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SAÚDE DO ADULTO II

ESTUDO DE CASO CLINICO RESPIRATÓRIO

ACADÊMICO : NORMA ALMEIDA RODRIGUES


DEFINIÇÃO

.
É UMA INFECÇÃO DO
PARÊNQUIMA PULMONAR
TENDO OU NÃO
ACOMETIMENTO PLEURAL
ETIOLOGIA

INFECCIOSA NÃO INFECCIOSA


 BACTÉRIAS  ASPIRAÇÃO DE
 VÍRUS ALIMENTOS, ÁCIDO
GÁSTRICO
 ATÍPICAS
 ASPIRAÇÃO DE
 FUNGOS CORPO ESTRANHO
 PROTOZOÁRIOS  PNEUMONITE POR
DROGAS , RADIAÇÃO
SINTOMAS
 FEBRE
 SUOR INTENSO OU CALAFRIO
 TOSSE COM CATARRO AMARELADO OU ESVERDEADO
 DOR NO PEITO OU NO TÓRAX, QUE PODE PIORAR COM A
RESPIRAÇÃO,
 RESPIRAÇÃO RÁPIDA E CURTA
 NÁUSEAS E VÔMITOS
 ANOREXIA
 FRAQUEZA
 CANSAÇO E DESÂNIMO
SINTOMAS

NOS CASOS MAIS GRAVES PODE HAVER, FALTA DE AR E


MAIOR DIFICULDADE RESPIRATÓRIA, CIANOSE DE
EXTREMIDADE POR CAUSA DA BAIXA OXIGENAÇÃO
SANGUÍNEA, CONFUSÃO MENTAL OU DESORIENTAÇÃO
(PRINCIPALMENTE EM IDOSOS), QUEDA DA PRESSÃO
ARTERIAL, ACELERAÇÃO DO PULSO OU DA FREQUÊNCIA
CARDÍACA.
DIAGNÓSTICO
 O DIAGNÓSTICO INICIALMENTE É FEITO COM BASE NO EXAME FÍSICO
ALTERADO E NA PRESENÇA DE SINAIS E SINTOMAS COMPATÍVEIS COM
A DOENÇA. ALGUNS EXAMES COMPLEMENTARES PODEM SER
IMPORTANTES PARA CONFIRMAR O DIAGNÓSTICO E AJUDAR A
DEFINIR O TRATAMENTO MAIS ADEQUADO PARA CADA CASO

 GERALMENTE O MÉDICO UTILIZA EXAMES DE IMAGEM COMO OS


RAIOS X DE TÓRAX OU, QUANDO NECESSÁRIO, TOMOGRAFIA
COMPUTADORIZADA DE TÓRAX E TAMBÉM EXAMES DE SANGUE
DIAGNÓSTICO

 PARA IDENTIFICAR O GERME CAUSADOR DA PNEUMONIA PODE


UTILIZAR O EXAME DO ESCARRO. ASSIM, O MÉDICO PODERÁ
DEFINIR O ANTIBIÓTICO MAIS INDICADO PARA CADA CASO.
TRATAMENTO
 PNEUMONIAS BACTERIANAS
 TRATADA COM ANTIBIÓTICOS ESPECÍFICO E AVALIADO PELO
MÉDICO SE É CASO DE INTERNAÇÃO.

 PNEUMONIAS VIRAIS
 TRATAMENTO DE SUPORTE NO SENTIDO DE MELHORAR AS
CONDIÇÕES DO ORGANISMO PARA QUE ESTE COMBATA A
INFECÇÃO. DIETA APROPRIADA, OXIGÊNIO(S\N) E MEDICAÇÕES
PARA DOR E FEBRE.

 PNEUMONIAS POR PARASITAS OU FUNGOS


 MEDICAMENTOS ESPECÍFICOS
FISIOPATOLOGIA
SUPERAÇÃO DE MECANISMO DE DEFESA

MULTIPLICAÇÃO DOS ORGANISMOS NA SUPERFÍCIE OU DENTRO DAS


SECREÇÕES MUCOSAS

ADERÊNCIA, EXOTOXINA, ENZIMAS PROTEOLÍTICA

COLONIZAÇÃO

RESPOSTA INFLAMATÓRIA PULMONAR


CASO CLÍNICO
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM
HISTÓRICO E ANAMNESE

 01\04\17 ÀS 17:00 ,M.E.B.F, 90 ANOS, SEXO FEMININO, DEU ENTRADA NA


EMERGÊNCIA COM QUADRO DE DISPNÉIA, DIMINUIÇÃO DA FORÇA
MUSCULAR E NÁUSEAS, COM SUSPEITA DE TEP, HIPERTENSA,
DIABÉTICA, COM HISTÓRICO DE DOENÇA CARDÍACA, FOI REALIZADO
EXAMES DE IMAGEM, LABORATÓRIO , ANGIO, TC DE TÓRAX. E
DIAGNÓSTICADA COM PNEUMONIA , FEZ USO DE KLARICID 500MG DE
8\8 HORAS, PACIENTE NÂO RESPONDEU A ANTIBIOTICOTERAPIA,FOI
TRANSFERIDA PRA UTI COM DESCONFORTO RESPIRATÓRIO. EVOLUI
ACORDADA, POUCO ALERTA, RESPONDE AO MANUSEIO, AFEBRIL.
CATETER VENOSO CENTRAL FUNCIONANTE EM VEIA SUBCLAVIA
ESQUERDA ,FAZENDO USO DE MERONEM 500MG EV A CADA 8 HORAS,
TAZOCIN 4,5G EV A CADA 8 HORAS,UNASYN 1,5 G EV A CADA 8 HORAS
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM

 HISTÓRICO E ANAMNESE
PELE ÍNTEGRA SEM LPP, MMSS EDEMACIADOS,HV EM MMSE, 17\04\17
REALIZADO PNEUMOTÓRAX, DRENO DE TÓRAX À ESQUERDA. USO DE MV
50% SENDO REALIZADO VNI, DISPNÉIA LEVE, NORMOCÁRDICA. PACIENTE
ACEITA DIETA POR SONDA NASOENTERAL,ABDOME GLOBOSO , PORÉM
FLACIDO Á PALPAÇÃO E COM PRESENÇA DE RUÍDOS HIDROAÉREOS,
EVACUAÇÕES PRESENTES NO TURNO, DIURESE EM FRALDAS, MMII
EDEMACIADOS SEM LPP. SSVV: T( ° ): 36,5; PA :130\73 mmHg; FR 22rpm; FC: 93
bpm;SATO2%: 98%
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM
 DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM
 PADRÃO RESPIRATÓRIO INEFICAZ RELACIONADO A DOENÇA
RESPIRATÓRIA EVIDENCIADO PELA DISPNEIA
 RISCO DE INFECÇÃO RELACIONADO A PROCEDIMENTOS
INVASIVOS
 RISCO DE INTEGRIDADE DA PELE PREJUDICADA EVIDENCIADO
PELA RESTRIÇÃO AO LEITO
 PERFUSÃO TISSULAR PERIFÉRICA INEFICAZ RELACIONADA À
DIABETE MELLITUS E À HIPERTENSÃO ARTERIAL
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM
 PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM

 CURTO PRAZO:
 MANTIDA CABECEIRA ELEVADA
 OXIGENOTERAPIA COM OFERTA DE OXIGÊNIO EM VOLUME MAIOR
QUE O NORMAL
 PACIENTE MANTIDO EM MONITORAÇÃO CONTÍNUA
 REALIZADO OXIGENOTERAPIA UTILIZANDO MV 50% E VNI
 MONITORAR TEMPERATURA E FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
 ATENTAR PARA PRESENÇA DE CIANOSE PERIFÉRICA
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM

 PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM
 MÉDIO PRAZO
 REALIZAR MUDANÇA DE DECÚBITO DE DUAS EM DUAS HORAS
 HIDRATAR REGIÃO PERIANAL APÓS TROCA DE FRALDAS
 UTILIZAR TÉCNICAS ASSÉPTICAS APROPRIADAS APÓS CADA CURATIVO
 AVALIAR LOCAIS DE INSERÇÃO DE CATETERES QUANTO À PRESENÇA
DE HIPERTEMIA E PERMEABILIDADE.
 OBSERVAR E ANOTAR ESTADO DE CONSCIÊNCIA
 OBSERVAR E ANOTAR PADRÃO RESPIRATÓRIO: TOSSE, EXPECTORAÇÃO,
DISPNEIA
 OBSERVAR E ANOTAR EDEMAS
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM
 PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM
 LONGO PRAZO:
 SUPERVISIONAR A PELE
 COLOCAR COXINS EM PROEMINÊNCIAS ÓSSEAS
 MANTER COLCHÃO PNEUMÁTICO
 MONITORAR SINAIS E SINTOMAS DE INFECÇÃO DA FERIDA
 AVALIAR O ESTADO NUTRICIONAL
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM

 INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM
 MONITORAÇÃO DE SINAIS FLOGISTICOS EM CATETER E CURATIVO
Á CADA BANHO NO LEITO
 REALIZADO MUDANÇA DE DECÚBITO A CADA DUAS HORAS COM
TROCA DE COXINS EM PROEMINÊNCIAS ÓSSEAS
 REALIZADO BANHO NO LEITO DUAS VEZES AO DIA COM
HIDRATAÇÃO DA PELE
 AVALIADO O ESTADO DE CONSCIÊNCIA DA PACIENTE A CADA
PROCEDIMENTO REALIZADO NO LEITO
SAE – SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
ENFERMAGEM

 AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM
 PACIENTE SE MANTEM CONSCIENTE E ORIENTADA
 SINAIS VITAIS ESTÁVEIS
 ESTADO DISPNEICO MELHORADO COM A OXIGENOTERAPIA
 MANTIDO ACESSO E FERIDA CIRÚRGICA SEM SINAIS FLOGISTICOS
 SEM LPP PELA MUDANÇA DE DECÚBITO REALIZADA A CADA DUAS
HORAS
Muito Obrigado

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