos para serem seguidos por um


Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo efetivo (SGDA)
com a finalidade de apoiar uma organização no cumprimento de
suas obrigações, missão, estratégias e objetivos. Especifica o
desenvolvimento e implementação de uma política de
documentos de arquivo e seus objetivos, e fornece informações
de mensuração e monitoramento de desempenho.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NBR 14884 - Transporte rodoviário de carga – Sistema de


qualificação (Transqualit).

Esta Norma estabelece os requisitos de um sistema de


qualificação para empresas de transporte rodoviário de carga.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NBR 14701 - Transporte de produtos alimentícios refrigerados -


Procedimentos e critérios de temperatura.

Esta Norma estabelece os procedimentos e critérios de


temperatura para o transporte de produtos alimentícios
refrigerados (resfriados ou congelados) no tocante a estocagem,
carga, deslocamentos e descarga, de forma a garantir sua
integridade e preservar sua qualidade inicial até a recepção pelo
destinatário/recebedor.
NORMAS: NR’S, E NBR’S

NBR ISO 28000 - Especificação para sistemas de gestão de


segurança para a cadeia logística.

Esta Norma especifica os requisitos para um sistema de gestão de


segurança, incluindo aqueles aspectos fundamentais que garantem a
segurança da cadeia logística. A gestão de segurança está vinculada a
muitos outros aspectos da administração do negócio. Esses aspectos
incluem todas as atividades controladas ou influenciadas por organizações
que impactam na segurança da cadeia logística. Esses outros aspectos
devem ser considerados diretamente, onde e quando tiverem impacto
sobre a gestão de segurança, inclusive no transporte dessas mercadorias
ao longo da cadeia logística.
TIPOS DE VEÍCULOS
TIPOS DE VEÍCULOS

A PORTARIA N º 065 , DE 24 DE MARÇO DE 2016. Estabelece a Tabela I – Classificação de Veículos


conforme Tipo/Marca/Espécie e a Tabela II – Transformações de Veículos sujeitos a homologação
compulsória da Resolução CONTRAN nº 291/2008.

Art. 1º Estabelecer, na forma do disposto no art. 4º da Resolução CONTRAN nº 291/2008 com a


redação dada pela Resolução CONTRAN nº 369/2010, a Tabela I – Classificação de Veículos conforme
Tipo/Marca/Espécie e a Tabela II – Transformações de Veículos sujeitos a homologação compulsória, nos
termos dos Anexos I e II desta Portaria.

Art. 2º Estabelecer nos termos do Anexo III a definição das carrocerias propostas na Tabela I do
Anexo I desta Portaria.

Esta portaria tem a finalidade de regulamentar o registro de veiculo de acordo com o tipo, marca e
espécie.
TIPOS DE VEÍCULOS

A Fenabrave dividido os veículos em leves (automóveis e comerciais


leves), ônibus e caminhões (semileves, leves, médios, semipesados
e pesados).

Muito utilizados no mercado de unidades móveis, os implementos


rodoviários são classificados pela Anfir por reboques,
semirreboques e carroceria sobre chassis .

Cada tipo de veiculo tem sua aplicação ideal.


TIPOS DE VEÍCULOS

Na categoria veículos leves

Automóveis
Comerciais Leves (vans, utilitários etc).
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Entrada Hatch pequeno


Ford Ka, Fiat Palio, Volkswagen Gol, Chevrolet Onix, Hyundai HB20, Renault
Volkswagen Up, Toyota Etios. Sandero, Volkswagen Fox /CrossFox,
Nissan March.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Hatch médio Sedãs pequenos


Fiat Punto,Ford Focus, Volkswagen Golf, GM Prisma, Hyundai HB20S, Fiat Siena,
Chevrolet Cruze Sport6, Peugeot 308. Toyota Etios Sedã, Volkswagen Voyage.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Sedãs compactos Sedãs médios


Chevrolet Cobalt, Honda City, Ford New Alguns exemplos de veículos desta
Fiesta, Lifan, Jac J3, Turin. categoria: Toyota Corolla, Honda Civic,
Chevrolet Cruze, Volkswagen Jetta,
Nissan Sentra.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Sedãs grandes SUV


BMW Série 3, Mercedes-Benz Classe C, Honda HR-V, Jeep Renegade, Ford
Audi A4, Mercedes-Benz CLA, Jaguar XE. EcoSport, Renault Duster, Toyota SW4.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

SW médio SW grande
Fiat Weekend, Vokswagen SpaceFox, Volkswagen Golf Variant, Volvo V60, Audi
Volkswagen Space Cross. A4 Avant, Audi A6 Allroad.
.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Monocab (monovolume) Grandcab


Honda Fit, Fiat Doblò, Fiat Idea, Kia GM Spin, Citroën C4 Picasso, Kia Carnival,
Picanto, Suzuki S-Cross. Jac J6.
.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Sports
Alguns exemplos de
veículos desta categoria:
Chevrolet Camaro, Audi
TT, Porsche 911,
Porsche Boxster, BMW
Z4 e Mercedes SLC.
.
.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Pick-ups pequenas
Strada, Saveiro, Montana
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de veículos leves

Pick-ups grandes
Fiat Toro, Toyota Hilux, Chevrolet S10, Ford Ranger, Renault Oroch.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de comerciais leves

Furgões pequenos
Fiat Fiorino, Renault Kangoo, Fiat Doblò Cargo, Peugeot Partner.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de comerciais leves

Furgões grandes
Renault Master, Hyundai H350, Fiat Ducato, Iveco Daily.
TIPOS DE VEÍCULOS

Categorias de comerciais leves | PBT máximo 3,5 tons.


Caminhonetes de carga
Hyundai HR carroceria aberta, Iveco Daily carroceria aberta.
Caminhonete e pickup grande é a mesma coisa.
São veículos para capacidade máxima de 3,5 mil kg de Peso Bruto Total (PTB)
TIPOS DE VEÍCULOS

Caminhonete x Caminhoneta

Um veículo é considerado CAMIONETE quando


transporta até três pessoas mais a carga.

A partir do quarto ocupante, o veículo passa à categoria de misto ou seja,


é considerado CAMIONETA. De acordo com o CNT, são consideradas
CAMIONETAS veículos nos quais passageiros e carga ocupam o mesmo
compartimento.
TIPOS DE VEÍCULOS

Os ônibus

 Urbano
 Intermunicipal
 Rodoviário
 Micro
 MIDI
 MINI
TIPOS DE VEÍCULOS

Mini ônibus

Fonte da imagem: https://www.volare.com.br/veiculos/cinco/executivo/cores/


TIPOS DE VEÍCULOS

Micro-ônibus

Fonte da imagem:/inbustransportonibus.wordpress.com
TIPOS DE VEÍCULOS

Ônibus MIDI: maior que o micro-ônibus e o mini ônibus e menor que um urbano convencional

Fonte da imagem:/inbustransportonibus.wordpress.com
TIPOS DE VEÍCULOS

Ônibus urbano

Fonte da imagem: http://datamarcos.blogspot.com.br/2015/08/rodomarcos-onibus-urbano-monobloco-o_3.html


TIPOS DE VEÍCULOS

Ônibus Intermunicipal

Fonte da imagem: http://www.marcopolo.com.br/marcopolo/produtos/produto/ideale


TIPOS DE VEÍCULOS

Ônibus Rodoviário

Fonte da imagem: http://blogdocaminhoneiro.com/palavras-chave/onibus-rodoviario/


TIPOS DE VEÍCULOS

Os caminhões

 Semileves
 Leves
 Médios
 Semipesados
 Pesados
TIPOS DE VEÍCULOS
TIPOS DE VEÍCULOS

Quais os critérios de classificação dos


caminhões?

Denatran?
ANTT?
Fenabrave?
TIPOS DE VEÍCULOS

A FENABRAVE classifica os caminhões em, semileves, leves, médios, semipesados e pesados.

O DENATRAN emite portaria quase que anualmente, onde “Estabelece a Tabela I – Classificação de
Veículos conforme Tipo/Marca/Espécie e a Tabela II – Transformações de Veículos sujeitos a
homologação

A portaria 063/09 DENATRAN, e outras que a substituírem ou alterarem tem a função de “Homologar os
veículos e as combinações de veículos de transporte de carga e de passageiros, constantes do Anexo desta
Portaria, com seus respectivos limites de comprimento, peso bruto total – PBT e peso bruto total
combinado – PBTC”.
TIPOS DE VEÍCULOS

O DECRETO Nº 7.819, DE 3 DE OUTUBRO DE 2012


Regulamenta os arts. 40 a 44 da Lei nº 12.715, de 17 de setembro de 2012, que dispõe sobre o Programa de
Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores - INOVAR-AUTO, e
os arts. 5º e 6º da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro de 2011, que dispõe sobre redução do Imposto sobre
Produtos Industrializados, na hipótese que especifica

Dá uma definição muito boa sobre a classificação de caminhões:


SEMILEVES, LEVES E MÉDIOS
 caminhões que possuem peso bruto total - PBT superior a três toneladas e meia e inferior a quinze
toneladas;
SEMIPESADOS:
 os caminhões-chassis que possuem PBT igual ou superior a quinze toneladas e capacidade máxima de
tração - CMT inferior ou igual a quarenta e cinco toneladas; e
PESADOS:
 os caminhões-trator que possuem PBT igual ou superior a quinze toneladas e peso bruto total
combinado - PBTC inferior a quarenta toneladas
 os caminhões-chassis que possuem PBT igual ou superior a quinze toneladas e CMT superior a
quarenta e cinco toneladas; e
TIPOS DE VEÍCULOS

VUC é uma lei.

Cada município cria sua própria lei de V.U.C.

Nas cidades onde há restrição para trafego de caminhões, os V.U.C são liberados.

Geralmente a lei do V.U.C. limita comprimento e largura. Na lei do V.U.C não há previsão de

Restrição quanto a altura e PBT. Há outras leis que irão tratar de altura e PBT.
TIPOS DE VEÍCULOS

Caminhões semileves | ~3,5 a 4 tons de carga

VW 5150
MB Sprinter 415

Ford F 350
Fonte da imagem: http://www.penaestrada.com.br/quais-foram-os-caminhoes-mais-vendidos-em-2016/
TIPOS DE VEÍCULOS

Caminhões leves | ~4 tons a 5,5 tons de carga.

AGRALE A8700

VW 8160

Fonte da imagem: http://www.penaestrada.com.br/quais-foram-os-caminhoes-mais-vendidos-em-2016/


TIPOS DE VEÍCULOS

Caminhões médios | ~5,5 a 7 tons de carga


Iveco Vertis

Agrale 10000

Fonte da imagem: http://brasilcaminhoneiro.com.br


TIPOS DE VEÍCULOS

Caminhões semi pesados | ~12 tons. a 21 tons. de carga

VM 270

Constellation 24.280

Fonte da imagem: http://brasilcaminhoneiro.com.br


TIPOS DE VEÍCULOS

Caminhões pesados
TIPOS DE VEÍCULOS

3/4 TRUCK

Antigamente
era mais fácil

TOCO

CAVALO MECANICO
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

De Acordo como Marcelo Goldenstein et. al. Em


publicação pelo BNDES sobre Implementos “Os
implementos são os reboques, semi-reboques e
carrocerias, ou seja, os componentes do caminhão
responsáveis pela função específica do transporte de
cargas”.
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Carroceria acoplada a caminhão


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque grade baixa


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque graneleiro
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque baú ou furgão


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque sider.
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque baú frigorifico ou refrigerado.


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque caçamba basculante


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque canavieiro:
Usado no transporte de cana
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque florestal:
Usado no transporte de madeira
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque boiadeiro:
Usado no transporte de animais vivos
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque silo:
Ideal para o transporte de cimento, cal, cinzas, areia, talco industrial, farinha,
barilhas e outros materiais que utilizam sistema de descarga por pressurização.
(Fonte: multieixo.com)
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque tanque:
Transporte de líquidos
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque para transporte de botijão de gás


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque para transporte de tambores


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque porta contêiner:


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque plataforma ou carroceria plataforma


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Poliguindaste
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Coleta de lixo
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Cegonha
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Semirreboque carrega tudo


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Módulo de linha de eixo


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Dolly para cargas gerais Dolly para cargas excedentes

Dolly
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

A configuração do equipamento depende da natureza da carga que vai ser transportada e do objetivo perseguido
(flexibilidade, custo, distância de transporte, interação com outros modais etc.). Para atender à demanda e
maximizar a eficiência do transporte, os fabricantes produzem uma gama bastante variada de produtos, cujas
características básicas resumiremos em seguida

(fonte: A indústria de implementos rodoviários e sua importância para o aumento da eficiência do transporte de
cargas no Brasil).
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Para relembrar...

Semirreboque

Carroceria acoplada a caminhão

Dolly
Reboque
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Romeu e julieta: Caminhão + Reboque


Fonte: Cowboys do asfalto
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Treminhão: Caminhão + Reboque + Reboque


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Carreta* ou Conjunto transportador: Caminhão Trator + Semirreboque.

*Embora carreta seja o semirreboque, é comum ouvir as pessoas chamarem o conjunto transportador de carreta.
IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Bitrem: Caminhão Trator + Semirreboque + Semirreboque


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Tritrem: Caminhão Trator + Semirreboque + Semirreboque + semirreboque


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Rodotrem: Caminhão Trator + Semirreboque + Dolly + semirreboque


IMPLEMENTOS RODOVIÁRIOS

Se você quer saber mais sobre terminologia de veículos, procure a NBR 9762
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL
Peso Bruto Total (PBT) – peso máximo que o veículo transmite ao pavimento, constituído da soma da tara mais a
lotação (fonte: DNIT).

Peso Bruto Total Combinado (PBTC) – peso máximo transmitido ao pavimento pela combinação de um caminhão-
trator mais seu semirreboque ou do caminhão mais o seu reboque ou reboques (fonte: DNIT).

Capacidade Máxima de Tração (CMT) – máximo peso que a unidade de tração é capaz de tracionar, indicado pelo
fabricante, baseado em condições sobre as limitações de geração e multiplicação de momento de força e resistência
dos elementos que compõem a transmissão (fonte: DNIT).

Tara – peso próprio do veículo, acrescido dos pesos da carroçaria e equipamento, do combustível, das ferramentas e
acessórios, da roda sobressalente, do extintor de incêndio e do fluido de arrefecimento, expresso em quilogramas
(fonte: DNIT).

Lotação – carga útil máxima, incluindo condutor e passageiros, que o veículo transporta, expressa em quilogramas
para os veículos de carga, ou número de pessoas, para os veículos de passageiros (fonte: DNIT).

PBT homologado significa qual o peso total (máximo) que o caminhão pode carregar de acordo com o que foi
estabelecido pelos fabricantes para cada veículo e homologados juntos aos órgãos regulamentadores.
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Peso a seco - de um veículo é aferido sem os fluidos necessários para seu funcionamento. Portanto, ele será
medido sem lubrificantes, líquido do sistema de refrigeração e combustível no tanque (fonte: Guia Quatro Rodas).

Peso em ordem de marcha - usado na maioria das fichas técnicas, é o peso do veículo pronto para rodar, com
todos os fluidos necessários – mas sem contar os passageiros (fonte: Guia Quatro Rodas).

PBT técnico ou Capacidade técnica - é um valor indicado pelos fabricantes de caminhões e rebocado (Quando ele
for maior que o PBT legal, isso representa uma reserva técnica no produto (caminhão ou rebocado) que realça
sua robustez e durabilidade (fonte: rqsul.com.br).
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

A Resolução Nº 290, DE 29 de agosto de 2008 Disciplina a inscrição de pesos e capacidades em


veículos de tração, de carga e de transporte coletivo de passageiros, de acordo com os artigos 117,
230- XXI, 231-V e X, do Código de Trânsito Brasileiro.

T = tara
L = lotação
P.B.T. = peso bruto total
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

A Resolução 290 de 29 de setembro de 2008 do Contran, se aplica para veículos de tração, de carga
e transporte coletivo de passageiros, com PBT acima de 3500 kg.

As informações são:

3.1 Informações mínimas para veículos de tração, de carga e transporte coletivo de passageiros,
com PBT acima de 3500 kg.

3.1.1 Veículo automotor novo acabado: tara, lotação, PBT, PBTC e CMT;

3.1.2 Veículo automotor novo inacabado: PBT, PBTC e CMT;

3.1.3 Veículo automotor novo que recebeu carroçaria ou implemento: tara e lotação, em
complemento às características informadas pelo fabricante ou importador do veículo;
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

3.1.4 Veículo automotor novo que teve alterado o número de eixos ou sua(s) capacidade(s): tara,
lotação e PBT, em complemento às características informadas pelo fabricante ou importador do
veículo;

3.1.5 Veículo automotor já licenciado que teve alterado sua estrutura, número de eixos ou sua(s)
capacidade(s): tara, lotação, PBT e peso por eixo, respeitada a CMT informada pelo fabricante ou
importador do veículo, em complemento às características informadas pelos mesmos.

3.1.6 Reboque e semirreboque, novo ou alterado: tara, lotação e PBT


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

FICHA TÉCNICA é o documento que registra as características técnicas do caminhão

Fonte: Ford caminhões


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

FICHA TÉCNICA é o documento que registra as características técnicas do caminhão

Fonte: Ford caminhões


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

FICHA TÉCNICA é o documento que registra as características técnicas do caminhão

Fonte: Ford caminhões


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

FICHA TÉCNICA é o documento que registra as características técnicas do caminhão

Fonte: Ford caminhões


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

FICHA TÉCNICA é o documento que registra as características técnicas do caminhão

Fonte: Ford caminhões


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Desenho técnico: visão lateral


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Desenho técnico: visão frontal


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Desenho técnico: visão interna e visão de teto


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Art. 1 . Para efeito desta Resolução e classificação do veículo, o comprimento total é aquele medido do ponto mais
avançado da sua extremidade dianteira ao ponto mais avançado da sua extremidade traseira, inclusos todos os
acessórios para os quais não esteja prevista uma exceção.

I - Na medição do comprimento dos veículos não serão tomados em


consideração os seguintes dispositivos:
a) limpador de pára-brisas e dispositivos de lavagem do pára-brisas;
b) placas dianteiras e traseiras;
c) dispositivos e olhais de fixação e amarração da carga, lonas e encerados;
Conforme a Resolução 258/07 d) luzes;
do Contran e) espelhos retrovisores ou outros dispositivos similares;
f) tubos de admissão de ar;
g) batentes;
h) degraus e estribos de acesso;
i) borrachas;
j) plataformas elevatórias, rampas de acesso, e outros equipamentos
semelhantes, em ordem de marcha, desde que não constituam saliência
superior a 200 mm;
k) dispositivos de engate do veículo a motor.
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

PBT Técnico é capacidade PBT homologado é PBT legal é capacidade


máxima do veiculo. capacidade máxima máxima permitida por lei
Utilizando como critério a homologada pelo que o caminhão pode
engenharia do veiculo e fabricante junto ao órgão transportar utilizando
testes. regulamentador. como critério os eixos do
veiculo.

Verifique a fixa técnica do Verifique a fixa técnica do Verifique a legislação


caminhão. caminhão. vigente.
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

A Resolução 258/07
A Resolução 210/06
Regulamenta os artigos
Estabelece os limites de 231, X e 323 do Código
peso e dimensões para Trânsito Brasileiro, fixa
veículos que transitem metodologia de aferição
por vias terrestres e dá de peso de veículos,
outras providências. estabelece percentuais de
tolerância e dá outras
providências.
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo simples com rodagem singela


2 pneus

Peso (massa) máximo permitido: 6 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo duplo direcional com rodagem singela


4 pneus | d. 1,2 <= 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 12 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo duplo com rodagem singela


4 pneus do tipo extralargo| d. 1,2 <= 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 17 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo duplo: um com rodagem singela, outro com rodagem dupla


6 pneus do tipo extralargo | d. < 1,2

Peso (massa) máximo permitido: 9 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo duplo: um com rodagem singela, outro com rodagem dupla


6 pneus do tipo extralargo - Tandem | d. 1,2 <= 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 13,5 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo simples com rodagem dupla


4 pneus

Peso (massa) máximo permitido: 10 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo duplo com rodagem dupla


8 pneus| d. 1,2 <= 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 15 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo duplo com rodagem dupla


8 pneus - Tandem | d. 1,2 <= 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 17 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo duplo com rodagem dupla


8 pneus - Tandem | d. > 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 20 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo triplo com rodagem dupla


12 pneus - Tandem | d. 1,2 <= 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 25 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo triplo com 1 rodagem singela e 2 duplas


12 pneus - Tandem | d. 1° eixo > 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 27 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Eixo triplo com rodagens duplas


12 pneus - Tandem | d. > 2,4

Peso (massa) máximo permitido: 30 tons.


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

De acordo com a resolução 210/06

Art. 1º As dimensões autorizadas para veículos, com ou sem carga, são as seguintes:
I – largura máxima: 2,60m;
II – altura máxima: 4,40m;

III – comprimento total:


a) veículos não-articulados: máximo de 14,00 metros;
b) veículos não-articulados de transporte coletivo urbano de passageiros que possuam 3º eixo de apoio direcional:
máximo de 15 metros;
c) veículos articulados de transporte coletivo de passageiros: máximo 18,60 metros;
d) veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-trator e semi-reboque: máximo de 18,60 metros;
e) veículos articulados com duas unidades do tipo caminhão ou ônibus e reboque: máximo de 19,80;
f) veículos articulados com mais de duas unidades: máximo de 19,80 metros.
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Portaria 063/09 Homologar os veículos e as combinações de veículos de transporte de carga e de passageiros,


constantes do Anexo desta Portaria, com seus respectivos limites de comprimento, peso bruto total – PBT e peso
bruto total combinado – PBTC
CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

Exemplo

Fonte: Portaria Contran 63 de 01 de Abril de 2009, anexo I


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

6 tons. + 6 tons = 12 tons. PBT


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

6 tons. + 17 tons = 29 tons. PBT


CAPACIDADE TÉCNICA E LEGAL

6 tons. + 17 tons + 25,5 = 48,5 tons. PBTC


SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

No dicionário, simulação é ato ou efeito de simular.

Simular significa

1. Fingir, fazer o simulacro de, fazer parecer real (o que não o é).
2. Fazer crer; aparentar.
3. Imitar.

Arranjo
Pôr em ordem ou com os .objetos no local apropriado. = ARRUMAR ≠ DESARRANJAR, DESARRUMAR, DESC
OMPOR

Fonte: www.priberam.pt
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

A simulação de arranjo de carga é portanto um ensaio que


ocorre antes da carga ser arranjada de fato, isto é,
acondicionada sobre o caminhão.

É uma tarefa, portanto essencial para reduzir custos


operacionais ou logísticos.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Precisamos reduzir os custos do transporte. Porém, é


necessário entender que a carroceria do caminhão ou
semirreboque é limitada.

Além de atender a legislação, fazer um arranjo de carga


adequado minimiza os riscos da carga chegar danificada no
cliente.

Burlar a legislação não é a solução.


SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Já vimos que a altura máxima permitida para um caminhão é de 4,4 metros de altura. Agora imagina a altura do solo até a
superfície da carroceria... Quantos metros sobra para a carga? Há, se for carroceria baú ou sider. é preciso reduzir a altura
do teto.
4,4 metros

~2,8 metros

~1,6 metros
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Para a largura útil do caminhão temos que considerar que a legislação permite largura máxima de 2,6 metros. Ora, temos
que considerar que a carroceria tem tampas com medidas aproximadas de ~5 cm. Então 2,6 – ~5cm – ~5 cm = 2,5 metros.
Os 10 centímetros restantes devem ser considerados com folga de segurança.

2,4 metros
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Em carrocerias fechadas, cuidado com a área livre interna, e a área livre das portas.
Existem modelos em que a área livre da porta é menor do que a área livre do baú, portanto
impedindo que carga maiores que o espaço da porta sejam colocadas na carroceira.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

O objetivo da simulação de arranjo de


carga é determinar o espaço necessário
para transporte, e dimensionar o numero
de veiculo para o serviço.

Portanto, em primeiro lugar é preciso


conhecer os tipos e tamanhos de
carrocerias à disposição no momento da
simulação de arranjo de carga.

Simulação de arranjo de carga é uma arte...


SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Não existe a melhor maneira de começar a fazer a simulação de arranjo de carga. Mas precisamos ter um
ponto de partida...

... Uma boa maneira de começar a simulação de arranjo de carga é pela massa (peso).
 Identificar os produtos de maior massa (ou mais pesados).
 Ainda que sobre espaço na carroceria, muitas vezes um produto precisa ir “sozinho” em determinado
espaço da carroceria para não causar deslocamento do centro de gravidade da carga.
 É importante verificar se o produto não tem peso concentrado, dividindo-se a massa pelo
comprimento. Se o resultado for igual ou menor que 2,5 tons está tudo bem, se o resultado for maior
cuidado. É preciso conhecer muito bem as características do produto e ter cautela ao insistir em
carregar em veiculo comum.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Para um produto com “peso concentrado”, “pezinhos” ou rodinhas por exemplo influenciam na pressão
que o produto exerce sobre a superfície da carroceria podendo danificar o produto, a carroceria ou ambos.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

CUIDADO!
Suspensão e chassi são
fabricados com resistência
limitada, conforme a sua
finalidade.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Depois de analisar a massa (peso), é hora analisar a ALTURA:


 Há peças ou produtos que causarão excesso de altura? Então é necessário separar estes produtos e
lidar com eles no segmento de carga excedente.
 Há produtos que permitem empilhamento? Não é aconselhável empilhamento de caixas ou produtos
com embalagens diferentes. Deve-se respeitar os símbolos de empilhamento máximo e fragilidade dos
produtos. A superfície do produto e/ou sua embalagem precisam ser plana e ter aderência que permita
empilhamento.
 Existem produtos altos demais em relação à sua largura e/ou comprimento? Quanto mais alto e
estreitos o produto for, mais difícil será de mantê-lo em pé. É preciso cuidado especial na amarração
deste produtos.
 Ao colocar dois produtos, um ao lado do outro, é preciso se preocupar com a amarração. A cinta fará
um ângulo entre o produto mais alto e ponto de amarração da carroceira que talvez não permita que
ela prenda o produto menor.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Largura

Começar organizando o produto mais largo para o mais estreito é uma boa dica.
Então vamos dar esta dica: organize a largura do maior para o menor

Os produtos que não permitem perfila devem ser escolhidos primeiro, em seguida aqueles quem somado
largura possam ser colocados lado a lado.

Atenção ao centro de gravidade.

Deve-se sempre perseguir a organização de produtos com largura similares.

E óbvio: o produto com maior comprimento deve ser a referencia quanto ao comprimento usado na
carroceria.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

O comprimento total, ou seja, a soma do comprimento dos produtos deve ser igual ou menor que o
comprimento interno da carroceria
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

LEGENDA
1 Veículo;
A Produto em fila;
1 A1 Produto em perfila na posição à esquerda de outro(s) produto(s)
1 A1A Produto formando uma fila interna dentro da fila principal
1 A1A+0 Produto que será a base do empilhamento.
1 A1A+1 Produto deve sobre o produto da posição 1 A1A+0

As letras indicam o comprimento, os números referem largura e altura.


SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Código Produto C (mm) L (mm) A (mm) Massa PAC


PC2341 Caixa com roldanas 2.000 1.400 600 50 1 A+0
PC2342 IBC 1.200 1.200 800 200 1 B1
PC2343 Tanque 3.400 2.000 2.000 400 1C
PC2344 Motor 2.500 1.500 2.100 2.600 1D
PC2345 Aspirador 2.100 1.100 2.700 300 1 E1
PC2346 Caixa com roldanas 2.000 1.400 600 50 1 A+1
PC2347 Lavadora 2.400 1.200 2.700 450 1 E2
PC2348 IBC 1.200 1.200 800 200 1 B2

PAC = posição no simulado de arranjo de carga


SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Cubagem

O frete peso por cubagem é feito a partir de duas combinações, sendo que a maior delas prevalece.

1)Calcula-se a cubagem multiplicando comprimento, largura, altura mais o fator do modal.


2)Pesa-se o produto.

O resultado que for maior será a referencia para cobrar o frete peso.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Calculo de Cubagem no Modal Marítimo


Qtde. x Comprimento x largura x altura x fator Cubagem Peso (kg)

1 x 2,5 m x 1,8 m x 2,1 m - 2.835 kg 9,45 m3 2.835 kg real


1 x 2,5 m x 1,8 m x 2,1 m x 1.000 9,45 m3 9.450 kg cubados
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Calculo de Cubagem no Modal Aéreo


Qtde. x Comprimento x largura x altura x fator Cubagem Peso (kg)

1 x 2,5 m x 1,8 m x 2,1 m - 2.835 kg 9,45 m3 2.835 kg real


1 x 2,5 m x 1,8 m x 2,1 m x 166,667 9,45 m3 1575,003 kg cubados
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Calculo de Cubagem no Modal Rodoviário


Qtde. x Comprimento x largura x altura x fator Cubagem Peso (kg)

1 x 2,5 m x 1,8 m x 2,1 m - 2.835 kg 9,45 m3 2.835 kg real


1 x 2,5 m x 1,8 m x 2,1 m x 300 9,45 m3 2.835 kg cubados
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

A primeira diferença entre massa e peso é que massa é medida em


gramas, e peso em Newton.

Massa é um propriedade da matéria.

O peso é uma força devida à gravidade.

Fonte: Acondicionamento de Carga nos transportes rodoviários: orientação relativa às melhores práticas europeias.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

Quanto mais elevado


for o centro de
gravidade de uma
carga, mais esta
tenderá a voltar-se
quando sujeita a
forças horizontais.

Fonte: Acondicionamento de Carga nos transportes rodoviários: orientação relativa às melhores práticas europeias.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

Principais forças
de aceleração!

Fonte: Acondicionamento de Carga nos transportes rodoviários: orientação relativa às melhores práticas europeias.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

Porque é importante fazer um


acondicionamento e amarração da carga?

Um objeto continuará a deslocar-


se em linha se não forem
exercidas forças contrárias ao seu
deslocamento.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

É importante que a carga


esteja bem firme na
carroceria do caminhão
para que durante curvas
ou frenagens ela não se
desloque causando
acidentes ou danos na
mercadoria.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

A carga precisa estar bem


presa no caminhão.

Bem Travada e com


material de
Enchimento.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

Use e abuse de Paletes de carga, almofadas de ar, materiais de


atrito, esteiras de madeira, travessas de travamento, escoras,
cordas, cintas de amarração.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

A resolução do Contran,
552 de 17 de Setembro de
2015. Fixa os requisitos
mínimos de segurança para
amarração das cargas
transportadas em veículos
de carga.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

A resolução do Contran, 552 de 17 de Setembro de 2015. Art. 7º Para as cargas que não ocuparem toda a carroceria
no sentido longitudinal, restando espaços vazios nos painéis traseiro e frontal, devem ser previstos pelo
transportador, além dos dispositivos de amarração, outros dispositivos diagonais que impeçam os movimentos para
frente e para trás da carga.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Acondicionamento de carga e amarração de carga.

A resolução do Contran, 552 de 17 de Setembro de 2015. Art. 8º No veículo cujo painel frontal seja utilizado como
batente dianteiro, o painel frontal deve ter resistência suficiente para absorver os esforços previstos nas rodovias e
adequados ao tipo de carga a que se destinam.
SIMULAÇÃO DE ARRANJO DE CARGA

Bibliografia.
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

Existem duas maneiras de fazer um desenho técnico.

A primeira pode ser chamada de desenho de vista. Que uma versão simplificada do desenho técnico.
Este tipo de desenho não ajuda muito na analise de transporte de determinado produto.

A segunda maneira é o desenho técnico. Ele deve ter todas as informações, incluindo informações
especificas sobre transporte.
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

Legenda:

A legenda deve ficar no canto


inferior direito nos formatos A3, A2,
A1 e A0 e ao longo da largura na
folha de desenho no formato A4.

1 – Titulo do desenho
2 – Número
3 – Escala
4 - Firma
5 – Data e nome
6 - Descrição dos componentes:
quantidade, denominação,
peça, material, normas,
dimensões e dimensões
para transporte.

(fonte: Senai)
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

Quando o desenho apresentar as


dimensões para transporte deve
apontar os pontos de amarração
da carga, e seu centro de
gravidade.

Fonte da imagem: TRS Engenharia


LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

(fonte: Senai)
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

(fonte: Senai)
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

Linha de cota:

Possuem espessura fina, traço continuo,


limitadas por setas nas extremidades.

(fonte: Senai)
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

Linha de chamada ou extensão:


Possuem espessura fina, traço continuo.
Não devem tocar o contorno do desenho
e prolongam-se além da última linha de
cota que limitam.

(fonte: Senai)
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

Linha de corte:
São de espessura grossa, formadas por
traços e pontos. Servem para indicar
corte e seções,

(fonte: Senai)
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

Linha de centro, de simetria, arestas e


contornos não visíveis.

(fonte: Senai)
LEITURA DE DESENHO TÉCNICO

O desenho sempre
apresentar, pelo menos, a
vista frontal, de elevação ou
superior e lateral esquerda.
EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO
EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Operação manual:
Cargas entre 1 kg e ~60 kg poderão ser
executadas por um homem com idade acima
de 18 anos. Desde que as dimensões da carga
sejam favoráveis ao levantamento por uma só
pessoa e ambos tenham peso compatíveis.
Cargas com características dimensionais que
impossibilitem posicionamento e
movimentação adequados dos segmentos
corporais deverão ser executadas por duas ou
mais pessoas, ou ainda adotar o uso de
paleteira manual, mecânica ou empilhadeira.

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Carrinho de carga tipo armazém com duas


rodas:

Quando não se quer ou não pode investir


muito basta um carrinho básico como este para
“aliviar” o operário e evitar riscos
desnecessários, podendo carregar de uma só
vez vários blocos, ou caixas com ferramentas
ou outros tipos de cargas mais simples, tendo a
opção do carrinho de carga tipo armazém com
rodas de borracha maciça ou com rodas
pneumáticas, o ideal seria um carrinho da linha
reforçada para pelo menos 400 kg.

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Carrinho plataforma com 4 rodas:

Com este carrinho se ganha muito em


redução do tempo utilizado na
movimentação manual.

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Carrinho de mão:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Carrinho girica:

Já bastante conhecido no meio da


construção civil, com ele levar as
misturas é rápido e em geral
divertido.

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Carrinho paleteira:

Fantástico para deslocamento de cargas


palatizadas, para aquelas obras que
recebem sua matéria prima em palets
este carrinho é praticamente uma
necessidade, fácil, muito leve e muito
seguro.

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Paleteira /
Transpalete
Elétrica:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Paleteira
pantográfica
manual:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Reboque de
armazém:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Empilhadeira
hidráulica manual:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Empilhadeira para
tambores:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Pega Tambor
Vertical Horizontal:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Empilhadeira de
combustão:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Empilhadeira
para
contêiner
(Reach
Stacker):

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Empilhadeira
Tipo Clamp:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Guindauto/ Munck:

O Guindauto, também conhecido como


Caminhão Munck, é um equipamento
hidráulico utilizado para o
carregamento, descarregamento e
transporte de diversos equipamentos
pesados, principalmente máquinas de
grande porte.

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Guindaste
com lança
telescópica:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Guindaste
com lança
treliçada:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Cabrestantes:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Guincho
Manual
Talha:

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Talha (pull-
lifts):

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Ponte rolante

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Plataforma
elevatória de
carga veicular

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Doca móvel
de carga

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Rampa
Manual de
Descarga

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Rampa
niveladora
simples

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Rampa
Niveladora
Móvel

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Rampa móvel
para
conteiner

Fonte da imagem: internet


EQUIPAMENTOS PARA CARGA, DESCARGA E MOVIMENTAÇÃO

Correia
transportadora

Fonte da imagem: internet


SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

O QUE É A SEGMENTAÇÃO DO MERCADO?


A segmentação do mercado é utilizada pelo Marketing na
definição da sua estratégia, ao identificar o seu mercado alvo.

Segmentar um mercado significa dividi-lo, ou seja, os


consumidores são agrupados por segmentos, com
características, necessidades e preferências homogéneas.

Assim a empresa poderá identificar e privilegiar um ou


vários segmentos de acordo com a sua gama de
produtos e objetivos.

Fonte: Portal-gestão.com
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

De acordo com Richers e Lima (1991), segmentar é uma forma de subdividir um mercado amplo em
parcelas menores, com necessidades e desejos semelhantes para, assim, formular estratégias de
marketing e vendas.

Fonte: Administradores.com
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

A segmentação pode obedecer a diversos critérios. Conforme Weinstein (1995), dentre os mais comuns
adotados por empresas para a segmentação do consumidor final, pode-se destacar:

sócio-econômicos:
demográficos:
psicográficos:
etc:

consumidores direcionados internamente:

comportamentais:

consumidores direcionados externamente:


consumidores direcionados pela necessidade:
Fonte: Administradores.com
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Os segmentos geralmente são identificados a partir de


duas correntes.

Na primeira, através das características dos consumidores,


independentemente do produto. Utilizam-se as variáveis
geográficas, demográficas e psicográficas.

Na segunda, a identificação é feita por meio das respostas


do consumidor diante do produto, como benefícios
procurados, ocasiões de uso e lealdade à marca. .
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Uma vez segmentado o mercado, é hora de oferecer o


produto adequado e encontrar o posicionamento correto.

Fonte: Sebrae
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Segmentos
Carga lotação Transporte de veículos Animais vivos

Carga fracionada Têxtil Grãos

Contêiner Alimentos e bebidas Líquidos

Produtos químicos Farmacêutico Vidro

Carga Excedente Frigorifico Eletroeletrônico


SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga lotação, ou carga seca

Caracteriza-se por um carregamento, transferência


e um descarregamento. Envolve apenas um
veiculo.

O veiculo é dedicado, isto é, transportará exclusivamente a


carga do tomador do frete (contratante).
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga lotação, ou carga seca

Este segmento transporta todos os produtos que não são transportados nos demais segmentos.

Carrega-se basicamente qualquer tipo de produto que não gere algum: excesso lateral, no
comprimento, de altura ou peso.

É um segmento com presença forte de transportadores autônomos.

Para atuar neste segmento a transportadora deve ter CNPJ, seguro RCTR-C e estar cadastrada na
ANTT. O caminhão precisa estar com revisão preventiva em dia, documentação RNTRC em dia, o
motorista precisa estar habilitado e ser confiável através de comprovação.

Deve-se fazer amarração de carga e observar a lei da balança.


SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga lotação, ou carga seca


RESOLUÇÃO Nº 210 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2006, DO CONTRAN: Estabelece os limites de peso
e dimensões para veículos que transitem por vias terrestres e dá outras providências.

Art. 1º As dimensões autorizadas para veículos, com ou sem carga, são as seguintes:
I – largura máxima: 2,60m;
II – altura máxima: 4,40m;
III – comprimento total:
a) veículos não-articulados: máximo de 14,00 metros;
b) veículos não-articulados de transporte coletivo urbano de passageiros que possuam 3º eixo de
apoio direcional: máximo de 15 metros;
c) veículos articulados de transporte coletivo de passageiros: máximo 18,60 metros;
d) veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-trator e semi-reboque: máximo de
18,60 metros;
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga fracionada

Caracteriza-se por coleta, transferência entrega. Há no


mínimo dois carregamentos e dois descarregamentos e
envolve pelo menos três veículos.

Os produtos do contratante do serviço de frete são transportados


juntamente com produtos de outros contratantes. Como vantagem
temos que os custos operacionais são divididos entre as diversas
coletas e entregas, e consequentemente o frete peso fica mais baixo
do que na carga lotação.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga fracionada

Neste segmento a transportadora deve ter uma base própria ou base de parceiro próxima a cada
endereço de coleta e entrega para realizar os respectivos serviços e fazer a triagem da carga.

A presença de autônomos na transferência é grande, embora as transportadoras são agressivas no uso


de frota própria.

Nem sempre será possível amarrar a carga devido as diversas dimensões dos produtos. Neste caso a
carga deve ser estufada dentro baús para evitar acidentes e avarias.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga fracionada
RESOLUÇÃO Nº 210 DE 13 DE NOVEMBRO DE 2006, DO CONTRAN: Estabelece os limites de peso
e dimensões para veículos que transitem por vias terrestres e dá outras providências.

Art. 1º As dimensões autorizadas para veículos, com ou sem carga, são as seguintes:
I – largura máxima: 2,60m;
II – altura máxima: 4,40m;
III – comprimento total:
a) veículos não-articulados: máximo de 14,00 metros;
b) veículos não-articulados de transporte coletivo urbano de passageiros que possuam 3º eixo de
apoio direcional: máximo de 15 metros;
c) veículos articulados de transporte coletivo de passageiros: máximo 18,60 metros;
d) veículos articulados com duas unidades, do tipo caminhão-trator e semi-reboque: máximo de
18,60 metros;
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Transporte de Contêiner

Caracteriza-se pelo carregamento do contêiner, transferência,


aguardo da desova do contêiner e devolução do contêiner no
local de carregamento (ou outro indicado pelo embarcador). Há
no mínimo um carregamentos e um descarregamentos e
envolve pelo menos um veiculo.

O transporte de contêiner não ser confundido com a carga que o


contêiner contém, porém, o transportador é responsável que carga
contida no contêiner.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Transporte de Contêiner

Este segmento exige que o veiculo transportador tenha dispositivos com travas de segurança, e
dependendo da altura do contêiner, emitir AET.

Devido ao custo de retorno do contêiner, pode ser inviável transportar uma carga contêinerizada para
longas distancias, podendo nestes casos ser mais econômicos transbordar a carga para um veiculo de
transporte terrestre.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Transporte de Contêiner

A RESOLUÇÃO Nº 564, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015, DO CONTRAN: Fixa os requisitos de segurança


para a circulação de veículos transportadores de contêineres.

Art. 5º Para circularem nas vias de que trata esta Resolução, os veículos deverão ter
afixados em sua estrutura uma plaqueta ou selo de Identificação de Certificação do
Fabricante ou Adaptador, acreditado pelo INMETRO.

Art. 6º O trânsito de veículos transportadores de contêineres com altura superior a


4,40m (quatro metros e quarenta centímetros) e inferior ou igual a 4,60m (quatro
metros e sessenta centímetros), somente poderá ocorrer mediante Autorização
Especial de Trânsito - AET, concedida pela autoridade com circunscrição sobre a via
pública a ser utilizada, com prazo de validade máximo de 1(um) ano

§ 1º No caso de combinação de veículos, a AET será fornecida somente à(s) unidade(s)


rebocada(s).
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Produtos químicos

Caracteriza-se pela coleta ou carregamento,


transferência, descarga ou entrega de produtos
classificados como perigosos pela ONU.

No transporte de produto químico pode ser feito tanto em


carga dedicada quanto em fracionada, desde que seja
respeitado o que determina a lei.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Produtos químicos

Este segmento exige cuidado especial no manuseio e transporte dos produtos e


grande conhecimento na legislação que o regulamenta.

Um pequeno volume do produto químico errado pode causar danos irreversíveis


para uma população inteira.

O custo de transporte no segmento químico é maior. O motorista precisa ter o


curso Movimentação e Operação de Produtos Perigosos – MOPP.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Produtos químicos

A RESOLUÇÃO Nº 5232, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2016, DA ANTT:


Aprova as Instruções Complementares ao Regulamento Terrestre do
Transporte de Produtos Perigosos, e dá outras providências. É uma
boa fonte para se começar a estudar sobre este segmento.

A NBR 7500 dita sobre símbolos e riscos no manuseio


A NBR 7503 dispõe sobre ficha e envelope de emergência,
O kit de emergência precisa atender as NBR’s 9735 e 15071
O veiculo precisa ter cronotacógrafo

É preciso observar as leis federais, estaduais e municipais.


SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga excedente

São cargas que excedem largura, comprimento,


altura, massa ou qualquer combinação destes. Exige
analise ou especial ou estudo quanto ao trecho de
transferência da carga entre o ponto A e B.

Dependendo do tamanho da carga, o estudo da rota pode


durar meses. A operação de transporte exige equipamento
e equipe especializadas, o que eleva os custos.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga excedente

E necessário equipamento de transporte mais largos com maior capacidade de tração. Emissão de AET, e
trafegar por horários e rotas pré-estabelecidas de antemão.

Obras de artes: pontes, viadutos, passarelas, podem se tornar um empecilho para o projeto.

Esquinas, ruas estreitas, podem inviabilizar o projeto.

Geralmente, as analises de viabilidade são feitas por engenheiros ou especialistas. Em alguns casos é
obrigatório que determinado estudo seja assinado por engenheiro.
SEGMENTOS DO TRANSPORTE RODOVIARIO DE CARGAS

Carga excedente

A RESOLUÇÃO 1 DE 14 DE JANEIRO DE 2016, DO DNIT: Dispõe sobre o transporte de cargas indivisíveis e


excedentes em peso e/ou dimensões e para trânsito de veículos especiais.

PORTARIA Nº 46, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2016. ARTESP: regula o transporte de carga excedente das
rodovias concessionadas do estado de São Paulo.

PORTARIA Nº 64 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2016, DERSP: Aprova a Norma para Concessão de Autorização


Especial de Trânsito para Veículos ou Combinação de Veículos utilizados no transporte de carga indivisível
e veículos especiais.
MAPA GEOECONÔMICO
MAPA GEOECONÔMICO

Em 1967 Pedro Pinchas Geiger, propôs uma divisão econômica do Brasil.

O geografo dividiu o pais em três complexos regionais ou regiões


econômicas.

Amazônia

Nordeste

Centro-Sul.
MAPA GEOECONÔMICO

Pedro Pinchas Geiger não considerou a divisão politico


administrativo dos estados brasileiros, desta forma foi possível
explorar um conjunto de critérios que se inter-relacionam entre
os conjuntos naturais, populacionais e econômicos daquela
época, e ainda podem ser encontrados hoje.
MAPA GEOECONÔMICO

Divisão regional de Pedro Pinchas Geiger


Fonte da imagem: Internet
MAPA GEOECONÔMICO

Na região da Amazônia ficaram os estados do Acre,


Roraima, Amazonas, Amapá, Rondônia, norte do Mato
Grosso, Tocantins e o Oeste do Maranhão. Esta região
a presença da floresta equatorial, uma economia
fundamentada em atividades agro minerais no
extrativismo de madeira, com baixa densidade
demográfica, concentração da população em Manaus
e Belém.

Fonte da imagem: Internet


MAPA GEOECONÔMICO

No nordeste ficou parte do Maranhão,


Piauí, Rio Grande do Norte, Paraíba,
Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, e
o norte de Minas Gerais. É a região
mais pobre do país com forte
estagnação econômica. Marcada pela
dispersão populacional ou migração
regional e concentração populacional
na região litorânea.

Fonte da imagem: Internet


MAPA GEOECONÔMICO

A região Centro-Sul incorporou o sul de Minas Gerais, parte de Mato Grosso e de Tocantins,
Goiás, Espirito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. É a
região econômica mais dinâmica e industrializada. As principais atividades agropecuárias e
industriais estão nesta região. Neste complexo regional está a maior parte da população
brasileira.

Fonte da imagem: Internet


MAPA GEOECONÔMICO

 O cenário econômico de cada região afeta diretamente o setor de transporte de


cargas.
 Enquanto outros estados têm pouca demanda de frete, São Paulo tem a maior
densidade geográfica do país e concentra a maior diversidade de indústrias. Isto
torna o estado um “exportador” de cargas rodoviárias, seja no segmento lotação,
fracionado, cargas excedentes…
 O estado concentra a maioria de origens de cargas, atraindo a maioria absoluta de
transportadoras, caminhões emplacados que são atraídos pela grande oferta de
frete.
 Mas esta concentração de oferta do serviço traz um grande problema para as
transportadoras...
 ...Que começa onde o frete termina.
MAPA GEOECONÔMICO
MAPA GEOECONÔMICO

O contratante do frete não está disposto a pagar pela mobilização e


desmobilização do veiculo transportador, por isso é necessário conhecer
muito bem a economia da região próxima ao ponto de carregamento da
carga, e conhecer igualmente a economia na região de destino.

O caminhão deve partir do “centro comercial” mais próximo da coleta, e


ao descarregar a carga deve se deslocar para o “centro comercial” mais
próximo possível.
MAPA GEOECONÔMICO

A agricultura no Brasil é umas das


principais bases da economia do país
MAPA GEOECONÔMICO

Maior concentração industrial


Outras concentrações industriais

Fonte da imagem: Internet


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Vamos tentar entender a divisão do brasil de uma forma que possamos usar com mais facilidade quando
necessitarmos entender os centros comerciais onde mais se encontram caminhões.

Mesorregiões congregam diversos municípios de uma área geográfica com similaridades econômicas e
sociais nos estados brasileiros. Elas foram criadas pelo IBGE para regionalizar o país.

De acordo com a constituição brasileira de 1988 (art. 25, §3°), Microrregião é uma região composta de
municípios limítrofes.

Cada umas das divisões em níveis regionais tem uma peculiaridade econômica única.
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS
DIVISÃO REGIONAL DO
BRASIL EM MESORREGIÕES
E MICRORREGIÕES
GEOGRÁFICAS
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões brasileiras

5.570 municípios, 31 regiões


administrativas, 26 estados,
1 distrito federal, 5 regiões,
137 mesorregiões e 558
microrregiões.
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Região centro oeste


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Região Nordeste
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Região Norte
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Região Sudeste
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Região Sul
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões do Acre

22 municípios, 2 mesorregiões e 5 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões do Alagoas

102 municípios, 3 mesorregiões e 13 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões do Amapá

16 municípios, 2 mesorregiões e 4 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões do Amazonas

62 municípios, 4 mesorregiões e 13 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões da Bahia

417 municípios, 7 mesorregiões e 32 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Ainda na Bahia
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões do Ceará

184 municípios, 7 mesorregiões e 33 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Ainda no Ceará
DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Distrito Federal

31 regiões administrativas, 1 mesorregião e 1 microrregião.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões do Espirito Santo

73 municípios, 4 mesorregiões e 13 microrregiões.


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Mesorregiões de Goiás

246 municípios, 5 mesorregiões e 18 microrregiões.


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Mesorregiões do Maranhão

217 municípios, 5 mesorregiões e 21 microrregiões.


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Mesorregiões do Mato Grosso

141 municípios, 5 mesorregiões e 22 microrregiões.


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Mesorregiões do Mato Grosso do Sul

79 municípios, 4 mesorregiões e 11 microrregiões.


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Mesorregiões de Minas Gerais

853 municípios, 12 mesorregiões e 66 microrregiões.


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Ainda em Minas Gerais


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Mesorregiões do Pará

144 municípios, 6 mesorregiões e 22 microrregiões.


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Mesorregiões da Paraíba

223 municípios, 4 mesorregiões e 23 microrregiões.


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Mesorregiões do Paraná

399 municípios, 10 mesorregiões e 39 microrregiões.


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Ainda no Paraná
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Mesorregiões de Pernambuco

185 municípios, 5 mesorregiões e 19 microrregiões.


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Mesorregiões do Piauí

224 municípios, 4 mesorregiões e 15 microrregiões.


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Mesorregiões do Rio de Janeiro

92 municípios, 6 mesorregiões e 18 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Ainda no Rio de Janeiro


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Mesorregiões do Rio Grande do Norte

167 municípios, 4 mesorregiões e 19 microrregiões.


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Mesorregiões do Rio Grande do Sul

497 municípios, 7 mesorregiões e 35 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Ainda no Rio Grande do Sul


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões de Rondônia

52 municípios, 2 mesorregiões e 8 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões de Roraima

15 municípios, 2 mesorregiões e 4 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões de Santa Catarina

295 municípios, 6 mesorregiões e 20 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões de São Paulo

645 municípios, 15 mesorregiões e 63 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Ainda em São Paulo


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Mesorregiões de Sergipe

75 municípios, 3 mesorregiões e 13 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Mesorregiões do Tocantins

139 municípios, 2 mesorregiões e 8 microrregiões.


DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL EM MESORREGIÕES E MICRORREGIÕES GEOGRÁFICAS

Estas são as mesorregiões de cada estado brasileiro.


MAPA RODOVIÁRIO
MAPA RODOVIÁRIO

Não basta apenas conhecer o


mapa rodoviário; é preciso
conhecer as estradas.
MAPA RODOVIÁRIO
O Brasil é um país de planícies, planaltos e depressões.
MAPA RODOVIÁRIO

Coordenadas

Os mapas utilizam dois tipos de coordenadas: graus decimais ou grau minuto e segundo.

Quando estiver Forme um banco de


perdido sobre dados com as
um determinado coordenadas de
lugar de coleta cada endereço e
ou entrega, registre as
solicite as dificuldades de
coordenadas. acesso.

Conhecer as coordenadas e ter o habito de utiliza-las pode ser a resposta para muitos
problemas.
MAPA RODOVIÁRIO

Os dois tipos de coordenadas que usamos com mais frequência:

 Graus, minutos e segundos (DMS): 15°46'16.6“N 47°55'12.7“E

 Graus e minutos decimais (DD): -15.771278, -47.920194

Fonte da imagem: Internet


MAPA RODOVIÁRIO

-
+
Fonte da imagem: Internet
MAPA RODOVIÁRIO

Coordenadas em graus decimais

19.24127
1m
10 m
100 m
1 km
10 km
100 km
1.000 km
MAPA RODOVIÁRIO
MAPA RODOVIÁRIO

O Brasil é um pais gigantesco, possui muitas rodovias. Algumas em ótimo estado de conservação,
outras em bom estado de conservação, mas a grande maioria em péssimo estado de conservação.

Segundo dados da “Pesquisa da Confederação Nacional do Transportes (CNT)”, 61,8% das estradas do
país estão em condições regular, ruim ou péssima.

Mas o que isso tem a ver com o setor de orçamentos?

Tudo!!!

Estradas ruins aumentam o desgaste do caminhão, agravando os custos com revisão corretiva.
MAPA RODOVIÁRIO

Conheça a sua rodovia, e a dos outros também. Conheça a malha rodoviária brasileira.

Onde estão as rodovias com pista simples, pista dupla ou pista múltipla?

Onde estão localizadas as melhores rodovias? Será que no estado de São Paulo, Rio de
Janeiro, Minas Gerais?
MAPA RODOVIÁRIO

Divida o brasil em dois, na vertical:

A maior parte das rodovias ficam à


direita.
MAPA RODOVIÁRIO

Divida o brasil em dois, na


horizontal:

A parte que fica acima da linha


divisória é quase que intransitável
sem uso de balsa.
MAPA RODOVIÁRIO

Corredores de carga

A maior parte da
carga nacional
transita nas 3
principais
rodovias.

Fonte da imagem: blog.ibratef.com.br


MAPA RODOVIÁRIO

Tem rodovias com ladeira...


MAPA RODOVIÁRIO

Tem rodovia ruim...


MAPA RODOVIÁRIO

Algumas rodovias são difíceis...


MAPA RODOVIÁRIO

...Outras são impossíveis


MAPA RODOVIÁRIO

Mas também tem rodovia boa


MAPA RODOVIÁRIO

Tem rodovia em trecho urbano!!!


MAPA RODOVIÁRIO

Existem rodovias com alto índice de acidente! Mas existem acidentes causados por distração do motorista.
MAPA RODOVIÁRIO

Por isso a rodovia precisa oferecer pontos de parada e descanso...


Conforme as Leis nº 12.619, de 30 de abril de 2012, e nº 13.103, de 2 de março de 2015
MAPA RODOVIÁRIO

...e segurança
MAPA RODOVIÁRIO

Boa viagem!
TIPOS DE SOLO
TIPOS DE SOLO

Um olhar desatento diria que não há


nenhuma ligação entre solo e logística...

Na realidade justamente o contrário que é verídico: tudo se relaciona.


O homem sonha, seu sonho faz nascer um desejo, então surge a necessidade
de satisfazer o desejo. Por isso o comercio existe desde de Gênesis, o que
mudou até aqui foi a forma como o ser humano faz comércio.

Se partirmos do principio de que


transporte é transferência, e tudo que é
transferido de um ponto ao outro é uma
transporte, então o transporte é tão antigo
quanto o comercio.
TIPOS DE SOLO

No inicio o transporte era


feito sobre carroças puxadas
por animais.

As estradas eram de terra,


não havia necessidade delas
serem asfaltadas.

Aliás, o asfalto danifica o


casco dos animais.
TIPOS DE SOLO

Com a invenção do
caminhão, os animais foram
perdendo seus postos de
trabalho.

Percebeu-se então que os


caminhões melhoravam o
desempenho, quanto mais
as estradas fossem “lisas” e
planas.
TIPOS DE SOLO

Porém asfaltos são


construídos sobre o solo...

... tanto o asfalto, quanto o


solo tem um limite máximo
de resistência.
TIPOS DE SOLO

Desrespeitar, ou desconhecer a resistência do solo e do


asfalto é prejudicial para todos. Ambos são de uso comum.
TIPOS DE SOLO

Erosão pode ser invisível, ocorrendo em baixo do solo ou asfalto, causando acidentes como este.
TIPOS DE SOLO

Existem diversos tipos de solos no Brasil. Alguns com mais


resistência, outros com menos.

 Agrônomos classificam os solos interessados no cultivo.

 Engenheiros classificam para determinar a resistência das


construções.
TIPOS DE SOLO

Sistema brasileiro de classificação de solos

A Embrapa coordena o sistema taxonômico oficial de estudos dos solos no Brasil através da
Embrapa Solos. O Sistema Brasileiro de Classificação de Solos (SiBCS) define o solo como
“uma coleção de corpos naturais, constituídos por partes sólidas, líquidas e gasosas,
dinâmicos, formados por materiais minerais e orgânicos”

O SiBCS classifica os solos em 6 classes de níveis categóricos. O 1° nível está separado em 13


ordens categóricas: argissolos, cambissolos, chernossolos, espodossolos, gleissolos, latossolos,
luvissolos, neossolos, nitossolos, organossolos, planossolos, plintossolos, vertissolos.
No segundo nível estão as subordens, no terceiro nível estão os grandes grupos, no quarto
nível estão os subgrupos, no quinto nível de classificação estão as famílias e no sexto nível
estão as séries.
TIPOS DE SOLO
Sistema brasileiro de classificação de solos

Fonte da imagem: internet


TIPOS DE SOLO
Pedologia

Distribuição dos solos pelo Brasil

Fonte da imagem: internet


TIPOS DE SOLO
Sistema brasileiro de classificação de solos
TIPOS DE SOLO
Pedologia

Argissolos
Sofrem problemas sérios de erosão principalmente onde há presença de cascalho ou quanto maior o grau de declividade
do terreno.

Cambissolos
Apresentam relevo bastante ondulado com riscos de inundação em ambiente de várzea.

Chernossolos
Apresentam elevada plasticidade e pegajosidade, consistência dura a muito dura e riscos de erosão.

Espodossolos
Solos profundos a muito profundos que apresentam drenagem moderada a imperfeita, predominantemente arenosos
que podem servir de fonte de areia para construção civil.

Fonte: Embrapa
TIPOS DE SOLO
Pedologia

Gleissolos
São solos mal ou muito mal drenados, que por isso sofrem de riscos de inundação.

Latossolos
São solos profundos, ocorrem em relevos suaves e ondulados, bem drenados, com textura argilosa média ou fina.

Luvissolos
São suscetíveis a processos erosivos. Encontrados em áreas de clima seco, em relevos ondulados a muito ondulados.

Neossolos
São solos rasos e pouco pedregosos, tem baixa retenção de água e possuem alto risco de inundação e erosão.

Fonte: Embrapa
TIPOS DE SOLO
Pedologia

Nitossolos
Possuem alto risco de erosão em relevos acidentados. Podem ser usados como fonte de material para construção civil.

Organossolos
São solos que possuem alta capacidade de retenção de água. São encontrados com bastante frequência em regiões
inundáveis, como planícies ou várzeas inundáveis, e depois de secos são de difícil reumedecimento.

Planossolos
São solos bastante argilosos de drenagem imperfeita a ruim, com alta suscetibilidade a erosão.

Plintossolos
Possuem um ciclo alternando-se entre úmido e seco, com drenagem imperfeita e pedregosidade. São utilizados para
construção civil.

Vertissolos
Solos argilosos ou muito argilosos. Possuem consistência dura, de difícil manejo de máquinas e passiveis de causar danos
em construções e benfeitorias rurais.

Fonte: Embrapa
TIPOS DE SOLO
Geotecnia / Mecânica dos solos

Fonte da imagem: internet


TIPOS DE SOLO
Geotecnia / Mecânica dos solos

Argila é um material natural composto por partículas extremamente pequenas de um ou mais


argilomineral. Argilominerais são minerais constituídos por silicatos hidratados de alumínio e ferro,
podendo conter elementos alcalinos - sódio, potássio - e alcalinos terrosos - cálcio, magnésio.

Fonte da imagem: internet


TIPOS DE SOLO
Geotecnia / Mecânica dos solos

Silte ou limo é qualquer fragmento de mineral ou rocha menor do que areia fina e maior do que argila.

Fonte da imagem: internet


TIPOS DE SOLO
Geotecnia / Mecânica dos solos

Areia é um conjunto de partículas de rochas degradadas, um material de origem mineral finamente


dividido em grânulos ou granito. É utilizada nas obras de engenharia civil.

Fonte do texto: Wikipedia


TIPOS DE SOLO
Geotecnia / Mecânica dos solos

A engenharia elabora estudos do solo para determinar o tipo e quantidade de material a ser empregado
e cada trecho de rodovia.

Fonte da imagem: internet


TIPOS DE SOLO

Asfaltos são construídos com data de validade


capacidade máxima de carga. Quando seus
limites são ultrapassados eles começam a
“estragar”.

Esse é um dos motivos para que os limites


determinados pela lei da balança sejam
obedecidos.

Fonte da imagem: internet


TIPOS DE SOLO

Para o transporte, conhecer o solo significa entender o comportamento dele em dias de sol ou chuva
forte e prever o tempo de viagem devido a influencia do clima em cada região.

Quando se transporta cada excedente o cuidado deve ser dobrado: devido ao excesso de peso, o solo
pode ceder com mais facilidade provocando o tombamento da carga.

Fonte da imagem: internet


CUSTOS OPERACIONAIS
CUSTOS OPERACIONAIS

Uma transportadora possui dois grandes grupos de despesas e dois grandes grupos de custos.

Despesas administrativos e de terminais (armazém):


Tudo que compreende o escritório, salário do pessoal que não se suja,
salário (pró-labore) do dono e o pessoal que trabalha no galpão da
empresa.

Custos relacionados ao tempo: custos fixos


São os custos fixos. Aqueles que precisam
ser pagos mesmo que não se trabalha.

Custos relacionados à distancia: custos variáveis


Aqui estão todos os custos que só acontecem quando
o caminhão viaja.
CUSTOS OPERACIONAIS

DESPESAS ADMINISTRATIVAS

Despesas administras são todos os gastos que não


estão ligados diretamente a operação.
Envolve todos os gastos do escritório. O pessoal
administrativo, papel para impressão, lápis, aluguel do
prédio, veiculo de apoio, etc.
DESPESAS DE TERMINAIS

Despesas de terminais são aquelas relacionadas ao


armazém, ou galpão, como salário dos ajudantes que
não saem para fazer coleta ou entrega. É o Local que a
transportadora usa para fazer separação de
mercadoria e transbordo da carga.

.
CUSTOS OPERACIONAIS

DESPESAS ADMINISTRATIVAS E DE TERMINAIS

Como são difíceis de serem


mensuradas, as despesas são aplicadas
aos custos através de rateio.
Pode-se usar um percentual sobre os
custos, percentual sobre valor de nota
fiscal, tonelada, etc.

Despesas administrativas não são


aplicadas para motoristas autônomos.

.
CUSTOS OPERACIONAIS

CUSTOS FIXOS estão ligados ao tempo. Não importa


se determinado bem ou ativo seja usado ou não, ele
perderá valor. Se o motorista ficar parado ele vai
receber o salario. O banco não abrirá mão da
prestação pela justificativa de falta de serviço.
CUSTOS OPERACIONAIS

O que compõe os custos fixos de operação do veículo?

Remuneração mensal do capital

Reposição do veículo
Custos fixos Reposição do equipamento

Salário do motorista
Salário de oficina

Licenciamento

Seguro do veículo
9 itens? Seguro do equipamento
Seguro de responsabilidade civil facultativo
CUSTOS OPERACIONAIS

O que é a Remuneração mensal do capital?

João e Antônio decidem comprar um caminhão para cada um para trabalhar! Mas com que dinheiro?

João vai ao banco e financia seu caminhão para pagar em 62 prestações, ou 6 anos. Ele está feliz!

Antônio tem dinheiro, então ele decide que vai comprar o caminhão à vista. Assim ele não precisa
se preocupar em pagar as prestações.

Qual dos dois vai gerar mais renda com o caminhão? Ninguém

João terá que trabalhar todo dia para pagar as prestações e não perder seu caminhão para o banco.

Já Antônio terá que trabalhar todos os dias, durante 6 anos e guardar uma parcela equivalente aos juros que
deixará de ganhar no banco para fazer valer a pena o investimento no caminhão.
CUSTOS OPERACIONAIS

O que é a Remuneração mensal do capital?

Se João não se preocupar com a remuneração do capital


perderá o caminhão para o banco. Se Antônio não guardar a
parcela da remuneração do capital terá deixado de ganhar
dinheiro através dos juros.
CUSTOS OPERACIONAIS

O que é a Remuneração mensal do capital?

A remuneração do capital é um custo fixo, que deve ser pago pelo contratante do frete
para que o caminhoneiro ou a transportadora não desistam de ter o caminhão.
CUSTOS OPERACIONAIS

Reposição do veículo e do equipamento

Se Antônio tivesse deixado seu dinheiro no banco, teria rendido juros durante 6 anos e ele ainda
teria o total do capital investido de volta.

Mas agora ele precisa correr contra o tempo para Manter o capital investido no caminhão, pois ele sabe que no
final de 6 anos o caminhão terá desvalorizado 80%.

João precisa trocar seu caminhão após 6 anos de uso, mas para isso ele precisa guardar, além da prestação, uma
parcela para repor o novo caminhão.

$
CUSTOS OPERACIONAIS

Reposição do veículo e do equipamento

É a quantia que deve ser guardada mensalmente em uma “poupança” para comprar um novo
veículo zero quilômetro quando o atual completar seu ciclo de vida útil econômica.

Ao final do período, o dinheiro da reposição do veiculo somado


ao dinheiro da venda do veiculo usado deverá ser igual ao preço
do veiculo 0km no ano da compra (inicio do período).
CUSTOS OPERACIONAIS

Antônio compra o veiculo no ano 0 por $92 dinheiros.


Ele sabe que 6 anos depois seu veiculo valerá $20 dinheiros.
Então ele terá que guardar mensalmente na conta reposição do veiculo o equivalente a $1 dinheiro, por 6 anos.

$12 por ano.

Digamos que no ano 6, o veiculo 0km que Antônio comprou no ano 0 por $92 dinheiros, estará a venda por
volta de $120 dinheiros. Assim para comprar do novo caminhão Antônio terá de usar o dinheiro da venda do
veiculo usado, somado a conta reposição do veiculo e ainda terá que completar os $28 dinheiros que faltam
com a conta remuneração do capital.
CUSTOS OPERACIONAIS

João financia o veiculo no ano 0 por $92 dinheiros + juros.


Ele sabe que 6 anos depois seu veiculo valerá $20 dinheiros.
Ele deverá que guardar na conta reposição do veiculo o equivalente a $1 dinheiro por mês, por 6 anos.

$12 por ano.

No ano 6, o veiculo 0km que João comprou no ano 0 por $92 dinheiros + juros, estará a venda por volta de
$120 dinheiros. Desta forma, para comprar o novo caminhão João terá de usar o dinheiro da venda do veiculo
usado, usar a conta reposição do veiculo, e ainda terá que financiar a diferença de $28 dinheiros.
CUSTOS OPERACIONAIS
Salário do motorista

Para a transportadora, o salário do


O motorista autônomo não é
motorista é custo fixo porque mesmo
assalariado, mas ele precisa
que ele não trabalhe durante um
determinar uma quantia mensal
mês, a empresa terá que depositar o
e chama-la de salário.
salário na conta do funcionário.
Esta quantia mensal deve ser o
Mas atenção: O custo fixo do
suficiente para pagar as
motorista é quase o dobro do que ele
despesas domésticas, plano de
recebe. É preciso calcular os encargos
aposentadoria e plano de
trabalhistas, 13°, férias, e custos de
saúde.
desligamento.
CUSTOS OPERACIONAIS
Salário da oficina

O salário da oficina só se aplica a empresas que tem oficina própria. Neste caso, o total gasto
em salário da oficina deve ser repartido entre todos os caminhões da frota.

Transportadora que não tem oficina própria não tem gastos com salário de oficina.

Cuidado para não confundir custos de salário de oficina com custos de manutenção.
CUSTOS OPERACIONAIS
Licenciamento

O licenciamento do veiculo é pago anualmente. Mas deve ser dividido por 12 meses.

Podemos dizer que no licenciamento estão inclusos: IPVA, DPVAT, licenciamento e taxa de cronotacógrafo.

É preciso guardar todo mês uma fração do custo do licenciamento, assim não passara apuros na
hora de licenciar o veiculo.
CUSTOS OPERACIONAIS
Seguro do veículo e do equipamento

Pagar seguro do veículo e do equipamento é quase que obrigação nos dias de hoje, onde o índice
de criminalidade é alto e as noticias de acidentes só aumentam.

No entanto, este custo também precisa ser calculado mensalmente, e repassado para o contratante do frete.

Proporcionalmente
CUSTOS OPERACIONAIS
Seguro de responsabilidade civil facultativo

O RCF-V (Seguro Responsabilidade Civil Facultativa de Veículos) é um seguro opcional que


pode cobre danos contra terceiros.

Ele pode fazer parte da cobertura oferecida pela seguradora contando na apólice ou ser
contratado a parte. Mas nos dois casos garantirá irá cobrir colisões em outros carros que não
sejam o segurado.
CUSTOS OPERACIONAIS

CUSTOS VARIÁVEIS estão relacionados a movimentação do veiculo. A lógica é a seguinte:

Caminhão parado não gera custos variáveis, porém quanto mais o caminhão
rodar maior será o custo variável.
CUSTOS OPERACIONAIS

Os custos variável são compostos das seguintes parcelas:


Peças, acessórios e material de manutenção
Despesas com combustível
Lubrificantes
Lavagem e graxas
Pneus e recauchutagens
CUSTOS OPERACIONAIS
Peças, acessórios e material de manutenção

A manutenção preventiva deve ser feita dentro de um intervalo predeterminado pelo fabricante
ou pela gestão de frotas da empresa.

O custo da manutenção preventiva deve ser dividido pela quilometragem rodada do caminhão.

A mesma regra vale para manutenção corretiva, a diferença é que manutenção corretiva não é
prevista, porém o custo dela pode ser medido a partir da média histórica de manutenções
preventivas da frota, do veiculo ou através de revistas especializadas.
CUSTOS OPERACIONAIS
Despesas com combustível

Este é um dos maiores custos do caminhão, mas sem ele o caminhão não roda.

É preciso conhecer o rendimento do caminhão, isto é, quantos KM faz por litro.


Então divide-se o preço do combustível pelo rendimento do combustível (km/l)
CUSTOS OPERACIONAIS
Lubrificantes

O custo por km do lubrificante é calculado de forma similar ao custo do combustível.

Primeiro descobre-se quantos litros de lubrificante são necessários a cada troca.


Depois deve-se saber quantos litros são usados para completar o lubrificante até a próxima troca.

Então é preciso saber a cada quantos quilômetros o lubrificante deve ser trocado.

Por fim é só dividir o preço gasto com lubrificantes com a quilometragem rodada.
CUSTOS OPERACIONAIS
Lavagem e graxas

Quanto custa cada lavagem e engraxamento?

A cada quantos quilômetros rodados o veiculo deve parar para fazer uma lavagem e ser engraxado?

É só dividir um pelo outro.


CUSTOS OPERACIONAIS
Pneus e recauchutagens

Calcular o custo do pneu é muito mais difícil!!!

É preciso ter em mãos o preço do pneu novo, e preço de cada recauchutagem.

De modo genérico é preciso saber quantos quilômetros de vida útil tem o


pneu, incluindo as recauchutagens.

Soma o custo do pneu (preço do pneu novo mais recauchutagens) e divida pela vida útil do pneu.
CUSTOS OPERACIONAIS

Relembrando...

Remuneração mensal do capital


Reposição do veículo Peças, acessórios e
Reposição do equipamento material de manutenção
Salário do motorista Despesas com
Salário de oficina combustível
Licenciamento Lubrificantes
Seguro do veículo Lavagem e graxas
Seguro do equipamento Pneus e recauchutagens
Seguro de responsabilidade civil
facultativo
CUSTOS OPERACIONAIS

Quando juntamos custos fixos + custos variáveis formamos os...

Custos Operacionais
CUSTOS OPERACIONAIS

Como calcular os custos operacionais?

Descubra quanto custa cada


Descubra o custo fixo mensal do caminhão.
quilometro rodado.
Descubra quantas horas ele trabalha por mês.
Descubra quantos quilômetros
Descubra quanto o caminhão custa por hora.
o caminhão roda por hora.
CUSTOS OPERACIONAIS

Como calcular os custos operacionais?

Sabendo qual o custo fixo por hora do caminhão, e qual o custo variável por quilometro rodado.

É só somar 1 + 1

Por exemplo:
CUSTOS OPERACIONAIS

Como calcular os custos operacionais?

Exemplo:
Eu sei que o custo fixo do meu caminhão é $6 dinheiro a hora. Também sei que o custo variável é de $1 dinheiro por
hora e uma viagem de São Paulo para Rio de Janeiro leva cerca de 6 horas e a distância é de 350 km

$6 x 6 h = $36 de custo fixo


Então eu tenho:
$1 (h) x 350 km = $350 dinheiros de custo variável.

Somando custo fixo com custo variável, o custo operacional será de $386 dinheiros
CUSTOS OPERACIONAIS

Como calcular o custo operacional de horas paradas de espera para carga e descarga?

Para calcular o custo operacional de tempo de espera para carga e descarga é só multiplicar o custo fixo da
hora pelo numero de horas paradas.

Por exemplo: se o custo fixo por hora é de $6 e o caminhão ficar 8 horas parado então o custo operacional
da hora parada será de: $6 x 8 h = $48 dinheiros.

Note que não há custo variável neste caso


.
CUSTOS OPERACIONAIS

Pedágio é custo ou despesa?

O pedágio é um gasto de responsabilidade do embarcador, segundo a Lei nº 10.209/2001, e Resolução ANTT


nº 2.885/2008.

Desta maneira o transportador ou autônomo são desonerados deste gasto. Porém, o vale frete só é garantido
para o percurso em que o caminhão estiver carregado. Nos trechos que o caminhão circular vazio sem estar
. amparado por acordo comercial, o pedágio se torna um gasto que virá a ser perda ou prejuízo.
CUSTOS OPERACIONAIS

OUTROS CUSTOS RELACIONADOS À VIAGEM

Alguns custos são gerados exclusivamente para uma determinada viagem, ou por causa da viagem.
Estes custos devem especificamente serem repassados ao embarcador para aquela mesma viagem.

Podemos citar entre os principais, os custos com descanso do motorista, pois se ele não viajar poderá
descansar em casa. Lona, pois quando a carga é altamente perfurante poderá cortar a lona, etc...
.
CUSTOS OPERACIONAIS

Some custos operacionais + despesas administrativas

.
CUSTOS OPERACIONAIS

Custos Operacionais

.
PESQUISA DE MERCADO
PESQUISA DE MERCADO

Em “pesquisa de mercado” vamos entender as fontes de informações que o orçamento utiliza para estimar os
custos operacionais.

Estas fontes são basicamente duas: própria empresa, terceiros...

Os custos operacionais da frota própria deve ser fornecido pelo setor de frotas da empresa.

Os custos operacionais de terceiros são fornecidos por terceiros, que geralmente são motoristas autônomos. Este
recurso geralmente deve usado quando a empresa não dispõe de frota própria.
PESQUISA DE MERCADO

O que é pesquisa de mercado?

É a coleta de informações junto ao consumidor, concorrente ou fornecedor, que as empresas utilizam para
tomada de decisões ou solucionar problemas.
PESQUISA DE MERCADO

O que é orçamento?

Orçamento é uma estimativa sobre despesas e ganhos com objetivo de estabelecer metas e objetivos futuros.
“Para quem não sabe aonde quer ir, qualquer caminho serve“.

O transporte rodoviário de cargas utiliza o orçamento para estimar custos de transferências de rotas casuais.
PESQUISA DE MERCADO

O segmento de carga fracionada trabalha como percursos diários ou semanais


pré-determinados de coleta transferência e entrega.
Com isso não há a necessidade de estimar os custos operacionais cada dia que
um caminhão que sair a campo, pois já se sabe os custos envolvidos nas
operações.

No entanto, é possível que determinada carga precisa ser entregue fora da rota pré-estabelecida. Neste caso, a
transportadora precisa usar um veículo dedicado para a entrega. E então será necessário estimar o custo que
poderá ser usado uma “única” vez, apenas para a entrega exclusiva.

Nos casos de fretes eventuais é necessário dimensionar o veiculo através da simulação de arranjo de carga,
estimar os custos de mobilização, transferência e desmobilização para a operação. Nos segmentos de cargas
indivisíveis, carga lotação, produtos químicos, animais vivos, entre outros necessita-se orçar quase que todos os
transportes.
É aí que entra o personagem do orçamentista.
PESQUISA DE MERCADO

Qual caminhão?

O primeiro passo do orçamentista é analisar o produto que “será” transportado.


As características do produto, as dimensões, tipo de embalagem em que está acondicionado, e massa.

Feito a simulação do arranjo de carga, se sabe a categoria do veiculo que será utilizada.

Sabendo a categoria do veiculo, é importante saber onde encontrá-lo. Tem na frota? Precisa subcontratar?

Se tiver disponível na frota, é preciso calcular os custos de mobilização, transferência e desmobilização.

Se tiver que subcontratar é preciso prever de antemão os custos de mobilização, transferência e


desmobilização.
PESQUISA DE MERCADO

É necessário conhecer o mapa econômico do país para saber qual o centro econômico mais próximo
que o veiculo poderá ser encontrado, e para qual centro econômico se espera que o veículo se
desmobilize para aguardar o próximo frete.

Por isso que é preciso conhecer o mapa econômico, as divisões territoriais, regiões, estados,
mesorregiões, microrregiões e municípios.

É importante saber qual a produtividade econômica de cada região, pois ela influenciará diretamente
na categoria do veiculo à disposição.

Entender a formação dos custos operacionais é um conhecimento indispensável.


PESQUISA DE MERCADO

Custos operacionais são lineares até certo ponto. Eles variam conforme o comportamento do motorista,
da estrada e de relevo.

Por isso, ainda que o veiculo seja o mesmo, a estimativa do custo operacional pode variar conforme
origem vs. destino.

A situação se torna alarmante quando lida-se com custos de frete de caminhoneiros autônomos.

A grande maioria dos caminhoneiros autônomos não consegue entender os


custos operacionais do caminhão deles.

Por isso eles costumam consultar colegas ou aceitar o preço que lhes é
ofertado para uma viagem, sem levar em consideração os custos
operacionais.

A situação gera 2 problemas. O primeiro é que o caminhoneiro não consegue guardar dinheiro para trocar
o caminhão. O segundo problema é a dificuldade de se estimar matematicamente os custos de frete sem
saber o que de fato está sendo praticado pelos autônomos.
PESQUISA DE MERCADO

Tabela de pesquisa de preço de subcontratação de caminhoneiro autônomo.

Quando lida-se com caminhoneiros autônomos é


preciso “ir a campo” para entender como eles pensam
e adequar os preços costumeiros de frete para uma
forma gerencial mais adequada.

É preciso transcrever o comportamento dos


caminhoneiros autônomos para uma planilha
eletrônica (Excel, Librecad, Numbers, etc.) no estilo
batalha naval.
PESQUISA DE MERCADO

Tabela de pesquisa de preço de subcontratação de caminhoneiro autônomo.

É preciso ter em mão uma lista com todas as UF’s, mesos, micros e cidades brasileiras.

O Excel tem uma ferramenta que se chama transpor:

Se você tiver uma planilha com dados nas colunas e quiser girar para reorganizá-la
em linhas, use o recurso Transpor. Ele também gira linhas para colunas.

Faça isso para organizar o mapa em uma planilha eletrônica e cruzar as informações.
PESQUISA DE MERCADO
Tabela de pesquisa de preço de subcontratação de caminhoneiro autônomo.
Sua tabela deve ficar
melhor do que esta.

Em seguida é só fazer a
pesquisa de custos
usando os meios que você
tem a disposição.

Neste passo é necessário


levar as informações
diretamente com
caminhoneiros
autônomos, etc.

Se alimentar a tabela por


R$/KM lembre-se de
multiplicar R$/km por
km para ter o custo final.
PESQUISA DE MERCADO

DICA: Ao lançar R$/km na tabela de orçamentos, é importante reservar uma quantia para saída mínima.

Por Exemplo: Carreta de São Paulo, SP a Rio de Janeiro, SP. São 350 KM, a R$/km $2,00, com saída mínima
de $300,00

KM: 350
R$/km $2,00
Fórmula: Saída mínima: R$300,00
Custo do autônomo: $1.000,00
PESQUISA DE MERCADO

A vantagem de utilizar uma tabela eletrônica no estilo


batalha naval é que ela permite cruzar dados, e agrupar
com mais facilidades os R$/km por município x município,
município x microrregião, município x mesorregião,
mesorregião x mesorregião, microrregião x mesorregião,
etc.

Enfim, a liberdade para trabalhar os resultados é maior do


que utilizando outros modelos. Basta um pouco de
criatividade e um mínimo de conhecimento em planilhas
eletrônicas.
PESQUISA DE MERCADO

Quando a empresa controla o custo operacional na ponta do lápis, e trabalha com frota própria, o orçamentista...

Com uma calculadora em uma planilha eletrônica o calculo do custo operacional de uma viagem pode ser feito em
segundos.

Com os custos operacionais em mãos, tudo que o orçamentista precisa fazer é calcular as variáveis da viagem. Pois
ainda que seja utilizado o mesmo caminhão, os custos variam conforme o comportamento do motorista, da
estrada e de relevo.
PESQUISA DE MERCADO

Mas a vida no orçamento, não se resume apenas à estimar os custos operacionais.

Muitas vezes é preciso incluir no custo do frete:

cintas lonas outros materiais para


acomodação da carga.

Cargas excedentes exigem muita atenção do orçamentista. Tempo de transferência é mais sensível neste
segmento do que nos demais.
PESQUISA DE MERCADO

Quanto a pesquisa de mercado, o orçamentista deve se preocupar com pesquisa de custos, a pesquisa de frete
peso dos concorrentes é assunto para outro espaço e tempo.

O orçamentista deve saber lidar com ferramentas de pesquisa mercado, isto irá ajuda-lo a melhorar dia a dia. É
importante se familiarizar com pesquisa quantitativa e qualitativa, escolher as perguntas certas para obter a
resposta certa.

Também é preciso manter o banco de dados dos custos sempre atualizado para não ser pego de surpresa quando
eles forem necessários.

Pesquisa de mercado é isso! O trabalho nunca para.


AGRADECIMENTOS
Apresentação;
Gestão por processos;
Órgãos regulamentadores e fiscalizadores do transporte rodoviário de cargas;
Estrutura da classificação nacional de atividades econômicas (CNAE);
Personalidade do cliente;
Estrutura da nomenclatura comum do Mercosul (NCM);
Características do produto;
Tipos de embalagens e simbologia;
Gerenciamento de risco;
Impostos;
Normas: NR’s, e NBR’s;
Tipos de veículos;
Implementos rodoviários;
Capacidade técnica e legal;

Simulação de acondicionamento da carga;


Leitura de desenho técnico;
Equipamentos para carga, descarga e movimentação;
Segmentos de transporte de cargas;
Mapa geoeconômico;
Divisão regional do brasil em mesorregiões e microrregiões geográficas;

Mapa rodoviário;
Tipos de solo;
Custos operacionais;
Pesquisa de mercado;