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O oscilador de Lorentz e

suas aplicações
Uma abordagem clássica e numérica
Oscilador de Lorentz
• Introdução
• Oscilador Harmônico Físico • Propriedades Ópticas dos materiais
• Simple case and the resonant frequency . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 3 • Outros fenômenos de ondas EM. . . . . . . . . . . . . ....... 17
• General case . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ………….3 • Coeficientes de ópticas. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .18
• O modelo de oscilador de Lorentz • Coeficientes de reflexão e transmissão em meios de menor perda. . . . .
. . …….................................................18
• Equação do oscilador de Lorentz. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4
• Impedância intrínseca. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
• A frequência de plasma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ……...6
• Coeficientes de reflexão e transmissão revisitados. . . . 22
• Obtenção de permissividade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . …....7
• Coeficientes de reflexão e transmissão complexas. . . .24
• Revisão rápida na notação. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ……...8 • Refletividade e transmitância. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 24
• Análise de frequência. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . …….. ...9
• Baixas frequências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ………... . . . . . . . …….. . . . ….10
• T-A-R-T . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26
• Perto da frequência ressonante. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . …………. . …. . . . 11 • Uma análise de frequência mais intuitiva. . . . . . . . . . . . 26
• Altas frequências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . … . . ………. . …. . ………..11 • Isoladores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ….. . 26
• Metais: o modelo de Drude-Lorentz. . . . . . . . . . . . . . . . .28
• Ondas Eletromagnéticas
• Plasmas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ....... . . . . . 29
• The 1-D Wave Equation and plane waves . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11
• Index of refraction . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12
• Complex refractive index . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
• Solving the Wave Equation . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14
• Beer’s law and the absorption coefficient . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 15
• Another quick review of terms . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17
INTRODUÇÃO
Primeiras Considerações acerca do
Modele de Lorentz
• O Modelo de oscilador de Lorentz não só não pode ser aplicado a todos os
materiais, mas só é válido para as energias do fóton bem abaixo da banda
proibida do material.

• O modelo de Lorentz pressupõe a existência de elétrons presos no material.

• Se os fótons têm energia perto da banda proibida do material e, em seguida, é


possível gerar pares elétron-lacuna e, assim, ter elétrons não presos.

• Portanto, o modelo de oscilador de Lorentz não é válido nesta região de energias


de fótons.
Primeiras Considerações acerca do
Modele de Lorentz
• Metais e Semicondutores dopados podem ser tratados como plasma
(combinação de íons fixos e elétrons livres) no infravermelho e perto de escalas
visíveis não se pode descrevê-los pelo modelo de Lorentz.

• No entanto, na região de UV a energia da luz é suficiente para interagir não só


com os elétrons livres do plasma, mas com elétrons presos que têm frequências
de ressonância.

• Nessa região, é possível se aplicar o modelo de Lorentz.


Primeiras Considerações acerca do
Modele de Lorentz
• Assim, normalmente para cobrir a gama inteira de comprimento de onda de
Woollam do elipsometro de M-espectroscópicas 2000DI de profundidade-UV (~ 190
nm) até o infravermelho próximo (~ 1700 nm) e descrever propriedades ópticas do
metal, seria preciso de 2 a 3 osciladores (como Lorentz ou gaussiana) + modelo de
Drude.

• O mesmo que será necessário para descrever os filmes de ITO, já que eles têm
alguma condutividade (comportamento de metal).
Dois Layouts de Conteúdo com Tabela
• Primeiro marcador aqui Grupo 1 Grupo 2
• Segundo marcador aqui Classe 1 82 95
• Terceiro marcador aqui Classe 2 76 88

Classe 3 84 90
Título e Layout de Conteúdo com
SmartArt

Título da Etapa 1 Título da Etapa 2 Título da Etapa 3 Título da Etapa 4

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