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PROTOCOLO DE

CARGA IMEDIATA

Disciplina de
Implantodontia
2019.1
Natália Pompílio
Paula Alvim
EQUIPE: Rebeca Lavareda
Ruama Albuquerque
Wendy Albuquerque
DENSIDADE ÓSSEA
A estrutura externa (cortical) e a interna (trabecular) do osso podem ser
descritas em termos de qualidade ou DENSIDADE, as quais refletem
um número de propriedades biomecânicas, como:
1. Resistência,
2. Módulo de elasticidade,
3. Percentual de contato osso-implante (COI)
4. Distribuição da tensão ao redor do implante endosteal com carga
DENSIDADE ÓSSEA
A qualidade óssea frequentemente depende da sua posição no
arco, assim como estudos mostram que o tempo de vida do
implante está relacionado à sua posição no arco.
DENSIDADE ÓSSEA
CLASSIFICAÇÃO DO OSSO RELACIONADOS COM IMPLANTODONTIA
Lekholm e Zarb em 1985, classificaram em 4 grupos:
Qualidade 1: composta de osso compacto homogêneo.
Qualidade 2: espessa camada de osso compacto ao redor de um núcleo de osso trabecular denso.
Qualidade 3: fina camada de osso cortical ao redor de um osso trabecular denso de resistência
favorável.
Qualidade 4: fina camada de osso cortical ao redor de um núcleo de osso trabecular de baixa
densidade.
DENSIDADE ÓSSEA
CLASSIFICAÇÃO DA DENSIDADE ÓSSEA DE MISCH
D1: principalmente osso cortical denso.
D2: tem um osso cortical denso a poroso
na crista e lateral ao local do implante. O
osso dentro dessa cortical é trabecular
grosso.
D3: apresentam uma crista com cortical
porosa mais fina, com um osso trabecular
fino na região próxima ao implante.
D4: quase não apresenta crista óssea
cortical e lâminas laterais corticais
porosas. O osso trabecular fino compõe
quase a totalidade do volume ósseo.
DISPONIBILIDADE ÓSSEA
O osso disponível descreve a quantidade de osso na área edentada
considerada para a instalação de implantes. Este é medido em:
1. Largura
2. Altura
3. Comprimento
Além disso, é importante medir a ANGULAÇÃO DO OSSO.
TAMANHO DO IMPLANTE
PLANOS DE TRATAMENTO
Classificação edentados
parciais
KENNEDY-
APPLEGATE

A ÁREA EDENTADA
MAIS POSTERIOR
SEMPRE DETERMINA
A CLASSIFICAÇÃO

AS ÁREAS
EDENTADAS SÃO
REFERIDAS COMO
MODIFICAÇÕES E
DESIGNADAS
APENAS PELO SEU
NÚMERO.
PLANEJAMENTO DE
TRATAMENTO
CLASSE I

DIVISÃO A DIVISÃO B DIVISÃO C DIVISÃO D

• NORMALMENTE • POSSUEM OSSO • QUANDO EXISTE • LONGO PRAZO


INDICADA ESTREITO NOS OSSO • AS CAUSAS MAIS
• OSSO POSTERIOR ESPAÇOS INADEQUADO EM COMUNS SÃO
DISPONÍVEL É EDENTADOS ALTURA, TRAUMA OU
LIMITADO EM POSTERIORES LARGURA, EXCISÃO
ALTURA PELO • IMPLANTES COMPRIMENTO CIRÚRGICA DE
CANAL ENDÓSSEOS DE OU ANGULAÇÃO NEOPLASIAS
MANDIBULAR NA PEQUENO • ENXERTO ÓSSEO • PRECISAM DE
MANDÍBULA OU DIÂMETRO EM ENXERTOS DE
PELO SEIO FORMA DE RAIZ OSSO AUTÓGENO
PLANEJAMENTO DE
TRATAMENTO
CLASSE II
O OSSO DISPONÍVEL
É, PORTANTO,
MUITAS VEZES
ADEQUADO PARA
IMPLANTES
ENDÓSSEOS
MESMO QUANDO O
EDENTULISMO FOR
DE LONGO PRAZO
A, B, C e
D.
PLANEJAMENTO DE
TRATAMENTO
CLASSE
III

A, B, C e
D.
PLANEJAMENTO DE
TRATAMENTO
CLASSE
IV
É COMUM UMA FALTA DE VOLUME ÓSSEO
ANTERIOR NA MAXILA E ENXERTOS
ÓSSEOS ANTES DA INSTALAÇÃO DOS
IMPLANTES SÃO TIPICAMENTE
NECESSÁRIOS PARA EVITAR QUE ELES
SEJAM INSTALADOS PALATALMENTE EM
RELAÇÃO ÀS RAÍZES NATURAIS.

A, B, C e
D.
CLASSIFICAÇÃO DOS ARCOS
TOTALMENTE EDENTADOS
CLASSIFICAÇÃO DOS ARCOS
TOTALMENTE EDENTADOS
TIPO I

A DIVISÃO DE OSSO
É SIMILAR EM
TODOS OS TRÊS
SEGMENTOS
ANATÔMICOS

Tipo I divisão C
(enxerto
CLASSIFICAÇÃO DOS ARCOS
TOTALMENTE EDENTADOS
TIPO II

AS SECÇÕES ÓSSEAS
POSTERIORES SÃO
SEMELHANTES, MAS
DIFEREM DO
SEGMENTO ANTERIOR

OS ARCOS MAIS
COMUNS NESTA
CATEGORIA
APRESENTAM MENOS
OSSO EM REGIÕES
CLASSIFICAÇÃO DOS ARCOS
TOTALMENTE EDENTADOS
TIPO III

AS SECÇÕES
POSTERIORES DA
MAXILA OU DA
MANDÍBULA SÃO
DIFERENTES

MAXILAR EDENTADO COM


OSSO ABUNDANTE NA
SECÇÃO ANTERIOR,
NENHUM OSSO
DISPONÍVEL PARA
IMPLANTES NA SECÇÃO
POSTERIOR ESQUERDA E
OSSO ADEQUADO NO
MANDÍBULA
PRÓTESE FIXA VS SOBREDENTADURA
IMPLANTOSSUPORTADA:
MANDÍBULA
PROTOCOLO BRÄNEMARK:
OPÇÃO DE TRATAMENTO 1
4 a 6 implantes;
Dois cantiléveres bilaterais;
Implantes instalados entre os forames mentonianos.
Reservar Essa Opção Para Pacientes Com Baixos Fatores De Força
MANDÍBULA
PROTOCOLO BRÄNEMARK:
OPÇÃO DE TRATAMENTO 1
• Distância Anteroposterior (A-P) Ou Distribuição A-P;
• Formato Do Arco;
• A Posição Dos Forames Mentonianos;
• Os Fatores De Força E A Densidade Óssea.
MANDÍBULA
PROTOCOLO BRÄNEMARK:
OPÇÃO DE TRATAMENTO 2
té 7 implantes;
ois cantiléveres bilaterais;
antiléver reduzido;
ré-requisito : Presença de osso disponível na altura e largura sobre um ou sobre os dois forames.
MANDÍBULA
PROTOCOLO BRÄNEMARK:
OPÇÃO DE TRATAMENTO 3
• De 5 a 7 implantes;
• Um cantiléveres unilateral;
• Distância A-P é De 1,5 A 2 Vezes Maior;
• Requer Osso Posterior Em Um Quadrante .
MANDÍBULA
PROTOCOLO BRÄNEMARK:
OPÇÃO DE TRATAMENTO 4
tes Posteriores Bilaterais NÃO ESPLINTADOS;
ótese em 2 segmentos (um com 4 implantes e outro com 3 implantes);
mplantes;
ntiléver;
idade de grande disponibilidade óssea posteriormente;
tes adicionais: Quando os fatores de força são grandes ou quando protocolos de próteses imediatas são se
MANDÍBULA
PROTOCOLO BRÄNEMARK:
OPÇÃO DE TRATAMENTO 5
óteses independentes;
mplantes (podendo existir um secundário);
missão de mais flexibilidade e torsão da mandíbula;
VANTAGEM: maior número de implantes necessários e necessidade de osso disponível ;
cantilévers;
essidade de presença de osso posterior bilateral;
or custo.
IMPLANTES MAXILARES
PRÓTESE
SUPERIOR
TAXA DE INSUCESSO NA MAXILA É
MAIOR QUE NA MANDÍBULA

LIMITAÇÕES DO TRATAMANTO
PRÓTESE LIMITAÇÕES ANATÔMICAS
INFERIOR LIMITAÇÕES BIOMECÂNICAS

• Desvantagem de uma prótese total superior é o aspecto psicológico de


dentes removíveis.
IMPLANTES MAXILARES

TIPO DE POSIÇÃO DOS


PRÓTESE IMPLANTES

FORMA DO
ARCO

DETERMINAÇÃO
DA POSIÇÃO
VESTIBULAR
PARCIALMENTE EDENTADO
PARCIALMENTE EDENTADO
PARCIALMENTE EDENTADO
EDENTADO TOTAL
EDENTADO TOTAL
Obrigada!